PÃO MATINAL

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CONDIÇÃO: OBEDECER

(23 de maio de 2024)

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.”

Esse é um pensamento muito conhecido e explorado por diversos estrategistas, é de Sun Tzu, um general chinês que viveu aproximadamente 500 anos antes de Cristo e foi o autor do livro “A Arte da Guerra”.

Conhecer é o verbo a ser conjugado por todas as pessoas que escolhem dar o primeiro passo na estrada que conduz a Cristo, o Caminho. 

O Conhecimento nas Santas Escrituras:
1. Liberta (João 8.32);
2. Contém o verdadeiro testemunho de Jesus (João 5.39);
3. É a base para a vida eterna (João 17.3);
4. Capacita para toda boa obra (2Tim 3.16);
5. Encoraja a dar a própria vida (João 10.15).

Obviamente não estamos nos referindo a qualquer conhecimento acadêmico, secular ou fútil, mas um conhecimento profundo e espiritual da pessoa de Deus.

O conhecimento da pessoa de Deus, nosso Pai, através da pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, resultará invariavelmente no amor, pois é impossível conhecê-Lo e não amá-Lo.

E quando falamos em  "Conhecê-Lo", não estamos nos referindo a reconhecer a silhueta dELE, nem identificá-Lo como o Único e Verdadeiro através da doutrina dogmática, mas de um conhecimento através da relação espiritual com esse Ser Pessoal e Pai Maravilhoso.

Somente quando conhecemos a pessoa de Deus, nos apresentada por Cristo, e sentimos o Seu amor a nos transformar segundo o Seu caráter, encontramos a motivação e a força para obedecer todos os Seus mandamentos. É o amor que torna os Seus mandamentos leves e possíveis de serem obedecidos.

O conhecimento que trataremos aqui é de ordem sobrenatural (acima da compreensão da natureza pecaminosa), pois é revelada pelo espírito de Cristo às mentes consagradas a Deus.

João está falando de forma simples e clara que ele tinha certeza que conhecia a Jesus Cristo, e por inferência ao Pai, a quem o Filho veio revelar. “Sabemos que o conhecemos” é a afirmação imperativa do apóstolo amado.

Por isso o apóstolo do amor diz com toda autoridade espiritual: "Sabemos que O conhecemos, se obedecemos os seus mandamentos".  A prova cabal de que realmente conhecemos a Deus, é a obediência aos Seus mandamentos. Quem diz que conhece, mas não guarda os seus mandamentos é um mentiroso:

"Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade." (1Jo 2.4)

João, não somente diz que conhece, mas justifica o “porquê” conhece. O conhecimento profundo de Cristo, e de Deus, veio a eles (apóstolos), porque guardaram os mandamentos ensinados e ratificados por Cristo: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14.15).

O conhecimento da pessoa de Cristo, do seu CARÁTER de amor e justiça, que ESPIRITUALMENTE é igual ao do Pai (João 10.30), é a forma mais profunda que temos de conhecer a pessoa do Pai, o Deus único. Esse conhecimento começa pela compreensão da lei espiritual (Rm 7.14).

O Conhecimento (teoria) conduzirá o fiel à realização da obra do Senhor (prática), agradando o Senhor em tudo. 

“Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa OBRA, e crescendo no CONHECIMENTO de Deus” (Cl 1.10). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O JUSTO É PERSEGUIDO?

(22 de maio de 2024)

A maioria das pessoas que professam a fé cristã no tempo presente, que se autoproclamam justas, devido sua condição financeira folgada e não passar por problemas com a saúde.

Essas pessoas aprenderam com os seus líderes o falso evangelho da prosperidade e acreditam que ter dinheiro e não passar por problemas de ordem material é um sinal de que Deus está aprovando suas vidas e se agradando de tudo o que fazem. Não bem assim!

Jesus e os seus discípulos foram abençoados com as maiores bênçãos que estão descritas nas Santas Escrituras, mas não viveram uma vida folgada, sem passar por necessidades e sem problemas sérios para resolver e atender as necessidades dos irmãos. 

Nenhum dos servos de Deus, de Adão até o último servo fiel que contemplará a face do Senhor retornando nas nuvens dos céus na glória do Pai, tiveram ou terão vida fácil. Todos os homens que escolherem viver uma vida justa, conforme o caráter de Deus, padecerá perseguição e conhecerá todo tipo de dificuldades para que dê testemunho da fé e anime os mais frágeis.

É um grande engodo ensinar que o crente fiel a Deus, em Cristo, é "abençoado" para ter uma vida próspera financeiramente. A bênção de Deus está ligada ao espírito e não as coisas materiais.

Se não fosse assim, Jesus, o nosso exemplo e modelo padrão de justiça, teria sido "abençoado pelo Pai, dono de toda prata, ouro e de todos os tesouros escondidos, com muito dinheiro, moraria em palácios e viveria em abundâncias e delícias, mas ao invés disso padeceu muitas necessidades, sendo sustentado por pequenas doações de mulheres (Lc 8.1-3).

As dificuldades dos santos não estão somente ligadas as questões do bem-estar social, mas por causa da justiça. Escolher viver uma vida justa, desperta inveja ou suscita oponentes que se sentem prejudicados pela vida reta daqueles que estão atrapalhando os seus planos mesquinhos.

Se a vida de alguém é só sucesso e prosperidade, essa pessoa deveria fazer uma reflexão à luz da Bíblia. Nem todos os abastados são abençoados pelo Senhor, bem como nem todos os que estão passando por alguma necessidade ou privações está sendo amaldiçoado por Deus. Quem não faz esse exercício espiritual pode honrar o líder religioso rico e mercenário que o Senhor está reprovando e desonrar o membro pobre que está sendo testado e ensinado através das provas.

Em todas as épocas, do gênesis ao apocalipse, os verdadeiros justos sempre sofreram perseguições por escolherem o caminho da justiça.

1. Abel foi vítima do seu próprio irmão, por atender o pedido do Senhor na íntegra;
2. Noé sofreu chacotas e humilhações dos seus vizinhos, por atender à ordem do Senhor;
3. Abraão teve que enfrentar o deserto, reis tiranos e toda sorte de ameaças para atender as orientações de Deus;
4. José foi perseguido pelos seus irmãos de sangue e pelos estrangeiros, porque seguia todas as orientações do Senhor;
5. Davi foi caçado por Saul, o poderoso monarca de Israel, na sua própria pátria, porque era guiado pelo espírito do Senhor;
6. Paulo foi perseguido todos os dias da sua vida e padeceu em prisões, sofrendo com açoites, fome, frio, naufrágios e traições de falsos irmãos;
7. Por fim, o nosso Senhor Jesus Cristo, nosso exemplo e padrão de justiça, que experimentou todo tipo de prova e tentações.

Jesus não teve nenhum privilégio, como muitos homens tinham. Nem um simples travesseiro para recostar a cabeça possuía (Mt 8.20).

Contudo, os verdadeiros justos, que sempre serão perseguidos por causa da justiça, são os grandes e verdadeiros bem-aventurados.

Bem-aventurados, pois toda obra espiritual para o reino de Deus que se aventuram fazer, serão bem-sucedidos. As dificuldades existirão, mas nunca serão um impedimento para que a missão não seja cumprida. É desse povo que o reino dos céus é formado, pois mesmo em dificuldades, perseveram até o fim.

O reino dos céus, a partir do retorno de Cristo, quando Ele arrebatar os seus súditos para os transformar em reis e sacerdotes (Ap 1.6 e 5.10), é composto de pessoas que passaram por tribulações e venceram, pois lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro (Ap 7.14). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ATÉ OS ANIMAIS SABEM...

(21 de maio de 2024)

Dois animais aparecem com frequência nas Escrituras Sagradas, devido as suas qualidades para o serviço doméstico.

Um deles é o boi. Esse animal é o grande símbolo do trabalhador esforçado, pois o boi é quase que incansável quando submetido ao trabalho árduo e prolongado.

O segundo é o jumento. Esse animal também é um trabalhador esforçado, mas se tornou o grande símbolo da humildade, devido a aparência diante do imponente e majestoso cavalo.

Os dois animais servem o homem, assim como os santos devem servir o Filho do homem, feito Senhor sobre todos (At 2.36).

Logo no início do livro do profeta Isaías (1.2), o boi e o jumentos são utilizados para fazer uma terrível comparação com o professo povo de Deus. 

A comparação é para destacar uma grande diferença entre os animais irracionais com os seres humanos racionais. Nesse caso os animais irracionais é que sabiam o que o povo deveria saber.

Com isso, o SENHOR queria transmitir uma mensagem que o Seu professo povo se encontrava numa situação espiritual de gravíssima cegueira e de irracionalidade, pois estavam perdendo até para os animais que os servia e dependia dele para comer e beber.

A igreja cristã do tempo deste tempo presente, a igreja laodiceana da profecia bíblica, se vangloria assim: “Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta." (Ap 3.17), mas seu estado de total miserabilidade se assemelha ao povo de Israel que sabia menos que um boi e um jumento.

Nada compreende, porque a professa igreja de Cristo que aí está é formada por homens que priorizam o dinheiro, a fama, o poder político para influenciar pessoas e obterem cada vez mais poderes humanos, pois são insaciáveis. Principalmente os líderes religiosos, os grandes responsáveis pela grave apostasia.

Assim, dessa mesma forma, eram os religiosos do antigo Israel. Principalmente a tribo de Levi, dos sacerdotes, que também se achavam os donos da verdade e os mais sábios entre todos. Mas, para esses homens a reprovação do Senhor foi clara: “O boi e o jumento sabem mais do que vocês!”.

Isaías teve a dura missão de repreender os doutores da lei em Israel. Imagino que não foi nada fácil para o profeta messiânico dizer que eles “não sabiam nada e nada compreendiam”.

Para a igreja do presente, idêntica espiritualmente ao antigo Israel, ou pior, a repreensão no livro do Apocalipse é mais dura ainda: “…e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (Ap 3.17). Uma igreja que é pior que um jumento não deveria se gloriar.

Os verdadeiros sábios são aqueles que conhecem ao Senhor, que O servem em perfeita obediência e humildade. Esses servos são chamados de pequeninos, como esses humildes animais que vivem para servir: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Paulo seguiu Jesus Cristo no mesmo pensamento: “Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes” (1Co 1.27).

Aos grandes teólogos que acham sábios, que olham para os leigos como “burros” e incapazes de compreender as Sagradas Escrituras, essa mensagem deve ser como um tapa na cara.

Para os verdadeiros e humildes servos do Senhor é um alento e um refrigério para o espírito. Que seja verdadeiro consolo para os santos!

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DE INIMIGO À IRMÃO

(20 de maio de 2024)

Há um pensamento nos textos judaicos que diz assim:
"É fácil adquirir um inimigo; difícil é conquistar um amigo."

Isso diz muito da cultura dos judeus, como pensam e o que esperam das pessoas. Não estamos com isso julgando ou inferiorizando o bravo e perseguido povo judeu, mas apenas buscando entender como são cautelosos na escolha dos amigos e preparados espiritualmente para lidar com os inimigos que surgem num piscar de olhos.

Saulo era um judeu da tribo de Benjamim e um religioso fariseu dos mais radicais de sua época, à ponto de se voluntariar para perseguir cristãos nas cidades mais longínquas do mundo, pois para ele era fácil ser inimigo dos cristãos que "era uma ameaça para sua religião".

Ninguém, nem os mais experientes religiosos do judaísmo, podia esperar que Saulo se tornasse um cristão, contra quem batalhava e alimentava um ódio religioso irracional. Ora, todo ódio é irracional.

Somente o amor de Deus em Cristo Jesus poderia mudar radicalmente a vida de um religioso radical. Jesus encontrou e amou aquele que O perseguia, tentando apagar o Seu nome.

Como disse Martin Luther King: "O amor é a única força capaz de transformar um inimigo em amigo."

Saulo era um dos maiores inimigos dos cristãos e se tornou um dos maiores irmãos que essa fé religiosa já teve. Ele se esvaziou completamente da religiosidade anterior, ligada ao costume e as tradições dos homens de sua etnia.

Paulo se converteu no sentido mais belo e profundo dessa palavra. Ele experimentou uma guinada de cento e oitenta graus. É por isso que a conversão significa voltar na direção de onde se havia saído, por não gostar, não aprovar e ir numa nova direção. Fazendo isso, está contrariando a si mesmo, lutando contra si e matando a vontade do homem carnal.

Não é fácil descrever os sentimentos de Saulo e de Paulo, apenas quem passa por essa experiência, é capaz. Todavia, através das Escrituras Sagradas vamos refletir em dois casos reais que nos serve como exemplos, para buscarmos uma compreensão espiritual dessa empolgante revelação espiritual.

Davi, que era amigo fiel e servo do rei, encontrou nesse monarca o seu pior inimigo. O rei Saul buscou matá-lo várias vezes, mas o Senhor sempre livrava o Seu servo desse mal.

Davi teve oportunidades em que poderia atentar contra a vida de Saul, mas por amor ao SENHOR Deus que o havia ungido e ao filho de Saul, Jônatas, não ousou tocar naquele que deveria zelar por sua vida. Davi não sentia prazer em matar aqueles que se declaravam seus inimigos.

O segundo caso é o de Saulo que se tornou o maior inimigo dos servos de Cristo (Fp 3.4-6). Ele assolava a igreja de Cristo: “E Saulo assolava a igreja, entrando pelas casas; e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão” (At 8.3).

A morte de Saulo, inimigo de Cristo, não era a solução para o cristianismo, para Cristo, para Deus, para raça humana ou para a justiça. O renascer em uma nova criatura é a solução para todos.

Se a morte de um inimigo fosse a solução ou trouxesse grande gozo aos santos, Estevão não teria dito: “Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” (At 7.60), e
nem o próprio SENHOR teria dito: “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva” (Ez 33.11).

A poderosa igreja apostólica foi perseguida por Saulo, mas amada e defendida por Paulo. O Saulo perseguidor se transformou no Paulo defensor e cuidador zeloso da fé, pois experimentou a verdadeira conversão em Cristo Jesus. Paulo se tornara uma nova criatura em Cristo. O que odiava, agora amava e o que perseguia, agora defendia.

A igreja apostólica experimentou o grande gozo de ver um ferrenho inimigo se transformar num verdadeiro amigo. Nós também podemos ver esse tipo de milagre. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A RECOMPENSA DOS JUSTOS

(19 de maio de 2024)

“Por que há ímpios muito ricos que esbanjam aparentes felicidades, enquanto há pessoas retas que vivem uma vida com limitações de mantimentos básicos e até de escassez, em verdadeiro estado de pobreza?”

Quantos de nós já não se fez essa pergunta ou ouviu de alguém revoltado com as suas dificuldades?

Esse tipo de questionamento não é apenas uma questão levantada pelo homem mundano e cobiçoso das coisas passageiras, mas de muitos professos cristãos que amam mais o dinheiro e as coisas materiais do que as coisas espirituais e eternas de Deus.

Certamente isso é uma preocupação para aqueles professos cristãos que ainda cobiçam as coisas desse mundo e tudo o que nele há. Conhecem o mundo, mas não conhecem a vontade de Deus.

Quando conhecemos a Palavra de Deus e o Deus da Palavra, essas questões deixam de ser dúvidas e passam a ser confirmações de que há um Deus justo, misericordioso, que sabe todas as coisas e que está no controle de tudo.

O conhecimento de Deus e de Cristo é a vida eterna (João 17.3), mas não é algo que se experimentará apenas quando da Sua manifestação em glória nos céus, mas os santos já desfrutam ainda nessa vida de um refrigério espiritual desse reino, como uma pequena amostra.

Para muitos professos cristãos a felicidade aqui nessa terra, antes da chegada definitiva do reino de Deus em sua plenitude, só é possível com a "benção" da prosperidade. Ou seja, é preciso ser rico e ter uma vida materialmente abundante. 

Ora, se o crente fiel precisa ter muito dinheiro para ser um abençoado por Deus, por que Jesus e todos os apóstolos passaram dificuldades e privações? Por que o "incansável" apóstolo Paulo experimentou muitas privações, chegando a passar fome, nudez e ter que trabalhar para seu sustento?

Quem disse que para ser feliz tem que ser rico? Ou que todo rico é feliz? Os pregadores que ensinam ou insinuam isso não são inspirados ou enviados por Deus, mas uma verdadeira maldição para a congregação. São propagadores da cobiça e do pecado.

Quem disse que a verdadeira riqueza é medida pela quantidade de dinheiro que se tem ou dos bens adquiridos, mesmo que com suor e honestidade?

Quantos homens simples, sem dinheiro e sem cultura, morando numa singela choupana na roça, não trocaria sua vida por grandes fortunas e palácios?! Não são muitos, mas há aqueles que conheceram o Deus da Palavra da verdade.

Perceba que a dúvida acima só ocorre quando se olha sob a perspectiva do mundo e não com o olhar espiritual, da verdade, a nós revelada pelo nosso Senhor Jesus Cristo. O olhar mundano é que prioriza as coisas passageiras e terrenas ao invés dos valores do alto, que são eternas e perfeitas.

Embora o Salmo 58 faça uma abordagem sobre a injustiça dos ímpios contra os que andam em retidão, e cobre justiça (vingança) contra esses homens maus, é na recompensa dos justos que o salmista coloca sua esperança. Os justos serão recompensados de fato, pois há um Deus que faz justiça na Terra.

Se a justiça dos homens é cega e inoperante, que priorizam apenas os seus interesses, mesmo que em detrimento da miséria alheia, não será assim para sempre, tanto para recompensar o ímpio, quanto para atender ao justo. Ainda aqui na Terra, em vida, todos acertarão as suas contas com a justiça divina:

“Deixará de receber cem vezes mais JÁ NO TEMPO PRESENTE casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna” (Mc 10.30).

No tempo presente (em vida), todos serão submetidos a justiça divina. Ninguém escapa dela. Pode até parecer que os homens injustos imperam e que nunca sofrerão as consequências dos seus atos pecaminosos, mas elas chegam para todos, pois o SENHOR é justíssimo. A justiça dos justos é o Senhor. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O ORIGINAL 

(18 de maio de 2024)

Jesus é apresentado na carta aos hebreus como o Sumo Sacerdote original e verdadeiro que nunca oficiou no itinerante tabernáculo do deserto e nem no fixo, construído com pedras em Jerusalém, pelas mãos dos seres humanos pecadores.

O santuário que o SENHOR Deus mandou o povo hebreu construir era uma sombra ou tipo para representar um santuário original, portanto superior. Era apenas uma simples representação do Verdadeiro tabernáculo.

As liturgias e cerimônias realizadas no templo físico dos hebreus eram representações, como sombras, de como o homem precisava ser levado à presença de Deus em reconciliação, representado por um Sumo Sacerdote.

O Sumo sacerdote Arão, como uma sombra do grande Sumo Sacerdote e intercessor Jesus Cristo, entrava no santíssimo lugar, diante do propiciatório da arca da aliança, que também era sombra da presença de Deus, para interceder pelo povo, assim como Cristo faz espiritualmente hoje diante do próprio Deus, o Todo-Poderoso.

A sombra é aquilo que está na terra, feita por mãos dos homens carnais, e o antítipo ou original está nos céus, vindo de um Deus que é espiritual, numa dimensão tão superior, que está além da visão e do toque humano.

Muitos têm utilizado o verso de Hebreus 9.24 como justificativa para não entrarem em nenhum templo físico, quer seja uma sinagoga ou um simples salão de reuniões. Não é disso que esse verso bíblico está tratando, mas da obra de Cristo como Sumo Sacerdote. Esse entendimento raso e pueril é um grave equívoco.

Jesus entrou nos céus, não na terra, na presença do Altíssimo para interceder por nós de forma espiritual e profunda (Rm 8.26 e 34).

O texto está afirmando que Cristo não entrou no lugar santíssimo do santuário terrestre, como faziam os filhos de Levi, mas como o sumo sacerdote escolhido por Deus, segundo a ordem espiritual de Melquisedeque (Hb 6 e 7), entrou na presença do Verdadeiro Santuário, o Santíssimo, que é o nosso próprio Deus (Ap 21.22).

Se o Santuário dos céus é o próprio Deus, o Todo-Poderoso, porque templos originais e verdadeiros são Seres. Assim como o tabernáculo da terra representava o corpo do homem, sendo o santíssimo lugar, a sua mente, onde o SENHOR queria habitar.

Foi assim que Cristo e o apóstolo Paulo ensinaram de forma clara:

"Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. [...] Mas ele falava do templo do seu corpo." (João 2.19-21)

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1Co 6.19)

Para ficar melhor compreendido, vejamos as diferenças básicas dos dois sacerdócios:

TERRENO: O sumo sacerdote entrava todos os anos no lugar santíssimo diante da glória de Deus, sobre o propiciatório (Shekinah), levando o sangue de um inocente que havia morrido pelo povo e por si mesmo, inclusive, mas não expiava os pecados do povo efetivamente.

CELESTE: Cristo, como verdadeiro Sumo Sacerdote, morreu e entrou uma só vez na presença do Santíssimo Deus, nos céus, expiando para sempre os pecados do povo da aliança da fé e ainda sentou à direita da Majestade.

Cristo é o Cordeiro de Deus e o Sumo Sacerdote ao mesmo tempo. Ele é a oferta (sacrifício) e o mediador (mediação), ao mesmo tempo, coisa que Arão e os seus filhos jamais poderia ser.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CONHECER PARA CRER

(17 de maio de 2024)

O amor é o dom maior e o topo da escada para alcançarmos a estatura de Cristo, de homem perfeito (Ef 4.13).

O amor é o poder de Deus concretizado em nós, depois de iniciarmos o caminho da fé e de experimentarmos a certeza do perdão, da conversão e da justificação, através da obra realizada pelo espírito de Cristo Jesus em nós.

O amor de Deus não se manifesta na sua totalidade na vida de uma pessoa de forma instantânea, mas assim como a fé e a graça, ele também precisa crescer.

Esse crescimento se dá pelo conhecimento adquirido, primeiramente através das letras das Escrituras Sagradas e depois, de forma mais profunda, pelo discernimento espiritual, ocorrendo quando o homem se dispõe a ir e praticar o evangelho aprendido.

Quem conhece o amor na teoria e na prática, passa a confiar nesse amor; passa a confiar em Deus, pois Ele é a fonte do amor. Deus é amor. O caráter de Deus é todo amor.

Quando tomamos conhecimento do amor que Deus tem por nós, somos motivados espiritualmente a mudarmos. Passamos a desejar sermos como novas criaturas em Cristo.

Um pobre trabalhador de uma mina de carvão propôs em seu coração realizar o seu sonho e o sonho do seu filho que queria ser médico. O filho ainda jovem e inexperiente, que via o pai trazer os mantimentos para o lar, não tinha a real noção do que o pai fazia  para que ele tivesse tudo o que precisava.

O pai tomou a decisão de enviar o seu filho para estudar numa das maiores escolas de medicina na capital. Todos os meses o filho tinha notícia através da direção da universidade que todos os custos necessários para sua estadia haviam sido pagos, e assim tranquilamente conseguiu se formar, tornando-se um destacado médico.

Uma década depois, já diplomado e experiente, retornou para sua cidade natal afim de ajudar o seu povo, que era parte do seu sonho original. 

Grande foi a sua surpresa ao ver seu velho pai que havia se sacrificado nas minas de carvão, trabalhando dois turnos para financiar os seus caríssimos estudos. Seu pai não tinha um osso sequer das mãos inteiro, que não houvesse sido quebrado pelo árduo e perigoso trabalho, além dos pulmões e cérebro comprometidos pelo ambiente insalubre da mina.

Ele entendeu naquele instante o tamanho do amor do seu pai por ele. O seu pai havia entregue muito mais que dinheiro e saúde, mas a sua própria vida. Esse conhecimento fez com que o amor do filho médico, aumentasse cada vez mais pelo seu velho e doente pai. Quanto mais conhecia seu pai, mais o amor aumentava.

O amor desse homem por seu filho, demonstrado num sacrifício grandioso, fez com que o filho ficasse e tratasse todos os trabalhadores da mina, pois o amor é tão poderoso que contagia e beneficia todos em redor. O amor é sinônimo de sacrifício.

Você conhece o amor que nosso Deus e Pai celeste tem? Quando conhecemos esse amor, é impossível nos afastarmos dEle. Permanecer na Sua presença e nesse amor torna-se a razão de nossa vida e o foco de toda a nossa busca.

O homem pecador e egoísta, não consegue compreender, a não ser que mergulhe de corpo e alma na busca por esse conhecimento. Quando o homem se aprofunda nele, percebe que o amor do Pai é maior cada vez mais, que o nosso amor também vai crescendo com esse santo conhecimento influenciador.

Quando amamos, fazemos todo tipo de sacrifício para agradar e ver o outro bem. Se amarmos a Deus, faremos a Sua vontade e isso não será pesaroso, mas prazeroso: “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos” (1Jo 5.3).

Quem não CONHECE a Deus, não pode CRÊ nEle. Somente por meio de Cristo acessamos esse conhecimento. Para isso, é necessário relacionamento íntimo com Cristo, então teremos verdadeira comunhão com o Pai e com o Filho (1Jo 1.3). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CRER NO FILHO

(16 de maio de 2024)

Certa vez ouvi uma estória sobre falta de fé que era mais ou menos assim:

Um homem religioso que fazia alpinismo escorregou e caiu abismo abaixo, sendo salvo pela corda de segurança amarrada em sua cintura.

Todavia, como já estava escuro, não percebeu o quanto havia descido. Não sabia quanto havia para chegar até em cima e nem até em baixo. Só havia escuridão para cima e para baixo. Não podia enxergar nada que pudesse lhe ajudar.

Pendurado por uma corda naquela imensa parede vertical, o desespero bateu em seu coração, pois entendia que a morte era uma questão de tempo.

Foi nesse instante que, não podendo contar com ninguém mais, se lembrou de Deus e gritou: “Deus, se tu existe, me salva e eu te obedecerei!”.

No mesmo instante uma potente voz respondeu: “Eu existo meu filho, corte a corda e deixe seu corpo cair e eu te ampararei!”. Dias depois um grupo de resgate encontrou o corpo do homem congelado a menos de dois metros do chão.

Muitos professos cristãos abrem as suas bocas para afirmarem que têm fé em Deus, mas não estão dispostos a obedecer a Sua Palavra, observando e guardando os Seus mandamentos, preceitos e estatutos.

A Palavra de Deus é luz, verdade e vida, dada a cada um de nós através do Seu Filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A crença fiel e verdadeira vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). Ou seja, quem dar ouvidos, no sentido de praticar tudo o que tem aprendido nas Escrituras Sagradas, prova que tem fé de fato e que não é um crente apenas da boca para fora.

Quem crê, obedece. A crença se traduz invariavelmente em obediência. É um engano achar que crer em Jesus Cristo não tem nada a ver com o fato de que temos que obedecê-Lo. Nós só podemos obedecer se crermos. Logo, não há fé sem obediência e nem obediência sem fé. Se obedece para aumentar a fé e quanto maior for a fé, maior será a obediência.

Examinemo-nos, cada um de nós, para vermos se somos apenas cristãos nominais que afirmam para outras pessoas, dizendo: “Eu tenho muita fé”, entretanto o nosso testemunho não é de obediência à Palavra de Deus. Então, estamos nos enganando ou alguém nos ensinou errado.

Somente aos obedientes está reservada a vida eterna. Aos desobedientes está previsto os juízos de Deus, Sua ira sem mistura:

“Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro” (Ap 14.9,10).

Para nos dar exemplo de obediência foi que Jesus veio e nos ensinou, na prática, como sermos obedientes a Deus. Ele é o Filho exemplar e o modelo de obediência. É por isso que Ele mesmo afirma que precisamos crer nEle. (João 3.36)

Crê no Filho de Deus é o grande segredo para aprendermos a obediência e entrarmos na vida eterna. Foi sobre Cristo que o Pai depositou toda autoridade para nos ensinar essa verdade.
 
Nenhum homem poderá obter a vida eterna sem conhecer a Cristo e crê nEle. Ele é o único caminho, verdade e vida (João 14.6). Olhemos para Cristo, o autor e consumador de nossa fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SOZINHO E AMEAÇADO

(15 de maio de 2024)

Na Palavra de Deus, em Deuteronômio 32.10, no verso de nosso pão matinal de hoje, encontramos uma linda declaração de amor, diretamente do Pai.

ELE relata como nos encontrou, como encontrou cada pecador. Para detalhar a nossa triste condição física e espiritual, ELE apresenta três aspectos tipológicos: Deserta, Árida e Ventos Uivantes.

Deserta: Isso indica que o Senhor encontrou quando estávamos sozinhos, sem companhia, sem ninguém para nos salvar; para ajudar, para dividir os fardos da vida, para consolar nos momentos de dor e sofrimento e nem para encorajar diante dos desafios.

Árida: Nos encontrou num lugar difícil de se viver, de escassez: Sem comida - Palavra da Verdade; Sem água - Conhecimento espiritual purificador e hidratante para a mente; Sem abrigo - habitação para o Santo espírito de Cristo.

Ventos uivantes: Nos encontrou apavorados e aterrorizados, ameaçados por "fantasmas" noturnos, escondidos nas trevas, como lobos famintos e terríveis que espreitam, aguardando uma oportunidade para nos devorar.

Essa era a condição espiritual que se encontrava toda a raça humana, sem esperança, num lugar de morte e sendo ameaçado por tudo em redor, tendo medo de tudo, até das coisas invisíveis e inofensivas, mas que atingia a mente de forma devastadora.

Foi nessas condições que o Senhor nos encontrou e nos amou. Sua compaixão e misericórdia foram os braços do amor que nos acolheu, cuidou de nós, nos curando de todas as feridas físicas e emocionais, nos dando um nome e um lugar no Seu reino.

Tudo isso sendo aplicado ao ser individual. Não é uma mensagem para a coletividade, a igreja congregada, mas uma mensagem direta a cada indivíduo. Tudo está no singular: "Ele o encontrou"; Ele o protegeu"; "Dele cuidou"; "Guardou-o".

Como um Bom Pastor que busca a indefesa ovelha que se perdeu e a encontra assustada, se sentido ameaçada pelos lobos, sentindo a falta do Seu protetor.

“Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem” (João 10.14).

“As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem as procurasse, ou as buscasse” (Ez 34.6).

Mas, a descrição em Deuteronômio 32.10, é perfeita, linda, poética, verdadeira e muito mais profunda, envolvendo sentimentos alicerçados no amor. A nossa condição era como de uma ovelha sozinha, no deserto, apavorada com os uivos horrendos dos lobos famintos.

Ao pastor Moisés, que perambulou pelos desertos, sozinho e cuidando de rebanhos de ovelhas, vivendo sob a constante ameaça de ataques de lobos na escuridão da noite, o Senhor entregou essa lindíssima mensagem espiritual para conforto e encorajamento dos fiéis.

Para aprofundar ainda mais a mensagem, o Senhor diz que nos guardou cercado de proteção como a menina dos Seus olhos. Então olhemos para nossos olhos e vejamos a nossa íris (menina dos olhos), cercada de proteção e cuidados e ao mesmo tempo de uma delicadeza e simplicidade sempar.

A íris está cercada e protegida por camadas de peles, como muitas túnicas interiores, além dos cercados que são as sobrancelhas, as cortinas que são as pestanas e as cercas que são as pálpebras; além disso tudo, Ele deu aos homens a capacidade de piscar os olhos com a velocidade de milésimo de segundo, tornando imperceptível ao próprio homem. Que parte do corpo é mais fielmente cuidada do que a menina da visão?

Você tem percebido os cuidados de Deus na tua vida? Você compreende de onde foi resgatado para ser protegido e bem cuidado?

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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FOMOS ADOTADOS?

(14 de maio de 2024)

Quando na minha tenra idade espiritual, durante os meus primeiros anos de estudo da Palavra de Deus, algo me incomodava muito, todas as vezes que lia o apostolo Paulo dizer que recebemos o espírito de adoção.

Por não compreender a mensagem, isso me deixava e não aceitava ser um filho adotivo de um Pai de amor. Por que Deus, o Pai dos pais, não me enxergava como filho legítimo? Um adotado, segundo a ótica e o preconceito humano, sempre é visto como um bastardo.

Até que o espírito de Cristo, o Filho legítimo e adotado por Deus, direto da raça humana, me fez compreender essa linda e poderosa verdade que só exalta e glorifica o amor de Deus, que é inigualável.

Nos tornamos filhos adotivos de Deus quando somos batizados com Seu Santo espírito, ainda vivendo em carne pecaminosa, como seres humanos pecadores e mortais, mas que depois da transformação em corpo incorruptível e corpo revestido da imortalidade, nos tornaremos filhos de Deus legítimos e perfeitos.

Enquanto tivermos a mínima ligação com o esse mundo de pecado e temporal, limitado, mesmo sendo uma nova criatura em Cristo Jesus, seremos adotivos, mas por um tempo determinado.

Paulo fala em adoção no livro de Romanos 8.15, mas no contexto dessa mensagem, no verso anterior e no posterior, afirma duas vezes que em Cristo seremos feitos filhos de Deus:

"Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." (Rm 8.14)

*Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus;" (Rm 8.16)

Para toda raça humana que vive numa terrível escravidão promovida pelo pecado, sujeito a uma infinidade de doenças, dores físicas e emocionais inexplicáveis, além das mais estranhas formas de sofrimentos, ser adotado é uma bênção sem tamanho.

Todo homem resgatado por Cristo e transformado numa nova criatura espiritual, vivia nesse mundo como órfão escravizado pelo inimigo, sem esperança de dias melhores, mas quando descobriu que Deus, o Pai, nos enviou Seu Filho unigênito para nos ensinar a sermos filhos plenos e obedientes nEle, além de nos trazer a carta de adoção, adentrou na liberdade.

Qual deve ser o nosso espírito hoje, ao ver Cristo entrar pelos portões da nossa vida para nos trazer a liberdade para vivermos com Ele e com Deus, numa morada de paz e amor?

1. De tristeza, porque preferimos viver no orfanato senzala o resto das nossas vidas, porque gostamos dessa vida!?
2. De dúvida, porque não sei se a vida na nova família é melhor que a vida reclusa e escravizante do orfanato!?
3. De alegria e esperança, pois queremos uma vida melhor e abundante!?

De fé e esperança. Esse foi o espírito que o Pai nos enviou por meio de Cristo: “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai” (Gl 4.6).

Espírito de fé, de coragem, de esperança e de força, pois não mais servimos ao pecado. Hoje somos libertos em Cristo Jesus, que nos resgatou e não nos considera como servos, mas como filhos de Deus (Gl 4.7).

O espírito de Cristo nos ensina a dizer: “Aba”, que quer dizer “pai”. Antes éramos inimigos de Deus, por causa do pecado, mas Cristo derrubou essa barreira, e hoje, como um órfão que almejava uma família e alguém maravilhoso para chamar de pai, podemos gritar à plenos pulmões, para os quatro cantos do mundo: “Yahweh é meu PAI!” 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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POR MEIO DE UM HOMEM

(13 de maio de 2024)

A igreja na Idade Média deixou herança miserável para a humanidade. Dentre tantas barbáries e abusos de toda espécie contra as liberdades, existe inúmeros ensinamentos que contrariam a verdade bíblica, única fonte confiável que pode descrever a verdadeira vontade de Deus.

A igreja opressora tirou a Bíblia do povo para que ela pudesse ditar a sua vontade, dizendo que a sua vontade e a vontade de Deus são as mesmas, mas isso é uma grande mentira. Essa professa igreja cristã contradiz inúmeras doutrinas bíblicas e tentando apagar a vontade de Deus.

Dentre essas doutrinas falsas está a falácia de que o homem só poderia ser salvo por um Deus. Somente a morte de um Deus poderia expiar e apagar a dívida pecaminosa do homem.

Todavia, o mais indouto e iletrado dos leigos ao lhe fazer o simples questionamento: "Deus morre?", ele emudece, não apresenta um verso bíblico em sua defesa, pois não existe tal defesa, e se explica usando filosofias humanas, pagãs, fora da Bíblia, apenas para não ficar calada.

O fato verdadeiro e claro, para os cristãos verdadeiros, guiados unicamente pelas Escrituras Sagradas, é que qualquer resposta sobre a Verdade de Deus tem que vir da Bíblia, num claro "ASSIM DIZ O SENHOR".

Essa  dificuldade para ensinar a verdade contra o sistema religioso não é uma realidade do tempo presente apenas, mas todos os profetas e os apóstolos enfrentaram esses mesmos desafios por amor a verdade.

O apóstolo Paulo precisou fugir para Atenas, pois os religiosos judeus o perseguiam. Em Atenas, numa sinagoga, ensinava a verdade, enfrentando filósofos epicureus e estoicos. Ao ser levado ao Areópago (anfiteatro grego) para uma disputa filosófica, tentaram vencê-lo com seus enganos, mas o servo de Deus pregou a Cristo com simplicidade e clareza doutrinária.

Paulo não se deixou engabelar pelos mitos gregos que criam em semideuses, duas naturezas ou seres híbridos. Ele não ensinou que seria um Deus quem salvaria, julgaria ou intercederia pela raça humana, mas um homem como nós, capaz de entender as nossas necessidades:

1. É um homem designado por Deus, Jesus, quem julgará todos os demais seres humanos (At 17.31);
2. Foi um homem, Filho do homem, Jesus, quem recebeu essa autoridade de Deus julgar e salvar, ou condenar, o homem (João 5.27);
3. E é porque Jesus é homem que se tornou o nosso e suficiente Mediador (1Tm 2.5).

Em nenhum lugar da Bíblia ensina que só um Deus pode ser nosso Mediador, Juiz ou Salvador. O SENHOR Deus nos salva por meio de Cristo Jesus. Essa é uma verdade clara, objetiva e direta em todas as Escrituras Sagradas, sem qualquer contradição. Qualquer pensamento contrário a esse, vem de procedência filosófica fora da Bíblia como uma falsa "nova luz".

Jesus não é apenas chamado de o Filho do Homem (humano), mas foi de fato semelhante aos seres humanos em TODAS AS COISAS, conforme é ensinado de forma simples em:

“Pelo que convinha que EM TUDO fosse semelhante aos seus IRMÃOS, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo” (Hb 2.17)

“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, UM QUE, COMO NÓS, EM TUDO foi tentado, mas sem pecado” (Hb 4.15)

Com essa verdade plena, Paulo apelava aos corações dos gentios a confiarem em Cristo como advogado e como aquele que venceu a morte, tornando-se a única garantia para que os seres humanos tivessem acesso a salvação – vida eterna.

Essa verdade é tão profunda e basilar que o espírito de Satanás – espírito do anticristo, quer negar que Cristo veio em carne (como ser humano), conforme bem revelou o apóstolo João (1Jo 4.1-3). Esse será o principal engano a ser propagado no tempo do fim, que se possível enganaria até os escolhidos (Mt 24.24).

Busquemos comunhão no espírito de Cristo e certamente venceremos como Ele venceu. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TAL FILHO, TAL PAI

(12 de maio de 2024)

À pedido da justiça, um agente do Estado investigou a vida de um suposto criminoso por noventa (90) dias.

Ao final das investigações foi confirmado, através de robustas provas, todos os crimes cometidos pelo investigado, sendo decretada a prisão do criminoso.

Uma situação curiosa ocorreu quando o investigador conduziu o criminoso para a entrevista (oitiva) na delegacia e descobriu que ele era filho do seu melhor amigo, um homem íntegro, honesto e de ilibada reputação.

A consideração era tão grande pelo pai do criminoso que em suspense o agente público, como que buscando uma resposta ou explicação para aquele cenário inusitado, exclamou: "Não consigo reconhecer a imagem do pai no filho”.

O caráter criminoso daquele jovem desfigurava a imagem do seu pai nele. Todos se esforçavam para encontrar alguma virtude do seu genitor nele, mas era impossível.

Esse caso pareceu estranho para o agente, mas tem se tornado comum em nossa sociedade.

Ao contrário dessa triste ocorrência, Jesus Cristo, o Filho, nunca desonrou o Nome de Deus, vivendo em plena obediência e em santa fidelidade, sendo possível enxergar o caráter do Pai na sua vida exemplar. Jesus nos ensinou como é honrar pai e mãe.

Jesus Cristo, o Filho do homem, desenvolveu um caráter idêntico ao do Pai, provando para todos os homens que é possível viver num caráter santo e agradável a Deus. 

Isso possibilitou Jesus a dizer: “Eu e o Pai somos um” (João 10.30); “E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou” (João 12.45); “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim?” (João 14.10), e “Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (João 14.9).

Através desse exemplo poderoso, Jesus nos possibilitou a sermos um como Pai também, sendo um com Ele antes, veja:

"Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; [...] E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, [...]" (João 17.21-23).

Jesus não veio à Terra exclusivamente para Se revelar a humanidade, mas principalmente para revelar a pessoa do Pai (João 17.3 e 20.17). O Pai lhe deu toda a autoridade para isso (Mt 28.18). Só Cristo poderia revelar Deus, o Pai, aos homens, e revelá-Lo da maneira mais poderosa: o Ser Interior do Pai, através do caráter.

Somente nas pessoas de Deus e de Jesus Cristo as frases “Tal Pai, tal Filho” e “Tal Filho, tal Pai”, se harmonizam com perfeição.

O Deus único, invisível aos pecadores (Ex 30.20 e 1Tm 1.17), só poderia ser revelado pelo Seu Filho (João 1.18).
Somente por meio de Cristo poderemos conhecer o Pai, cheio de graça e de verdade (Cl 1.15 e João 1.14).

A missão desafiadora de Jesus Cristo foi revelar o Pai à humanidade, na essência do Seu caráter, pois o caráter do Deus único prioriza as coisas interiores mais do que as exteriores: “Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (1Sm 16.7).

O SENHOR faz questão de dizer como ELE é, como faz, como gosta, para que o imitemos (Mt 5.48), nos estimulando a buscarmos o conhecimento do Seu caráter, da esma forma como fez Jesus, o Filho do homem. Quem examinar a pessoa de Jesus Cristo com a devida profundidade, certamente conhecerá a pessoa de Deus, o Pai. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O PAI GERA

(11 de maio de 2024)

Na cultura ocidental quem gera uma criança é a mãe, pois o pai só participa dessa nova vida "apenas" cedendo seu sêmen.

Isso pode ser um empecilho para a perfeita compreensão a paternidade e filiação na linguagem bíblica e na cultura judaica, diferentes da cultura ocidental que exalta a maternidade, por exemplo.

Tudo isso, porque a verdade bíblica tem um fundamento doutrinário em Deus e Pai e não numa deusa e mãe. Não que as Escrituras Sagradas deixem de dar a devida honra, louvor, reverência e autoridade às mães, que são exaltadas pelo seu amor e cuidado incomparáveis. 

O fato verdadeiro é que devemos a nossa existência a Deus, que criou todas as coisas, inclusive a todos nós. E, na Bíblia, ELE ama ser chamado de Pai. Essa pequenina palavra, que no hebraico se chama ABA, para que os bebês pronunciem logo na emissão dos primeiros sons, é o som mais pronunciado por Jesus Cristo.

Como tipo do nosso Pai Celeste, o SENHOR nos deu pais humanos e nos honrou com o privilégio de sermos pais também. Além disso, deu-nos mandamentos para honrarmos pai e mãe.

Assim, Deus deu aos homens o poder de gerar uma vida a partir de si mesmo, como ELE (guardada as devidas proporções), para que os homens buscassem compreendê-Lo como Criador e Pai. Deus, o Pai, é o modelo de pai a ser imitado por todos os pais humanos.

Antes de sermos pais, somos filhos. Por isso, Cristo nos deu o perfeito exemplo de como ser um bom filho obediente aos pais, cujo proceder e as escolhas devem honrar e glorificar os seus pais. Se somos bons filhos, obedientes em tudo, certamente também seremos bons pais, pois primeiro se conhece o Filho para depois conhecer o Pai.

Jesus Cristo dava ouvidos e obedecia a cada palavra que o Pai lhes dizia, retransmitindo na íntegra e com fidelidade cada palavra que recebia do Pai (João 17.8 e 12.49-50), além de obedecer a cada mandamento dado pelo Pai, até a morte (Fp 2.8,9). Honrou o Pai em tudo o que fez e nunca cometeu um deslize que deixasse o Pai infeliz (Hb 4.15).

Não há como dar ouvidos aos conselhos de um pai sem que, primeiro, compreendamos que devemos a nossa vida a ele, depois de Deus, obviamente. Entender que devemos nossas vidas aos nossos pais é a mais básica das compreensões sobre a nossa existência.

Em posse dessa compreensão, somos estimulados pelo espírito de Cristo ao exercício da gratidão, do respeito e do amor para com nossos pais, nos preparando o espírito para agirmos da mesma forma para com Deus. Um filho desobediente aos pais, terá muita dificuldade em obedecer a Deus.

Não é coincidência que o primeiro mandamento da primeira tábua da Lei de Deus é para glória de Deus, o Pai e o primeiro mandamento da segunda tábua é honrar pai e mãe, os seres humanos mais próximos e presentes, desde o momento em que nasce até o último suspiro.

Se, primeiro é preciso amar ao próximo a quem enxergamos, para só depois amar a Deus a quem não enxergamos (1Jo 4.20), obviamente a nossa relação com nossos pais em muitos nos ajudará a compreender e amar o nosso Pai celestial.

Por consequência, quando exercitamos o papel de filhos amorosos e obedientes, também estaremos no caminho para compreensão do Filho mais obediente e perfeito entre todos.

Concluímos, pois, depois de compreendermos a revelação bíblica, que nem deveria existir um mandamento escrito, tão lógico e imprescindível para a perpetuação e manutenção da vida e necessário a paz social, do bem-estar e das relações afetivas, tão necessária à saúde dos homens, como a ordem de ouvir e cuidar dos pais. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NÓS SABEMOS?

(10 de maio de 2024)

É importantíssimo saber no QUE se crer, mais importante ainda é saber em QUEM se crer. 

Quando se despreza um desses conhecimentos, jamais será alcançada a estatura de Cristo, pois a necessidade das duas crenças são condições para a salvação, pois são inseparáveis e indivisíveis.

Quem apenas sabe no QUE crê, mas desconhece a pessoa do Salvador, acabará se tornando num cristão legalistas que sabe tudo de doutrina, mas não mantém uma relação com as pessoas de Deus e de Cristo.

No entanto, quem conhece verdadeiramente em QUEM tem crido, nas pessoas do Pai e do Filho, é porque já obteve o conhecimento da Palavra de Deus, no QUE tem crido, pois é impossível servir a Deus sem fazer a Sua vontade de acordo com a Sua Palavra (doutrina).

Grande parte dos cristão têm dado testemunho de que é a mais importante saber o QUE se crer do que em QUEM se crer. Se preocupam apenas com o conhecimento dogmático para viver em debates, buscando glórias para si, desprezando uma relação íntima com Deus, por Cristo.

Valorizar o conhecimento cultural e superficial das doutrinas tem sido mais importante para esse cristianismo secularizado que aí está, do que o verdadeiro conhecimento que só pode vir pelo íntimo conhecimento das pessoas de Cristo e de Deus, respectivamente.

Esse mal não é uma exclusividade do cristianismo moderno, o homem pecador, religioso, é assim desde sempre, mas nos últimos tempos essa questão vem se agravando no seio da igreja institucionalizada: Exploram mais as coisas do homem exterior do que o homem interior.

Para esses professos cristãos, que assimilou esses costumes dos homens carnais, que priorizam o TER mais do que o SER. TER conhecimento dogmático é mais importante que SER uma pessoa que se relaciona com Deus e Cristo e Os conhecem ao ponto de saber em QUEM tem crido.

Quem não conhece a pessoa de Deus e a pessoa de Jesus, jamais entrará na vida eterna: "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17.3)

Uma questão semelhante, e de maior importância, é exaltada pelo apóstolo Paulo em sua carta ao então jovem Timóteo. Ele nos exorta a uma reflexão sobre aquilo que é mais importante.

Conhecer a pessoa em quem você crê é muito superior a crer naquilo que ela falou ou escreveu, até porque se você conhece o autor, é muito mais fácil entender a sua obra. Conhecer requer relação pessoal: cumplicidade, confiança, aceitação, etc.

Paulo conhecia o poder de Deus e sabia do Seu caráter de justiça e amor. Por isso, tinha a certeza de que a sua recompensa já estava guardada, esperando a sua ressurreição.

O apóstolo dos gentios não conhecia Deus por causa da doutrina, mas a doutrina por causa da sua relação íntima e espiritual com Deus, através de Jesus Cristo.

O poder para entender e praticar a sã doutrina vem, em primeiro lugar, pelo conhecimento das pessoas de Cristo e de Deus (1Jo 1.3), resultado de uma íntima relação pessoal.

A relação íntima de Paulo com Cristo, o levou a ter certeza que Ele era poderoso e que, ao final, receberia o seu tesouro (galardão), pois Ele havia vencido a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade pelo evangelho (2Tm 1.10).

Somente assim foi possível a Paulo suportar todo o sofrimento e vergonha por causa de Cristo. E você, sabe em QUEM tem crido? 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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OS PROPÓSITOS DE DEUS

(09 de maio de 2024)

O SENHOR Deus, o Todo-Poderoso, Criador dos céus e da Terra, revelou o Seu propósito para a raça humana e para a natureza - toda a criação.

Seu propósito imperativo é de estabelecer um reino de paz e justiça, onde o amor e a felicidade plena, sejam perene e todas as coisas em redor esteja em perfeita harmonia com o todo, quer seja físico ou espiritual.

Para que a infraestrutura e os meios venham a se concretizar, o Altíssimo não depende de ninguém para isso. ELE já dispõe de tudo preparado, segundo sua onisciência e onipotência.

Entre os "meios", já providenciados, está o Mediador, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, responsável por indicar o caminho, por Seu perfeito exemplo de homem obediente, para todas as pessoas que desejem participar desse reino eterno.

Esse reino só tem sentido e o objetivo do SENHOR só pode ser alcançado, se os seres humanos desejarem viver nesse lugar e nesse estado de espírito de perfeição. Nesse caso, o homem, gozando das suas faculdades mentais e do seu livre-arbítrio, têm na mão o poder para sabotar os propósitos de Deus? 

Jamais!!! Os propósitos de Deus ao encontro das maiores necessidades e buscas de toda a humanidade. Apenas alguns não entrarão nesse reino, não porque desprezam a paz e a justiça que tanto buscam, mas por causa do pecado que não conseguiram abandonar, e somente isso.

Os propósitos do SENHOR não podem ser adiados, atrapalhados, equivocados, ajustados, sabotados ou impedidos. Nada pode mudar uma vírgula dos projetos que o SENHOR estabeleceu por única e exclusiva autoridade.

Ora, se um homem de caráter firme, decidido e obstinado, quando intenta realizar algo que é o seu objetivo de vida, consegue realizar os seus objetivos, à despeito de todos os obstáculos e dificuldades que tenha que enfrentar, imagine o Todo-Poderoso?

Os propósitos de Deus não podem ser mudados ou revogados. Os Seus desígnios são perfeitos e todos serão cumpridos perfeitamente, pois, diferentemente dos homens, obstinados, ELE é onisciente e onipotente. “Mas os planos do Senhor permanecem para sempre, os propósitos do seu coração, por todas as gerações” (Sl 33.11).

Não há ninguém tão forte que possa segurá-LO pela mão e impedi-LO, nem tão sábio e argumentativo que O possa convencer do contrário, fazendo-O voltar atrás no Seu intento. Por isso, os Seus planos devem ser considerados como já realizados.

O homem que toma conhecimento dessa verdade, deve ter consciência de que somente na pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo se pode conhecer todos os propósitos de Deus (Ef 1.9).

Os fariseus e os peritos da lei rejeitaram o propósito de Deus (Lc 7.30), por isso não discerniram a chegada do Messias com a salvação eterna para eles. 

Para que estejamos de acordo com os propósitos de Deus, ELE nos concede poder para que preparemos o nosso caráter para esse novo tempo, à exemplo de Cristo (2Co 5.5).

Quando o SENHOR estende Sua mão para salvar, não há quem possa fazê-la recuar, e vice-versa. O maior propósito de Deus é nos salvar, e todo aquele que buscar a salvação por meio de Cristo Jesus, a encontrará. 

Se todos os propósitos de Deus convergem para apenas um: salvar o homem, que devemos fazer para retribuir tão grandiosa graça?

Paulo responde: “Por isso, temos o propósito de lhe agradar, quer estejamos no corpo, quer o deixemos” (2Co 5.9). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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POBREZA: FRUTO DA INVEJA

(08 de maio de 2024)

Quem já não teve um sonho juvenil de ser muito rico, morar numa mansão, dirigir um carro esportivo de luxo e poder comprar tudo o que desejar?

Esse sonho infantil já deve ter passado pela cabeça de todas as pessoas, principalmente nas mentes inocentes e puras das crianças que ainda não têm a noção exata de que o dinheiro não pode comprar o mais importante e nem sobre as suas consequências.

Mas isso não é um sonho apenas dos juvenis, todos nós conhecemos pessoas adultas e até idosas jogando nas loterias, sonhando em se tornarem um milionários de um dia para o outro.

Por que isso ocorre? Qual a real motivação por trás desses desejos?

A inveja é a resposta. Muitos podem refutar e dizer: "Eu não sou invejoso. Quero ficar rico apenas para dar uma qualidade de vida para minha família", mas estão redondamente enganados. A inveja é a motivação para esses desejos.

Se eu desejar viver sem trabalhar, na beira de uma piscina, sendo servido por vários empregados, é porque me inspirei em alguém, invejo alguém, simples assim.

Acabe, o grande e poderoso rei de Israel, muito rico por sinal, invejou e desejou a vinha de Nabote ao ponto de ficar muito triste e não querer se alimentar, motivando sua esposa a tramar a morte do seu súdito para tomar o bem imóvel para seu marido. 

Os líderes religiosos dos judeus, ricos e poderosos, invejaram Jesus Cristo, pobre e sem reputação acadêmica, ao ponto de tramar a sua morte, porque queriam ser como Ele e conquistar multidões e fazer os sinais e prodígios miraculosos que fazia.

A busca pela riqueza é o objetivo de vida de muita gente. Desde o simples operário até aqueles que já nasceram numa família abastada e esteja lhe reservada uma rica herança, todos buscarão as riquezas deste mundo.

A Palavra de Deus nos traz uma informação infalível. Ela nos adverte que todo aquele que quer ficar rico a qualquer custo, experimentará a pobreza em estado de penúria, escassez em excesso, em pleno estado de miséria ou a ausência do necessário para sobreviver.

Em agosto de 2005, criminosos de alta periculosidade assaltaram o Banco Central no Ceará. Foram roubados 164 milhões de reais. O peso das notas roubadas era de 3,5 toneladas e empilhadas chegariam a uma altura de quase 33 metros.

O bando era composto por cerca de 10 indivíduos que sonhavam em ficar ricos a qualquer custo. Num fim de semana, após 3 meses de planejamento e execução do plano, concretizaram seus sonhos. O que se noticiou nos telejornais, e até virou filme nas telas dos cinemas, é que eles mesmos começaram a se matar, querendo o dinheiro uns dos outros e os que foram pegos perderam tudo o que tinham, sendo lançados numa prisão sem saber quando sairá.

Não são poucos os casos de pessoas que ganharam fortunas nas loterias e hoje vivem na completa pobreza. Muitos perderam tudo: a fortuna, família, saúde, dignidade e a vontade de viver. Muitas vezes a riqueza que deveria trazer muitas coisas boas, levam tudo aquilo que se tem de mais valioso.

A Palavra da verdade nos revela DUAS constatações sobre as pessoas que agem assim: (1) Tem olho maligno e (2) a pobreza virá sobre ele. O amor ao dinheiro não é apenas a raiz de todos os males (1Tm 6.10), mas mexe com a cabeça do homem, desfigurando a imagem de Deus nele.

A verdadeira riqueza está em Cristo “Em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Cl 2.3); Cristo é a perola de grande preço e o tesouro escondido (Mt 13.44-46). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ÍDOLOS: CORRAM DELES!

(07 de maio de 2024)

A idolatria foi a porta de entrada para todo tipo de pecados cometidos pelo antigo Israel.

O professo povo de Deus, do deserto até os dias de Jesus Cristo, cometeu todo tipo de violência contra o seu próximo, contra sua nação e contra e sua terra: Imoralidades sexuais, bestialidades, incestos, assassinatos, roubos, exploração, dominação e opressão com dureza.

Qual foi a porta de entrada para tudo isso? Idolatria!

O povo hebreu quando se aproximava das nações vizinhas, que eram idólatras e politeístas, ao invés de influenciá-los para a verdade do Deus único, cediam aos costumes e tradições daqueles a quem deveriam ensinar a Palavra de Deus.

As Escrituras Sagradas registra muitos casos onde os filhos de Israel buscavam mulheres das outras nações para serem suas esposas, enfrentando os problemas do jugo desigual, criando filhos divididos entre duas culturas. 

Não só tomavam mulheres por esposas, mas passaram a oferecer suas filhas aos pagãos, formando um povo misto, que as Escrituras Sagradas chama de vulgo (Nm 11.4), quanto as crenças e a cultura de uma forma ampla e complexa.

Por consequência, experimentavam o pecado em todas as suas facetas e avançando em grau de desobediência, aumentando cada vez mais o nível de idolatria. Por consequência natural e lógica, acabavam dando o terrível passo para adorar e servir aos falsos deuses dessas nações vizinhas.

Não é sem razão e nem coincidência que os quatro primeiros mandamentos da Lei de Deus visam solucionar esse grave problema causado pelo pecado no homem.

1. Primeiro mandamento: Só Yahweh (o Pai) é Deus. O povo não poderia criar outros deuses diante de Yahweh. O povo seguiu a muitos Baalins (senhores), como: Astarote, Milcom, Quemós, Moloque, Ásera e muitos outros, testemunhando o quanto haviam se aprofundado no pecado;

2. Segundo mandamento: Não fazer imagens de deuses e nem adorá-las. Qualquer imagem feita se tornava numa divindade e o povo prestava reverência e serviço. O extremo da irracionalidade pela adoração a quem não pode ver, ouvir ou agir;

3. Terceiro mandamento: O nome de Yahweh não podia ser tomado em vão. Uma pessoa que confessava ser um israelita, servo de Yahweh, que servia e adorava a outros deuses, estava desonrando o Nome do SENHOR, Sua reputação e Seu legado através de todas as Suas obras, conhecidas por essas nações e que O temiam por isso;

4. Quarto mandamento: O sábado é o sétimo dia, inteiramente dedicado a Yahweh. O pior de tudo não era apenas dedicar um dia aos falsos deuses por amor e devoção, mas criar outros dias como santo e consagrá-los a essas falsas divindades.

O apóstolo João sendo profundo conhecedor dessa grande “chaga” no coração do povo de Israel, nos adverte para nos guardarmos dos ídolos.

O verbo guardar, usado por João, significa fugir da presença deles. Fugir como quem foge de uma grande ameaça.

Esse problema do passado se agravou no presente. Há muitos mais ídolos hoje que antes. Suas formas variadas e sutis, fabricados com rara beleza que encanta aos olhos, têm feito muitos professos cristãos acariciarem esses novos ídolos sem se dar conta que é devoto de um ou de vários deles.

Peçamos discernimento ao SENHOR para que nada tome o primeiro lugar dEle em nossos corações. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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OVELHAS DESAMPARADAS

(06 de maio de 2024)

Nunca houve uma época com tantas pessoas se intitulando pastores, como a nossa.

Temos vistos jovens, verdadeiras crianças no corpo, em experiência e no espírito, se apresentando como pastores, quando seriam reprovados como simples membros na igreja dos apóstolos.

Muitos se apoderam desses títulos indevidamente, porque buscam oportunidades seculares através do status, para serem temidos e obedecidos por homens tão fracos e cobiçosos quanto eles mesmos.

Para estes, ser pastor nos dias de hoje, não é mais necessário receber o dom de Cristo, basta pagar para outro corrupto impor as mãos sobre sua cabeça e ensiná-lo como dominar sobre as mentes fracas pela escravização e dominação religiosa de séculos, uma herança maldita.

Isso tem se tornado um grande negócio para muitos, e muitos são atraídos para as instituições religiosas, pois enxergam nelas um nicho promissor para carreira profissional. Outros, preferem abrir sua própria igreja e se tornar o pastor presidente, um bispo, um apóstolo ou um profeta, embasando sua nova empresa num panteão onde poucos dominam, bastando apenas pessoas.

Uma terrível agravante é que nos nossos dias, aquele que tem um título de pastor, logo é transformado num ídolo. Toda igrejinha de subúrbio tem um pastor que apresenta falsas visões e sonhos enganadores às pobres mentes desconhecedoras da Palavra de Deus.

Mesmo na era da informação, nunca foi tão fácil enganar pessoas usando o medo, a ganância ou a falsa promessa. Tudo isso oprime a pobre alma humana, débil e carente de Cristo. Até pessoas cultas e bem informadas caem nessas ciladas, por causa da mesma carência emocional de todos nós humanos.

O profeta Zacarias descortina essa realidade de ontem, hoje e de amanhã. Ele afirma que tudo o que esses líderes ídolos trazem ao seu povo é vão, pois jamais consolará verdadeiramente o espírito das pessoas e nem saciarão as suas fomes e sedes da verdade e liberdade.

Mesmo pertencendo a uma instituição religiosa com milhões de membros e milhares de pastores, vivem como ovelhas sem pastor, vagueando por pastos cheios de ervas daninhas e expostas aos ataques dos lobos.

Por falta de pastores de verdade, de homens espirituais, mas sobrando religiosos submissos ao sistema das dominações, os membros, como ovelhas abandonadas, buscam consolo nos ensinos falsos e mentirosos dos charlatões que, como adivinhos, prometem o que não podem fazer e fazem previsões que não irão acontecer; criam falsa esperança nos corações dos simples, pois seus interesses estão apenas na carne e na lã das suas pobres e submissas ovelhas (Ez 34.3).

Se há professos cristãos é porque não há verdadeiro conhecimento da Palavra de Deus e nem a compreensão da Sua vontade, primeiramente. Sem a verdade libertadora, os homens estão sujeitos a acreditar em todo tipo de engano: falsas doutrinas; amuletos, mandingas e muitas fábulas filosóficas e espiritualistas.

Até tentaram disfarçar mudando os meios e os objetos, mas o espírito de engano é o mesmo: Água benta sobre a TV, depois que um líder ora, para curar dos telespectadores; vassoura santa que varre os demônios para fora da casa; tapete de fogo que queima os demônios dentro do corpo; vara ungida, para surrar os filhos; tijolo abençoado que realiza o sonho da casa própria; […]. A lista das aberrações pagãs e antibíblicas é gigante.

Por isso e muito mais, é que há tantas ovelhas abandonadas, sem pastor de verdade que cuide delas. Servem apenas para serem servidas como alimento para esses cães gulosos.

Isso é tão grave que o Senhor destituiu todos os pastores e Ele mesmo tomou a liderança do Seu povo e os conduzirá até o fim (Ez 34.11 e João 10.4). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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É MELHOR ANDAR SÓ...

(05 de maio de 2024)

O primeiro provérbio popular que se ouvia das bocas experientes dos nossos pais, daqueles que viveram há mais de quatro décadas para trás, quando alguém estava em más companhias era:

"É melhor andar sozinho do que mal acompanhado". 

Havia outros ditados, também usados pelos antigos, que tinham o mesmo objetivo: advertir alguém para que não se associasse com pessoas de má índole ou de má fama, cujo nome estivesse envolvido em boatos em fatos sobre às práticas de delitos:

"Quem anda com porcos acaba comendo do seu farelo"; "Me diga com quem andas, que eu te direi quem és"; "Quem entra na chuva é pra se molhar"; etc.

Todas essas prudentes recomendações, destituídas do preconceito de raça, cor ou status social, podem ser consideradas de a verdadeira "sabedoria popular", a sabedoria que vem pela experiência de lidar com as consequências dos erros por décadas.

 Entretanto, tudo isso soava aos ouvidos dos jovens inexperientes como "apenas" um conselho de pai, mãe, parentes e amigos, que poderia ser atendido ou não. Era como se não tivesse a advertência solene das Escrituras Sagradas, taxando como mandamento.

Mesmo que fosse um mandamento da lei de Deus, não seria um impeditivo para que as pessoas abandonassem o risco das más companhias e da aparência do mal e obedecesse a voz da sabedoria. 

Mas o que a Bíblia nos ensina sobre a companhia de determinadas pessoas que podem prejudicar o desenvolvimento espiritual daqueles que querem obedecer a Deus e se tornarem em novas criaturas espirituais em Cristo?

No livro dos Provérbios de Salomão, é possível encontrar um mandamento sobre a escolhas de pessoas para ser companhia. No capítulo vinte e dois, versos vinte e quatro ao vinte e cinco, é descrito dois tipos de caráter e duas consequências para os que andam em más companhias:

1. Não se ASSOCIAR com pessoas que sempre estão de mau humor; sempre triste; só ver a desgraça em tudo; só reclama; etc. Pessoas sem ânimo, sem esperança e sem fé, podem influenciar outras pessoas ao desânimo e a doença. É preciso sabedoria para lidar com esse tipo de pessoas;

2. Não ANDAR com pessoas que ficam iradas com facilidade; que criam confusão por causa de pequenas coisas; que provocam brigas e amam as disputas. Pessoas assim, sem capacidade para o diálogo e predisposição para o perdão e a busca de consenso, é um perigo para si e para os outros.

As consequências também são duas:

1. Vai acabar imitando a má conduta da má companhia;
2. Vai cair numa armadilha mortal.

Todos os homens são influenciados, irremediavelmente, por pessoas dos seus meios onde vivem? Se o indivíduo conviver no meio de drogados, vai usar droga? No meio de corruptos, vai se deixar corromper?

Pessoas como: Enoque, José, João Batista e Jesus são alguns dos exemplos bíblicos que é possível não ser influenciado por pessoas de índole má, não se detendo em seus caminhos.

Associar-se e deter-se – passar muito tempo juntos, caracterizando uma convivência, é onde está o perigo. Deter-se ou demorar-se na vida das pessoas que não buscam ter o caráter de Cristo é um grave erro.

“Bem-aventurado o homem que não ANDA segundo o conselho dos ímpios, nem se DETÉM no caminho dos pecadores, nem se ASSENTA na roda dos escarnecedores” (Sl 1.1).

Se o homem for uma nova criatura em Cristo, verdadeiramente, o processo ocorrerá ao contrário. O servo fiel e firme na fé, influenciará positivamente o gentio, conduzindo ao caminho da fé. Todos nós que, humildemente, buscamos o aperfeiçoamento de caráter, à semelhança de Cristo, certamente receberemos do Seu poder para isso. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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AMAR QUEM NÃO AMA

(04 de maio de 2024)

“Eu me amo!” Essa frase se tornou comum e popular devido a avalanche do movimento da autoestima no mundo, lá pelos idos do ano 2000, início de uma nova era.

As pessoas acreditaram nessa teoria, esperançosos de que algo ia mudar para melhor em suas vidas, mas a onda passou e nos deixou a depressão e muitos coaches desempregados e migrando para as pirâmides financeiras. Aquilo foi um desastre. 

O homem não precisava dizer "eu me amo", no sentido de que só pensa em si mesmo, pois sempre foi egoísta. Na verdade, o homem nunca se amou de fato. Quem se ama, ouve a sabedoria de Deus e obedece, pois somente Ele tem a melhor das vidas para nos dar. Somente sabe o que é melhor para nós.

Se o homem não ama a si mesmo, porque não entende o amor verdadeiro, tampouco amará ao seu semelhante. Se é incapaz de amar ao próximo a quem vê, como poderia amar a Deus que não pode ver e nem tocar? (1Jo 4.20).

O apóstolo João nos ensina no que consiste o amor de verdade: Em amar a quem não nos ama. Deus nos amou sem que nenhum de nós O amássemos, pois estávamos em guerra contra Ele e construímos um muro de separação chamado pecado (Is 59.2). 

É muito difícil para o homem pecador compreender esse amor verdadeiro, pois não sabe fazer o bem nem a si mesmo. Na teoria, o homem conceitua e define o amor de forma magnifica, mas como não consegue praticar, sua filosofia se torna uma utopia.

Amor de verdade se materializa através das ações altruístas, sem interesses mesquinhos e egocêntricos. O amor de Deus é capaz de se sacrificar por outro, sem que o outro seja capaz de entender o que está sendo feito por ele, ao ponto de ao menos dizer: "muito agradecido!".

Deus, o Pai, amor o mundo de uma maneira tão inexplicável que foi capaz de enviar o Seu único Filho para a morte em lugar de seres ingratos e desprezíveis. Um Pai humano seria capaz de fazer isso? Se Deus morresse, tenho certeza que Ele mesmo viria e jamais teria enviado Seu Filho. Com isso, aumenta ainda mais o tamanho do sacrifício do Pai.

O amor do Pai estava no Filho. O amor do Filho também é sobremaneira grandioso e de difícil compreensão pela mente humana pecadora. Ele se ofereceu voluntariamente para morrer em lugar de pessoas que eram, até então, suas inimigas e que O matariam com as suas próprias mãos.

Não encontramos nas Escrituras Sagradas, Deus, o Pai, ou Cristo, o Filho, dizendo: "Eu me amo!". Encontramos o SENHOR dizendo: "Por amor do meu Nome", referindo-se a Sua reputação; Sua Palavra empenhada; Seu caráter de justiça nas Suas obras; etc.

Quando as pessoas dizem “eu me amo”, estão cometendo um atentando contra o amor, pois no seu íntimo estão querendo dizer: "Não vou mais pensar em ninguém, amar ninguém, priorizar os outros, vou pensar somente mim”.

Se somos incapazes de compreender o amor de Deus e amar de fato, como necessitamos, como seremos semelhantes a Cristo e a Deus? Como seremos salvos?

Essas perguntas nos ajudarão a compreender o cerne de toda a questão. Para que compreendamos o amor e amemos de fato, é necessário que sejamos discípulos de Cristo e aprendamos o amor com Ele. Foi para isso que o Pai O enviou e colocou a Sua Palavra na boca do Filho (João 12.49-50).

Por nós mesmos é impossível, mas se seguirmos todas as orientações de Jesus Cristo, amaremos como Ele nos amou. Se Pedro, Paulo e muitos outros conseguiram, nós também conseguiremos. Para isso, precisamos matar o velho homem e permitir que Jesus ressuscite a nova criatura espiritual amorável.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DEUS NÃO DEU

(03 de maio de 2024)

A covardia, a timidez e o medo, são frutos do espírito do maligno. Esses três defeitos de caráter são sinônimos em muitos versos da Bíblia.

É a presença deles no coração do homem que o impossibilita de dizer um não às pessoas, ao pecado e ao mundo.

Para muitas pessoas o medo é bom em determinados momentos, evitando que os imperativos ou destemidos se arrisquem sem medir as consequências, mas a verdade é que o medo é um fruto do mal em todas as suas faces. Ser prudente é muito diferente de ter medo.

O medo não vem de Deus. O Altíssimo enviou Seu Filho Jesus Cristo para nos ensinar a não termos medo:

"E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse: Levantai-vos, e não tenhais medo." (Mt 17.7)

Os anjos que vieram ao túmulo de Jesus, por ocasião da ressurreição, também disseram às mulheres que foram ali: "Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado." (Mt 28.5)

Ao contrário da covardia, o SENHOR nos concede apenas coisas boas: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?” (Mt 7.11).

Podemos entender com isso que as pessoas tímidas, medrosas e com espírito de covardia não são cristãs sinceras e o Senhor as rejeita por isso? Não. Apenas é um indício de que essa pessoa precisa lutar contra esse defeito de caráter e pedir coragem e equilíbrio.

Todos os homens, pecadores, herdaram essas fragilidades do Adão pecador. Isso só nos revela o quanto somos carentes do poder de Deus para vencermos essas dificuldades. Foi por isso que Cristo veio a este mundo para nos libertar dessa terrível servidão:

1. Pagou o preço da dívida do homem para com o pecado, morrendo em seu lugar (João 3.16), para que o homem pudesse andar de cabeça erguida;

2. Veio revelar o verdadeiro e bondoso Pai aos homens (João 14.9), escravizados pelo pai da mentira;

3. Trouxe trazer liberdade aos cativos e aprisionados pelo pecado que fez o homem sentir medo de Deus e da Sua luz (Lucas 4.19);

4. Além de libertar, nos deu uma arma poderosíssima para que nunca mais fossemos escravizados novamente, a verdade das Escrituras Sagradas (João 8.32);

Os servos de Cristo não devem ser covardes e vítimas do medo. Foram libertos e não devem mais nada ao príncipe das trevas neste mundo.

Se o medo, o pânico ou a depressão bater à porta do coração, basta pedirmos ao bom Pai, que nos dá todas as coisas boas, e certamente nos dará de Seu espírito o refrigério, a esperança e a fé para vencermos, assim como fez com Jesus, Seu Filho amado.

O SENHOR nos oferece um espírito de poder, de coragem, de ousadia, de sabedoria e de amor. Esse espírito sim, vem de Deus.

Em Cristo e por Cristo temos o poder para vivermos em perfeita liberdade (João 8.36); desfrutar da vida abundante (João 10.10); Ele é o poder e a sabedoria de Deus (1Co 1.24), pois em Cristo podemos ser mais que vencedores (Rm 8.37). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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BONDADE PASSAGEIRA?

(02 de maio de 2024)

A Benignidade é uma das virtudes que compõem o fruto do espírito santo de Deus no homem (Gl 5.22). Tem a ver com índole de alguém.

Toda pessoa benigna faz bondades, mas nem todas as bondades vêm de pessoas benignas. 

A benignidade está no homem interior, espiritual, e pode ser vista nas ações que manifestem o seu caráter ou nas ações de bondade e justiça para com os seus semelhantes.

Até um homem mal e violento faz uma bondade para alguém de vez em quando, ao ser tocado pela piedade ou pelos sentimentos naturais de afeição. Não basta fazer bondades isoladas, é preciso buscar um caráter benigno em Cristo.

O SENHOR usou o profeta Oséias para levar ao povo de Israel uma dura mensagem de exortação, revelando o verdadeiro caráter do povo, tanto de Efraim, quanto de Judá.

Efraim: Reino do norte, formado por dez tribos que se separaram da tribo de Judá (judeus), por discordâncias políticas e governamentais. Sua capital era em Betel, região da Samaria.

Judá: A tribo que permaneceu em Jerusalém, o centro religioso onde se encontrava o templo erigido por Salomão e reformado por Herodes. Chamado de reino do sul.

Para os judeus, os samaritanos era um povo em apostasia, amaldiçoado e impuro. A mágoa da separação criou um muro de separação entre esses irmãos, filhos de Jacó. Os judeus queriam manter distância dos samaritanos, considerados como gentios, e se orgulhavam por causa do templo e de Jerusalém.

Por outro lado, as os samaritanos, mais tarde chamados de Efraim, tribo mais próspera, o povo judeu era soberbo e inferior, pois eles eram a maioria de Jacó, pois herdaram as terras que Abraão, Isaque e Jacó andaram, conquistaram e edificaram. 

Esse apego as coisas físicas, passageiras e as tradições, eram um fator dificultador para que eles enxergassem as coisas espirituais. Os dois povos estavam na mesma condição de desobediência e de carência de fé e de graça, mas brigavam para provar que um era melhor que o outro.

Todos eles, as doze tribos, tanto Efraim, como Judá, serviam a Deus com uma benignidade passageira, comum aos homens infiéis e sem fé, pois logo se esqueciam do que o SENHOR havia feito por eles. A bondade do SENHOR era apagada das suas memórias pela cobiça nas coisas mundanas.

Essa “benignidade” foi comparada ao orvalho da madrugada que se vê de manhã cedinho, que logo se dissipa com o surgimento do sol, e comparada a uma neblina fina que logo passa, quando levada pelo vento.

O intrigante aqui é que o povo de Efraim representa, tipologicamente, o antigo povo de Deus, religião, instituição ou igreja apostatada, de onde o SENHOR retirou o Seu remanescente, que nesse contexto é Judá – os judeus.

O incrível cumprimento profético de Eclesiastes 1.9 e 3.15, como princípio cíclico da profecia: “O que foi (passado), tornará a acontecer (presente e/ou futuro)”, também ocorreu com Judá.

Os judeus cometeram os mesmos erros de Efraim. A soberba e os interesses carnais pela dominação cegaram os seus líderes ao ponto de mudar o entendimento das Escrituras Sagradas e rejeitaram o Messias. O judaísmo de então, se tornou numa religião de homens e numa instituição sem Deus, sendo necessário retirar deles um novo remanescente.

O SENHOR retirou de Judá, por meio de Cristo, mais um remanescente, composto por 12 discípulos, homens simples e inferiores aos olhos dos líderes religiosos. E assim sucessivamente foi ocorrendo na história da igreja, com o cristianismo, protestantismo, […] até o retorno de Cristo.

Eles crescem e se tornam prósperos e abondam o SENHOR. A história é sempre a mesma, uma repetição de fatos, mudando apenas os personagens. Hoje, o SENHOR está reagrupando o último remanescente que seja benigno para sempre (Ez 36.24). Você deseja participar desse grupo? 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TUDO É POSSÍVEL

(01 de maio de 2024)

A fé é o único poder que pode conduzir o homem para além da fronteira do impossível.

Um amigo me perguntou: “Por que nós não vemos mais milagres genuínos nos dias atuais, como ocorria antigamente, nos dias dos apóstolos?”.

A minha resposta foi: “É porque estamos no período profético que diz: ‘Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?’ (Lc 18.8 ).

A ausência da fé é a explicação coerente para justificar a ausência de milagres portentosos, como aqueles realizados através de Jesus Cristo e dos seus apóstolos.

Foi o próprio Senhor Jesus quem nos revelou sobre o poder que há na fé verdadeira:

"E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível" (Mt 17.20)

"E disse o Senhor: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te daqui, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria." (Lc 17.6)

Como prometeu Jesus, antes de ascender aos céus, no comissionamento dos seus discípulos para o "Ide", "esses sinais seguirão apenas os que crerem" (Mc 16.17). Os sinais sobrenaturais vindo da parte de Deus, não são prometidos para os descrentes.

A fé está muito além da visão humana, do homem materialista que precisa ver para crer. Ela é um poder transcendental, concedidos àqueles que ouvem a Palavra de Deus e logo decide colocar em prática, como prova verdadeira de que acreditou de fato.

O impossível só se revela diante dos olhos quando a fé é exercitada. O SENHOR Deus se agrada quando exercitamos a nossa fé em meios as provas. Se não houver fé, o Altíssimo não se agradará, pois: "Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6). Essa é uma das únicas coisas impossíveis para Deus.

Pela fé, Noé perseverou 120 anos construindo uma arca, esperando cair água do céu, numa chuva, sem que isso tivesse acontecido antes e sendo chamado de louco;

Pela fé, Abraão, já avançado em idade, decidiu sacrificar o seu único descendente, depois de o SENHOR lhe prometer que ele seria pai de uma grande multidão;

Pela fé, Moisés levantou seu cajado sobre o mar vermelho e mandou o povo marchar na sua direção, para que as águas se dividissem ao meio, abrindo caminho seco;

Pela fé, Elias fechou os céus para que não chovesse por três anos e meio e ainda mandou descer fogo do céu para consumir os seus algozes, enviados para lhe prender;

Pela fé, Davi enfrentou um gigante, o maior dos guerreiro do seu tempo, sem nunca ter empunhado qualquer arma de guerra e nem ido a qualquer batalha;

Pela fé, Pedro disse a um aleijado que se encontrava na porta do templo em Formosa: “Levanta-te e anda!”, e no mesmo instante o aleijado foi curado, saltou e correu;

Pela fé, Paulo enfrentou todo tipo de sofrimentos e muitas tentações, e por fim encarou o seu carrasco com a certeza que receberia a coroa da vida eterna do Justo Juiz.

Percebe agora? TUDO é possível ao que crer!

Para aquele que não tem fé, busque-a direto na fonte – a Palavra de Deus: “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).

O impossível mesmo é o homem dar ouvidos a Palavra de Deus e não ter fé. “Bem-aventurado aquele que LÊ, e os que OUVEM as palavras desta profecia, e GUARDAM as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. (Ap 1.3)

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A ÁRVORE DA VIDA

(30 de abril de 2024)

O Senhor colocou duas árvores no centro do jardim do Éden (Gn 2.9), árvores antagônicas que tipificavam a vida e a morte; a verdade e a mentira; a obediência e a desobediência.

Foi da segunda árvore, da ciência do bem e do mal, onde estava o "fruto proibido", que o diabo proferiu suas palavras enganosas para estimular a cobiça no coração de Eva. Essa árvore, portanto, é uma tipologia de Satanás, cujo fruto é o pecado.

A árvore da vida é um tipo de Cristo, o Filho obediente e justo, um tipo perfeito da verdade e da vida (João 14.6).

Quando Ele diz: "Eu sou a Videira Verdadeira", tipologicamente está dizendo: "Eu sou a árvore da vida" (Videira - Vida). 

Eva se alimentou das palavras do diabo e morreu, Cristo nos convida a nos alimentarmos das suas Palavras de vida. Há nesse contexto, apenas duas árvores, como duas opções apenas, ou nos alimentamos de uma ou da outra. 

Eva e Adão preferiram se alimentar das palavras da árvore da morte - Satanás, mas Jesus veio nos redimir, dando-nos a oportunidade de voltarmos à árvore da vida, desprezando a outra.

Quando Eva e Adão colocaram o fruto daquela árvore proibida para dentro de si, estavam se ligando a ela. Os seus corpos receberam o mal, que passou a habitar neles.

É por isso que Cristo convida a todos a comerem dEle somente, que é o Pão (João 6.35) e a sua carne é o verdadeiro alimento espiritual, para que o homem tenha vida em si mesmo (João 6.53). O homem ao voltar para Cristo, a árvore da vida, deve morrer completamente para o mundo, outra árvore, tornando uma nova criatura em Cristo.

"Quem está em mim", disse Cristo, "Dá frutos bons". Os frutos que Adão e Eva colheram foram dor, sofrimento, decepção, frustração, medo, dúvida, desesperança e a morte. Em Cristo encontraremos a vida. Já temos provas suficientes para comprovar que o diabo mentiu quando disse: "Certamente não morrereis", aos que comessem do seu fruto.

Se as duas árvores do Éden era o começo de tudo, em Cristo Jesus está o recomeço em forma de restauração para aqueles que acreditarem nas suas Palavras. Na primeira vez, o homem acreditou nas Palavras do diabo e deu nisso que conhecemos, mas nessa segunda chance, façamos o certo, porque não haverá uma terceira chance. Nunca houve uma terceira árvore; terceira via; terceira opção; etc.

Satanás mentiu ao oferecer a Eva algo que nem ele mesmo tinha conseguido: "Você será como Deus!". Ele prometeu independência total com falsa roupagem de liberdade e autonomia.

Com Jesus é diferente, Ele não mente para agradar ninguém, por isso disse: "Sem mim nada podeis fazer!". O homem precisa se ligar a Cristo como uma vara ou sarmento está intrinsecamente ligada ao caule da Videira. Não há vida fora de Cristo.

A terrível consequência do pecado trancou a entrada do jardim do Éden a Adão e Eva, impedindo o acesso a árvore da vida, mas através de Cristo, a graça de Deus nos é oferece o passaporte de acesso ao Seu paraíso.

Adão e Eva, antes de pecarem, contemplaram e comeram do fruto da árvore da vida, sendo essa a relação deles com aquela árvore, mas Cristo veio nos revelar que é necessário mais que uma relação contemplativa e de experimentação. É necessário fazer parte dEle, só assim o mal jamais se aproximará novamente.

Por isso Deus, o Pai, nos enxertou em Cristo e nos tornou parte dessa Videira da Vida. Como ramos, não nos alimentamos do fruto, mas da seiva (sangue e o espírito) que o caule (Cristo) fornece aos galhos (nós). Se somos ramos enxertados em Cristo, logo produziremos bons frutos.

“Considerem: uma árvore boa dá bom fruto; uma árvore ruim, dá fruto ruim, pois uma árvore é conhecida por seu fruto” (Mt 12.33); “Portanto, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.20). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TUDO POR MEIO DE CRISTO

(29 de abril de 2024)

Além de ser o meio pelo qual tudo existe (Ef 3.9), Cristo também é o único caminho para o Pai (João 14.6).

Ele é a porta (João 10.9 e 7) e também tem a chave: “Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre” (Ap 3.7).

O avanço das tecnologias nos proporcionou experimentar os mais sofisticados controles de acesso: Sistemas digitais (senhas), biométricos (dedo, olho, voz, face, etc).

Hoje, a pessoa mais simples tem uma conta num banco e utiliza sua senha em dígitos (números e letras) ou através da leitura digital do seu dedo polegar ou indicador.

Os celulares mais sofisticados já acendem suas telas depois do reconhecimento facial do usuário.

Os sistemas mais seguros utilizam a criptografia. O popular Whatsapp garante o sigilo das mensagens de ponta a ponta com 60 dígitos, garantindo o não acesso de espiões.

É inimaginável para a mente humana decifrar uma chave de acesso nesse vasto universo digital.

Toda essa tecnologia inteligente é empregada para impedir o acesso do mal, evitando a fraude, a sabotagem, o roubo, a extorsão e muitos outros delitos cibernéticos. Ao mesmo tempo, a mesma tecnologia é usada para facilitar o acesso do usuário, titular, com toda a segurança.

Tudo isso poderia ser usado como uma tipologia sobre a ação espiritual de Cristo em nosso favor. Somente através de Jesus, do seu espírito, teremos acesso a verdade, liberdade, conhecimento de Deus, dons, justificação e salvação. Ele é o segredo, a senha e a chave de acesso para tudo isso.

Toda essa tecnologia parece estar à nível de espírito, num universo virtual, que não podemos tocar, apenas ver os frutos se materializando na palma da mão e na ponta dos dedos.

Para termos acesso à vida eterna e ao Pai, somente através de Cristo Jesus, a mais preciosa e perfeita porta. Sem Ele nem acessaríamos, primeiramente, o “banco de dados” do Pai, onde estão seguramente guardados todos os tesouros da sabedoria e da ciência (Cl 2.2-3).

Cristo veio e nos deu inúmeras instruções, como alguém que ensina o homem simples a utilizar um equipamento eletrônico, para preparar o acesso ao universo espiritual de Deus. Ele nos ensinou cada passo, cada procedimento e cada ação.

O mais simples dos homens pode acessar, sozinho, por meio dEle, o Pai, para que ninguém seja totalmente dependente dos homens, pois a sua “senha” é pessoal e intransferível.

Sem distinguir pessoas, Ele chamou e ensinou as pessoas que estavam perto (religiosos) e as que estavam longe (gentios). Trouxe todos ao mesmo ambiente espiritual (sala de aula) e revelou como cada homem, depois de instruído, convertido e justificado (certificado), tenha acesso ao Pai.

Essa perfeita chave de acesso, dada a cada um de nós por Cristo, tem quatro níveis de segurança:
1. “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Rm 10.9);
2. “Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus” (1Jo 4.15);
3. “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (1Jo 4.2);
4. “E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus” (Lc 12.8 ).

Em Cristo temos a garantia, segura, do acesso ao Pai. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O FRUTO DO TRABALHO

(28 de abril de 2024)

Não há nada tão frustrante do que um trabalho sem resultado; sem frutos; sem reconhecimento; sem salário; sem qualquer tipo de benefício. Uma verdadeira perda de tempo, esforço, empenho e dinheiro. 

Ao contrário disso, o trabalho que rende resultados é algo prazeroso. A alegria na face do agricultor que penou no sol causticante para lavrar e semear a terra, enfrentando a dor e o cansaço, é visível quando ele ver a planta com seus bons frutos, prontos para a colheita.

O trabalho de Jesus Cristo foi uma obra infinitamente mais difícil, desgastante, sofredora e perigosa do que qualquer outro trabalho nesse planeta. 

Um trabalho que não se via os resultados fisicamente, tudo ocorria no espírito, onde somente o Pai podia ver por Sua onisciência. Muitas vezes parecia que tudo aquilo que Ele fazia estava sendo inútil: "Quem deu crédito a nossa pregação?" (Is 53.1)

A obra sofredora do Messias é poeticamente retratada pelo profeta Isaías, mas verificada na vida e ministério do Senhor Jesus. Reflitamos nas grandes dificuldades que Ele enfrentou e tiremos lições para a nossa missão, muito mais fácil que a dEle:

1. Sem direito a ferramentas e a tecnologias da informação;
2. Sem direito a remuneração salarial ou qualquer tipo de benefício mensal;
3. Sem direito a descanso, férias, hora-extra, adicional noturno, insalubridade, etc;
4. Sem direito a escolher onde nascer, viver, estudar e se profissionalizar;
5. Sem direito a mesa farta, roupas nobres e casa confortável;
6. Sem direito a julgar e condenar seus algozes e acusadores injustos;
7. Sem direito a escolher os tipos de sofrimento e de morte.

O que lhe faltou em direitos, lhe sobrou em deveres. Sobre os ombros de Jesus estava os deveres de: ensinar; curar; libertar; perdoar; cuidar; proteger; limpar; redimir e salvar.

Nenhum trabalho foi tão difícil quanto ao que Cristo executou para nos salvar. O trabalhado mais difícil e arriscado de toda a eternidade.

O fruto do penoso trabalho de Jesus Cristo só poderá ser visto depois de muitos séculos após a sua morte, resultado final do seu trabalho arriscadíssimo. Além de tudo ainda tem uma longa espera para ver os frutos.

Assim são os plantadores de tâmaras. Dizem que quem planta tâmaras não comem tâmaras, pois a planta demora cerca de 88 anos para frutificar. O trabalho de Jesus e de todos os santos se assemelham um pouco com essa atividade.

O fruto do Seu trabalho, realizado na consciência (mente, espírito, íntimo) dos homens, seria a libertação plena e absoluta do pecado e das suas consequências naturais. Essa liberdade conduz o homem a justificação e a salvação, vindo pelo conhecimento de Deus, por meio de Cristo (João 8.32 e 17.3).

Isso vai deixar Cristo muito satisfeito – ver o fruto do Seu trabalho. Como é gostoso ver o fruto do nosso trabalho. Mais gostoso ainda é ter a certeza que ao final haverá frutos, pois o penoso trabalho não será em vão.

Cada um de nós pode ter essa mesma certeza pelo espírito de Cristo atuando em nossas mentes. Além dessa fé, ainda temos as cargas aliviadas por Aquele que fez o pior trabalho, indo na frente (Mt 11.28-30). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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RECEBER É CRER

(27 de abril de 2024)

Já imaginou fazer uma visita para familiares ou amigos que são hospitaleiros por costume, sabendo receber muito bem a todos, até os estrangeiros que se chegam a eles?

A reflexão é: Como você, sendo de casa, seria recebido por eles? Não é de se esperar uma grande festa e muita alegria?

Era assim que o povo judeu e hebreu deveria ter recebido a Jesus Cristo, pois na sua lei era ensinado que eles deveriam ser hospitaleiros com todas as pessoas, e esse dever seria ainda maior com os seus irmãos, filhos de Abraão, Isaque e Jacó.

Ser um descendente de Abraão não era garantia de justificação para os judeus dos dias de Jesus, e nem é para os que professam a fé cristã nos dias atuais. 

Justificação não vem pelo DNA (carne); nem pela placa de uma igreja e muito menos por pertencer ao rebanho de um pastor famoso. Justificação é somente pela fé em Cristo Jesus.

Muitos têm confundido o serviço prestado ao sistema religioso com o verdadeiro serviço prestado à Deus por meio de Cristo.

Nos dias de Cristo, os maiores religiosos do professo povo de Deus: Sacerdotes, príncipes, doutores da lei, escribas e religiosos mais extremistas das seitas dos fariseus e dos saduceus, erraram feio. Eles tinham as Escrituras Sagradas decoradas em suas memórias, e por isso se vangloriavam de serem os próprios oráculos de Deus na Terra, mas não conseguiram identificar o Messias, o Filho de Deus, por isso, rejeitaram, perseguiram e mataram o Salvador de todos os homens.

Hoje, cometendo o mesmo erro do passado, estão aqueles que se julgam o povo escolhido de Deus. Eles se julgam conhecedores da Bíblia. como o povo do passado; Se acham exclusivos como o povo do passado, mas estão cometendo os mesmos erros do povo do passado. Qual será a recompensa deles? A mesma do povo do passado?

Continuam cegos como os líderes seguidores de líderes do passado, não recebendo a Cristo, através da Sua Palavra e guardando os seus mandamentos. Rejeitam a Palavra da verdade como ela é, cometendo o mesmo erro da rejeição judaica.

Se os líderes religiosos e seus asseclas não recebem a verdade que é Cristo, mas rejeitam-na, obviamente será ela oferecida aos "indignos gentios”, da mesma forma como ocorreu no passado, conforme ensinou Cristo na parábola da grande ceia (Lc 14.16-24).

Os nobres foram convidados a entrarem na grande ceia do SENHOR, mas rejeitaram o convite, dando lugar à pessoas consideradas indignas, mas receberam a Cristo, ouviram com atenção a Sua Palavra e se esforçaram para colocar em prática toda a verdade aprendida.

O verdadeiro povo de Deus recebe a Cristo, quando recebe Suas palavras de verdade no íntimo do seu coração e as coloca em prática.

Por obediência à Palavra de Cristo, vem a fé genuína ao coração,. Os verdadeiros servos creem que Deus os salvará por meio do Seu Filho Jesus Cristo, por quem tudo opera; por quem tudo realiza.

Crer no “Seu Nome” é muito mais que uma pronúncia ou uma escrita, mas uma mensagem implicitamente profunda, escondida em Cristo, mas revelada aos que O examinam com olhos espirituais.

Quem busca esse poder, receberá o poder de se tornar filho de Deus. Isso é muito mais que os títulos anteriores: “Servos de Deus”, “Povo de Deus” e “Igreja de Deus”. O título de Filho foi dado apenas a Cristo, mas será oferecido também aos fiéis que buscarem essa dádiva como quem procura um tesouro escondido nas profundezas da terra. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NA MESMA MEDIDA

(26 de abril de 2024)

É justo se pagar na mesma medida. Não existiria justiça se alguém pegasse emprestado um quilo de feijão e fosse pagar apenas cem gramas e credor tivesse a obrigação de aceitar.

É por isso que a Bíblia cita como princípio de justiça, para os justos, a seguinte orientação:

"Mas, se houver dano grave, então o castigo será vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe." Êxodo 21.23-25

Muitos professos crentes de hoje, que vivem iludidos com as teorias da graça barata, uma graça que mais parece uma desgraça, desfigurada pelas teorias permissivas e liberais, criadas na caldeira do extremismo para atacar o outro extremo do legalismo, passando a existir dois pontos de vistas completamente desequilibrados.

Quando Jesus Cristo nos ensina que não devemos usar o "Dente por dente e o olho por olho", não está destruindo o princípio que chegou a nós por meio dele mesmo, mas pedindo para o homem justo que lhe ouvia a fazer da mesma forma como Deus e Ele fazem para conosco, pois ao invés de usar a justiça pura, usou a misericórdia, mas não destruiu a justiça para isso. 

O justo e espiritual pode e deve não aplicar o "Dente por dente e olho por olho" para com seu irmão a quem diz amar ou a um estranho, para com isso ganhar a oportunidade de lhe ensinar sobre o amor de Deus, mas essa prerrogativa é única e exclusiva para o tempo de graça. O tempo de graça não anula o tempo do julgamento.

Da mesma forma, na mesma medida, é para com a atitude do homem que tem as condições de ajudar alguém necessitado, mas ignora-o e procede com indiferença diante do sofrimento do seu semelhante. É justo que ele aprenda essa grande lição, sentindo na pele a mesma dificuldade.

Por que é justo que as que podem ajudar e não ajudam, sintam na pele a mesma experiência daquele que ele não ajudou quando teve a oportunidade?

Simples: Por que todo homem nasce com o dever de ajudar o próximo. Todos nós temos o dever de fazer. Quando não fazemos, estamos em falta diante de Deus. Não fazer nada, nem mesmo mal, em nada muda a condição do culpado do homem.  Fazer é um santo exercício para o aprendizado e o crescimento espiritual.

O que Cristo ensinou de forma simples é: Aquilo que fazemos aos outros, será feito conosco. Popularmente, chamam isso de a “lei do retorno”.

No livro dos provérbios é ressaltado esse princípio. Quem vê o sofrimento do pobre, podendo ajudar, mas não ajuda, um dia precisará ser ajudado da mesma forma e na mesma condição, mas não serão ajudados.

Essa seria uma forma muito dura de o Senhor ensinar, ou a única forma de ensinar os insensíveis e duros de coração?

Durante toda a nossa vida teremos três coisas em abundância: Tempo, oportunidade e pobres. (1) As oportunidades para ajudar alguém são poucas, por isso não se pode desperdiçá-las; (2) O tempo é valiosíssimo e raro, mas se bem administrado é possível usá-lo em benefício de muitos; (3) Os pobres e necessitados sempre existirão por toda parte do mundo. Desde as grandes metrópoles até os mais remotos rincões da Terra.

Não é preciso ir muito longe para encontrar um pobre precisando de ajuda. Existem pobres e necessitados pertinho de nós. O Senhor disse-nos para amar o próximo e não o distante. O Próximo é aquele que está próximo a nós, conforme o sentido etimológico dessa palavra.

Nós precisamos ajudar, porque um dia necessitamos e fomos ajudados também. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SABEDORIA E PODER

(25 de abril de 2024)

A busca do homem não é outra a não ser conhecimento (sabedoria) e poder (força).

O problema é que o homem busca conhecimento e poder para dominar sobre o seu semelhante, cobiçando uma posição que pertence somente a Deus, agindo com usurpação, para fazer completamente diferente de como o Altíssimo faz.

Deus, o Pai, fonte original de toda a sabedoria e poder, não usa esses atributos para dominar sobre o homem, explorando-o sob servidão irracional, mas para promover liberdade racional e o amor entre os seres.

O grande rei Nabucodonosor, um dos maiores conquistadores de todos os tempos, que em muitas situações exalou soberba e vanglória, é um grande exemplo das reais intenções do homem quando tem nas mãos o poder opressor sobre outros homens.

Deus usou o profeta Daniel para mostrar ao rei da Babilônia, que se autodeclarava divino, as suas terríveis limitações, provando que somente ELE era um Deus de verdade e digno de toda adoração, pois era a única fonte de sabedoria e poder, despertando o monarca do povo caldeu para a verdade mais sublime que ele podia aprender nessa vida.

Nabucodonosor havia sonhado, mas não lembrava nada do ocorrido durante o seu sono, e não havia homem algum capaz de entrar em sua mente e sondar essas "memórias" passadas, mas ao ouvir da boca de Daniel, um simples escravo, percebeu a grandeza de Deus. 

Daniel também compreendeu essa grandeza, dividindo-a em dois pilares: Sabedoria e poder. Deus sabia (sabedoria) o que Nabucodonosor havia sonhado, pois ELE mesmo havia concedido isso, e para fazer isso é necessário poder.

O patriarca Jó também entendia da mesma forma que Daniel: “Em {Deus} residem SABEDORIA e PODER; ele possui o conselho e a inteligência” (Jó 12.13).

Como Deus manifestou o Seu poder e a Sua sabedoria? Revelando Daniel o significado da estátua de ouro, prata, bronze, ferro e barro, do sonho do rei de Babilônia? Essa foi a forma mais impactante que o SENHOR encontrou para revelar Sua onisciência e onipotência? Não!!!

Foi na pessoa do Seu Filho amado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Foi através de Cristo que o Pai manifestou toda Sua e sabedoria: “Esforço-me a fim de que o coração deles seja animado, estando vós unidos em amor e juntos alcanceis toda a riqueza do pleno entendimento, para que possais conhecer perfeitamente o mistério de Deus, a saber, Cristo. Nele estão ocultos todos os tesouros da SABEDORIA e do conhecimento” (Cl 2.2-3).

Paulo ratifica essa verdade aos coríntios, afirmando que Cristo foi feito Sabedoria por Deus: “Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus SABEDORIA, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1.30). Esse mesmo ser, Jesus Cristo, o Filho, se apresenta em Provérbios 8:22-30, como a SABEDORIA que está com o Pai no princípio de tudo, antes da criação da Terra.

Deus, o Pai, escondeu em Cristo toda a sabedoria e toda ciência. Cristo não é somente o meio pelo qual o Pai revelou aos homens a Sua sabedoria, mas também em quem depositou o Seu poder para que o Seu Filho unigênito (Mt 28.18) pudesse representá-Lo e apresentá-Lo a humanidade (João 1.18).

Já o apóstolo Paulo é mais direto e consegue sintetizar tudo isso num só verso bíblico:
“Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, PODER de Deus, e SABEDORIA de Deus” (1Co 1.24).

O Pai fez de Cristo Jesus Seu poder e sabedoria. Cristo, por Sua vez, quer fazer de nós Seu poder e sabedoria, também. Aceitemos e busquemos! 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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APENAS UM: O PAI

(24 de abril de 2024)

A singularidade e unicidade do Pai, o único Deus, é claramente ensinada em toda a Escritura Sagrada, no Antigo e no Novo Testamento, de Gênesis ao Apocalipse.

Devido a grande importância dessa verdade doutrinária, ela é enfatizada ao longo de toda a Bíblia, ao ponto de o próprio Jesus declarar que esse conhecimento é a porta de entrada para a Vida Eterna (João 17.3).

As primeiras palavras escritas e direcionadas ao Povo de Deus, entre todas as que temos hoje, foi escrita pelo dedo do próprio Deus, e diz assim:

“Eu Sou Yahweh, o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, da casa da escravidão! Não terás outros deuses além de mim” (Ex 20.2-3).

Yahweh é o nome do Pai. Jesus Cristo, o Filho foi chamado e conhecido como Yeshua, que significa: "Yahweh salva" ou "Yahweh é salvação".

As primeiras Palavras das Escrituras Sagradas são: “Não terás outros deuses diante de Yahweh, o Pai”. É Yahweh o Deus único citado em toda a Bíblia, sem contradição alguma.

Essa verdade é incontestável e foi ratificada por várias testemunhas: Jesus, Moisés, Davi, Isaías, Paulo, João, Tiago, Pedro, etc. Essa verdade não está baseada num verso isolados; ou descontextualizado; nem em deduções, como fazem muitos dos teólogos em plena subserviência às instituições que lhes pagam para defender suas placas.

Esse primeiro mandamento não era apenas uma mensagem contra o politeísmo defendido por todas as nações vizinhas do antigo Israel, e também pela maioria das igrejas cristãs da atualidade, mas para que o professo povo de Deus buscasse entender e obedecer a pessoa do Pai.

Nos dias do profeta Isaías, quando Babilônia se aproximava do professo povo de Deus, trazendo os grilhões da escravidão, Deus, o Pai, Yahweh, tenta chamar Seu povo a racionalidade, lhe perguntando:

1. “Acaso há outro Deus além de MIM?” (Is 44.8);
2. “Pois não há outro Deus senão EU” (Is 45.21);
3. “Que eu sou Deus, e não há outro; eu sou Deus, e não há outro semelhante a MIM” (Is 46.9);
4. “Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cinjo, AINDA QUE TU NÃO ME CONHEÇAS” (Is 45.5).

Quantas repetições! Por que será que o Senhor fez tantas repetições a esse respeito? ELE é de repetir ou porque essa verdade é de suma importância para a salvação dos povos que estão sendo enredados e enganados pela Babilônia moderna, a mística?

O povo de Israel, teimoso e obstinado, insistia em querer servir ao SENHOR, o Deus único, o Todo-Poderoso, como as nações pagãs serviam e adoravam seus falsos deuses, inoperantes, servindo a dois senhores e fazendo as suas próprias vontades. Assim é a igreja do presente: não fazem o que Deus pede, mas o que querem.

Yahweh, o Deus único, não aceita adoração ou serviço ofertado de qualquer forma. ELE é ímpar, por isso a adoração e os serviços devem ser conforme a Sua exclusiva vontade.

Cristo revelou que ELE não era apenas o Seu Pai, mas o Pai de todos (João 20.17); Que não era apenas o Seu Deus, mas o Deus de todos (2Co 1.3; Rm 15.6; Ef 1.3; 1Pd 1.3).

Jesus nos revelou a pessoa mais poderosa de todo o universo – O Pai. O Deus e Pai de Jesus Cristo, e nosso também. Eu e você temos um Deus e um Pai amoroso que quer sempre o nosso bem, acredite nisso!

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A MISSÃO DO MESSIAS

(23 de abril de 2024)

O profeta Isaías descreve de uma forma muito tocante o sofrimento e a injustiça dos homens que seriam experimentados pelo Messias, o enviado de Deus.

Tudo isso pode ser comprovado na vida e ministério do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Esse relato é encontrado no capítulo cinquenta e três do livro que leva o nome do próprio autor, que detalha com antecedência os seguintes aspectos e características do Messias:

1. Não gozaria de boa aparência física, seria sem formosura, de quem os homens escondiam o rosto;

2. Ele empregaria grande esforço físico e emocional, num trabalho muito difícil e penoso;

3. Apesar dos inúmeros obstáculos, o alcance da Sua obra seria magnífico, levando a culpa e sarando as feridas do povo;

4. Ele seria rejeitado e humilhado pelo seu próprio povo, que mesmo diante dos grandes sinais realizados, seriam indiferentes para com sua pessoa;

5. A rejeição e a negação por parte daqueles que tinham a obrigação legal (lei dada a Moisés) de acolhê-lo com hospitalidade e amor;

6. Foi sentenciado, ao invés de ser julgado com justiça, de forma arbitrária e injusta, sendo inocente e sem direito a vez e voz, como ovelha muda;

7. A perversa sentença que lhe foi imputada, expunha os horrores da dor e do sofrimento aplicado aos bandidos de alta periculosidade, uma vergonha sem tamanho.

Todo esse relato sobre o sofrimento do Messias pode fazer com que o leitor foque apenas na dor do personagem central e não perceba outras mensagens importantes do texto, rica em exortações e repreensões, para edificação do homem espiritual.

Uma importante pergunta é feita no versículo oito do capítulo e livro já citado. Essa pergunta vem com um tom de exclamação: “Quem dentre os da Sua geração se deu conta que Ele foi torturado e assassinado pelo Seu próprio povo, para pagar a dívida dos pecados deles?”

A óbvia resposta seria: Ninguém de Sua geração teve esse discernimento. Nem os doutores da lei ou os principais sacerdotes, que se achavam os sábios e entendidos em todas as Escrituras Sagradas, e nem mesmo os seus discípulos que estavam constantemente na companhia do Cristo, entenderam.

A nossa atual geração é ainda mais prepotente e pior que a geração do tempo de Cristo: “Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta […]” (Ap 3.17).

Os principais teólogos de hoje, embriagados pela vã filosofia humana, são fortes candidatos a cometerem os mesmos erros do passado, em cumprimento ao princípio profético de Eclesiastes 1.9 e 3.15.

Foi o pecado dos religiosos daquela época que fizeram com que não reconhecessem o Filho de Deus. Muitos, hoje, também não o reconhecem através da Palavra de Deus, por escolherem servir às instituições religiosas e os seus próprios interesses.

Busquemos ao Senhor com humildade de coração e Ele nos revelará a verdade que liberta. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ESPÍRITO: VIDA - CARNE: MORTE

(22 de abril de 2024)

O homem carnal, quer seja religioso ou sem crença alguma, sempre priorizará as coisas da carne, que são temporais e ilusórias.

Não basta ser um religioso, é preciso ser uma nova criatura espiritual em Cristo Jesus. No antigo Israel, todos eram religiosos, mas somente trezentas pessoas foram escolhidas por Deus para compor o grupo dos vitoriosos com o pequeno Gideão, por exemplo.

O fato verdadeiro, que a maioria das pessoas que professam a fé das instituições que estão inseridas na cultura judaica-cristã, como a maioria de nós, tentam fugir da verdade, mudando a vista de lado para não enxergar o óbvio: Todas essas instituições priorizam o homem carnal para beneficiar o homem carnal, mas o homem espiritual é perseguido por elas. Foi assim no passado e será assim até o fim.

Foi assim com o judaísmo que matou inúmeros profetas que Deus enviou e até mesmo o próprio Filho de Deus; Foi assim no seio da igreja cristã por quase mil e quinhentos anos, perseguindo e matando com crueldade e injustiça seus irmãos a quem acusava de hereges; É assim com a professa igreja evangélica (ex-protestante), cujos líderes oprimem as pessoas com a teologia do medo em busca dos lucros, o terrível fruto da carne.

Tudo isso porque esses homens sempre priorizaram a carne: O crescimento patrimonial e financeiro das instituições religiosas que comandam; A imagem dos líderes diante do mundo, através de títulos, status quo, fama e o glamour religioso. Tudo isso são frutos do homem carnal que prioriza o homem exterior.

Esses líderes poderosos politicamente, jamais poderão representar a Cristo. São amigos do mundo e o mundo os considera e os ama, fazendo-se inimigos de Deus (João 15.19). Eles estão vivos para o mundo, mas mortos espiritualmente para o reino de Deus.

Jesus Cristo, o justo, morreu por nós, injustos, para nos levar à Deus como mortos para o mundo. Enquanto o homem não morrer para o mundo e nascer como uma nova criatura espiritual em Cristo, jamais poderá entrar à presença de Deus, levando por Jesus Cristo.

A condição imposta na Palavra de Deus é taxativa, clara e objetiva, conforme escreveu o apóstolo Pedro, que rejeitou toda sorte de suborno, preferindo a escassez, a humilhação e o ódio do mundo, compostos por líderes religiosos gananciosos, como os de hoje.

Pedro nos retransmite as seguinte palavras recebidas de Cristo: "Precisamos estar mortificados na carne, mas vivificados pelo espírito de Cristo". Ou seja, morto para este mundo e renascidos para o reino de Deus.

Isso ocorre quando toda conquista desse mundo não faz mais sentido para o homem. Quando todo tipo de riquezas, posições e prazeres egocêntricos, deixam de ser a razão da busca do homem, por causa de Cristo e do reino de Deus, então a nova criatura nasceu.

Morrer para o mundo, enquanto todos querem se sentir vivos para desfrutar dos seus prazeres passageiros, é estar na contramão e correr o risco de ser atropelado pela maioria.

Cristo fez esse caminho inverso do homem mundano. Andou sozinho na contramão do mundo e venceu, para nos revelar o caminho de volta à verdadeira vida e não essa miragem que tem encantado mundanos e religiosos mundanos que só pensam em prosperidade material.

Ele, o nosso exemplo em tudo (João 13.15), nos mostrou que é possível ser vivificado pelo poder do Pai. Com Seu perfeito exemplo, de vida irrepreensível, pode justificar o homem e o conduzir, de volta, aos braços do Pai de amor.

Todo aquele que deseja a justificação e entrar na vida eterna, precisa seguir os passos de Jesus: matar a carne, para o mundo, e ser vivificado espiritualmente para Deus.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A BENÇÃO EM TI

(21 de abril de 2024)

Abraão foi a pessoa escolhida por Deus para representar a humanidade pecadora e caída, na aliança que garantia um Messias que expiaria os pecados dos seres humanos e lhes restauraria a vida, tirando a morte e concedendo a eternidade.

Da pessoa de Abraão sairia a bênção que iria beneficiar todas as famílias da terra. Todas as etnias, povos e nações do planeta, não seriam agraciadas por Abraão, mas por Aquele que iria sair dele, "Em ti serão benditas", dos seus lombos, via o prometido.

Jesus, o Cristo (Messias), é Aquele que saiu de Abraão pela descendência hereditária. 

"Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão." (Hb 2.16)

Como as famílias da Terra seriam abençoadas por Abraão? Não por Abraão, mas por Jesus Cristo, que trazia em si mesmo a presença do Pai. Não há bênção maior que essa.

Abraão não tinha nada meritoso EM SI mesmo, para que Deus o pudesse usar como um vaso de bênçãos para a humanidade. Abraão tinha apenas duas coisas: Pó e fôlego; carne e espírito de vida (Gn 2.7).

Foi desses dois componentes que o SENHOR proveu a grande bênção para todas as pessoas da Terra. Jesus recebeu a carga genética de Abraão e o espírito de Deus para abençoar os homens.

PÓ – CARNE: Da descendência de Abraão viria o Cristo, o Filho do homem, enviado de Deus, para trazer salvação a todos os povos, como sacerdote universal e não somente para o povo hebreu/judeu.

FÔLEGO – ESPÍRITO: Da fé racional de Abraão seriam gerados os verdadeiros descendentes que se tornariam servos de Cristo e herdeiros conforme a promessa (Gl 3.29).

Abraão carregava EM SI a promessa do Pai para abençoar toda a humanidade. Jesus é o canal de bênçãos do Pai. Abraão, Isaque e Jacó, por si mesmos, não poderiam abençoar todos os homens da Terra, mas somente Cristo, o Filho do Deus vivo.

Muitos valorizam mais a Abraão e outros a Maria, por terem "emprestado" sua genética humana para que o Salvador do mundo tivesse um corpo e realizasse o plano da redenção, mas eles não poderiam realizar a obra que somente Cristo poderia e pode realizar.

Cristo veio e pagou o preço da nossa dívida (Mt 18.27), rasgando a promissória que nos mantinha no cativeiro do inimigo das nossas almas (Mt 18.30).

Não somente pagou a dívida e nos libertou da prisão, mas ainda deixou o penhor (garantia) para que os Seus servos continuassem livres para servirem obedientemente a Deus em plena liberdade, pelo poder do Seu espírito (2Co 1.22 e 5.5).

Essa garantia dada por Cristo é tão rica e poderosa que é capaz de promover nos homens redimidos para Deus, o Pai, uma herança eterna para o louvor da Sua glória (Ef 1.24).

Quando o Senhor honra a memória do Seu servo Abraão nas Escrituras Sagradas, dizendo: “…Todas as nações serão benditas em ti” (Gl 3.8 ), também está estimulando a cada um de nós que esperamos na mesma promessa de Abraão, a buscarmos a mesma fé do patriarca.

É “EM NÓS” que o Senhor quer colocar o Seu espírito, para que, assim como fez com Abraão, faça por meio de nós também, abençoando as famílias da Terra, quando Cristo habitar EM NÓS.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PROMESSA: ESPÍRITO

(20 de abril de 2024)

Uma questão que era um verdadeiro muro de separação entre os ensinos dos líderes judeus e as boas novas trazidas à tona por Jesus, era a dicotomia: carne versus espírito.

Essa verdade não foi enfatizada e repetida inúmeras vezes apenas por Cristo, mas o apóstolo Paulo, um judeu da alta cúpula, também ratificou essa luz libertadora para judeus e gentios.

Os israelitas que habitavam em Jerusalém, em especial os judeus e levitas, eram muito apegados às suas tradições religiosas, colocando a hereditariedade carnal acima do espírito da fé.

Jesus e os apóstolo, com maior ênfase em Paulo, ensinaram muitas vezes e de muitas maneiras sobre grandeza da promessa que está acima da genética; sobre o espírito da fé está acima da carne hereditária.

O chamado povo de Israel não tinham privilégios para deixar de guardar a Palavra de Deus ou para relaxar quando à prática da verdade, porque eram descendentes de Abraão, Isaque, Jacó e Moisés, pelo contrário, os céus esperavam muito mais deles, mas fizeram pior que o mundo.

Nem todos os descendentes de Abraão pertencem a Cristo, mas todos os que pertencem a Cristo se torna filhos de Abraão, porque o a promessa é maior que a tradição; a fé maior que os costumes e o espírito maior que a hereditariedade da carne.

É apresentado na Bíblia um conflito entre a carne e o espírito. Entre os desejos carnais e a consciência sob a influência do espírito de Cristo. Os religiosos dos dias de Jesus preferiram ouvir a carne e desprezar a voz do espírito falando às suas consciências.

O homem carnal é superficial, imediatista e egoísta. O homem espiritual é racional e luta contra o próprio corpo para que o ensino da fé prevaleça. Tudo isso porque se tornou uma nova criatura em Cristo, Aquele que dominou a sua carne.

Nos dias de Cristo haviam muitos religiosos que o contestavam com relação a suposta superioridade dos Judeus sobre os demais hebreus de Samaria – os samaritanos. Os Hebreus, por sua vez, se portavam como superiores as outras nações, por serem descendentes de Abraão.

Quem não conhece alguém que professa a fé cristã, que valoriza mais a placa de sua igreja do que as pessoas? Que deixa de praticar as obras da fé, amar o próximo, para cumprir as metas cobiçosas do seu líder religioso, a quem obedece de fato? Esse é o mesmo vírus que cegou os judeus para enxergar Jesus como o Cristo.

Esses estão no mesmo espírito dos religiosos do tempo de Cristo. A tradição religiosa (placa e carne) tornou-se mais valiosa do que a fé para esses pseudos cristãos.

Tudo aquilo que é passageiro, temporal e frágil não pode vir primeiro que as coisas eternas. Um filho de pastor não poder herdar o terno e o púlpito do pai por causa do DNA, como há hoje nas igrejas, pois para a santa obra de Deus é necessário espírito.

Se os religiosos valorizam mais as instituições religiosas; as coisas carnais e passageiras, os homens e mulheres espirituais valorizarão a Palavra de Deus e a fé, que consiste em obediência irrestrita somente a Deus e não aos homens.

Quando o verdadeiro convertido deixa de ser religioso e passa a ser espiritual, o maior dos milagres acontece. Os verdadeiros descendentes de Abraão, são os filhos da promessa, pela fé, e não da descendência carnal e das tradições religiosas que desprezam a autoridade que vem da Palavra de Deus.

Resta-nos escolher: Se somos da carne, valorizaremos mais a instituição religiosa e os seus líderes (Assim diz o pastor) do que a Palavra da Verdade, mas se somos de Cristo, somos filhos da mesma fé que Abraão professava, viveremos sob a regra de um claro ASSIM DIZ O SENHOR. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CONDIÇÃO DO AMOR

(19 de abril de 2024)

A relação entre o Criador e o homem perfeito, antes de experimentar o pecado, já era baseada numa aliança. As partes deveriam cumprir suas obrigações, como deve ser em todo pacto.

O homem tinha uma obrigação de "não fazer", essa era a sua parte na aliança com o SENHOR Deus. Ele não deveria conhecer o mal, experimentando do fruto da árvore proibida. 

A parte do Altíssimo era manter o homem e tudo em seu redor em perfeito estado para sempre, fazendo-o desfrutar de uma vida eterna, perfeita e abundante.

O mandamento do SENHOR foi claríssimo aos ouvidos de Adão, mas ele não amava o Criador suficientemente para obedecê-Lo. Adão não conhecia a Deus o suficiente para amá-Lo. Se amasse não teria desobedecido o mais simples de todos os mandamento.

Todos nós, os descendentes de Adão, que carregamos o seu DNA, também estamos debaixo de uma aliança. Depois de Adão foram feitas outras alianças com Noé, Abraão e renovadas em Isaque e Jacó.

Com Moisés, essa aliança passou a ser registrada através da escrita, perdurando até os dias de Jesus Cristo, que estabeleceu uma nova aliança, no espírito, pela fé.

Adão e todos os seus descendentes que não PERMANECERAM no amor de Deus, não foi porque o Altíssimo quebrou a sua parte na aliança, mas os homens, a quem ELE honrou com ricas bênçãos, prosperidade e muita reputação ao nome deles.

Jesus, o Filho de Deus, foi o único a permanecer com perfeição no amor de Deus. Ele viveu, morreu e ressuscitou sem cometer um único pecado. Sua obediência à santa Lei de Deus era irrestrita. Todos os mandamentos do Altíssimo foram obedecidos por Cristo.

O próprio Senhor Jesus nos garante que somente com amor é possível obedecer: "Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (João 14.15).

Ha tanto poder no verdadeiro amor que pode vencer a maior ameaça à consciência humana – o medo: “No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor (1Jo 4.18).

Quando compreendemos o amor de Deus, sentimos imediatamente a necessidade de experimentá-lo na prática. O amor de Deus excede todo o conhecimento humano. Não há nada mais necessário, essencial e precioso para todo o ser humano.

Alguns, dominados pela emoção, mas sem a razão, dizem: “Eu amo a Deus”, sem conhecê-Lo intimamente, apenas porque ouviu algumas informações a Seu respeito. Todavia, para amar é preciso conhecer e para conhecer é preciso conviver intimamente.

O SENHOR quer que nos relacionemos com ELE da mesma forma como ELE Se relacionou com Cristo, Seu Filho amado. Se Adão tivesse se relacionado com o Altíssimo por mais tempo, teria amado o Deus do amor?

“Aquele que diz: ‘Eu o conheço’, mas não guarda os seus mandamentos, esse é mentiroso, e a verdade não está nele” (1Jo 2.4).

A obediência aos mandamentos do SENHOR é a grande prova de que permanecemos no Seu amor. Se permanecermos no amor é porque obedecemos e amamos. Ninguém permanece no amor de Deus sendo um desobediente à Sua Palavra.

Até Cristo foi submetido a essa condição, para nos dar exemplo e revelar o amor de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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"QUEM VOCÊ PENSA QUE É?"

(18 de abril de 2024)

O pecado tem tornado o homem natural/carnal cada vez mais orgulhoso. Qualquer vantagem que ele perceba sobre o outro, quer logo exaltar essa pseudo superioridade, mesmo que seja algo ínfimo e sem nenhum valor para a vida.

Todos nós trazemos conosco, hereditariamente, esse mal em nosso DNA, essa herança maldita. Isso nos faz pensar que podemos ser melhores ou superiores do que os nossos semelhantes, por isso competir se torna uma prioridade ao invés do amor.

Lutar contra esse mal é a maior batalha que temos que travar. Não é fácil enfrentarmos a nós mesmos. É difícil negar para si mesmo aquilo que parece ser algo que vai suprir uma necessidade.

Esse mal não é algo que atinja apenas os homens "mundanos", mas está presente dentro das instituições religiosas, no coração dos que professam a fé cristã também.

Muitos cristãos nominais que servem a alguma instituição religiosa, mas não a Deus, pois não guardam os Seus mandamentos, se julgam melhores do que os demais, porque frequenta um templo; ouve algum pregador falar algo da Bíblia; dedica um templo para realizar algum programa da congregação e faz tudo o que o manual de sua igreja manda, mas estão enganados.

O orgulho é um sentimento pecaminoso, intrinsecamente ligado a vanglória e ao egocentrismo. É um engano tão perigoso que estimula a prepotência e a soberba no coração do homem, que já nasceu inclinado para isso e só em Cristo é possível controlar esse mal crescente..

O apóstolo Paulo, escrevendo à turbulenta igreja de Corinto, faz três perguntas:

1. QUEM torna você uma pessoa melhor, diferente da maioria das pessoas?
2. O que você possui que não tenha recebido de alguém (QUEM): Conhecimento; dinheiro; oportunidades; etc...?
3. Se você tem algo, foi porque recebeu de ALGUÉM (QUEM). Por que se vangloriar então, se esse ALGUÉM é quem é o Autor e não você?

Que reflexão extraordinária, simples e poderosa, inspirada pelo espírito de Cristo. Paulo exorta a igreja de Corinto, rica e orgulhosa, a refletir na sua débil condição espiritual.

Tudo o que temos e somos de bom, foi o nosso Deus quem nos deu e ainda continua nos aperfeiçoando no exemplo de Cristo Jesus.

Se nos tornamos pessoas melhores; mais sábias nas Escrituras Sagradas ou por termos sido abençoados com algum benefício para a manutenção da vida aqui, isso não é mérito nosso, pois todos estamos na mesma condição de igualdade com todos os homens.

Se há alguma coisa boa em nós que mereça louvor, foi porque recebemos de Deus. É Deus QUEM pode tornar o homem diferente: melhor e aperfeiçoado.

Três respostas claras obteremos dessa reflexão:
1. Só Deus, por meio de Cristo, pode transformar ALGUÉM numa pessoa melhor (Fp 2.13);

2. Nós não tínhamos nada, inclusive nascemos sem roupas, sem enxergar, sem ouvir, […] Se temos algo é porque recebemos de alguém. Continuamos sem poder fazer ou conquistar as coisas por nós mesmos (João 15.5);

3. Se nós já recebemos de ALGUÉM, não podemos nos gloriar, querendo se comparar Aquele que deu. Somente Aquele que deu merece a glória.

Aprendamos essa lição de humildade com Cristo. Ele é o nosso grande exemplo de humildade. Ele não se envergonha de dizer que tudo o que tem e é, recebeu do Pai (Ap 2.27; João 10.18; 10.29; 16.15; 2Pd 1.17). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A MÃO DO SENHOR

(17 de abril de 2024)

O termo mão na Bíblia tem um significado muito maior do que um simples membro do corpo humano.

Dependendo do contexto pode ser uma referência ao trabalho; empenho no trabalho; força física; habilidade para executar de uma tarefa; posição de hierárquica; etc.

Um desses exemplos de profundo significado espiritual, encontramos no evangelho de Marcos, capítulo três, e evangelho de Luvas, capítulo seis, quando Jesus chama um homem que tinha a mão direita atrofiada (seca) para o centro da sinagoga, restaurando-lhe o membro deficiente.

Por que Jesus fez isso? Que mensagem Ele queria transmitir com esse sinal miraculoso? Quem era o alvo principal dessa mensagem tipológica?

Os líderes religiosos judeus: sacerdotes, doutores da lei, escribas e fariseus, "serviam" ao Senhor como se estivessem com suas mãos espirituais atrofiadas.

Estavam oferecendo sacrifícios e dons com defeito, deixando de atender às necessidades do povo pobre: órfão, viúva e estrangeiros. Há muito tempo os profetas vinham denunciando esse pecado.

No livro dos Números, escrito por Moisés, está registrado uma mensagem que fala sobre a "Mão do SENHOR".

Moisés foi um grande líder. Com paciência comandava uma multidão pelo deserto, cujo o número dos homens adultos e prontos para a guerra era de seiscentos mil, sem contar mulheres, crianças e idosos (Nm 11.21).

Essa multidão estava muito insatisfeita com um único tipo de alimento, o maná que o SENHOR mandava miraculosamente todos os dias. Eles sentiam saudades do cardápio variado de quando eram escravos no Egito (Nm 11.5).

Eles estavam perdendo o apetite por comer o mesmo alimento todos os dias (Nm 11.6) e por isso choravam nas portas das tendas (Nm 11.4,10), choravam com saudades do Egito.

Moisés não suportou o peso daquela situação onde ele nada podia fazer e desabou diante do Senhor pedindo a morte (Nm 11.15). Pior ainda, Moisés, no calor da prova, chega a duvidar do poder do Senhor, pois segundo ele, para alimentar aquela multidão seria necessário muitos rebanhos de gado e todos os peixes do mar (Nm 11.22). Tudo isso depois que o Senhor prometeu alimentar o povo com carne durante trinta dias (Nm 11.16-20).

Mas, Moisés já tinha visto a sarça ardente, vara virar serpente, dez pragas, coluna de fogo, mar se abrir, água amarga se transformar em água doce, água sair da rocha, chover pão do céu e a glória do Senhor resplandecida diante da sua face. Não era uma prova fácil para Moisés, mas ele já tinha testemunhado coisas grandiosas.

Então o Senhor, com todo amor e paciência para com Seu servo faz a simples pergunta: “A minha mão encurtou, que eu não possa prover carne para essa multidão de pessoas?”

 As pessoas tem medo de perder um simples emprego; de passar fome e por isso de submete a transgredir os mandamentos por falta de fé, pois não acreditam que o Senhor pode suprir todas as suas necessidades. A nossa condição é pior que a do povo misto (o vulgo) que saiu do Egito.

A mão de Deus nunca se alargou tanto quanto na era presente. É a misericórdia de Deus que nos mantém vivos nesse deserto de amor e compaixão para com o próximo. Se não enxergamos a mão do Senhor estendida, é porque nos falta colocar os óculos da fé. Peçamos ao Senhor que nos faça ver Seu poder. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UMA DELÍCIA

(16 de abril de 2024)

As promessas de Deus são como um balsamo para as dolorosas feridas da ansiedade, do medo e da desesperança. 

São muitas promessas contidas nas Escrituras Sagradas. Algumas são para esta vida, para que o homem seja fortalecido como militante da causa de Cristo, e a maioria delas é para a vida eterna, no reino de Deus.

As promessa bíblicas nos foram dadas de diversas maneiras: de forma simples e direta; de forma poética; em forma de louvor; em parábolas; em alegorias e em símbolos.

Uma dessas promessas está no livro de Isaías (27.2), quando o Senhor usa a figura de uma vinha deliciosa, para enfatizar os muitos prazeres reservados para os servos fiéis.

Uma vinha para o povo judeu/hebreu era sinônimo de prosperidade, prazer e alegria. O doce fruto da vide não só agradava ao paladar, mas trazia saúde ao corpo físico e alegria quando transformado em vinho, muito utilizado nas festividades familiares.

Quais tipologias (significados espirituais) há nessa promessa de uma vinha saborosa?

1. Jesus disse que era a VIDEIRA Verdadeira que o Pai plantou e cuidava. Disse também que nós somos como varas estéreis ou frutíferas. As estéreis seriam cortadas dEle e lançada ao fogo, mas as frutíferas seriam podadas pelo Pai para que desse mais frutos do espírito (Gl 5.22);

2. O fruto da vide é um CACHO de uva. São muitas frutinhas deliciosas juntinhas formando um só corpo unido, como se fosse um só fruto. Esse é o maior símbolo de unidade para a igreja de Cristo - uma congregação unida e unânime.

3. O suco, sumo ou mosto, retirado do fruto da vide, que alegra os homens é comparado por Cristo ao sangue (mesma cor) da nova aliança no espírito. Sem o espírito de Cristo (Gl 4.6) no interior do homem, não haverá vida abundante.

4. A uva é um fruto delicado. O seu cultivo requer cuidados especiais. Uma vinha precisa ser podada, limpa e regada na quantidade certa de água, além da constante proteção contra pragas e insetos.

5. O sabor desse fruto que é de uma doçura muito especial e muito saudável para o corpo e para a mente do homem, é também um tipo da alegria que o espírito traz ao coração do homem: consolo, refrigério, força, ânimo e esperança.

6. A vinha, lugar onde os servos do Senhor trabalham, também é comparada a obra espiritual realizada para a redenção e salvação dos seres humanos. A parábola dos trabalhadores que foram enviados à vinha nos diz muito a esse respeito.

Para que essa promessa nunca fosse silenciada na mente do homem resgatado, o Senhor nos orientou a  cantarmos dessa promessa de esperança sempre. 

Outro aspecto dessa promessa é que ela começa assim: "Naquele dia [...]", pois ocorrerá no tempo certo para aqueles que passarem no teste da fé. Somente os que esperam no Senhor, como Abraão, o pai da fé, também desfrutarão dessa promessa.

Enquanto isso, o Senhor cuidará de nós para que sejamos uvas doces e não amargas (Is 5.4). Para todo homem espiritual que compreender o tamanho do amor de Deus, se esforce para ser um fruto delicioso, em gratidão e retribuição a tudo o que o SENHOR fez e faz por ele.

Aqueles que se transformaram em frutos deliciosos, por Cristo, terão a honra de “plantar uma vinha” (compreender com profundidade) na Nova Terra: “…e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto” (Is 65.21). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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"ATÉ QUANDO, SENHOR?"

(15 de abril de 2024)

Para quem está sofrendo há muito tempo e não consegue enxergar o fim daquela situação, é muito comum fazer a seguinte pergunta: "Até quando isso vai durar?"

Essa pergunta traz em si outros questionamentos implícitos: "Será que vou suportar esse sofrimento?".

No Salmo 74, atribuído a Asafe, essa pergunta é feita diretamente a Deus, pois o povo de Israel estava se sentindo humilhado e ameaçado pelos inimigos em redor.

Qualquer ataque a fé do povo hebreu, soava como uma afronta ao próprio povo, mas sobretudo ao Nome do Deus Todo-Poderoso, cuja reputação de Criador, Mantenedor e Soberano era amplamente conhecida por quase todo mundo. 

Por que o salmista estava preocupado com o Nome do SENHOR? Os inimigos não estavam atacando a sua pessoa, mas estava afrontando o Deus Eterno.

Não eram apenas inimigos externos e físicos, mas também internos e espirituais, possivelmente do meio religioso, que frequentava os lugares santos, consagrados ao Altíssimo:

"Os teus inimigos bramam no meio dos teus lugares santos; põem neles as suas insígnias por sinais." (Sl 74.4).

O principal salmista, Davi, o pastor, guerreiro e rei, conhecia muito bem o significado da palavra inimigo; a humilhante afronta e também a vergonha dos insultos blasfemos.

Poderíamos citar alguns personagens bíblicos que foram provados por um tempo prologando, mas vamos focar em Davi, por enquanto. Davi era um homem que passou por diversas experiências muito dolorosas:

1. Sendo ungido, mas precisou fugir da morte, perseguido pelo rei Saul, por muito tempo, errante nos desertos, passando por muitas privações;
2. Já na condição de soberano, foi ameaçado todos os dias de sua vida pelas nações vizinhas, e precisava estar em constante vigilância;
3. Conviveu com a violência dentro da sua própria casa (filhos): morte, incesto e usurpação do seu trono.

Muitas vezes pensava em fugir para o deserto para estar sozinho na presença do Senhor (Sl 55.6), nas cavernas, fortalezas, de En-Gedi (1Sm 23.29), pois somente o Senhor o consolava e fortalecia. Na Sua companhia, Davi descansava e estava seguro.

Não é fácil viver constantemente sob ameaças dos adversários. Viver toda a vida sabendo que vários inimigos o espreitam, querendo sua morte é muito difícil. Davi foi um tipo de Cristo nesse aspecto. Muita gente poderosa desejava a sua morte.

Asafe descreve um inimigo invisível que usou pessoas para profanar os lugares santos e atear fogo no santuário de Deus. Embora escrevesse sobre coisas visíveis, a mensagem espiritual também se aplica perfeitamente aos inimigos espirituais que desejam profanar o nosso santuário - nossa mente.

Hoje não é diferente das experiências do passado. Assim como Asafe, precisamos enxergar os inimigos que atacam o Nome do SENHOR. Precisamos de discernimento espiritual para identificar as ameaças no seio da comunidade de fé.

As ameaças são veladas, camufladas e muitas vezes dissimuladas de benção, pois são planejadas e realizadas pelos principados e potestades, sob o comando do príncipe das trevas e deste século (Ef 6.12), sendo percebidas apenas com discernimento espiritual.

O lamento de Asafe é o mesmo de muitos fiéis hoje. Mas, muito em breve, Deus e Cristo porão um fim nos adversários, nas suas ameaças e nos seus enganos.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM SERVO HONRADO

(14 de abril de 2024)

Qual a grande diferença entre ser um professo cristão e ser um verdadeiro cristão que serve a Cristo?

A resposta é juvenil, mas muita gente precisa reaprender essa grande verdade. A diferença está no serviço. Não existe um servo que não serve.

Um servo que não serve, não serve para ser servo.

Logo que Jesus chama os seus discípulos, no ato do chamado, já se inicia o trabalho: "Toma a tua cruz e siga-me" (Mt 16.24), pois todas as suas aulas devem ser praticadas logo após a missão ser dada e a aula teórica ser aplicada.

Não existe aprendizado espiritual profundo, sem esses dois tipos de aulas. O homem jamais será completo e atingirá a estatura de Jesus Cristo - homem perfeito (Ef 4.13), sem esses dois tipos de aulas combinadas.

Se o religioso dedica tempo apenas para decorar dogmas e doutrinas da sua religião, mas não pratica a verdade bíblica, se tornará num legalista ou liberal vazio. Será levado para um desses extremos, onde o equívoco sempre impera.

Por outro lado é o religioso que não examina a Palavra de Deus, que não conhece a doutrina verdadeira, mas vive para servir à igreja, cooperando com todos os projetos da instituição a qual pertence, também vai acertar em alguns pontos, mas ao final vai desagradar a Deus, pois não fará conforme a vontade de Deus, pelo desconhecimento, agradando apenas o pastor da sua congregação.

A maioria dos professos cristãos de hoje, apenas religiosos e não espirituais, aprenderam a serem servidos e não a servir. Tudo isso por causa do mal exemplo dos seus líderes gulosos e mundanos, que também não servem, mas são servidos pela membresia oprimida pelo medo.

Por que lhes falta a verdadeira Palavra espiritual, vão aos templos em busca de pão, peixe e circo, somente. Foram ensinados a buscarem riquezas, poder, fama, bem-estar e até vingança contra os seus inimigos.

O cristão genuíno, verdadeiro servo de Cristo, tem no servir o seu prazer, pois entende a honrosa responsabilidade depositada sobre os seus ombros.

Jesus Cristo, o Filho de Deus, não veio para ser servido, mas para servir (Mc 10.45). Eis o exemplo a ser imitado por todo servo fiel. Quando Cristo diz: “Siga-me!”, está dizendo: “Sirva como eu servi; viva como eu vivi; Faça como eu fiz; Pregue como eu preguei; Ensine como eu ensinei”.

Os servos de Cristo sabem que não há senhor como Ele. Nenhum senhor honra seus servos como honra o Senhor Jesus Cristo aos que o servem. Somente Cristo leva seus servos em Sua companhia para onde vai. Ele é o único que:

1. Se senta no trono com o Pai e concede que os seus servos se sentem com Ele no Seu trono, também (Ap 3.21);
2. Pronuncia (honra e louvor) o nome do servo diante do Pai e diante de uma multidão incontável de anjos magníficos (Ap 3.5);
3. Dá seu próprio nome (sobrenome) ao Seu servo fiel (Ap 3.12).

Poderíamos enumerar muitas outras honras que Cristo faz e fará por Seus servos, mas estas três dão a real dimensão do quanto Ele quer nos honrar pelo poder do Pai, o Todo-Poderoso.

Hoje, é necessário refletir com sinceridade na pergunta: O que vale mais? Servir as instituições religiosas, deterioradas pela corrupção, para recebermos as honras dos seus líderes ou servir a Cristo e receber as honras eternas do Pai, nas cortes celestiais? 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O PROPÓSITO DO ESPÍRITO

(13 de abril de 2024)

Nada que o SENHOR Deus faz é sem propósito. Todas as ações do Altíssimo, em Sua onisciência, tem um ou mais propósitos, sempre para o bem e para a justiça.

A concessão do Seu espírito de santidade, nunca será para exaltar o homem, mas para convencer; purificar; capacitar ou selar para a salvação.

O líder religioso ou pregador da palavra que diz ter recebido a unção do espírito santo de Deus, e começa a chamar a atenção para si mesmo, fazendo coisas estranhas, sem o propósito de ensinar a verdade e nem de salvar, mas apenas para dizer: "Eu sou santo, pois tenho espírito santo", é sem propósito e não vem de Deus.

O pseudo pastor que começa falar em línguas misteriosas; pular no púlpito; mudar o tom de vós e fazer outras coisas sem sentido e não ensina a Palavra com toda clareza, como ela é, está querendo chamar a atenção para si. Esse espírito não é de Deus, mas de demônios.

O Senhor é claríssimo em Sua Palavra da verdade. ELE concede Seu espírito para que o homem realize uma obra santa, clara, simples e objetiva para a salvação dos homens. Quem perde tempo se promovendo ao invés de dedicar tempo para o exame da Palavra, não é enviado de Deus.

O Senhor concede Seu santo espírito com propósito PRINCIPAL, que é para a obediência. Não há propósito maior que obedecer a Palavra de Deus, onde estão descritas todas as suas leis, estatutos, preceitos e juízos, para que o homem ungido com Seu espírito possa observar e guardar tudo o que lhe for ordenado.

A Nova Aliança, a era da concessão do espírito sobre toda carne (Joel 2 e Atos 2), consiste exatamente na obediência aos santos mandamentos da lei de Deus. É para isso que o espírito santo é concedido na Nova Aliança: "Colocar as leis no entendimento do homem para que ele aprenda a obedecer, como Cristo".

"Porque esta é a aliança que depois daqueles dias farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo;" (Hb 8.10).

O espírito do Senhor apela diariamente aos nossos corações, chamando-nos à obediência (Hb 3.15).

Somente pelo espírito de Deus é possível levar a Lei de Deus ao coração do homem. Somente pela ação do espírito de Deus no homem é possível convencê-lo do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8 ).

1. Do pecado, que é transgressão da lei: “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3.4).
2. Da justiça, que é a obediência da lei pela fé: “Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente” (Tg 2.24).
3. Do juízo, pois seremos julgados pela lei da liberdade: “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade” (Tg 2.12).

Por isso carecemos tanto da atuação do espírito santo de Deus em nós. Sem essa atuação é impossível que o homem aceite e viva a Nova Aliança. A Nova Aliança nada mais é do que o espírito santo de Deus nos ensinando a obedecer como Cristo, nosso exemplo. É por isso que o Pai nos envia o espírito de Cristo (Gl 4.6).
 
O apóstolo Paulo confirma que a profecia de Jeremias (31.31), para a Nova Aliança, não seria uma nova lei, nem a anulação da existente, mas consistia em ratificar a mesma lei, escrita pelo próprio Deus (Ex 31.18), no coração do homem, fazendo-o compreendê-la no seu sentido mais belo e profundo, o espiritual.

"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. [...] Porque bem sabemos que a lei é espiritual; [...]" (Rm 7.12-14)

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A CURA PELO SERVIÇO

(12 de abril de 2024)

"Mente desocupada, oficina de Satanás!" Quem já não ouviu esse provérbio popular da boca dos seus pais ou avós?!

Nas primeiras décadas do século XX, muitos psiquiatras aderiram um novo tratamento para doenças da mente, que era a "terapia pelo trabalho". Eles acreditavam que muitos casos de "loucuras" (doenças psicossomáticas) podiam ser tratadas ou amenizadas com o trabalho monitorado por profissionais da saúde, com o devido conhecimento dessa técnica.

De lá pra cá a ciência nesse campo aumentou muito e cada vez se sabe um pouco mais sobre o vasto universo do cérebro e da mente humana, mesmo sabendo das grandes limitações humanas.

O trabalho é uma forma de SERVIR a alguém com esforço físico e mental, demonstrado através do empenho e da dedicação pessoal, individual.

O ser humano sabe bem disso, pois desde o início que ele SERVE a outros seres humanos, ou a divindades criadas por eles mesmos, fruto do medo e/ou do seu imaginário.

O termo SERVIR nas Escrituras do Novo Testamento na língua grega vem da palavra "latreuseis" (λατρεύσεις), de "Latria", do termo "Idol-latria". Ou seja, uma referência a adoração ao divino. Nesse contexto escriturístico aplica-se à adoração suprema ao Deus único e Pai de Jesus.

"Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele SERVIRÁS." (Mt 4.10).

Somente ao Pai, deve-se SERVIR com a adoração suprema. A palavra ADORARÁS, antes da palavra SERVIRÁS, vem da palavra grega "proskynēseis" (προσκυνήσεις), de "Proskynéo", palavra usada para indicar REVERÊNCIA e prestação de HONRA às autoridades. Muitas vezes usadas quando alguém, se prosta e beija os pés de alguém com autoridade.

Quando lemos no livro do Êxodo (23.25): "E servireis ao vosso Deus, [...]", esse "serviço" significa muito mais do que fazer algo para Ele, mas viver para agradá-Lo, fazendo todas as Suas vontades, como um servo que vivia integralmente para o seu senhor. Servir aqui é viver para obedecer unicamente ao Senhor Deus, Criador.

Quais as consequências dessa obediência servil? Ter a garantia da certeza do pão diário, da água e da saúde, eliminando toda espécie de doenças da vida do servo. 

Quais as consequências da desobediência do professo servo (infiel) ao Senhor? Não receber essas bênçãos condicionadas com exclusividade a obediência à Palavra de Deus, o Senhor.

Por que muitas pessoas que se dizem servas de Deus vivem doentes, se o próprio Senhor prometeu saúde e prosperidade para o servo fiel? Com certeza, na maioria dos casos, trata-se de o servo não está vivendo em plena fidelidade à Palavra da verdade. Não podemos afirmar que essa ou aquele doença é consequência da desobediência, só Deus pode, mas a sua Palavra é objetiva em afirmar sobre as consequências da desobediência.

O mais importante agora é fazer uma autoavaliação: "Como estou servindo? O meu serviço é de um servo fiel, que rende honras, glórias e louvor ao meu Senhor? O meu testemunho como servo desperta nas pessoas o desejo de servi-Lo?

A quem estou servindo? Sirvo com todo o coração a um Senhor ou estou com o coração divido entre dois senhores? Sou inteiramente fiel ao meu Senhor ou sirvo também a “concorrência”?

O bom funcionário, qualificado, perito, terá do seu patrão um bom salário, casa, carro, plano de saúde e muitos prêmios. Da mesma forma o Senhor recompensa os seus obreiros que O servem com fidelidade.

Só depende de nós sermos bons servos para termos direito a todos os “benefícios” espirituais que o Senhor disponibiliza para quem está disposto a obedecer. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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FALAR COM OUSADIA

(11 de abril de 2024)

Os testemunhos dos santos da igreja primitiva apostólica, descritos por Lucas no livro dos Atos dos apóstolos, é a confirmação das verdadeiras palavras de Cristo sobre os pequeninos.

Quanto mais a comunidade de fé é perseguida; não possui recursos financeiros abundantes; não conta com líderes religiosos famosos e cheios de títulos; não conta com o apoio do Estado e sofre injustiça de todos os lados, mais o Senhor lhe concede poder espiritual.

Os cristãos primitivos, sob a santa influência dos apóstolos de Cristo, experimentaram o milagre da comunhão espiritual, vendo no viver coletivo o amor de Deus sendo comprovado através das obras da fé.

Era uma comunidade composta por pequenas congregações, composta predominantemente por pessoas simples, oriundos dos judeus e da parte dos gentios.

Essa igreja tinha tudo para dar errado, pois, além da ausência de nomes importantes, de boa reputação social perante o Sinédrio e os representantes do governo de Roma, padecia perseguições religiosas com o apoio estatal.

Prisão e morte eram as sentenças mais comuns e corriqueiras naquela sociedade do primeiro século da era cristã.

Liberdade era uma palavra quase que proibida, tanto pelos líderes religiosos quanto pelo poder estatal opressor, o braço político e militar de Roma.

A igreja era perseguida porque pregava a verdade sobre Jesus Cristo, o ungido de Deus, enviado para trazer liberdade aos escravizados, principalmente aos aprisionados pela religião do medo, imposta pelos líderes religiosos em Jerusalém (Lc 4.18).

Eram perseguidos por que ensinavam as seguintes verdades sobre Jesus Cristo:

1. Que Cristo era o Filho de Deus (At 9.20);
2. Que Deus, o Pai, o havia ressuscitado (At 2.32; 3.15 e 13.30);
3. Que todos deveriam ser batizados em nome de Jesus, apenas (At 2.38; 8.12; 8.16; 10.48 e 19.5);
4. Que o único nome a ser invocado para salvação era o de Cristo (At 2.21);
5. Que Deus, o Pai, havia exaltado a Jesus Cristo, Seu Filho, a condição de único Senhor e Cristo (At 2.33 e 36);
6. Que sua antiga “religião”, dos judeus/israelitas, havia rejeitado e crucificado o enviado de Deus para os salvar (At 3.15; 5.30 e 7.52);
7. Ensinavam tudo acerca de Jesus Cristo (At 5.42).

Mesmo diante das graves ameaças dos judeus, que eram maioria, contra a minoria denominada de cristãos, mais tarde (At 11.26), a igreja perseguida prosseguia falando com ousadia e poder, toda a verdade sobre Cristo que havia recebido por meio dos apóstolos.

Nenhuma força e nenhum poder conhecido entre os homens pode parar a pregação da verdade, quando esta foi comissionada por Deus através de Cristo Jesus. Nem mesmo se as ameaças tenham origem na igreja que professa servir a Deus.

A igreja apostólica quando tomava conhecimento que um dos seus irmãos havia sido preso ou que estavam sendo ameaçados, principalmente os apóstolos, não oravam a Deus pedindo vingança ou a morte dos seus algozes, mas pedia o poder da fé para continuar pregando com mais ousadia ainda.

Isso sim, era o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. A verdadeira igreja de Cristo hoje, também deve buscar as mesmas práticas e o mesmo espírito.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A FÉ É ENCORAJADORA

(10 de abril de 2024)

Platão, matemático e filósofo na antiga Grécia, discípulo de Sócrates, escreveu o seguinte pensamento sobre o medo:

"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz." Platão

O medo tem sido a grande arma que os "espertos", discípulos do inimigo das nossas almas, tem usado para dominar e alienar as mentes dos fracos, que aprenderam a amar o medo, ao ponto de não conseguir viver mais sem ele.

Sabendo dessa terrível condição de fragilidade em que vive a humanidade, Deus, o Pai, através de Jesus Cristo, sempre dizia aos oprimidos pelo Estado Civil e pelo diabo: "Não tenha medo!".

Por que Jesus Cristo comparou o povo de Deus a um rebanho de ovelhas? Em que sentido espiritual o homem pode se assemelhar a uma ovelha?

Essa analogia se molda perfeitamente quando aplicamos as limitações humanas. Quando contemplamos esse gracioso e frágil animal, compreendemos a mensagem de Deus.

1. A ovelha é presa absoluta. Não tem garras, presas, grandes chifres pontiagudos ou corpo grande e musculoso para se defender dos predadores grande e pequenos, não importa que seja um grande urso ou um chacal, menor que elas. Somos assim diante do diabo e até diante de outros homens;

2.  É totalmente carente de um líder que a conduza para a comida e para a água, tornando-se dependente disso como se fosse uma real necessidade. Assim é também o ser humano, por isso só estará seguro se escolher a Cristo como Pastor;

3. É um animal muito sentimental que se afasta do pastor quando repreendida e se aproxima quando recebe carinho e atenção. Assim também é o ser humano. Se encontrar um líder carinhoso, porém explorador, viverá numa servidão;

4. É um animal medroso que paralisa quando ver o lobo. Se desespera e a sua defesa é berrar pedindo ajuda. Da mesma forma é a maioria dos seres humanos dominados pelo medo.

Assim como são as ovelhas, são os homens religiosos. A maioria dos que professam a fé cristã, são completamente dependentes dos seus líderes sistêmicos. Mesmo tendo comida em abundância nas suas mesas – Bíblia Sagrada, o verdadeiro pão que alimenta, acham mais seguro comer da boca do seu pastor. 

Não se sentem confiantes com a voz do próprio Cristo, lendo direto nas Escrituras Sagradas, mas dependem de alguém para lhes dá comidinha na boca, como se fossem crianças. As verdadeiras ovelhas ouvem a voz do verdadeiro Pastor – Jesus Cristo, reconhece, confia e O segue (João 10.27).

O verdadeiro pastor, chama as Suas ovelhas para virem para fora do aprisco (João 10.3,4). Elas precisam ter coragem para sair da aparente segurança do aprisco e ir lá para fora seguir a Cristo. Sem essa coragem e essa ousadia, serão para sempre dependentes dos homens em seus apriscos aprisionantes.

Onde encontrar a tal coragem ou ousadia para sair dos apriscos e ouvir, seguir e servir somente ao Bom Pastor? Na fé em Cristo! A fé vem pelo ouvir a voz dEle, que está na Palavra de Deus (Rm 10.17).

O apóstolo Paulo era uma dessas ovelhas medrosas que servia ao sistema religioso judaico, mas ao ouvir a voz de Cristo, abandonou o redil dos religiosos para servir ao único Pastor. A coragem veio quando ouviu a Palavra de Cristo e isso gerou fé nele.

Compreendeu que em Cristo todos os mistérios de Deus são revelados, e com a luz dessa verdade a ousadia da fé se instala no coração e o medo é controlado. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM FRACO FORTE?

(09 de abril de 2024)

Um membro assíduo de uma determinada igreja evangélica perguntou ao seu pastor porque a igreja arrecadava sempre mais dinheiro do que realmente precisava e ainda continuava a pedir mais dinheiro.

O pastor prontamente respondeu: “Porque com mais dinheiro nossa igreja será cada vez mais forte e terá condições de financiar a pregação do evangelho por todo o mundo. Com dinheiro poderemos comprar uma rede de rádio, um canal de TV, por exemplo.”

Para se explicar ainda melhor, prosseguiu o pastor: “Precisamos combater o mal de igual para igual. O mundo tem canais de televisão para propagar o engano, influenciando as pessoas a praticarem o erro. Vamos fazer o mesmo, mas para fazer o bem”.

Pensar que a obra se faz com dinheiro é um erro grave. Se fosse assim Jesus não teria proibido seus discípulos de levarem dinheiro e outros recursos, quando foram enviados para a obra do evangelismo:

"E ordenou-lhes que nada tomassem para o caminho, senão somente um bordão; nem alforje, nem pão, nem dinheiro no cinto;" (Mc 6.8 ).

A verdadeira obra de Deus é feita com homens e mulheres de fé e não com dinheiro. Todos os recursos necessários para a obra deve ser providenciado pelo Senhor da obra, inclusive um pouco de dinheiro, se Ele entender que é necessário.

Infelizmente, a maioria dos professos cristãos acham que a obra só se faz com dinheiro. Com dinheiro, se prega o evangelho da instituição e não o evangelho de Cristo.

As igrejas cristãs nunca foram tão ricas e influentes politicamente, quanto o tempo presente, e no mundo inteiro, e nunca foi tão fraca espiritualmente quanto hoje. Uma igreja comandada por líderes cobiçosos que só pensam em ficar ricos e famosos, estimulando nos membros cobiçosos o mesmo espírito de Mamom.

Como esses líderes não têm fé em Deus, se inspiram nas estratégias do mundo. Imitam os mundanos em tudo e por isso acreditam mais na força do dinheiro do que em Deus. Confiam mais no poder dos homens e na influência política deles, para realizar a obra de suas igrejas do que na Palavra de Deus.

Todos os crentes de verdade deveriam se espelhar na igreja apostólica descrita no livro de Atos. Os apóstolos de Cristo tinham dinheiro? Cartão de crédito? Bens? Influência política? O Senhor precisa de homens de fé, apenas, ou de recursos financeiros?

Os apóstolos recebiam dinheiro sim, mas era todo usado para suprir as necessidades dos irmãos carentes. Não era para adquirir bens ou influência política para o fortalecimento de uma instituição ou do seu presidente. Esse é o grande mal da pseudo igreja cristã da atualidade.

O Senhor está e sempre estará à frente de Sua obra e da sua igreja espiritual e invisível, usando homens e mulheres pobres financeiramente, que aos olhos do mundo são vistos como fracos, quando são muito fortes no espírito, pois o verdadeiro poder de Deus só pode ser aperfeiçoado na fraqueza (2Co 12.9).

O apóstolo Paulo, com grande autoridade espiritual dá um testemunho vivo do verdadeiro crente na igreja da Nova Aliança. Ele não pertencia a uma igreja rica financeiramente, mas aprendeu a sentir prazer fraquezas (aos olhos mundo); nas injúrias; nas NECESSIDADES; nas perseguições e nas angústias que a verdadeira obra de Cristo traz ao fiel.

Para os professos crentes, os sem dinheiro, sem títulos e sem fama, não têm o poder de Deus. Enganam-se, pois é nessa “fraqueza” que o verdadeiro homem espiritual será vencedor no poder de Deus, como Cristo foi e é. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUARENTENA NO DESERTO

(08 de abril de 2024)

O objetivo de uma quarentena é guardar e proteger um grupo de pessoas de um agente causador de doenças infecciosas, impedindo a disseminação desse mal.

A doença do pecado é o mal maior entre todos os males. Devido a isso, o Senhor conduziu o Seu povo à reclusão do deserto para que ele fosse tratado e purificado do pecado que havia contaminado todas as nações em redor.

Todavia, não determinou um período de quarenta dias, mas de quarenta anos, tempo de graça para que o povo fosse completamente curado e purificado da "lepra" do pecado.

O Senhor não guiou o Seu povo, que havia sido libertado do Egito, para tomar uma cidade fortificada, como Jericó, mas para o deserto.

Deserto é um lugar inóspito, de completa escassez. O deserto seria o lugar menos indicado para se levar uma grande multidão. Como se providenciaria tanta comida e tanta água para atender as necessidades fisiológicas básicas de tanta gente?

Sobretudo, um lugar muito quente que diminui a força produtiva do povo. Povo improdutivo significa agravamento do cenário de escassez.

Por que não uma grande metrópole, abastecida por muitos mercadores, como era no Egito? Por que o Senhor não tomou o próprio Egito, entregando ao novo administrador Moisés? Teria o Senhor errado em Suas escolhas? Obviamente que não! Não havia ou há lugar melhor do que o deserto para curar as pessoas.

No deserto é completamente natural e aceitável que alguém morra de fome ou de sede, devido ao cenário de escassez em redor. Para onde se olha, nas quatro direções, ver-se apenas ausência de vida.

O Senhor nosso Deus, agiu ao contrário da lógica humana e fez o caminho inverso. ELE tirou o Seu povo da grande e evoluída cidade do Egito e os conduziu para o deserto. Trocou o conforto da cidade grande pela rusticidade e “escassez” do deserto.

Não se tratava de um tour ou de uma visita rápida, mas de uma longa permanência de quarenta anos, o tempo de uma geração inteira, para que fossem educados para entender que o homem não pode se tornar dependente do bem-estar oferecido pelo mundo, mas ser totalmente dependente de Deus, somente.

Somente o deserto poderia se tornar na perfeita sala de aula para ensinar sobre a vontade de Deus a um povo tão duro e de mentalidade rudimentar. Um povo de dura servil só poderia assimilar as grandes lições através das privações e dos sofrimentos.

Só assim eles entenderiam que o Senhor era o seu único mantenedor. As pessoas e as cidades não proveem nada, mas tudo vem das mãos de Deus. A vida é um milagre que tem origem no Criador, e somente Ele pode perpetuá-la, e não importa onde, pois tudo fez do nada.

Depois de quarenta anos, uma multidão incontável não morreu de sede e nem de fome. Era fácil entender que aquilo tudo era um milagre das mãos do SENHOR. Pão que caía do céu; água que brotava da rocha; sandálias e roupas que não se estragavam e nem envelheciam.

Você já experimentou uma prova em pleno deserto espiritual?

É lá que se aprende a depender unicamente de Deus e confiar somente nEle. É lá, também, que vemos as provisões surgirem do nada. É lá, ainda, que sentimos a presença de um Deus pessoal e amoroso.

Não devemos temer o deserto, mas de não estar acompanhado do Senhor Jesus e sem Deus, o Pai. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DEBAIXO DA PALAVRA

(07 de abril de 2024)

Pedro e seus companheiros haviam passado a noite inteira trabalhando em alto mar, tentando pescar o mantimento para as suas famílias, mas não conseguiram pegar nenhum peixe.

Com o barco e as redes vazias, retornaram à praia para atracar o barco já ao amanhecer, quando o dia já era claro, cansados e frustrados, sem o necessário alimento para a sobrevivência. Haviam empregado muito esforço para nada. 

Mas, ao encontrar Jesus à beira do mar e ouvir dos Seus lábios que era para eles prepararem as redes que já estavam sendo lavadas para serem guardadas e o barco já atracado, pois deveriam voltar para pescar, o que se passou na cabeça do experiente pescador Simão, o Pedro?

Como Pedro, um experiente pescador, poderia seguir a orientação de um desconhecido que não era praticante da pesca; mandando lançar a rede no mar raso para pegar peixes predadores como a Tilápia azul (Saint Peter) durante o dia? Nada daquilo era lógico para Pedro.

Pedro poderia ter questionado a Jesus: Qual a sua experiência como pescador? Quem já se viu pescar de manhã cedinho, à luz do sol, quando os peixes têm visibilidade das redes?

Todavia, para não passar vergonha e ser motivo de chacota entre os seus companheiros, Pedro advertiu a Jesus que só iria fazer aquilo que não fazia sentido para ele, porque estava atendendo uma ordem do Mestre: “Mestre, atendendo a tua palavra, lançarei a rede."

Ao se afastarem poucos metros, ainda próximo a praia, Cristo mandou lançar as redes. Aquilo era insano para Pedro, parecia uma brincadeira, mas lançou as redes por respeito ao Mestre.

Qual foi a surpresa de Pedro ao ver tantos peixes em sua rede. Ele nunca pescou tantos, tão perto, tão fácil, em toda sua vida, como naquela manhã. Eram tantos que um só barco não suportava tanto peso, sendo necessário outro barco e mais mão de obra.

Embora essa poderosa linda história fale de uma pescaria de peixes literais, o Senhor Jesus fez isso para nos ensinar, por tipologia, sobre pregação do evangelho aos homens de todo mundo: O Senhor disse a Pedro: “[…] de agora em diante serás pescador de homens” (Lc 5.10).

1. O mar é o mundo em confusão e afundada em pecados, como o mar da Babilônia mística do Apocalipse (Ap 17.15);
2. O barco é um tipo de proteção para a congregação dos santos que se mantém sobre as perigosas águas do mundo;
3. A rede é um símbolo do Evangelho da salvação para salvar seres vivos que estão perdidos em Babilônia - "Sob a tua Palavra, lançarei a rede";
4. Os peixes são tipos de pessoas, que ao serem tiradas de Babilônia, devem morrer para nascer de novo;
5. Os pescadores são os servos de Cristo, investidos da coragem do espírito para enfrentar Babilônia.

Que ensinamentos espirituais podemos tirar dessa perfeita aula de campo dada por Jesus Cristo aos seus primeiros discípulos, mas que serve perfeitamente para nós, hoje?

1. Quando fazemos do nosso jeito, sem ouvir Jesus, mesmo que sejamos experientes obreiros, não colheremos os frutos bons e abundantes;
2. Devemos confiar e obedecer a Cristo, mesmo que suas ordens não faça muito sentido para nossa pobre e débil inteligência, carente de discernimento espiritual;
3. Devemos nos esforçar para realizar a obra do Senhor, mesmo que estejamos cansados de trabalhar a noite inteira e o corpo implora por descanso;
4. Devemos trabalhar à luz do dia, pois em nada temos a ver com as trevas. Tudo às claras e nada às escuras, para agradar ao Deus das coisas transparentes;
5. Devemos obedecer somente as ordens de Cristo. Nenhum outro guia ou mestre tem a Sua autoridade.

Pescar peixes é relativamente fácil, mas pescar homens, somente pelo poder de Cristo. Pedro é um testemunho disso, e pouco anos depois de se encontrar com Cristo naquela praia, se tornou um dos maiores pescadores de homens do mundo. Num único dia “pescou” quase três mil almas (At 2.41).

Andando sempre sob às Palavras do Mestre, Pedro via sua rede abundando de vida: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”. (João 10.10). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUEM É COMO TU?

(06 de abril de 2024)

A pessoa de Deus, o Pai, é única. Não há ninguém igual a ELE, em poder, glória e majestade em todo o universo. (1Co 8.4-6).

O dogma misterioso da trindade criou um discurso falacioso, fruto das inebriantes filosofias humanas, de que três pessoas são perfeitamente coiguais, afrontando inúmeros versos diretos, objetivos e conclusivos que Yahweh, a pessoa do Pai, é única em vários dos Seus atributos divinos que são incomunicáveis: Deidade, onipotência, onipresença e onisciência.

Moisés, em seu louvor a Yahweh, Deus, o Pai, usa sempre a SINGULARIDADE para se referir a esse ser pessoal único.

Em toda a Torah (Pentateuco), Moisés lança mão dessa singularidade para escrever com precisão, conforme a inspiração recebido sobre esse Deus único:

"Shemá! Ouve, ó Israel: Yahweh, o nosso SENHOR, é o único Deus!" (Dt 6.4 - KJA)

ELE é único e não há ninguém coigual com o Pai. Essa é a canção de Moisés: "Ó Yahweh, quem é como (semelhante) Tu entre os deuses (elohins)?"  (Ex 15.11).

Perceba que no sentido óbvio do texto de Êxodo 15.11, não é dito "quem é semelhante a vocês", mas como "Tu", segunda pessoa do singular. E é assim em toda Bíblia, sem abrir nenhuma brecha para qualquer teoria filosófica que favoreça um politeísmo velado, implícito, camuflado ou dissimulado.

A pergunta de Moisés já traz a resposta no seu próprio contexto. Essa é uma pergunta com tonalidade de resposta. É a mesma coisa que a afirmação: “Não há Deus como Tu, SENHOR!”
Não há Deus fora do Pai Yahweh, conforme afirma o profeta Isaías (Is 45.5,6 e 18). Isso é patente e harmônico com todos os outros versos das Escrituras Sagradas.

O Pai diz que não existe outro Deus além de Si Mesmo (Êx 20.2,3); Jesus Cristo confirma essa verdade (João 17.3); Moisés confirma a Palavra do Pai (Dt 6.4); Davi confirma a Palavra do Pai (1Cr 17.20) e Paulo também confirma essa mesma verdade (1Co 8.6; Gl 3.20).

Tudo isso confirmando e ratificando o princípio que toda verdade deve ser confirmada pela boca de DUAS ou TRÊS testemunhas (Mt 18.16; 2Co 13.1; Hb 10.28; 1Tm 5.19). São muitas as testemunhas inspiradas, em santidade, que confirmaram esta verdade cristalina.

Deus, o Pai, não é único apenas no aspecto numeral, no sentido seco e preciso da lei da matemática (física), mas no sentido amplo e restrito ao mesmo tempo.

Quando a Palavra de Deus diz que ELE é único está afirmando que só existe um como ELE, no seu gênero ou espécie; que não tem outro igual; que é um só; desacompanhado de outro.

O SENHOR Deus também precisa ser o Único a ocupar todo o espaço de nossa consciência, razão ou espírito. Ninguém pode rivalizar com ELE. Na nossa mente há espaço para somente uma pessoa com o título de Deus. Esse é o Pai. Jesus também habita, mas como nosso Senhor (hierarquia) (A1Co 8.6).

O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo também é único. Deus o fez Senhor sobre toda a criação e criaturas (At 2.36; Ef 3.11; Fp 2.11).

Somente quando o nosso Senhor Jesus Cristo habitar em nós, juntamente com o Pai (João 14.23), nos apresentando a pessoa do Pai, o Deus único, passaremos a compreendê-Los e a amá-Los, encontrando assim o grande tesouro que a Bíblia tanto fala (Cl 2.2-3). 

Deus e Cristo devem ocupar o primeiro e único lugar em nossos corações. Enquanto outras coisas tiverem prioridade “zero um” em nossas mentes, estaremos substituindo a pessoa do Pai por outros deuses.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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COMO OS SÁBIOS

(05 de abril de 2024)

O verbo “andar” aparece com muita frequência nas Escrituras Sagradas para nos transmitir mensagens espirituais sobre as nossas escolhas e as nossas ações.

Quando esse verbo aparece, a mensagem espiritual na mente do homem o desperta para a atividade, descartando toda e qualquer passividade, nos exortando para as nossas obras durante a jornada que todo militante em Cristo deve executar.

Quando as Escrituras dizem que Enoque andou com Deus (Gn 5.22,24), não está nos ensinando sobre o seu jeito de caminhar ou sobre a literalidade dos seus passos aqui na Terra, mas chamando a nossa atenção para as suas atitudes diante da Palavra de Deus.

Isso indica que Enoque procurou obedecer toda a Palavra de Deus. Como um tipo de Cristo, Enoque foi arrebatado para Deus, assim todos os santos em Cristo serão um dia.

Quando o SENHOR diz a Abraão: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito” (Gn 17.1), também não está mandando Seu servo caminhar, mas dando-lhe mandamento para agir com obediência, para que todas as suas obras Lhe fossem agradáveis, não só por um período, mas em todos os momentos de sua vida.

Apenas um homem espiritual pode andar na presença do SENHOR todos os dias de sua vida. Todo sábio, antes de tudo é um homem espiritual, e um homem sábio caminha com cuidado para não tropeçar e cair.

A caminhada (o curso da vida) é perigosa e cheia de percalços. Há perigos do lado esquerdo e do lado direito; perigos vindos por trás e pela frente.

Também há nesse caminho inúmeros recursos para serem utilizados para amenizar as dores e superar as dificuldades do caminho, transpondo os obstáculos que certamente aparecerão.

O homem sábio, durante a caminhada, não carrega bagagem pesada e inúteis que servirão apenas para sugar sua energia, mas descarta todas as coisas supérfluas e desnecessárias, utilizando apenas aquilo que é estritamente necessário.

Além de estar sempre vigilante contra os perigos, a cada passo, o homem sábio, também não pode perder as oportunidades de ajudar outros caminhantes, pois fazendo isso estará se ajudando.

A caminhada não é nada fácil, pois os dias são maus. Todos os dias encontraremos pessoas más e ao menor descuido o inimigo põe-nas como pedras de tropeços em nosso rumo.

Em toda caminhada, o tempo é algo precioso. Não se pode perder tempo. O tempo é um tesouro que Deus nos deu para que pudéssemos administrar.

São 86.400 segundos que nos são depositados em nossas “contas” todos os dias. O tempo não volta atrás e por isso, todo o dinheiro do mundo é incapaz de comprar um único segundo perdido.

Desperdiçar o tempo com coisas inúteis e frívolas, quando se deve avançar no conhecimento e na graça, é um grave erro que pode significar a perda da vida eterna.

Vivemos dias tão difíceis que as previsões proféticas não descrevem bons tempos. Nunca houve um tempo onde a busca pela sabedoria fosse tão necessária quanto agora.

Busquemos a sabedoria de Deus como quem procura um tesouro escondido. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PROCEDE DA BOCA

(04 de abril de 2024)

O famoso filósofo alemão Friedrich Nietzsche, escreveu o seguinte pensamento sobre aquilo que se diz com a boca e com o espírito:

"É verdade que se mente com a boca; mas a careta que se faz ao mesmo tempo diz, apesar de tudo, a verdade."

A boca só fala daquilo que o coração está cheio (Jó 8.10 e Mt 15.18).

A primeira transformação que se identifica no novo homem, na nova criatura em Cristo, é a fala. Seus assuntos prioritários revelam a suas novas prioridades.

O apóstolo Tiago compara o homem a uma fonte e a sua água a qualidade espiritual (caráter) do servo (Tg 3.11).

Segundo o humilde apóstolo, assim como existem apenas dois tipos de águas: Doce ou amarga; potável ou contaminada; pura ou impura; etc.

A água boa para se beber é comparada a boa palavra que edifica o homem espiritualmente.

Já a água imprópria para o consumo humano é comparada às palavras que prejudicam o homem no seu crescimento espiritual em Cristo Jesus.

Haja visto que as fontes não podem jorrar água doce e amarga ao mesmo tempo, mas apenas uma delas, conforme a sua natureza interior. Ou jorra água doce ou amarga, mas as duas ao mesmo tempo não será possível.

Usando essa linguagem comparativa, como uma parábola, Tiago nos ensina que o servo de Cristo, que foi preenchido com a Sua água da vida, que é a palavra da verdade, não pode abrir a sua boca para proferir enganos, mentiras, falsas doutrinas ou erro, prejudicando aqueles que carecem da luz da verdade.

A verdade que liberta, ele chama de bênção e a mentira ele denomina de maldição. 

É verdade que tudo isso sai pela boca, mas a origem de tudo está dentro do cérebro, onde fica a central de comando, na consciência, administrada e executada pela razão.

É pela boca que as pessoas dão testemunho da verdade ou se condenam diante de Deus e dos homens, escolhendo a mentira. O fruto da boca é perfeito para identificarmos a qualidade da fonte. Afinal, é pelos seus frutos que os conhecereis (Mt 7.20).

Quando se trata de uma nova criatura em Cristo (nova fonte em Cristo), as palavras são puras como a água cristalina como a luz da verdade, doce e potável, perfeita e aprovada para jorrar para a vida eterna (João 4.14).

Todavia, se o velho homem ainda permanecer, dele sairá apenas palavras impróprias para a manutenção da vida, tornando a vida cheia de amarguras (Ex 15.23).

É inaceitável que os verdadeiros servos de Cristo profiram mentiras, calúnias, falsidades, fofocas, intrigas, enganos, fake news e falsas doutrinas. O Senhor Jesus jamais comungaria com tais águas turvas. Essa fonte é conhecida como diabo e nada tem a ver com Cristo.

Se porventura essas práticas estão presentes na boca do professo cristão, então esse indivíduo não participa da verdadeira fonte de água pura.

Os verdadeiros santos seguem o exemplo do Seu Senhor:
“Linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós” (Tt 2.8 );
“E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus” (Ap 14.5);
“O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano” (1Pd 2.22). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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AO NOSSO REDOR

(03 de abril de 2024)

Yahweh comissionou o Seu Anjo para que livrasse todo aquele que tem o temor do Altíssimo em seu coração.

O termo Anjo do SENHOR nas versões da Bíblia na língua portuguesa é uma referência a alguém que recebe autoridade do Eterno para agir em defesa dos santos, comandando miríades de anjos para isso e não somente ele realizaria tal feito, até porque não é onipresente como o único Deus.

Assim como o Todo-Poderoso comissionou o Seu Anjo para livrar os santos dos males do mundo, o Anjo do SENHOR comissiona os anjos sob Sua autoridade para realizar tão magnífica obra.

Quem poderia ser esse "Anjo do SENHOR", que recebe tamanha autoridade do Pai sobre o mal?

"Eis que Eu [Yahweh] envio um anjo [Mensageiro] diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado. Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque NÃO PERDOARÁ a vossa rebeldia; porque o MEU NOME ESTÁ NELE. [...] Porque o MEU ANJO irá adiante de ti, [...]" (Ex 23.20-23) [Grifo nosso]

Perguntas para reflexão:

1. Quem foi a única pessoa que recebeu autoridade para perdoar, ou não, os pecados? (Mt 9.6);
2. Quem coloca o seu nome em alguém? Não seria um pai sobre o seu filho? (Fp 2.9 e Ap 3.12);
3. O termo Meu Anjo ou Meu mensageiro se refere ao grande mensageiro de Deus. Quem é? (Ap 19.13; Ap 1.1; Hb 1.1).

O Anjo do SENHOR era quem falava as palavras do Pai para Moisés, de dentro da sarça ardente (Ex 3.2), pois o SENHOR Deus nunca falou diretamente aos homens (João 5.37).

Ele apareceu a Josué o como Príncipe do exército do SENHOR, mandando o Seu servo tirar as sandálias do pé, porque o lugar que ele estava era santo, semelhantemente como fez com Moisés (Js 5.14,15).

Ele apareceu a Gideão, permitindo que ele preparasse um sacrifício de gratidão, composto por bolos e um guisado, sendo completamente consumido pelo fogo ao ser colocado sobre a penha (Jz 6.20-22).

Também apareceu a Manoá, para lhe anunciar que teria um filho que julgaria os opressores de Israel. No tempo previsto ele teve um filho e lhe deu o nome de Sansão (Jz 13.21).

Ao profeta Zacarias, em visão, se apresentou como intercessor e protetor do sumo sacerdote Josué que estava sendo acusado pelo inimigo das nossas almas - Satanás (Zc 3.1).

Todas essas características recaem apenas sobre o Filho de Deus, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Foi Ele quem nos prometeu que estaria conosco, ao nosso redor, até a consumação dos séculos (Mt 28.20).

É Cristo, o cabeça da igreja, sempre presente, quem nos protege do inimigo com os seus anjos. Ele é como um bravo leão ao nosso redor, rondando e nos protegendo do diabo, que também é como um feroz leão ao nosso derredor, querendo nos destruir (1Pd 5.8 ).

Davi teve sua vida ameaçada pelo rei Saul; por seu filho Absalão; por compatriotas e por inimigos das nações vizinhas. Foram muitas perseguições e fugas, mas nunca deixou de temer ao SENHOR. Davi sentia a presença do Anjo do SENHOR ao seu lado, para o livrar de todo o mal.

Hoje não é diferente. O inimigo ainda permanece ao nosso derredor, mais raivoso, porque pouco tempo de lhe resta (Ap 12..12). Resta-nos fazer como Davi: Andar em perfeito temor ao SENHOR, que através do Seu Anjo pode nos salvar do inimigo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A RESPOSTA DE DEUS

(02 de abril de 2024)

Um pedido de um filho é como um pedido de socorro aos ouvidos de todo pai. Até no meio dos animais, irracionais, um simples grunhido é prontamente atendido.

Mas, se o pedido do filho é algo para honrar e engrandecer o seu pai, não é pedido é uma oferta de gratidão; um culto de ação de graças; um ato de devoção e um testemunho de amor.

Foi isso que Jesus Cristo fez quando se encontrava em grande provação espiritual, ao tomar conhecimento de todo o sofrimento e de injusta humilhação que lhe sobreviria em poucas horas, começando pela traição de um "amigo", que deveria ser de confiança.

Mesmo diante de tamanha provação emocional, continuou dando instruções espirituais aos seus discípulos; tomou a ceia com eles; ensinou sobre humildade, ao lavar os seus pés; sobre como servir; sobre promessas e os consolou, quando precisava ser consolado.

Qual foi o pedido de Jesus? 
(    ) Pai, me ajude a vencer essa provação! (Eu preciso de tua ajuda. Me socorre!) 
(    ) Pai, me dá poder para vencer e desmascarar os líderes religiosos! (Faça justiça!)
(    ) Pai, glorifica o teu nome! (Tudo que importa é o Teu plano, Tua vontade, Teu nome...)

Jesus escolheu acreditar nos planos do Pai e priorizar a vontade do Seu Deus ao invés de pedir para aliviar sua dor ou pelo livramento de todo o sofrimento que se avizinhava com grande velocidade. 

O espírito de Deus no Seu Filho, somado ao amor e a obediência de Jesus, tudo aprendido desde a infância, quando começou a crescer no CONHECIMENTO e na GRAÇA (Lc 2.40 e 52), foram as bases para que Jesus suportasse tudo com resiliência até o fim.

Quando angustiado Cristo orava assim: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora” (João 12.27).

Primeiramente era grato pela missão honrosa sobre os Seus ombros, confiada pelo Pai, e devido a isso era consciente que àquela hora teria que vir sobre ele e deveria enfrentar confiante nas promessas do Pai.

Jesus faz um pedido inusitado, que só os espirituais com grande discernimento fariam. “Glorifica o Teu nome!” Eis o fruto da profunda comunhão espiritual com o Pai.

O nome do Pai é glorificado e exaltado quando fazemos a Sua vontade e não quando escrevemos corretamente na língua hebraica ou quando pronunciamos o mais aproximado possível.  Deus não está limitado as línguas que são alteradas com o tempo e nem aos seus sons, mas se revela nos significados.

O mais belo nisso tudo é a resposta do Pai ao Seu Filho amado: "Já tenho glorificado o meu nome e vou glorificar outra vez!" Como entender isso?

O Nome do Pai vinha sendo glorificado pelo Filho, desde todas as obras que ELE havia feito até aquele momento através do Filho: Criara o mundo através do Filho; Guiado o povo através do Filho; Curado muita gente através do Filho e libertado muitos cativos através do Filho, mas faltava a obra-prima - a expiação para redenção.

Ninguém poderia glorificar e exaltar tão alto o nome do Pai, entre os homens e anjos, do que a pessoa do Filho, Jesus, o Cristo. 

Só que ao glorificar o nome do Pai com a aceitação e concretização da obra que recebera para fazer, Jesus estava sendo glorificado pelo Pai com uma glória sem precedentes.

Quando Jesus vencesse o mal e todos compreendessem o seu amor e obediência, ao contrário do diabo, os seus méritos não seriam reconhecidos apenas pelo Pai, mas por todos, em plena unanimidade. Deus sempre esteve certo e sempre foi amor, mas só o Filho conseguiu provar isso: Eis a grande obra de Jesus que mereceu a maior das glórias vinda de Deus.

Cristo fez a sua parte, permitindo que o Pai glorificasse Seu nome OUTRA VEZ nele. Imitemos o Seu exemplo de fé e obediência. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O NOME DE DEUS, O PAI

(01 de abril de 2024)

A mensagem bíblica sobre o tema "nomes pessoais" está intrinsecamente ligada a reputação ética e moral de alguém.

Essa reputação é construída através das obras que esse alguém fez e continua a fazer. A reputação é uma espécie de imagem da honra de alguém ou do que ela representa, invisível aos olhos, mas presente nas relações pessoais.

Quem já não ouviu a frase: "Você manchou o nome de nossa família!" ?! Se referindo as boas obras daquela família, cujo sobrenome tornou-se famoso pelos feitos que realizou.

O fato verdadeiro nisso tudo é que as Escrituras Sagradas não valoriza um nome cartorial, pela beleza estética das letras (fontes) ou pela sonorização, mas chamando a atenção para o seu significado, sempre estimulando o homem espiritual a pensar.

O Senhor mudou os nomes: De Abrão para Abraão; Sarai para Sara e Jacó para Israel, visando imprimir nova mentalidade espiritual nessas pessoas, fazendo-as entender que a partir daquele momento, elas deveriam se tornar novas criaturas espirituais, um tipo da nova aliança que seria estabelecida no futuro, com a vinda do Messias, o prometido a Abraão, Isaque e Jacó.

O Senhor Deus não só orientou para que nos nomes dos filhos de Israel fossem colocados o Seu Nome cartorial de forma abreviada, com o objetivo espiritual deles sempre lembrarem a quem pertenciam.

As nações vizinhas também faziam o mesmo, em completa devoção aos seus deuses. Por exemplo: Mudaram o nome de Daniel para Beltessazar, que significa "servo do deus Bel". O objetivo dessa estratégia era destruir a imagem espiritual na mente de Daniel sobre Seu Deus e sua fé. Portanto, objetivos semelhantes entre o bem e o mal.

A beleza da mensagem espiritual, implícita no tema "Nome",  vai muito além da superfície gramatical, linguística, fonética ou cultural, é espiritual. Muitos presos à letra morta tem se perdido nesse assunto, tornando-o o tema secular, ao nível do conhecimento humano apenas.

Isso também ocorre com o Nome de Deus – Sua reputação. Os Seus feitos para com o Seu povo são inumeráveis e memoráveis. Desde o livramento do remanescente Noé e sua família do maior juízo sobre a terra – dilúvio, até a dádiva do envio de Seu Filho amado para pagar o preço da nossa dívida pelo pecado, são inúmeras as intervenções miraculosas em prol do Seu povo.

Cristo, com Suas ações de amor, misericórdia e justiça, deu a conhecer à humanidade o nome do Pai. Ele veio revelar o nome do Pai e chancelar a Sua reputação de Pai amoroso e de Deus Criador. Ninguém exaltou o Pai como Jesus. No Seu caráter nos apresentou o caráter do Pai.

Por fim, Cristo prometeu continuar revelando o nome do Pai a humanidade até o fim (João 17.26). Para muitos que não entendem o que realmente significa um NOME, abandonando a mensagem espiritual e se agarrando aos aspectos culturais da linguística (gramática e fonética), com discussões teológicas intermináveis e infrutíferas de como se escreve e se pronuncia o nome de Deus ou o nome de Jesus.

Cristo nunca deu aulas aos Seus discípulos como escrevia corretamente, em hebraico, o NOME do Pai, mas ensinou a grandeza do Nome do Pai no caráter justo e amoroso.

É muito mais profundo do que um código gramatical ou fonética, é REPUTAÇÃO! Jacó após ter seu nome mudado, perguntou qual era o nome do Elohim a quem segurava para não deixar ir sem lhe abençoar (Gn 32.29), mas não obteve qualquer resposta, porque nome cartorial ou pronunciável não é tão importante para o Eterno.

Nome é aquilo que construímos ao longo de uma vida e que ecoará pela eternidade as obras que o exaltaram. Eis a grande pregação de Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUE CONDIÇÃO? CRER!

(31 de março de 2024)

Todas as promessas contidas nas Escrituras Sagradas para os judeus e cristãos são condicionais. Nenhuma delas é dada sem que haja uma obrigação de fazer do outra parte da aliança.

Uma dessas grandiosas promessas foi feita por Jesus num momento de grande dor e sofrimento dos seus amigos pessoais, pela morte de Lázaro, a quem muito amava.

Em especial as duas irmãs de luto, Maria e Marta, a quem Jesus se dirige para consolar com aquele que é considerado por muitos como o maior milagre de toda a Bíblia.

A Marta, Jesus disse: "Se creres verás a glória de Deus!"

A Promessa: "Verás a glória de Deus!". Ora ver a pessoa de Deus, por ocasião do retorno do Filho do homem em glória na companhia do Todo-Poderoso significa ser salvo para isso. Tudo isso estava implícito nessa fala de Jesus Cristo.

Ver milagres portentosos como esse da ressurreição de Lázaro, também era a manifestação da glória de Deus de uma forma menor, mas nada se compara a ver a glória de Deus resplandecendo sobre o Seu Filho naquele grande dia.

A Condição: "Se creres!" A partícula condição "se", vem acompanhada na maioria das promessas bíblicas.

No ensino de Cristo o CRER vem antes do VER. Quem não crer na Palavra de Deus e não as pratica, jamais poderá ver todos os frutos da Sua grande glória.

Para o mundo sem fé, é ao contrário: “Ver para crer”. Essa tem sido uma das táticas do inimigo das nossas almas para enredar muitos nas suas teias de falsos prodígios e sinais de mentira, como afirma o apóstolo Paulo (2Ts 2.9).

Até o próprio Jesus Cristo viveu debaixo das promessas do Pai, que lhe prometa dar o espírito santo em plenitude quando se sagrasse vencedor sobre o pecador (At 2.33).

O corpo de Lázaro, depois de quatro dias, já em estado avançado de putrefação, tirava as esperanças de todos os carentes de uma fé inexistente ali, naquele momento.

Marta, a irmã, religiosa, que dava mais atenção aos dogmas do que a fé, disse: “Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia” (João 11.24), como se quisesse dizer a Cristo que já sabia de tudo e não precisava ouvir mais nada dele sobre aquele tema.

Ou será que ela não ouviu direito, ou não havia acreditado nas palavras de Cristo: “Teu irmão há de ressuscitar” (João 11.23).

Por que todo religioso cego, preso as suas convicções institucionais ou ensinadas pelos líderes apegados às tradições e afastados da verdade bíblica, é como uma criança teimosa?

Até parece que as convicções de Marta estava nas leis da física e da biologia, pois seu irmão não tinha mais nenhum órgão, todos já eram decompostos.

Cristo, o Filho de Deus, diz antes de mandar aquele cadáver pútrido sair das trevas profundas: “Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?”.

Jesus manda tirar a pedra e agradece ao Pai por sempre Lhe ouvir, e grita: “Lázaro, sai para fora” (João 11.43). Imediatamente as cadeias da morte que prendia o amigo de Cristo, caíram por terra e Lázaro retornou a vida, pela fé de Jesus, pois mais ninguém ali cria.

Se crermos na Palavra de Deus, como Cristo, e seguirmos Seus conselhos, veremos mais que milagres, veremos a glória de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O TESTEMUNHO DO SENHOR

(30 de março de 2024)

O testemunho de Deus para conosco é visível à olhos nus, por todos os seres humanos.

Sua bondade é traduzida em bênçãos que são derramadas sobre todos, sem exceção.

Do contrário não haveriam pessoas vivendo em plena luxúria e imoralidades, gozando de saúde e riquezas materiais. Tudo isso, apesar de não ser o mais importante, indica que um Deus misericordioso permite que essas vivam e até prosperem nesse mundo passageiro.

Tanto os que andam na retidão dos Seus caminhos, quanto os que escolheram andar por caminhos tortuosos, são alvos da graça e misericórdia de Deus.

Nações inteiras escolheram seguir para distante de Sua lei e amaram mais a transgressão do que a obediência, mas a todos o Senhor beneficia com chuvas e sol, fazendo com que a terra produza os seus frutos e o homem tenha os mantimentos para a manutenção da vida (Mt 5.45).

O bondoso e misericordioso Pai celestial não nos deu somente o pão de cada dia, mas nos têm enchido de alegria os nossos corações e de motivação para viver, que é nossa mais importante e ais urgente necessidade num mundo onde o medo crescente ameaça a fé.

Todos, sem exceção, recebem das bênçãos de Suas mãos, quer sejam obedientes ou desobedientes, santos ou rebeldes.

Isso já seria suficiente para confirmarmos o real e amoroso testemunho do Senhor em prol de todos nós, seres humanos pecadores, mas ELE foi além, muito além.

ELE nos ofereceu através da Sua graça manifestada na obra do Seu Filho: perdão, purificação, justificação, redenção e salvação, dando-nos a possibilidade de retomarmos a vida eterna perdida por Adão e Eva.

Deus enviou Seu único Filho para quitar a nossa dívida, reparar o grave erro cometido e redimir a todos os que quisessem a salvação. E quanto a isso, nada nesse mundo é mais valioso.

Tudo o que ELE nos concede para a perpetuação da vida é precioso demais, mas comida, bebida, vestimentas, bens, tesouros ou qualquer outra coisa física que nos promova bem-estar e tranquilidade momentânea, podem se comprar as bênçãos espirituais.

Esse é o testemunho de amor escrito nas páginas da Palavra de Deus, mas poucos são os que enxergam o tamanho desse amor, preferindo pregar e buscar a prosperidade financeira e a busca pelas coisas finitas e brevemente passageiras. 

Paulo e Barnabé dão esse testemunho para uma multidão de gentios enfurecidos e instigados pelos judeus contra o apóstolo dos gentios, apedrejando-o e largando-o semimorto, jogado numa sarjeta, fora da cidade, como faziam com o lixo.

Os apóstolos, servos de Cristo, testemunharam desse amor, sentindo literalmente na própria pele a violência dos homens e a dor da rejeição, por não aceitarem a Palavra de Deus. 

Por isso, houve, há e haverá milhões de testemunhas que deu, dão e darão testemunho do amor de Deus pela raça humana e pela verdade.

O conhecimento do amor de Cristo que excede todo entendimento (Ef 3.19) prevalecerá ao final. Abramos nossos olhos espirituais para enxergar esse testemunho de amor. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SENHOR NÃO ABANDONA

(29 de março de 2024)

Deus nunca desampara aqueles que O buscam. ELE mesmo se compromete fazendo uma das mais consoladoras promessas em Sua Palavra:

“E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jr 29.13).

Todavia, e é assim com todas as promessas, existem condicionantes para que o SENHOR seja encontrado, quando buscado em oração.

Ao profeta Jeremias a condição apresentada é buscá-Lo de todo o coração, sem reservas, sem estar dividido entre a fé e a dúvida; entre a verdade e a mentira e entre o mundo e Jesus.

Para encontrar o socorro ou o livramento desejado, quando em sofrimento ou mesmo em profunda agonia de espírito, a certeza de ser atendido está em buscá-Lo de todo o coração, com sinceridade e verdade.

Com certa frequência, recebemos pedidos de pessoas que militam no caminho da fé e também de pessoas conhecidas do meio secular, pedindo para que oremos por um problema de saúde na sua família ou porque estão passando por problemas financeiros.

Geralmente costumo perguntar: “O senhor ou a senhora já orou a Deus pedindo que solucionasse esse problema?” A pessoa mais interessada deve ser a primeira a orar, pois Cristo abriu caminho para que todos os da fé acessem ao Pai, no santíssimo lugar, rasgando o véu da separação.

É mais necessário encorajar as pessoas a orarem e buscarem diretamente a Deus. Acostumá-las sempre a pedir que outros peçam por si mesma é incentivar o necessitado a se distanciar de Deus, completamente o que contrário do que devemos fazer.

Jesus nunca ensinou: "Peçam oração aos sacerdotes ou aos irmãos que considera mais consagrados". Mandou que fossemos direto ao Pai (Mt 6). Não queremos dizer com isso que o nosso dever de orar e interceder pelos irmãos esteja obsoleto. Não! Devemos orar e encorajar as pessoas a conhecerem o Pai de amor, principalmente.

Uma dessas pessoas que me fez um pedido de oração tentou se justificar explicando que não tinha fé e que não sabia orar. Tranquilizei-a, devido ao seu sofrimento, dizendo que oraria por ela e prossegui com mais uma pergunta:

“Se a senhora tivesse um problema urgente para resolver nos tribunais da justiça e o juiz estivesse disponível para lhe ouvir e soubesse que ele era um homem justo e íntegro, e por ter agido com bondade com todos que o buscaram, a senhora pediria para um amigo seu ir falar com ele?” Ela respondeu com toda a coragem: “Eu iria direto no gabinete dele”.

Muitas dessas pessoas não sabem que quando Deus permite um problema na vida delas, é justamente tentando ensinar a buscá-Lo, mas quando nos negamos a ensinar essa verdade estamos agindo contra a essência da obra do Senhor que é conduzir pessoas ao Pai, através da Palavra de Cristo.

As pessoas pedem orações às outras por não conhecer a Deus. Muitos não têm coragem de se ajoelhar e falar diretamente com ELE, pois ao longo da vida recebeu más informações equivocadas sobre Deus. Principalmente de líderes religiosos que querem que seus membros sejam dependentes deles. 

O Senhor atendeu a Naamã, um assírio; Uma prostituta em Jericó – Raabe; Um centurião romano; Uma mulher sírio-fenícia; Um samaritano; […] Todos considerados pagãos e impuros pela religião que professava o nome de Yahwéh, o SENHOR. ELE não faz acepção de pessoas e deseja que todos os homens O busquem.

A única pessoa que tenta impedir isso é o diabo.

O SENHOR Deus está disponível 24h por dia à todos que O quiserem buscar de todo o coração.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ENTRADA AMPLA

(28 de março de 2024)

É do conhecimento de quase todas as pessoas que tiveram contato com a Bíblia ou com uma das milhares de igrejas cristãs espalhadas pelo mundo que o caminho e a porta para a salvação é apertado e estreita, respectivamente. (Mt 7.14).

Já o caminho e a porta para o mundo de sedução e perdição são espaçoso e larga, respectivamente. (Mt 7.13).

Pela porta larga não entram os livres, de forma voluntária e de livre iniciativa, mas aqueles que foram escravizados pelo pecado e não buscam a libertação em Cristo.

Essa é uma numerosa multidão de perdidos, que fez a trágica escolha de trilhar pelo caminho da morte, cujo o número é comparado com os incontáveis grãos de areia do mar (Rm 9.27 e Ap 20.8 ).

Se não encontram é porque não procuram, pois não priorizam a verdade e a salvação.

Todavia, para aqueles que escolhem o caminho apertado, da minoria, do remanescente, e encontram a porta estreita, encontrarão entrada ampla e facilitada para o reino eterno de Deus, onde Jesus, no Senhor, nos apascentará (Ap 7.17) .

O homem terá que enfrentar DOIS grandes desafios, precisando de coragem e determinação para escolher e decidir com firmeza o que deseja para sua vida:

Primeiro desafio: Escolher buscar o caminho estreito que conduz a vida eterna no reino de Deus. Não pode aceitar e conformar com discursos da vala comum, do tipo: "Qualquer igreja serve, o importante é você se sentir bem lá"; "Religião boa é aquele que você se sente bem e te torna uma pessoa melhor". Isso não é suficiente! 

Frequentar uma igreja agradável, mas que não ensine a verdade, é a mesma coisa de estar se prostituindo num lugar de prazeres carnais, onde o homem também se sente agradado. O diferencial do caminho estreito, que difere do mundo, é a luz da verdade e não pessoas ou instituições.

Segundo desafio: Encontrar a porta estreita e decidir entrar por ela. Não basta identificar a verdade bíblica, doutrinária, é necessário praticá-la. O caminho estreito é a primeira fase, mas segunda que é entrar pela porta estreita é a crucial para que o convertido em santo tenha a entrada ampla.

É incontestável que haverá salvos e perdidos. Também não haverá contestação sobre as inúmeras oportunidades e meios que o SENHOR disponibiliza para todas as pessoas, sem exceção, oferecendo a salvação a todos, através dos Seus servos enviados a todo mundo:

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado." (Mc 16.15-16).

Embora que, para muitos que leem a Bíblia de forma apressada, entendam precipitadamente que o reino de Deus não foi preparado para todos, mas para uma minoria do seu agrado; Que Deus faz acepção de pessoas, etc. Ledo engano!

A verdade é que o SENHOR Deus, desde o princípio, vem concedendo amplamente a entrada no Seu reino eterno a muitos que estavam perdidos, mas que se converteram a verdade e escolheram passar aperto na caminhada para encontrar ampla entrada ao final.

O caminho apertado e a porta estreita não é um impedimento para que o número dos salvos seja grandioso. Se há algum impedimento, esse se encontra na forma errada como usamos o maior presente que Deus nos concedeu – o livre-arbítrio.

Nosso Pai de amor, por meio de Cristo, escancarou a porta da salvação para todos, de modo que só se perderão aqueles que não quiserem ser salvos e rejeitarem reiteradamente aos insistentes apelos do espírito de Cristo, aquele que é a verdadeira porta da salvação (João 10.9). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A GRAÇA GRADUALMENTE

(27 de março de 2024)

Foi da vontade e do agrado do Pai que em Cristo habitasse toda a plenitude (Cl 1.9). Isso não dependia de Jesus, que receberia, mas de Deus, o Pai, que tem para dar.

Essa plenitude começou a ser derramada sobre Jesus no seu batismo, no rio Jordão (Mt 3.16,17), fazendo dEle o Cristo, o ungido.

O espírito santo do Pai foi derramado sobre Jesus, deixando-O cheio do Santo espírito de Deus. Foi assim que se iniciou o processo gradativo até que em Jesus habitasse a divindade em plenitude (Cl 2.9), quando Ele ascendeu ao céu e sentou-se a direita do Pai (Atos 2.33).

Foi por intermédio de Cristo que a graça e a verdade nos foi dada (João 1.15,17). O Verbo de Deus, a Palavra Viva em pessoa, cheio da graça e da verdade do Pai, trouxe essa dádiva a todos os homens, quando habitou entre nós (João 1.14).

Foi oferecido a todos os homens a plenitude de Deus, o Pai, que seria concedida somente através da pessoa de Jesus Cristo, o Filho.

A humanidade foi beneficiada ao conviver com Jesus, que começou a experimentar, por seu intermédio, a graça que seria concedida gradativamente a partir daquele momento.

Foi no exemplo de Jesus, o primeiro ser humano ungido e perfeito a crescer no CONHECIMENTO e na GRAÇA, que cada homem ou mulher de fé, também pode conseguir o que Ele conseguiu para nos provar que é possível:

"O menino CRESCIA e se fortalecia, enchendo-se de SABEDORIA; e a GRAÇA de Deus estava sobre ele." (Lc 2:40);

"E CRESCIA Jesus em SABEDORIA, e em estatura, e em GRAÇA para com Deus e os homens." (Lc 2:52);

"Antes CRESCEI na GRAÇA e CONHECIMENTO de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém." (2 Pd 3.18 ).

Esse tesouro valiosíssimo que nos é oferecido pelo Pai, custou muito caro, mas nos foi dado pela graça. Nenhum dos homens tinha, tem ou terá mérito em si mesmo para possuir essas riquezas incalculáveis, mas se recebemos é porque Deus nos dadivou.

Não basta receber a primeira porção da graça apresentada ao mundo, mas é necessário crescer nela. Se a graça não aumentar na vida daquele que foi chamado e resgatado da morte para a vida, está evidenciado que houve rejeição da graça.

Todos devem crescer na graça. Sua conceção na vida do crente pode ser comparado a uma jornada de alguém que sobre uma escadaria rumo ao céu, é necessário subir e crescer. A graça é uma dádiva sem medida que precisa superabundar na vida daquele que tem fé em Cristo. Degrau sobre degrau, graça sobre graça.

Se continuarmos no pecado, em desobediência, a graça nunca será aumentará, mas desaparecerá, pois a graça não é abundante na transgressão (Rm 6.1), mas a graça nos salva para a obediência e nos sepulta para o pecado (Rm 6.2).

Pela graça, o SENHOR quer nos dar tudo em plenitude, como fez com Cristo Jesus: Sabedoria e poder para sermos vencedores como Ele foi.

Precisamos, como Cristo, subir a escada da graça, degrau sobre degrau, até atingirmos o topo – a plenitude, à estatura de Cristo (Ef 4.13). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM TESOURO NA PALAVRA

(26 de março de 2024)

Deus, através de Jesus Cristo, Seu Filho, convida homens e mulheres de todo o mundo para desfrutarem de Sua riqueza infinita.

ELE é o dono das minas; das vinhas; dos rebanhos; dos frutos; dos mananciais; Enfim, dono da Terra e de tudo o que nela há.

ELE entregou o domínio de todas essas coisas nas mãos do Seu Filho, o  herdeiro (Hb 1.2), nosso Senhor Jesus Cristo.

Este Filho tem o mesmo caráter do Pai e por isso temos a plena garantia de que o Seu governo é e sempre será justo e perfeito (João 10.30).

A sua justiça chega ao pecador juntamente com a misericórdia e o perdão, pois todo o Seu reino está fundado no amor (1Jo 4.8 ).

Todos tem o privilégio de conhecer tanto o Rei (Pai), como o Príncipe herdeiro (Filho). Tudo isso ocorre quando os homens que querem e escolhem participar dessa riqueza, mantendo um relacionamento íntimo e pessoal com lealdade, verdade e fidelidade com Eles.

Através do Filho é possível conhecer o Pai, no caráter. Esta é a porta de entrada para toda a riqueza: Conhecer a Deus por meio de Cristo é ter acesso ao tesouro eterno – vida eterna (João 17.3).

As grandes riquezas que o Pai e o Filho querem compartilhar com Seus súditos, considerados e tratados como amigos, pois já não são considerados mais como servos (João 15.15), excede em muito ao valor das pedras preciosas, do ouro e dos bens valiosos dos homens.

Jesus, o Filho, que recebeu a autoridade para governar tudo, começa logo valorizando as pessoas, pois não trata Seus servos como funcionários, mas como coerdeiros (Rm 8.17), fazendo com que cada um receba a autoridade de ser um administrador dessa riqueza sem fim.

Esse tesouro inestimável, mais valioso que aqueles escondidos nas profundezas da Terra, são os conhecimentos contidos na Palavra de Deus e recebidos pela inspiração do Santo espírito do Senhor na mente do homem.

As Santas Escrituras nos traz o conhecimento de Deus, o Pai, e de Seu Filho Jesus Cristo, pois nEles estão escondidos todos os tesouros de toda a sabedoria; de todo o conhecimento:

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Cl 2.2-3).

Com esse tesouro é possível “comprar” as coisas mais valiosas do planeta. Esse conhecimento e sabedoria não pode ser adquiro com prata ou ouro, nem todo o dinheiro do mundo. Com esse tesouro espiritual compra-se o consolo e salvação das almas; compra-se a união fraternal; compra-se a plenitude do discernimento, para compreender aquilo que é um mistérios aos olhos daqueles que acham sábios e entendidos.

O Senhor convida a cada um de nós à participarmos desse seleto grupo, o verdadeiro “clube” dos maiores e mais poderosos ricos da Terra, onde o mais pobre pode ser considerado um trilionário deste mundo e diante dele o mais rico e famoso homem do mundo, não passa de um reles pedinte.

Aceitemos agora, sem procrastinação, pois a filiação é gratuita, mas por tempo limitado. Corramos! 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CRIAR E EDUCAR

(25 de março de 2024)

Um homem, com grande admiração na face, observava um exímio relojoeiro montar um relógio.

Com uma pinça numa mão e o auxílio de uma lupa em um dos seus olhos, escolhia e colocava cada pecinha no seu devido lugar com precisão microscópia.

O expectador boquiaberto com o talento daquele homem se questionava como alguém podia conhecer cada uma das dezenas de peças, sabendo com precisão cirúrgica o lugar e a função de cada uma delas, dentre um emaranhado de engrenagens.

Sua admiração o impulsionou a questionar aquele relojoeiro: "Como o senhor sabe onde colocar cada pecinha dessas?”.

O bondoso relojoeiro, vendo o ar de satisfação na face daquele homem, respondeu: “Bom, eu sei porque criei cada uma delas”.

O nosso corpo é como um relógio, cheio de peças sofisticadas e de alta complexidade. Assim como um relógio, ele não passou a existir do nada. Um Criador inteligente o fez com todo o esmero e precisão que conhecemos.

A grandeza desse Criador é comprovada quando nos detemos em observar o corpo humano: Possuímos bilhões de células, grande variedades e formatos diferentes de órgãos, tão distintos entre si, mas tão harmoniosos no funcionamento que dependem um dos outros.

Tudo isso somado aos 206 ossos do corpo, que mantém o homem ereto, se assemelha ao perfeito encaixe das muitas peças de um precioso relógio automático.

Ainda poderíamos citar órgãos que deixam os cientistas extasiados com tanta perfeição. O cérebro como centro da razão, memória e emoções; O coração que equivale a uma bomba que bombeia o equivalente a uma piscina olímpica e meia, por dia; Os pulmões são um purificador de ar inigualável; O olho é uma perfeita máquina que milésimos de segundos regula luz, foco e ângulo de forma espantosa […]

Deus, o Pai, o Grande Criador,  é o nosso “relojoeiro” perfeito. Foi ELE quem nos fez com todos os detalhes, pondo em nós a Sua glória (imagem e semelhança).

O nosso Criador nos conhece muito mais do que nós mesmos. Além de nos criar nos deu um Manual do Usuário em forma de Leis, Estatutos, Mandamentos e Ordenanças.

Nas Sagradas Escrituras encontramos todas as instruções do Criador para que o nosso corpo, alquebrado pelo pecado, receba a vida eterna e volte a funcionar perfeitamente, como era no princípio, tanto físico como espiritual.

Ninguém sabe o que é melhor para o nosso corpo físico e espiritual como ELE, o Pai de amor. Por mais qualificado que seja um médico que cuida do corpo; um psicólogo ou psiquiatra que cuida das emoções, ninguém conhece mais sobre o corpo humano do que Deus.

ELE criou e ELE é a pessoa mais indicada para nos educar através de Sua Palavra, de Cristo Jesus. (João 6.45)

Os Seus mandamentos são perfeitos, como disse Davi em sua oração intercessora por seu filho Salomão: “E a Salomão, meu filho, dá um coração perfeito, para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos, e os teus estatutos […]” (1Cr 29.19). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O FRUTO DA VIDA

(24 de março de 2024)

A maior qualidade de uma árvore são os seus frutos.

É verdade e do conhecimento de todos nós que as árvores, além dos frutos, nos fornecem inúmeros benefícios: Madeira, sombra, óleos, perfumes, remédios, etc... Muitos outros "frutos"; além da fruta propriamente dita.

O fruto de uma árvore é a coisa mais importante, pois provê o alimento para a manutenção da vida, algo que atende a nossa primeira necessidade e devido a isso, damos uma importância maior.

O Senhor Jesus, quando ensinou sobre a importância do fruto espiritual, que através dEle poderíamos receber, se comparou a mais frágil árvore das três árvores sagradas para o povo hebreu: Figueira, Oliveira e Videira.

A Videira não fornece madeira de lei e nem grandes sombras. Pequena e frágil, mas produz o mais doce dos frutos, cujo mosto alegra o povo, símbolo de alegria e vitalidade.

Videira de Vida. Jesus é a verdadeira "Árvore da Vida". É através de Cristo que recebemos de Deus, a fonte, a vida eterna.

Sem fruto não há vida e para darmos frutos (vivermos) é necessário estarmos ligado à Jesus Cristo. Somos como sarmentos (galhos da videira), que ligados ao caule, recebe a seiva nutritiva para produzir os cachos (comunidade) de uva.

Não haveria outra árvore tão perfeita quanto esta para exemplificar a nossa necessidade vital de estarmos ligados a Jesus Cristo:

1. A Videira Verdadeira é um tipo do corpo espiritual de Cristo, a igreja, que reúne todos no mesmo organismo;
2. Os galhos, varas ou ramos são tipos dos servos que estão ligados à Cristo;
3. A seiva que corre por dentro do caule e galhos é um tipo do espírito de Cristo compartilhado com os seus servos;
4. O fruto da vinha (uva) fornece um líquido vermelho, um tipo do sangue de Cristo, que purifica e justifica;
5. O fruto em cacho (uvas) é um perfeito tipo da unidade espiritual que a igreja de Cristo deve experimentar;
6. A doçura desse fruto é um tipo de como o mundo pode se deliciar e aprovar o testemunho da igreja unida;
7. O solo (pó da terra) é um tipo da origem dessa árvore, de onde tira os nutrientes para os frutos.

Quando os galhos ligados ou enxertados à Videira Verdadeira não dão fruto, são cortados pelo Viticultor, Deus, o Pai, e lançado ao fogo, a única serventia.

A videira precisa ser podada para que dê frutos saudáveis e em abundância. Portanto, todos os galhos defeituosos e que estejam roubando energia da planta, sem produzir, deve ser cortados. Os galhos frutíferos que permanecerem ligados à videira, receberão mais nutrientes, serão mais fortes para que produzam ainda mais frutos.

Os que perseveram em Cristo dão muitos e bons frutos. É impossível estar ligado à Cristo e não produzir frutos espirituais para vida eterna. Por isso, todo o cristão genuíno deve ser conhecido pelos seus bons frutos (Mt 7.20).

Os bons frutos são aqueles que produzem verdadeiro arrependimento e mudança, para o aperfeiçoamento do caráter (Mt 3.8 e 5.48). Os frutos que brotam de dentro para fora, com o poder do espírito de Cristo no homem, são: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (Gl 5.22).

Sem o espírito de Cristo no coração, dado por Deus (Gl 4.6), o Pai, o Agricultor, não há colheita dos frutos: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm 8.9). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ATRAVÉS DE JESUS CRISTO

(23 de março de 2024)

Tudo o que sai das mãos de Deus é único, conforme o Seu Ser, a Sua essência.

Deus é único; tem um Filho único (unigênito); um povo único; Seus outros filhos são únicos (distintos); tem um espírito único (santo), enfim, tudo nELE é único.

O Filho, Cristo, também é único! Ele é chamado de Filho unigênito – Uni (único) gênito (gerado, genes, genética).

Quando gerado de Deus, era o único da sua “espécie”. A palavra grega que define unigênito é Monogenes (μονογενὴς) e tem o mesmo significado: Mono (único) genes (gerado, genes, genética), conforme descrita em 1 João 4.9:

“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho UNIGÊNITO ao mundo, para que por ele vivamos”.

Em todos os sentidos Cristo é único:
1. Ele é o único intercessor/mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5);
2. Ele é o único que conhece o Pai em plenitude (Mt 11.27);

3. Ele é o único herdeiro do trono do Pai (Hb 1.2);
4. Ele é o único Senhor exaltado pelo Pai a essa posição única (Fp 2.9, 1Co 8.6 e At 2.36);
5. Ele é o único ao qual o Pai lhe disse: “Tu és meu Filho, hoje te gerei!” (Hb 1.5);
6. Ele é o único caminho de verdade e vida que conduz os homens ao seio do Pai (João 14.6).

O Pai, o único Deus Sábio, recebe glórias e adoração dos homens que O buscam em espírito e em verdade, através e somente do Seu Filho único. Ninguém pode ir diretamente a Deus, pois os nossos pecados erigiram um muro de separação.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6).

"Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (Is 59:2).

Embora hajam professos cristãos que tenham elegido, por suas contas e riscos, outros intermediadores entre a raça humana e o único Deus, a Palavra Soberana da verdade de Deus é taxativa: "Existe apenas UM MEDIADOR, que é Jesus Cristo, o Filho do homem". (1Tm 2.5).

Um fato importante a ser ressaltado sobre a dar glórias a Deus, o Pai, através de Jesus Cristo, é trazido à tona pelo apóstolo Paulo: Que não daremos glórias ao Pai através de Jesus Cristo apenas enquanto somos pecadores, pela barreira do pecado, sendo resolvido isso após a transformação em corpos incorruptíveis. Não!  

Segundo Paulo, isso é "para todo sempre". Não que na regeneração o homem não possa ver a Deus, adorá-Lo ou se dirigir a ELE, mas que tudo isso só é possível porque o Filho de Deus nos proporcionou tudo isso. Para sempre estará implícito nas mentes dos salvos.

O pecado tentou impedir que os homens honrassem, glorificassem e adorassem o único Deus sábio para sempre, mas para nossa redenção e salvação existe o Filho único de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo.

Ele veio, mesmo o pecado imperando na Terra contra a religação do homem ao Pai, e como uma ponte sobre o abismo, nos concedeu pela graça a chance de glorificar a soberania da Majestade novamente.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PELA MESMA DOUTRINA

(22 de março de 2024)

A Palavra de Deus é mais que um fonte inesgotável de conhecimento úteis que edificam o homem natural e o espiritual. Ela é mais valiosa que os tesouros escondidos nas profundezas.

Se para os céticos, suas mensagens são complicadas demais, para os da fé é a verdade revelada para o perfeito conhecimento da vontade de Deus, na qual buscam andar e crescer.

Quanto mais o homem escava essa mina, quanto mais se aprofunda na busca desse tesouro, mais encontrará as preciosidades que enriquecem o homem espiritual.

A sã doutrina é a mensagem espiritual contida na Palavra de Deus. A doutrina sã é a verdade sem mistura, como um pão sem fermento.

A sã doutrina é a garantia de um caminho seguro, sob a luz que alumia as pisadas e identifica os espinhos e as pedras de tropeço. Sem ela, na escuridão, é impossível avançar sem se perder ou cair num precipício e encontrar a morte.

O próprio Jesus Cristo, que é chamado de a Palavra de Deus (Ap 19.13) e de a Sabedoria de Deus (1Co 1.24), nunca deixou de usá-la, o tempo inteiro, para ensinar e para vencer as tentações do inimigo, sempre recitando: "Está escrito!" (Mt 4.4, 7 e 10).

Se alguém deseja conhecer qual é a vontade de Deus, que é a verdade, saberá pela sã doutrina, apenas. As doutrinas são inúmeras recomendações espirituais para o bem daquele que quer ser obediente a Deus.

Se a Palavra de Deus chama a verdade de sã (saudável) doutrina, subtende-se que exista uma doutrina doente, adulterada, falsificada e prejudicial a saúde espiritual do homem espiritual.

A sã doutrina, bíblica, é geralmente ameaçada pelas fábulas e vãs filosofias do mundo, segundo a lógica retirada das culturas humanas, que tentam se misturar e substituí-las com o passar dos tempos. Isso ocorre quando a Bíblia é fechada e as tradições passam a falar mais alto.

As igrejas cristãs do presente século estão abarrotadas com essas doutrinas misturadas com ideias cooptadas do mundo pagão. 

Imaginem que há professos cristãos que dizem que determinadas experiências espiritualistas são verdadeiras porque sentiu um arrepio na coluna, teve um sonho ou suposta visão, mas a Palavra de Deus fala o contrário. A sã doutrina para essas pessoas já não é mais o caminho seguro. Estão em perigo, mas acham que estão na verdade, apenas porque sentiram algo.

Por isso Cristo afirmou: “Se alguém é sincero e deseja verdadeiramente fazer a vontade de Deus, o Pai, saberá se a doutrina que eu prego é dELE, ou se eu, Cristo, estou falando de mim mesmo”. (João 7.17)

Se até mesmo Jesus deveria ser provado pela Palavra de Deus, imagine as deduções do meu enganoso coração? Essa é a clara orientação do próprio Filho de Deus.

Paulo, o apóstolo dos gentios, também louvou com excelência a atitude dos bereanos que o testaram, depois de ouvir suas palavras, foram verificar nas Escrituras Sagradas se estava tudo de acordo com a sã doutrina. Você teria a coragem de questionar as palavras do apóstolo Paulo?

Os professos crentes de hoje, sequer ousam criticar os absurdos que seus líderes religiosos dizem, agredindo a sã doutrina, porque temem uma mentira inventada por eles mesmos para se protegerem: "Sou ungido do Senhor e não posso ser questionado!'.

Paulo podia ser questionado, mas estes que aí estão não podem? Certamente são mais poderosos que Paulo e até andam ressuscitando mortos. 

Tudo isso está acontecendo porque o professo povo de Deus não conhece mais a sã doutrina, pois foi ensinado a não examinar a Bíblia por si só. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A FÉ É PROTETORA

(21 de março de 2024)

Davi quando era ainda muito jovem e sem nenhum preparo ou experiência com guerras, foi conduzido pelo Senhor diretamente para o fronte da primeira.

E logo na primeira batalha, de penetra, pois não havia sido convocado enfrentou o seu maior desafio. Ele teria que enfrentar e vencer um gigante, o maior e mais forte e experiente entre todos guerreiros ali presentes.

Ele não venceu com seus próprios méritos, mas o Senhor o fez vencedor, porque confiou e obedeceu a Deus. Quem confia e obedece a Deus transfere responsabilidade para ELE.

Mais tarde, Davi se torna um grande rei guerreiro e muito experiente em batalhas, tudo sob a guia do santo espírito do Altíssimo. Sobretudo, um homem espiritual que conseguia ver nas coisas cotidianas semelhanças ou tipos com as profundas lições espirituais.

Por exemplo, no consolador Salmo 91, ele usa como exemplo a flecha inflamada que voa de noite para destruir, como um tipo de ameaça espiritual, citando: "dardos inflamados do maligno", uma clara referência espiritual as forças espirituais do mal: “Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia” (Sl 91.5).

Os dados (setas ou flechas) de antigamente são equivalentes, guardadas as devidas proporções, aos projéteis de arma de fogo dos dias atuais, pois quando disparados também voam incandescendo no ar. 

Tanto os dardos inflamados de antigamente, quanto as armas de fogo de hoje, ameaçam a vida do corpo físico, podendo não causar nenhum prejuízo para a salvação da vida eterna, se a vítima estiver na fé e na graça do Senhor.

Da mesma forma, só que infinitamente mais velozes, letais e maléficas, são os tais "dardos inflamados do maligno". Terríveis setas espirituais que visam matar o homem espiritual, fazendo sofrer na carne, nessa vida, e perder a vida eterna.

Esses dardos estão inflamados com o fogo estranho das falsas doutrinas, dos costumes e das tradições religiosas que sufocam o homem espiritual, mantendo vivo apenas o religioso cego e fanático pela instituição, sem enxergar o Cristo e sem entender a sua mensagem espiritual.

O inimigo do povo de Deus que vem para roubar, matar e destruir (João 10.10), lançando uma chuva de dardos inflamados, sendo impossível ao homem, por si só, deter ou se livrar dos seus ataques. Somente Cristo, o grande príncipe e comandante dos exércitos do SENHOR (Dn 12.1 e Js 5.14-15), pode nos dar o poder do Pai para vencermos.

Jesus venceu os enganos da antiga serpente, do grande dragão nos céus (Ap 12.7-9) e o derrotou em todas as instâncias quando foi tentado no deserto como o Filho do Homem (Mt 4.3-10), tem o poder para nos fazer vencedores nEle e com Ele.

A fé em Cristo Jesus é a arma invencível. Todo o arsenal do inimigo é incapaz de vencer a arma do conhecimento que gera a verdadeira fé, mesmo que seja do tamanho de um grão de mostarda. As suas armas são anuladas com o escudo invisível da fé (Hb 11.1).

É unicamente através do escudo da fé que poderemos apagar as chamas nos dardos lançados contra nós. Aqueles que andam com a fé no coração, mesmo que passem pelo fogo, as chamas não arderão neles (Is 43.2).

Há outras armas que o verdadeiro soldado de Cristo deve utilizar, mas nunca deve faltar o escudo para a sua proteção – a fé. Nenhum poder é maior que a fé,e o Senhor nos oferece de graça. Busquemos essa proteção, pois está ao alcance de todos. (Rm 10.17). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUEM ME SOCORRERÁ?

(20 de março de 2024)

Quando Adão pecou e se viu completamente perdido, com medo e logo buscou se esconder, pois sua vergonha o denunciava que se encontrava num abismo de trevas espirituais.

Um ser que há poucos segundos era um ser perfeito, vivendo em plena luz, vendo com claridade todas as coisas boas, agora se comporta como uma pobre criança indefesa que se trancou num quarto escuro e não consegue enxergar um palmo diante do nariz.

O primeiro pecador é também o nosso representante em tudo, inclusive o primeiro a pedir socorro, sendo seguido por nós, como num eco quase sem fim. O mesmo medo e as mesmas necessidades que Adão sentiu, nós também sentimos.

Logo, o pedido implícito de Adão, quando em plena agonia mental, é também de todos nós que descendemos dele. Um pedido em forma de pergunta, quando na escuridão não se enxerga respostas: "Quem irá por nós, nos defender diante de Deus, já que traímos Sua confiança ao transgredir Sua lei?"

Esse pedido está implícito em cada mente que chega ao conhecimento da verdade e passa a reconhecer sua real situação diante de Deus e da Sua lei. Não há outra pergunta a ser feita para sabermos quem nos tirará das trevas: "Quem irá por nós? Quem nos socorrerá?"

Com certeza, somente alguém que tenha a luz de Deus, chamado de a Lâmpada de Deus (Ap 21.23); O resplendor da glória de Deus (Hb 1.3); Que se autointitulou de a Luz do mundo (João 8.12). Somente Jesus Cristo poderia ir ao Pai em nossa defesa.

O profeta Isaías, em seu livro messiânico, incorpora um tipo de Cristo, quando numa visão responde a uma pergunta vinda do Altíssimo, como se fosse o próprio Cristo. Ao ouvir a pergunta de toda humanidade recitada pelo Todo-Poderoso, respondeu: "Eis-me aqui, envia-me a mim!".

Por que o SENHOR Deus usa Isaías para responder uma fala que só Jesus, o Filho, poderia responder, já que o profeta messiânico não reunia em si mesmo qualquer condição de ser o Cristo, o Salvador pessoal dos seres humanos?

Por que um Deus não poderia salvar a raça humana, mas um homem como nós, que conseguisse viver sem pecar, sob a reta justiça e a santa lei de Deus. Por que o SENHOR já havia previsto em Sua lei que só UM IRMÃO poderia resgatar o OUTRO: "Depois que se houver vendido, haverá resgate para ele; um de seus irmãos o poderá resgatar;" (Lv 25.48).

O próprio Jesus, já depois de ressuscitado, num corpo incorruptível, continuando em natureza humana, deixou claríssimo que continuava sendo o nosso irmão:

"Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para MEUS IRMÃOS, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus." (João 20:17). Somente Jesus, o Filho do Homem, poderia realizar tão grandiosa obra. Do contrário, nem precisava se esvaziar de sua natureza divina (Fp 2.5-7).

O SENHOR havia gerado alguém de Si mesmo, em quem podia confiar tudo em suas mãos, alguém perfeito para a missão, que atendia todos os requisitos exigidos pela justiça, verdade e amor. Somente Cristo Jesus, num corpo humano (Hb 10.5), poderia realizar a obra redentora da humanidade (1Tm 2.5).

O Pai precisou que seu Filho abdicasse da sua Unigenitura (divindade) para assumir a Primogenitura entre os humanos. Deixasse de ser o único da sua espécie para se tornar o Primeiro dentre tantos irmãos, com o mais belo propósito - salvar a raça humana, adotada por Ele como irmãos. Tudo isso motivado pelo Amor.

Quando compreendemos isso, que chamamos de o Plano da Redenção, somos estimulados a imitar a Cristo, fazendo o mesmo que Ele fez. Somos profundamente tocados a participar do ministério de reconciliação juntamente com o Filho e com o Pai (2Co 5.18).

Depois de tocados e transformados por esse amor, agora estamos prontos para dizer, como Cristo e Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim!”. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O FILHO IMITA O PAI

(19 de março de 2024)

Yahweh, Deus, o Pai, chama o Seu Filho unigênito de o “Meu Servo” (Isa 53.11). Essa era e é a verdadeira condição do Filho perante a Majestade Altíssima.

O Filho, tanto na condição ou natureza pretérita - divina, quando na condição ou natureza atual - humana, aprende com o Pai e o serve como um Filho obediente.

Quando Jesus ensinava aos judeus equivocados, que o acusava de estar se auto proclamando ser igual a Deus, Ele usa apenas a expressão "o Filho", sem se referir ao "Filho unigênito (divino)" ou ao "Filho do homem (humano)", titulo este, último, que mais amava usar. 

Quando Jesus usa o termo "Filho", apenas, está se referindo a si mesmo na condição eterna, não importando a natureza em que se encontra. Uma prova clara que Ele aprendeu com o Pai enquanto divino e depois de se esvaziar de sua natureza divina (Fp 2.5-7), continua aprendendo como humano (Hb 5.8,9), para se tornar o nosso semelhante, humano.

Jesus Cristo, o nosso Mestre, nos chamou como discípulos, assim como o Pai fez com Ele. Tudo o que Cristo faz conosco é fruto do aprendizado com o Pai. Da mesma forma que o Pai faz com Ele, Ele faz conosco. Nada de novo é inventado por Cristo.

"Assim como TU me enviaste". Ou seja, da mesma maneira; do mesmo modo; igualmente; semelhantemente; [...] como o Pai enviou Cristo, Ele faz conosco também.

Jesus Cristo se coloca na posição de Servo e Enviado do Pai, reconhecendo que o Servo não é maior do que o seu Senhor, nem tampouco o enviado seja maior do que Aquele que o enviou  (João 13.16).

Como todo servo, Jesus Cristo veio para servir ao Pai. Por isso mesmo que não pode fazer nada de Sua própria cabeça, mas depende inteiramente do Pai (João 5.19); Sabe que para realizar
sua missão precisa fazer e dizer somente a vontade do seu Senhor (João 17.8); Pois, tudo quanto tem recebeu do seu Senhor (João 17.7).

Se Jesus recebeu a autoridade, sob mandamento, para julgar a raça humana, não faz por conta e risco, mas OUVE toda a orientação do Pai como deve fazer. Ele mesmo confessa isso com sua própria boca aos discípulos (João 5.30).

Nem as suas próprias palavras eram suas, mas falava na íntegra as palavras do Pai, quando ensinava, antes ou depois de realizar os grandes sinais miraculosos (João 12.49-50). O Filho é um servo modelo e o perfeito padrão de obediência, nosso único exemplo.

Se Cristo Jesus é o nosso único modelo a ser seguido, o Pai, o único Deus, é o seu único modelo seguido. Jesus não busca o exemplo dos anjos ou segue suas orientações, mas unicamente do Deus Altíssimo, Seu Pai e nosso Pai.

A grande obra de Jesus Cristo é nos levar a ELE, o Pai (João 14.6), à fonte original de todo o exemplo, mas enquanto humanos pecadores, sem acesso direto ao Pai, precisamos nos espelhar no modelo do Filho perfeito. 

Da mesma forma que o Pai lhe enviou a nós, Ele nos envia ao mundo; Assim como Ele foi obediente ao Pai em tudo, nós também precisamos ser obedientes ao Filho, nosso Senhor, em tudo. A perfeita relação entre Pai e Filho é o modelo a ser buscado por todo servo fiel. O verdadeiro servo de Cristo, o serve, como Ele serviu ao Pai, em perfeita obediência e amor.

Depois que aprendemos a servir ao nosso Senhor Jesus Cristo, como Ele serviu ao Pai, então passamos a ser cartas vivas: “Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens” (2Co 3.2), assim como Jesus é chamado de a própria Palavra de Deus (Ap 19.13).

Assim como Cristo veio nos revelar o Pai, nós, hoje, pregamos a Cristo para que o mundo conheça o Filho e o Pai. (João 5.23). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ELEITOS OU PREDESTINADOS?

(18 de março de 2024)

O Brasil é um país com riquezas naturais quase que inesgotáveis e com isso poderia se tornar uma das três nações mais poderosas do planeta.

Mas isso não será possível enquanto a mazela da corrupção existir nos corações dos brasileiros honestos que ao se tornarem políticos são contaminados com esse vírus miserável da desonestidade, da cobiça e do oportunismo.

Para muitos e bons pensadores, a cultura da vantagem, do suborno e da propina é endêmica no Brasil. Parece que já faz parte do homem natural brasileiro, está impregnado no seu DNA. Poucos e muito fortes são os que resistem e esse contágio maligno.

Mas, nosso objetivo aqui não é falar de política brasileira, e sim pegar um gancho para fazer uma boa comparação com o teor espiritual na mensagem contida no livro de Efésios (1.4), quando o apóstolo Paulo diz que os santos foram ELEITOS antes do mundo ser fundado.

O que significa ser eleito? Pessoas receberam votos de outras pessoas, quando nenhuma delas existiam, à semelhança da política brasileira ou segundo a onisciência de Deus? Clara e exposta está essa verdade nas Escrituras Sagradas.

Os políticos são eleitos (chamados) para fazerem justiça através da confecção de boa legislação ou na execução da lei em benefício do povo, com toda transparência, honestidade, lealdade e verdade, visando atender a todos como indivíduos, não importando se é maioria ou minoria.

O SENHOR Deus também chamou os santos, não os ímpios e nem a todos, pois Paulo está escrevendo aos santos, antes da fundação do mundo, para que apliquem Sua lei com justiça ao mundo sem regras, sem exemplo e sem verdade.

Se Deus ao chamar ou eleger esses santos, escrevesse seus destinos para a vida eterna, não seria chamados de eleitos, mas de predestinados, tirando-lhes o livre arbítrio, indicando que a razão e o poder de escolha do homem seria revogado. Já pensou na estrutura e princípios da verdade que a predestinação causa a sã doutrina?

Sobretudo, um ataque frontal, mentiroso e covarde ao caráter de Deus, que dá a razão e o poder de escolha ao homem, mas estaria mentindo, pois Ele é quem escolhe alguns para viver e outros para morrer, destruindo outro princípio de que Ele não faz acepção de pessoas. 

Perceba que um mentira criada por uma mente usada pelo inimigo para difusão dos seus sofismas, sempre cria um efeito cascata para destruir princípios bíblicos bem estabelecidos e descritos de forma direta e precisa pelo um claro ASSIM DIZ O SENHOR.

Somos eleitos em Cristo, na sua fé e exemplo e não em nós mesmos, como sugere a predestinação. O homem predestinado por Deus, já foi destinado por Deus e não precisa de Cristo, afinal quem escolheu foi Deus e ponto final. Eis mais uma incongruência da mentira da predestinação.

Muitos foram chamados, ou eleitos, mas no uso da sua liberdade sucumbiram diante das tentações, como Judas Iscariotes que andou com o próprio Jesus, Saul que foi cheio do espírito santo e até profetizou e Caim que falou com Elohim em pessoa. Se isso não é chamado ou escolhido eu não sei o que é.

Se houvesse predestinação, esses jamais seriam considerados como perdidos e rejeitadores da graça de Deus. Se houvesse predestinação esses homens e muitos outros de caráter ímpio e maligno, possuídos por espíritos de demônios, estariam com seus destinos escritos por Deus para a salvação e não para perdição. Segundo Paulo, fomos escolhidos, eleitos ou destinados para a salvação e não para a perdição, mas e estes escolhidos e ungidos? Os adeptos dessa doutrina não têm respostas plausíveis para isso, mas cada resposta que dão destroem mais princípios bíblicos. Tudo isso porque deixaram a Bíblia de lado para seguir a mente de um pobre homem no início das poucas descobertas bíblicas em 1536, John Calvino.

Todas as vezes que nos deixamos ser chamados por homens e não por Deus, em Cristo, haverá confusão doutrinária e caminhos de trevas e escuridão. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NADA DE NOVO

(17 de março de 2024)

Há uma linha de pensamento equivocada, defendida por teólogos das igrejas evangélicas, em sua maioria, que defende a ideia muitas vezes implícitas, de que o apóstolo Paulo tenha introduzido uma nova compreensão teológica, anulando as Escrituras Sagradas, conhecida por eles como Antigo Testamento.

Essa compreensão absurda é lançada por terra e completamente arrasada pelo testemunho direto e objetivo do próprio apóstolo Paulo que diz: "Não digo nada mais do que dizem os livros dos profetas e os escritos de Moisés". (At .26.22)

O testemunho de Paulo não é o resultado de uma compreensão motivada pela pressão de um julgamento que enfrentava quando fez essa declaração, mas um fato e uma constatação dos seus ensinos em todos os lugares que passava.

Desde que encontrara Jesus, em glória, quando se deslocava para a cidade de Damasco, tendo alcançado o socorro de Deus, sendo resgatado das tradições e costumes religiosos dos judeus do sinédrio, Paulo ensinava apenas as páginas do Antigo Testamento.

Até porque, não havia outra Escritura para ser pregada. Todas as partes das Escrituras mencionadas por Jesus, Pedro, João, Tiago, Lucas, Judas e Paulo, dentre outros, são palavras do Antigo Testamento, na íntegra.

Os pseudos teólogos que ensinam que o Antigo Testamento passou, não entenderam nada das Santas Escrituras, enveredando por caminhos obscuros para desencaminhar pessoas, ensinando falsas doutrinas.

O Antigo Testamento ou Antiga Aliança consistia no derramamento do sangue de um cordeiro inocente em lugar do culpado para pagar a dívida do pecado (Hb 9.20 e Mc 14.24). E isso não passou, mas se cumpriu em Cristo. O tipo encontrou o antitipo. A sombra encontrou o original ou o perfeito.

O Novo Testamento ou Nova Aliança não se trata de um conjunto de livros (27), como pensam alguns leigos ludibriados por falsos teólogos. O Novo Testamento ou Nova Aliança é justamente a compreensão de toda a Escritura do Antigo Testamento, colocado no entendimento do homem pelo espírito de Cristo (Hb 8.10 e Gl 4.6).

Como o sangue desses animais eram insuficientes em si mesmos e imperfeitos para fazerem isto, seria necessário o Cordeiro de Deus, perfeito e inocente. Esse símbolo apontava para o Filho de Deus, que derramaria Seu sangue em prol de todos homens (Hb 10.4,10 e 9.28).

O antigo testamento, ou pacto, ou aliança, que consistia no derramamento de sangue de animais e tudo o que estava vinculado aos ritos do antigo santuário ou tabernáculo, tornaram-se obsoletos com a morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29).

Não podemos confundir essa cerimônia, símbolo da expiação do pecado, com os 39 livros escritos antes de Cristo, conhecido popularmente como o Antigo Testamento.

A Nova Aliança consiste em Deus tirar a compreensão superficial da letra morta e colocar a Sua Lei espiritual nos corações das novas criaturas em Cristo Jesus (Hb 10.16), simples assim.

A Nova Aliança não anula as Escrituras Sagradas escritas pelos profetas antes de Cristo, mas estimula a sua leitura, compreensão e prática dos seus estatutos. O próprio Cristo disse que o exame delas nos ajudaria a entrar na vida eterna (João 5.39), citando a única Escritura existente até então, o Antigo Testamento.

Assim como Cristo, Paulo ratifica e exalta a verdade eterna das Escrituras Sagradas, que não muda, nem tem prazo de validade, mas permanece para sempre (Isa 40.8 ).

Para os verdadeiros sábios e entendidos, a Bíblia Sagrada não é composta por blocos de livros – Novo e Velho Testamento, mas pela imutável Palavra de Deus.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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OPORTUNIDADE DE OURO

(16 de março de 2024)

Vivemos num mundo encolhido e minimizado pelo fenômeno globalização. Isso torna tudo mais competitivo. Imagine concorrer com 8 bilhões de pessoas?!

Competir, concorrer ou disputar, parece ser expressões muito forte para as pessoas que não entenderam ainda o real espírito da nossa sociedade capitalista mundial.

Todos os habitantes do planeta são bombardeados diariamente com mídias estimulando o consumismo com uma mensagem subliminar, implícita, captada pelo subconsciente de que ele precisa ser melhor que o seu semelhante. 

Para ser melhor do que o outro, precisa-se estar atento e não perder as oportunidades de adquirir o último lançamento; de estar antenado; atualizado; etc, pois perder oportunidade de consumir produtos ou informações é estar excluído da sociedade e ser ignorado por todos.

Essas informações acima parece alarmismo, mas é uma verdade imperceptível por muitos, que nem consegue entender o que podem estar fazendo com suas mentes.

O mundo apresenta suas OPORTUNIDADES enganosas, pois promete o paraíso, mas só entregam o hospício para muitos que estão comprando a felicidade, mas estão recebendo um pacote com ansiedade e depressão.

É verdade, e é sábio assim proceder, que oportunidades não podem ser deixadas passar diante de nós enquanto ficamos inertes a elas, mas isso que o mundo está oferecendo são oportunidades ou armadilhas para as nossas almas?

Oportunidades de verdade são aquelas que vêm da parte do SENHOR. Para o inspirado apóstolo Paulo, uma oportunidade que não devemos deixar passar é quando temos a chance de ajudar alguém, principalmente aos nossos irmãos da fé.

A Palavra de Deus nos ensina a fazer o bem a todos, sem distinção. Não podemos fazer acepção de pessoas. O verdadeiro servo de Deus deve ser uma benção por onde andar e para com quem se relacionar. Foi dito a Abraão: “Se tu uma benção!” (Gn 12.2).

É incompreensível, inaceitável e antibíblico deixar de ajudar ao próximo para ajudar o “distante”. Deixar de ajudar o conhecido para beneficiar o desconhecido. Deixar de atender o irmão para atender o estrangeiro. Se só puder ajudar um deles, que seja o próximo a quem você conhece a sua real situação.

Diferentemente dos dias de Paulo, primeiro século da era cristã, hoje com as mídias sociais, há muita gente pedindo dinheiro via pix, tentando sensibilizar pessoas com imagens fortes, para garantir que seu golpe tenha sucesso. Se Paulo fosse escrever essa mensagem hoje, com certeza ele pediria prudência e cuidado e reforçaria ainda mais a ideia de priorizar a ajudar ao próximo a quem você conhece, do que o distante a quem você não conhece.

É comum ver pessoas fazendo campanhas para ajudar pessoas de outras cidades, estados ou países, mas não enxergam o vizinho ou o irmão da sua própria congregação com dificuldades semelhantes, apenas porque foi tocado por vídeo.

Se não amarmos os que estão perto, jamais amaremos os de longe. Se odiarmos os conhecidos como amaremos os estranhos? Este é um princípio bíblico: “Se alguém afirmar: “Eu amo a
Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4.20).

As oportunidades para fazer o mal contra alguém aparecem às dezenas, durante todo o dia, mas oportunidades para fazer o bem à alguém são raras. Portanto, não deixemos passar as poucas oportunidades que a vida nos dá para ajudarmos as pessoas, mas principalmente, priorizemos, os da família da fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O TESOURO DO ETERNO

(15 de março de 2024)

A palavra tesouro para o homem natural, carnal, que ainda não experimentou o novo nascimento e se tornou uma nova criatura espiritual em Cristo Jesus, desperta em sua mente imagens com muito ouro, pedras preciosas e muita riqueza que pode se transformar em dinheiro.

O termo utilizado por Isaías: "Os tesouros das trevas e as riquezas encobertas", ou os tesouros que estão escondidos na escuridão debaixo da terra, nas profundas minas ainda não escavadas, no seu sentido literal se refere ao ouro, diamantes e outros bens valiosos.

Todavia, no sentido espiritual, que é o real e maior propósito dessa Palavra espiritual dada pelo Deus que é espirito / espiritual (João 4.24), tesouros escondidos refere-se ao conhecimento da pessoa do Pai e do Filho, onde se encontra pleno entendimento das profundas revelações que são como um mistério para aqueles que não entenderam ainda, como diz Paulo:

"Eles sejam fortalecidos em seus corações, estejam unidos em amor e alcancem toda a riqueza do pleno entendimento, a fim de conhecerem plenamente o mistério de Deus, a saber, Cristo. Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento." (Cl 2.2-3).

O homem carnal é tão pobre que só pensa em dinheiro e só acumula isso.

Não há poder maior em todo o universo do que o conhecimento, mas de Deus, sobre Si mesmo e sobre Cristo, seu Filho, Ele nos concede mais que conhecimento, pois concede também o entendimento ou discernimento espiritual para o entendimento de todas as demais coisas.

O discernimento espiritual é o alicerce de toda sabedoria. Não há tesouro maior do que esse. É esse tesouro, o mais valioso, que todo o dinheiro do mundo não pode comprar, que o Senhor nos promete dar gratuitamente, basta obedecer as suas orientações até chegar a esse salão das riquezas.

Para o mineiro que garimpa o ouro e outros minerais preciosos, é como o homem carnal e temporal que se contenta com riquezas transitórias que só promove dor, sofrimento e intrigas, do que a verdadeira felicidade. 

Diante dos tesouros do Senhor, o ouro, a prata, os diamantes e todo dinheiro desse mundo, é como o ouro de tolo, sem valor nenhum, não passando de um engodo e uma miragem, pois quando se conquista isso, percebe-se que a alma ainda continua com um profundo vazio.

Para o homem natural, carnal, as riquezas de verdade, que realmente importa para eles, devem ser riquezas materiais que possam tocar ou ver, fisicamente. Tudo o que encanta os olhos e estimula a cobiça da carne é contrário a fé e é também um impeditivo para acessar os tesouros eternos.

Para o sábio Salomão, os tesouros escondidos são: "Para fazeres o teu ouvido atento à SABEDORIA; e inclinares o teu coração ao ENTENDIMENTO; Se clamares por CONHECIMENTO, e por INTELIGÊNCIA alçares a tua voz, se como a prata a buscares e como a TESOUROS ESCONDIDOS a procurares, então entenderás o temor do Senhor, e acharás o CONHECIMENTO DE DEUS." (Pv 2.2-5).

A sabedoria é o grande tesouro escondido para o homem que está em trevas. Para acessá-lo é necessário a luz de Cristo. A sabedoria que vem de Deus para ao homem é o entendimento ou discernimento das coisas espirituais, para compreender os Seus segredos da verdade que o pecado ocultou.

O conhecimento das pessoas de Deus e de Cristo, que as igrejas em apostasia dizem não ser ponto de salvação e nem estimula seus membros a examinarem tal riqueza, é a chave da sala do tesouro e o ingresso para a Vida Eterna, como disse Jesus em João 17.3.

Esse tesouro está a alcance de todos. Busquemos com coragem e fé. O homem carnal, superficial, não pode enxergar a profundidade dessa revelação espiritual, pois lhe falta luz, mas o homem espiritual é iluminado por Cristo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DE PORTAS ABERTAS

(14 de março de 2024)

O grande inimigo da verdade e nosso também, preparou uma terrível prisão para nós e elaborou um plano, cujo método é o engano, para nos atrair para essa jaula à prova de fugas.

O sucesso desse engano é que ele fez as celas dessa prisão de segurança máxima, para o homem, parecerem um paraíso. Como quem prepara uma armadilha para pegar um passarinho, ele encheu as celas de coisas deliciosas para a carne pecaminosa, tornando quase impossível resistir as suas investidas. 

Depois de estar lá dentro dessa prisão e se dar conta que, apesar de todos os prazeres ali, a liberdade é muito melhor do aquilo tudo, o inimigo tenta fazer o cativo acreditar que as portas de bronze e os fortes ferrolhos de ferro são instransponíveis, para que o preso se desista de buscar a saída e se entregue de vez à prisão.

Os pobres e indefesos seres humanos, que contam apenas com a força das suas próprias mãos e a pouca inteligência das suas mentes contra um rival tão sagaz, nada podem fazer para obter a tão sonhada liberdade.

Abandonados pelo inimigo para morrer de fome e sede, eram incapazes de tentar sair daquela situação, pois suas poucas forças eram insuficientes para abrir as portas do cativeiro.

Embora as vozes do lado de fora, daqueles que conseguiram sair da masmorra de Satanás, dizendo ser possível obter a liberdade, muitos já haviam se acostumado com a "segurança e o conforto" das escuras celas, e já temiam a luz e a liberdade.

Mesmo ouvindo os atalaias de fora gritar: "Somente uma pessoa, Deus, o Pai (1Tm 2.3), que por meio de Cristo Jesus, aquele que tem as chaves de Davi, a espada da Palavra e o poder para arrombar as portas e despedaçá-las, pode libertar vocês dessa prisão.

O plano de libertação também é único, sem alternativas humanas. Seria necessário enviar o Seu Filho para dentro da prisão (João 3.16), e como um dos prisioneiros convencer os demais a segui-Lo (João 13.15) para a liberdade (João 8.36), para que esses sendo convencidos convencessem outros a segui-los à liberdade.

Ao Filho foi dado o poder de ser a luz para conduzir os prisioneiros através das trevas (João 8.12) e uma força espiritual, como a dada a Sansão, para destruir as portas de bronze e despedaçar os ferrolhos de ferro (Jz 16.3). Somente o Filho poderia conduzir os prisioneiros pelo caminho para a liberdade (João 14.6).

Quando o poder do Pai abriu as portas do sepulcro (At 13.30), o dia raiou para todos. Estavam libertos os homens que atenderam o chamado: "Vem para fora", como dito a Lázaro. Os que se agradassem da luz poderiam seguir o Filho, mas os que preferissem continuar na escura prisão, seria respeitado o livre-arbítrio.

A porta que nos impedia de sair foi despedaçada pelo poder do Pai resplandecido no Filho. A todos os prisioneiros, sem qualquer tipo de distinção de raça, cor, língua, etc., é feito o convite para que passem pela porta aberta (Is 55.6).

Todavia, há uma porta que o Senhor não pode despedaçar, do contrário nos destruiria. Apenas o indivíduo pode abrir a porta do seu coração para que Jesus entre e opere a libertação, guiando-o para fora das trevas, sob Sua luz. Por isso, nos diz com muito amor: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei…” (Ap 3.20).

Para que Cristo vá adiante de nós, destruindo as cadeias que nos prende a esse mundo, nos conduzindo a liberdade eterna, é necessário que Ele passe pela última porta.

Quem quiser ser livre deve girar a sua maçaneta e abrir o seu coração para Cristo. Somente assim, entraremos por Ele, a porta verdadeira. Entraremos e sairemos e encontraremos as pastagens da liberdade (João 10.9). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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IMPOSSÍVEL PARA O HOMEM

(13 de março de 2024)

São muitas e grandiosas as limitações do homem. Isso é mais claramente visível no começo e no fim da vida, quando se tornam mais frágeis ainda. 

Nascemos sem ver, falar, andar ou compreender a mais básica das comunicações, carecendo de muito tempo e do sacrifício de muita gente ao redor para que nos ensine e nos ajude em tudo.

Outro aspecto que prova o quanto somos frágeis e débeis, é o fato de um micro-organismo, invisível a olho nu, como um vírus ou bactéria, ou ainda um minúsculo mosquito, colocar o homem prostrado ou até tirar-lhe a vida.

Há uma infinidade de coisas simples que o homem não pode fazer. Uma simples formiga consegue transportar para longas distâncias 100 vezes o peso do seu corpo, mas mais de 99% dos homens adultos não conseguem, ao menos, levantar o seu próprio peso. Esse simples exemplo demonstra as grandes limitações do homem.

É impossível ao homem mais forte, rico e saudável, garantir que estará vivo no próximo verão. 

Tudo isso ou apenas isso, deveria fazer o homem refletir sobre sua pobre condição para se tornar mais humilde e não se portar vangloriosamente como superior aos seus semelhantes.

As Escrituras Sagradas, muitas vezes de forma indireta, nos ensinam sobre as graves deficiências do homem, mostrando-lhes a sua total dependência do Deus e Pai de amor que vive para cuidar de nós e nos atender nas nossas necessidades mais profundas.

O que se torna impossível para nós, pois não podemos nada, o Senhor Deus, por meio de Cristo, opera o impossível, pois pode tudo. Vejamos alguns exemplos:

1. Era impossível para Jairo, diretor de uma sinagoga judaica e um religioso dedicado, curar a doença de sua filha. Muito menos pensar na ideia de ressuscitá-la pela sua fé em Deus (Lc 8);

2. Era impossível para uma senhora de um pequeno e esquecido vilarejo chamado Naim, viúva e que acabara de perder seu único filho, encontrar razão para viver ou ressuscitá-lo (Lc 7);

3. Era impossível para um homem paraplégico que vivia deitado num leito há trinta e oito anos, ao menos descer no tanque de Betesda antes dos outros, muito menos pensar em ser curado da sua deficiência (João 5);

4. Era impossível viver com a doença mais terrível e sem cura, chamada lepra. O leproso precisa sair gritando nas ruas: “leproso, leproso, leproso…” para que o povo não se aproximasse dele, mas fugisse com medo de se contaminar (Mt 8);

5. Era impossível conseguir a sanidade mental para um homem que morava nos sepulcros, isolado da civilização, pois atacava as pessoas, devido a legião de demônios que dominavam sua mente (Mc 5)

6. Era impossível para a ciência curar uma senhora que tinha uma hemorragia inestancável, que sofria há doze anos, vivendo uma vida de vergonha e de humilhação, se sentindo e sendo acusada de ser uma imunda (Mc 5)

7. Era impossível para alguém cego de nascimento, e já depois de adulto enxergar a luz do dia (João 9).

Sem Deus e Cristo, sozinhos, até as coisas mais simples podem parecer impossíveis, pois sem Cristo nada poderemos fazer (João 15.5), mas se tivermos fé e buscarmos o Deus do impossível, tudo pode operar em nós e por nós.

Qual era mesmo o seu medo, sua reclamação ou a sua dúvida? 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SEM FRUSTRAÇÕES

(12 de março de 2024)

Desde a tenra infância devemos ser preparados para lidar com as frustrações, pois serão muitas durante toda a vida. Quanto mais longeva for, mais frustrações haverão.

Quem já não mentalizou o seu futuro, mesmo que em sonho, sobre sua formação acadêmica; profissão e carreira; constituição de uma linda família; construção de um patrimônio ou até mesmo em viajar pelo mundo conhecendo novos lugares?

Parece que todos nós, sem exceção, um dia já estivemos nesses devaneios infantis. Não que seja errado idealizar algo e buscar com esforço para realizar o que se deseja, mas me refiro ao fato de muito dessa mentalização jamais se realizarão por diversos motivos, inclusive de entender que aquilo não era tão interessante, pois encontrou coisa melhor.

O fato importante aqui é que desejamos coisas boas ou aparentemente boas, mas não há qualquer garantia de que realizaremos o que desejamos. Afinal, nem sabemos se estaremos vivos no próximo mês, quanto mais pensar uma década na frente.

A única garantia que temos para realizar todos os nossos planos, é quando escolhemos que o SENHOR Deus desenhe o nosso futuro, quando escolhemos colocar todo o nosso futuro em Suas mãos. Então tudo será muito melhor do que os nossos melhores sonhos.

"Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. [...] Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina os seus passos." (Pv 16.3 e 9).

O homem pode até planejar, mas somente do Senhor vem a garantia da concretização: "Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor” (Pv 19.21).

Os únicos planos que não podem ser frustrados são aqueles que são aprovados pelo Senhor. Essa deveria ser uma das maiores razões pelas quais o homem deveria se render a vontade do Altíssimo.

O homem sábio é aquele que procura conhecer a vontade do Senhor Deus, através da Sua Palavra, e a partir daí apresenta ao Senhor os seus desejos, com humildade, se submetendo aos perfeitos e superiores planos do Todo-Poderoso para sua vida.

Como os planos de Deus não podem ser frustrados, todos os projetos que estiverem em perfeita harmonia com os Seus propósitos, que é para o bem e para a salvação, tem-se a garantia de que tudo será realizado. Simples assim!

Os planos de Deus, em Sua onisciência, foram traçados antes da fundação do mundo (João 17.24; 1Pd 1.20 e Ef 1.4). Foi revelado ao apóstolo Paulo que os propósitos do Senhor Deus para com o homem é: Salvar; Chamar e Vocacionar em Cristo Jesus, e isso foi planejado em Seu coração antes de se contar o tempo (2Tm 1.9).

O Altíssimo planejou destruir o pecado para sempre, para que o homem fosse vitorioso e vivesse feliz eternamente. Esse é o plano para o bem dos santos, numa visão macro. 

Aqueles que escolherem permanecer no pecado, infelizmente será destruído juntamente com o pecado, pois já está planejado. Sabendo desse planejamento, todo homem deveria escolher ter seus planos e projetos realizados, aceitando os planos do Senhor para sua vida.

Estes planos estão em andamento e já se cumprindo, parcialmente, em muitas pessoas. Escolhamos está em harmonia com os planos de Deus.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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JUSTIÇA SEJA FEITA!

(11 de março de 2024)

Ninguém sabe mais sobre o real valor que tem a justiça do que aqueles que já sofreram com as injustiças dos homens em sua vida.

Aquele que se encontra preso, acusado de um crime que não cometeu, confundido com o verdadeiro criminoso por um testemunho impreciso e duvidoso, sabe quão importante é que a justiça seja feita.

O inocente que se encontra no corredor da morte, esperando a cada minuto um induto que possa livrá-lo da pena capital ou a notícia que chegou a hora da sua morte, também anseia por justiça mais que qualquer outra pessoa no mundo.

O pai que perdeu o filho honesto, morto por engano; O trabalhador esforçado que teve seu salário negado e foi impedido de alimentar sua família; O caluniado que foi escrachado pela sociedade e seu nome se tornou uma vergonha; [...], também esperam por justiça.

O injustiçado pode ser comparado ao sedento, em avançado estado de desidratação, andando pelo deserto, cambaleando, em seus últimos minutos de vida, desejoso de encontrar um oasis e o encontra, assim é o injustiçado quando se encontra com a justiça.

Quem encontra a justiça, se abraça e beija a paz, como diz a Escritura Sagrada: “A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram” (Sl 85.10).

Sabendo da importância da justiça na vida de todos os seres, quer sejam na terra ou nos céus; racionais ou irracionais, precisamos refletir numa segunda questão, da mesma grandiosa importância: Onde encontrar justiça?

O povo já desacreditado da justiça dos homens, já se acostumou a dizer: "A justiça da terra pode falhar, mas a de Deus não falha!". Essa é uma verdade absoluta, mas o problema é que as pessoas nem sempre querem a justiça de Deus.

As sociedades civilizadas orientam os seus cidadãos a buscarem nas barras dos tribunais a justiça pretendida. Todavia, a justiça promovida pelos homens é cega e, algumas vezes, corrupta.

Advogados superfaturando ou cobrando seus honorários em cima do desespero das pessoas; Juízes vendendo sentenças e os tribunais convivendo sob a perniciosa influência do suborno. Por tudo isso, não é dos homens que devemos esperar a justiça na justa medida, mas unicamente da parte de Deus.

Os verdadeiros servos de Deus sempre buscarão a justiça no Senhor. Se há professos cristãos esquecendo esse princípio de fé, certamente não conhece ainda as boas novas contidas na Palavra de Deus.

O Senhor Jesus Cristo nos ensina que os escolhidos de Deus, que O buscam dia e noite, pedindo por justiça, serão atendidos e alcançarão a justiça, vinda diretamente do trono da graça, do Todo-Poderoso.

Pode até parecer que Deus demore a atender aos nossos clamores, fazendo-nos esperar, mas ELE nunca tardará em nos fazer justiça. Os servos de Deus que passam por duras provas, esperando por justiça, quando são atendidos saem muito mais fortalecidos do que antes.

Não devemos temer o suposto silêncio de Deus. ELE não atrasa. ELE quer nos ensinar a esperar com confiança. A Sua justiça não tarda, pois Ele é o justo Juiz. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SOLDADOS DE CRISTO

(10 de março de 2024)

Os atalaias eram soldados que faziam a guarda do povo de Israel. Uma figura muito lembrada nas Escrituras Sagradas.

Na língua hebraica, a palavra "atalaia", "tsaphah" (צָפָה), significa "observar", "vigiar" ou "olhar para longe". O atalaia se posicionava num lugar alto, como numa torre, e observava o horizonte em busca de possíveis ameaças inimigas.

Esse guarda ou sentinela tinha uma importante função militar e de vital importância para a segurança de toda a cidade, de toda a nação.

Estava aos seus cuidados a vida de todos: da sua família, parentes, amigos e conhecidos, inclusive a sua própria.

Se ele não desse o toque da trombeta atrasado ou com sonido incerto, alertando toda a cidade sobre o real perigo, para o devido preparo das defesas, poderia significar a destruição de tudo.

As antigas cidades eram construídas em lugares altos e fortificadas por muros altos, compostos de grandes pedras, cuidadosamente cortadas e selecionadas pelo construtor. 

Em cima dos altos muros, nas torres, com visão privilegiada, estava a posição estratégica do vigia. Eram escolhidos homens de excelente visão para desempenhar essa função de guarda, de elevadíssima importância.

Jesus Cristo fez uso dessa figura como um tipo, figura de linguagem para exemplificar os servos de Deus que servem nas fileiras do exército santo do Senhor. Vigiar e orar era a ordem aos soldados que enfrentariam as hordas espirituais do inimigo das nossas almas (Mt 26.41).

O apóstolo Paulo, um dos mais preciosos e fiéis soldados de Cristo, que compunha a linha de frente na grande batalha contra o mal, descreveu quatro características que não podem faltar aos soldados que guerreiam para o Senhor:

1) Vigiar: Os soldados de Cristo não podem falhar no seu posto de vigia, pois a sua vida é a primeira a ser tirada;

2) Estar firme na fé: Não pode cochilar, pois ao menor vacilo o inimigo avança sem ser percebido;

3) Se portar varonilmente: É necessário ter postura de soldado, como de um varão que inspira respeito e exemplo;

4) Ser forte: Lutar com todas as forças que o Senhor concedeu.

O objetivo de Paulo é animar a frágil igreja de Corinto que se portava como uma derrotada. Era uma dura exortação para um povo que não enxergava que estava em meio a maior guerra do universo. Estavam cochilando. Era necessário uma sacudida para que o povo despertasse e assumisse seu posto de guarda.

Essa mensagem não serve apenas para a igreja de Corinto; serve mais ainda para nós, igreja de Laodicéia, igreja da profecia no tempo presente.

Se ainda não empunhamos a espada, vestimos a armadura e a couraça, pegamos o capacete, o escudo e os sapatos, chegou a hora: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes” (Ef 6.13).  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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AMOR DERRAMADO

(09 de março de 2024)

O verbo derramar sempre nos trará à mente cenas de abundância, como alguém coloca tanto leite num copo ao ponto de transbordar e ser derramado no chão.

Derramar sempre estará ligado, também, a algo líquido, sendo muito difícil de controlar a quantidade de algo líquido, como se controla as sementes ou frutas, por exemplo.

A expressão que o apóstolo Paulo usa na Carta aos Romanos, falando como o Senhor Deus nos concedeu o Seu amor é: "derramou o seu amor em nossos corações"

Ele nos deu o Seu amor sem medida, em abundância, pois é do Seu caráter de Pai amoroso. O Todo-Poderoso não concede nada de bom sob medida, mas em abundância.

É por intermédio do espírito de Cristo que Deus, o Pai, nos concede a compreensão espiritual desse amor: “E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho aos seus corações, o qual clama: “Aba, Pai” (Gl 4.6).

É Cristo quem distribui os dons “espirituais” a cada um de nós: E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo, o cabeça do corpo espiritual da igreja.

Por isso é que foi dito: “Quando ele subiu em triunfo às alturas, levou cativo muitos prisioneiros, e deu dons aos homens” (Ef 4.7,8).

O espírito de Cristo, que procede do Pai, é que convence o pecador a se arrepender dos seus pecados e a se converter ao caminho da verdade e da justiça, passando a viver na esperança, pela perfeita compreensão do amor de Deus e de Cristo.

Ter esperança é sentir que, antes do trágico fim, tudo será solucionado pelo Senhor, pois dEle é o livramento e o escape. Quem experimenta dessa esperança, derramada por Deus nos corações, mesmo passando por momentos de dificuldades, espera confiante e com paciência no Senhor.

A esperança que vem de Deus é mais que um substantivo, é um indício que estamos exercitando a fé. Talvez, por isso, muitos confundam a esperança com a fé, principalmente quando a fé é utilizada como sinônimo de confiar e acreditar.

O que percebemos é que a esperança está intrinsecamente ligada a fé genuína, como um dom de Deus, oferecido de graça a todos os homens que O buscam. 

Se a fé “É o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11.1), a verdadeira esperança também não pode ser vista, mas sentida: “Mas, esperança que se vê não é esperança” (Rm 8.24).

A esperança promove salvação (Rm 8.24); alegra o crente (Rm 12.12); é resultado de um caráter aprovado (Rm 5.4); mostra muita confiança (2Co 3.12); gera crença (Rm 4.18); ao lado da fé e do amor, compõe o divino tripé da compreensão de Deus (1Co 13.13).

A esperança é comparada ao maior evento de todos os tempos, a segunda vinda de Cristo à Terra na presença do Pai - "A bem-aventurada esperança" (Tt 2.13).

Esperemos pacientemente e confiadamente no Senhor. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A LEI SAIU DE QUAL MENTE?

(08 de março de 2024)

Vivemos numa época onde o surgimento de novas ideologias políticas e religiosas induzem as massas a pensarem que as leis é um empecilho para a verdadeira liberdade.

A maioria das igrejas que professam a fé cristã, principalmente as oriundas da reforma protestante, agora chamadas de evangélicas, pregam que a maior das leis, a Lei de Deus passou, mas as suas leis, de homens, nos manuais das suas igrejas devem ser rigidamente obedecidas ou os seus seguidores serão excluídos do rol de membros. Já pensou nesse absurdo?

A lei que sai da boca e do juízo frágil, débil e precipitado dos homens, devem ser observadas com toda fidelidade, pois vieram dos "ungidos" de Deus, mas aquilo que sai direto do próprio Deus deve ser desconsiderado. O nome disso é cegueira de alto grau.

Foi devido aos mandos e desmandos dos homens gananciosos por dominação sobre os seus irmãos, que o Senhor alertou o Seu povo que a Lei sairia dEle. Ninguém cria leis, além dEle. O Senhor é o nosso único legislador. Ele não confiou a criação de lei a nenhum homem.

Mesmo que as leis dos homens aparente ser boa e que vai atender uma necessidade social ou religiosa, se estiver contrária a lei de Deus, deve ser questionada sobre os seus frutos.

No âmbito político, por exemplo, pregam o fim das polícias; liberação das drogas; legalização do aborto, etc, pois, segundo eles, o que necessitamos é de liberdade plena. Acreditam numa nova era sem lei e sem regras que julgam antiquadas.

Sabe o que é pior, é que os que se denominam evangélicos criticam essas pessoas que são contra as leis, mas eles mesmos não gostam das leis de Deus. Quanta contradição, falta de bom senso e de discernimento das coisas. 

A maioria esmagadora dos professos cristãos têm levado essas teorias humanas para os seus púlpitos, usando do mesmo raciocínio para descredibilizar a santa Lei de Deus. Para esses, a Lei de Deus tornou-se desnecessária, obsoleta e tem mais atrapalhado do que ajudado.

Nunca houve e nem nunca haverá uma sociedade bem sucedida e próspera sem lei, por mais primitiva que seja. É a lei que preserva a ordem e os direitos individuais.

Os racionais perceberão que tudo no universo é regido por leis. São as rígidas leis instituídas pelas mãos do Criador que garantem a vida a todas as criaturas: racionais, irracionais e até as inanimadas. Tudo se mantém debaixo das leis perfeitas e da liberdade.

É possível ver na natureza (criação) as obras das mãos do Criador e perceber as leis que as regem (Sl 19.1), e aqueles que não têm discernimento disso, mesmo assim, serão considerados indesculpáveis (Rm 1.20). Por mais bruto e incivilizado que seja o indivíduo, é possível perceber essas leis naturais.

O SENHOR Deus não é legalista, mas ama a legalidade das coisas. A Sua Lei saiu de dentro de Si – do Seu caráter. A santa Lei de Deus revela a essência da Sua alma. Quem despreza a lei, tampouco conhecerá o grande Deus e Legislador. A lei de Deus nos revela um Pai cuidadoso, preventivo, organizado, protetor e amorável.

Os homens espirituais que entendem a mensagem da “obediência”, nunca se posicionarão contra a Lei de Deus, mas compreenderão as palavras de Cristo quando ensinou: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” (João 14.15).

Também não anularão as palavras de Paulo que ensina que a Lei é Santa (Rm 7.14), os mandamentos são santos, justos e bons (Rm 7.12). Na obediência a lei há amor e luz da verdade.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ENVIADO PARA SALVAR

(07 de março de 2024)

Muita gente confunde as missões das vindas de Cristo, o Filho de Deus, à Terra.

A primeira vinda do Filho tinha o objetivo de salvar o homem da condenação à morte eterna, expiando os seus pecados, concedendo perdão e justificação para a salvação.

A segunda vinda, ou retorno de Cristo de em glória, tem o objetivo de entregar essa salvação aos que O aceitaram como seu Salvador pessoal. Nessa ocasião, já estará definido quem se salvará e quem não se salvará, então Ele dará a cada um a recompensa, segundo suas obras. 

Na primeira vinda, Deus, o Pai, enviou o Seu Filho, conforme a fala de Jesus descrita em João 3.17: "Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, [...]".

Na segunda vinda, Deus, o Pai, não envia o Seu Filho, pois desta feita virá com Ele nas nuvens dos céus, resplandecendo sobre Ele a Sua glória. Jesus cristo, o Filho do homem, virá na glória do Pai, e a direita do Todo-Poderoso Deus. (Mt 16.27 e Mt 26.64).

Nessa ocasião Jesus MOSTRARÁ (apresentará) a pessoa do Pai aos santos, pois na primeira vinda, apenas O revelou em Si mesmo, apresentando Seu caráter através dos ensinos e das suas ações.

"[...] até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual a seu tempo MOSTRARÁ o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver: ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (1Tm 6.14-16)

Se na primeira vinda o Filho não proferiu nenhum juízo eterno sobre toda a humanidade, mas seu foco era oferecer as condições para a salvação, na segunda vinda ou retorno, o cenário é de juízo. Um julgamento que revelará os salvos e os perdidos. Já não haverá mais oportunidades para oferecer salvação àquele que a rejeitou por toda sua vida.

Até que o fim chegue e os últimos acontecimentos proféticos se descortinem diante dos nossos olhos, vivemos num tempo de graça para aceitar essa salvação que é oferecida a todas as pessoas, sem quaisquer tipos de distanção.

O Pai não só enviou o Seu único Filho para nos salvar, mas ainda nos deu longo período de graça para decidirmos pela salvação. O Filho não só se voluntariou e se ofereceu para vir e morrer em nosso lugar, mas intercede por nós nesse período de graça.

Aqueles que já foram alcançados pela graça maravilhosa do Altíssimo, em Cristo, tem a missão, assim como Jesus, de dá continuidade na missão salvadora de Deus e de Cristo, enquanto viverem debaixo da graça, “para que o mundo seja salvo por Ele”.

A nossa missão não é de condenar o mundo, mas de empenhar esforços para salvar. O momento de sentenciar o mundo com justiça pertence a Deus, que através do Filho do homem, Jesus Cristo, julgará a todos (João 5.22,27).

Precisamos olhar para as pessoas como Cristo contemplava. Há pessoas que cometem erros por estar sendo enganadas e há pessoas que cometem erros por que ama fazer aquilo, conscientemente, de forma dolosa. Nos dois casos, nossa missão é apenas de cooperar para a salvação.

Somente Jesus Cristo recebeu autoridade e mandamento do Pai para operar o juízo sobre o mundo, e no tempo determinado pelo Pai isso será feito (João 5.30).

Pregar e viver a verdade que salva é a nossa real missão. É assim que cooperamos com o Senhor Jesus para a salvação das pessoas.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LEMBREM DOS PRINCÍPIOS

(06 de março de 2024)

A novidade é como uma moeda de duas faces. Para uns ela pode trazer a liberdade, mas para outros a escravidão; para uns a vida e para outros a morte. 

As Boas Novas (novidades do bem) do Evangelho de Cristo é luz para a liberdade e para a vida abundante aqui e na eternidade.

As novidades do mundo, compostas por escolhas e caminhos obscuros e de incertezas, pois só se conhece os primeiros  passos e ninguém ainda chegou ao fim, para se comprovar se é bom ou ruim, tem sido o grande laço do inimigo para prender os que despertam para a verdade.

O apóstolo João, homem que recebeu profundo discernimento espiritual, nos exorta e adverte para os princípios fundamentais da sã doutrina na Palavra de Deus.

Toda novidade para o bem estarão alicerçadas nesses princípios, mas toda novidade para a escuridão e para a morte vão pisar e desprezar os princípios da verdade.

Portanto, nem toda novidade é boa. Para ser boa e agradável a Deus é necessária que ratifique os princípios eternos da verdade.

Muitos tem buscado respostas nas filosofias modernas. Elas são tão bem elaboradas que, vendo superficialmente com os óculos da lógica, parece verdade, mas não é bem assim. Pedro chama de fábulas engenhosamente compostas (2Pd 1.16); Já Paulo é mais abrangente na sua descrição, percebendo suas inúmeras facetas, vindas de várias direções: Fábulas profanas (1Tm 4.7); Da tradição religiosa (Tt 1.14); Diversas (1Tm 1.4 e 2Tm 4.4).

O inimigo das nossas almas já conseguiu imobilizar em suas teias, repletas de ventos de doutrinas, muitas pessoas. Os das mais poderosas armas, jamais vista, é a mídia. No princípio, parecia armadilha para jovens, mas não respeita mais idade. É incontável o números dos idosos que professam a fé cristã, que se tornaram midiáticos. Preferem a internet do que a Bíblia.

A velha e antiga máxima, milenar, as lógicas humanas como a maior ameaça a fé bíblica.

Todos os costumes que são contrários à Palavra de Deus, tem o mesmo peso que as novas teorias que surgem no seio da professa igreja cristã do presente. Todas as elas, ortodoxas ou liberais, ameaçam à verdade bíblica.

A relativização de mentiras antigas, mas com roupagem nova, também tem sido um meio pelo qual as pessoas tem sido aprisionadas pelo inimigo. A mentira de que cada um tem a sua própria verdade, tem o objetivo de tornar a própria mentira numa verdade. Isso é uma estratégia diabólica para engodar esse mundo relativizado.

O apóstolo João nos aponta o caminho seguro para a permanência da verdade contra as vãs filosofias. Ele orienta que ouçamos o que foi ensinado no princípio da igreja cristã, pelos apóstolos, ratificando e confirmando a palavra dos profetas.

Toda verdade, segundo João, está alicerçada em apenas DUAS PESSOAS: Pai e Filho. Se qualquer outra doutrina filosófica inserir outra pessoa, é contra os ensinamentos dos profetas, de Cristo e dos santos apóstolos: "Também vós permanecereis no Filho e no Pai" (1Jo 2.24).

Toda novidade que modifica essa estrutura sólida da verdade imutável, deve ser imediatamente descartada, devendo voltar para as “antigas veredas”, conforme a Palavra de Deus recomenda (Jó 22.15 e Jr 6.16).

Um dos princípios da verdade original, ensinado pelos apóstolos, é a comunhão unicamente com o Pai e o Filho (1Jo 1.3). Nessa verdade os santos são ensinados a permanecer. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O NOME DE DEUS

(05 de março de 2024)

Na cultura dos hebreus, o nome dado a alguém tem um significado muito diferente da nossa cultura ocidental.

Nos dias atuais, sob forte influência das mídias que está ditando os costumes das próximas gerações, a maioria das pessoas estão dando nome aos seus filhos com base na moda, numa tendência sazonal ou na fama de alguém.

Diferentemente dos hebreus, que escolhiam os nomes dos seus filhos com base numa expectativa de uma vida abençoada, próspera e de fidelidade para com o SENHOR, nós ocidentais escolhemos beleza da escrita, sonorização ou moda, sem nem saber o significado.

A nação sob a aliança feita com Jacó, feito Israel por Deus, um nome espiritual dado pelo Eterno aquele que lutara com Elohim sem desistir, foi orientada a colocar partes das letras dos nomes de Yahweh ou Elohim nos seus filhos, para que eles não esquecessem suas origens e sua fé.

Antes da formação das doze tribos de Israel e da orientação de colocar o nome do SENHOR nos  seus filhos, Isaque colocou dois nomes muito estranhos nos seus dois filhos, gêmeos: Esaú e Jacó, cujos significados não glorificavam ou agradeciam a Deus.

O nome Esaú significa "Peludo" e o nome Jacó significa "Calcanhar". Esaú nasceu coberto de pelos, por isso foi chamado assim e Jacó, porque nasceu logo em seguida, agarrado no calcanhar do seu irmão.

Calcanhar, por si só, já um termo pejorativo. É aquele que está por trás, pode significar traição ou traiçoeiro. Não é sem razão que Esaú fez um trocadilho com o nome de Jacó (Calcanhar), escrito com as mesmas letras da palavra Enganador.

Jacó (יעקב) ou (Ya’aqov) significa: “Ele agarrou no calcanhar” (Gn 25.26), apesar de muitos acharem ser “enganador”, pois essas duas palavras Calcanhar e Enganador se escrevam com os mesmos caracteres (עקב) – ‘aqev – calcanhar e ‘aqav – enganar. “Então disse ele [Esaú]: Não é o seu nome justamente Jacó, tanto que já duas vezes me enganou?” (Gn 27.36),

Jacó e Israel é a mesma pessoa. Jacó era aquele que representava o homem carnal, mas Israel a nova criatura espiritual, na tipologia. Jacó é o nome dado pelo pai humano, pecador e mortal, mas Israel é um nome dado pelo Altíssimo.

Naquele dia em que Jacó lutou com o Anjo do SENHOR - Elohim, e perseverou sem desistir, foi adotado como filho e a primeira coisa que o Eterno fez foi lhe dar um novo nome: Israel: Isra - Aquele que luta com + El - Elohim. 

Quando o Altíssimo diz para que os filhos de Israel carreguem o Seu Nome em si, não está falando apenas de uma identificação cartorial, mas carregar no coração a fé no único e verdadeiro Deus, Criador dos céus e da Terra.

Quando o SENHOR nos torna novas criaturas espirituais, ao por em nós o Seu Santo espírito, naquele dia somos feitos filhos de Deus, em Cristo Jesus: "Este é o meu Filho amado em quem me comprazo!".

Israel é um nome  nasceu agarrado no calcanhar do seu irmão gêmeo Esaú, em segundo lugar. Israel é o nome que Deus lhe deu, pois lutou com o “anjo do Senhor” e prevaleceu. Deus mudou o seu nome, porque depois que alguém tem um encontro com ELE, através do Seu Filho Jesus Cristo, é transformado numa outra pessoa. 

Desde então, não lutamos mais contra o reino de Deus, mas ao lado de Cristo, com Ele, Lhe auxiliando contra mal. De calcanhar, ou calda, somos chamados a sermos cabeça, encabeçando a obra do SENHOR entre os homens, sendo guiando pelo CABEÇA do corpo espiritual - Jesus Cristo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SEM ANSIEDADE

(04 de março de 2024)

A ansiedade tem se tornado um mal cada vez mais comum em nossa sociedade.

Embora ocorra na mente do homem, a ansiedade tem sido apontada como a responsável por várias doenças presentes em todo corpo humano.

Trata-se de um mal incontido, que ataca a o espírito, fazendo a carne enfermar. Com isso, cria-se um ciclo vicioso: O espírito doente adoece o corpo, que adoece ainda mais o espírito e vice versa.

Há dois mil anos, Jesus já nos prevenia contra essas ameaças à mente humana. Ele nos exortou a não ficarmos ansiosos ou inquietos quanto aos eventos que estão por vir.

Toda inquietação se dá, obviamente, por supostas ameaças futuras, tirando a paz e promovendo o medo. Essas ameaças que ainda não se concretizaram faz a pessoa sofrer por antecipação.

Muitas vezes esses eventos nem se concretizam, mas a mente em estado de expectativa lançou sobre o corpo uma carga pesada demais, como toxinas que fazem o corpo adoecer. A ameaça não se concretizou ainda, e nem vai, mas o mal já se instalou porque a fé não foi exercitada. A fé de "esperar [confiar] no Senhor" não foi assimilada e nem obedecida.

Jesus Cristo já nos preveniu desse mau há dois mil anos, quando ainda não havia depressão, síndrome do pânico e nem os transtornos compulsivos obsessivos, que são formas do agravamento e da manifestação da ansiedade.

Obviamente, quando o Senhor Jesus nos trouxe essa advertência, a sociedade do seu tempo não era excessivamente consumista como a atual, onde as coisas valem mais do que as pessoas, onde os homens são tão competitivos que se esquecem das suas próprias famílias para ganhar mais dinheiro.

Sua inquietude passa ser um estado de espírito comum, normal e aceito para esse estilo de vida acelerado, onde o homem depende apenas de si mesmo, esquecendo de Deus e de esperar pelo Seu socorro.

Hoje, essas palavras de Cristo deveriam soar muito mais alto em nossas consciências. Esse alerta faz mais sentido para os nossos dias. Nós humanos, nunca fomos tão carentes da verdade e da fé como somos nos dias atuais.

O fato mais importante e motivo de alerta para os homens espirituais, racionais, é que a ansiedade é uma das mais potentes armas do diabo contra a fé. Ela ataca justamente o centro das emoções e da razão, onde o espírito de Cristo atua  para convencer. Com essa atuação prejudicada, a liberdade e a salvação do homem está em perigo.

Se o inimigo enfraquece ou anula a voz do espírito de Cristo na mente do homem, qual o terrível resultado disso tudo? Obviamente, a não compreensão da vontade de Deus em Cristo, por Sua Palavra, e a falta de discernimento das coisas espirituais, fazendo com que a carne tenha uma “voz” mais forte na formação do caráter.

O pai da fé, Abraão, aprendeu a esperar no Senhor. Quando não tinha a solução para uma situação difícil, não ficava ansioso e inquieto, mas dizia consigo mesmo e para outros ouvirem: “O Senhor proverá” (Gn 22.8,14).

A inquietação precisa ser controlada para que não apague a chama da fé. A fé precisa ser exercitada com paciência e esperança no Senhor. O justo que vive pela fé (Rm 1.17).

Aprender a esperar com paciência no Senhor é necessário para o saudável exercício da fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A MÃO QUE EXALTA

(03 de março de 2024)

Na virada do segundo para o terceiro milênio da era cristã, sentíamos um espírito no ar que anunciava grandes mudanças.

Ora, o mundo ocidental, cristão, e a maior potência financeira, tecnológica e militar do planeta, estava comemorando dois mil anos de vida. Estava acontecendo ao mesmo tempo a mudança de década, de século e de milênio. Três grandes mudanças prenunciava uma grande mudança?

Homens ocidentais, percebendo essa pseudo necessidade, preencheu essa lacuna com os dogmas orientais. Da Ásia trouxeram as crenças da autoajuda ou autoestima. Enquanto eles acreditavam em grandes mudanças globais, pois estava chegando a era de Aquário, onde os homens seriam mais sensíveis, espirituais, tolerantes e bondosos, um verdadeiro paraíso na Terra. Ledo engano!

Os ocidentais estão colhendo até hoje os frutos da tal autoajuda: ansiedade, depressão e outras inúmeras mazelas que deixam a mente com medo, dúvida e sem acreditar em si mesmo.

Que presente de grego, hein? Pois é, até os pastores e profetas sazonais, midiáticos, embriagaram suas igrejas com essas doutrinas e arrecadaram muito dinheiro com marketing multiníveis e exploração da ganância desses falsos cristãos e amantes de Mamom.

Enquanto a Palavra de Deus exortava o Seu povo a se humilhar, pois somente em um espírito humilde cabe a verdadeiramente e honrosa exaltação que somente o Altíssimo tem para conceder, os falsos crentes estavam buscando a exaltação por si mesmos.

Por não obedecer a Palavra de Deus, pastores e mulheres de pastores, que usavam os púlpitos para prometerem curas e prosperidades, adoeceram de depressão profunda, síndrome do pânico e muitos escolheram o suicídio. Mas, até hoje ainda angariam seguidores cegos, surdos e mudos, pois tem o mesmo espírito de cobiçosa ganancia.

Depois que o tsunami da autoajuda passou, como sempre, também levou a já pouca memória de muitos. Os professos cristãos aprenderam a lição? Não! A ganância por levar vantagem; por se aproximar de Deus apenas para receber bênçãos materiais continua e eles só falam nisso, pois não querem o reino de Deus e nem a vida eterna, querem esse mundo.

Esse erro nos lembra o primeiro engano ocorrido no Jardim do Éden com Eva: “Tu serás como Deus!” (Gn 3.5). A verdade é que o homem não pode viver sem Deus. O homem não é autossuficiente. Nossa dependência de Deus é total. O Senhor disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5).

O homem só se torna vitorioso quando se humilha debaixo da potente Destra do Todo-Poderoso, reconhecendo sua total dependência, e não quando exclama para si mesmo: “Eu posso!”

Somente os humildes poderão ser exaltados para que não se repita o mesmo erro que ocorreu no lar edênico, onde a serpente, um tipo do mal, pregou a doutrina da cobiça: "Tu serás como Deus!", dissimulada com as roupas da autossuficiência: "Não morrerás e ainda serás conhecedora do bem e do mal".

Muitos foram cegados pelo mesmo inimigo de todos os séculos passado e do presente, e já não sabe discernir que os humildes possuem o mesmo espírito de Cristo, que sendo divino, como o Pai, esvaziou-se de sua natureza para se rebaixar na condição humana (Fp 2.7,8). Neste exemplo de Cristo está a verdade cristalina para todos os homens espirituais.

A exaltação de Jesus Cristo foi proporcional a sua humilhação, da mesma forma, inversamente proporcional, será a humilhação dos homens que se exaltarem aqui.

A exaltação e a humilhação pertencem a Deus. Se ELE exaltar não há quem possa rebaixar e vice versa. ELE não suporta o homem altivo de coração e o abate (Sl 101.5 e Pv 16.5), mas o humilde de coração que confia nELE será exaltado (Sl 27.14 e Pv 18.12).  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CORAÇÕES CONGELADOS

(02 de março de 2024)

Vivemos da era da informação, mas está mais para a era da comunicação virtual.

Parece que as pessoas só se sentem gente de verdade e valorizadas quando participam desse universo, mesmo que fornecendo informações imprecisas, incompletas, defeituosas ou falsas.

Todos querem participar desse grande chat às escondidas, onde ninguém conhece ninguém. Onde não se pode verificar os frutos de caráter e nem conhecer as verdadeiras intenções dos interlocutores. 

No entanto, esse ambiente tem sido um fértil celeiro de pseudos mestres e e de milhões de frágeis discípulos que acreditam em tudo e quem não sabem discernir a mão direita da esquerda.

Não uma porta larga, mas centenas delas nesse mesmo salão de enganos. Enquanto, a custa de muito sacrifício é possível enxergar uma pequena portinha, apertada, da verdade, há inúmeras portas apresentando suas verdades fantásticas prometendo sabedoria aos tolos.

Quais as consequências para a mente das pessoas que vivem penduradas nas mídias sociais, desprezando a Bíblia e se afastando da fonte da verdade que liberta e salva?

A maior das consequências é o coração ser aquecido com a cegueira da paixão por essas fake news e o coração se esfriar para a verdade bíblica. Muitos já se tornaram escravos de vídeos de youtubers e nem se dão conta disso. Já nem ler a Bíblia mais, pois acha que não entende e escolhem a "facilidade" da interpretação desses falsos mestres.

A Palavra de Deus é fonte de calor para corações congelados pelo frio do engano. Afastar-se dessa fogueira espiritual é como um tição tirado do fogo, pois os ventos de doutrina acaba por extinguir a chama e apagar a brasa nele.

Nos países frios, de inverno rigoroso com muita neve, as casas precisam está ligada a uma fonte de energia que possa gerar calor para que as pessoas se mantenham aquecidas, e consequentemente vivas.

Da mesma forma são as criaturas precisam estar ligadas ao Deus Criador, o Altíssimo, a fonte da vida. Se nos desconectarmos da fonte (Deus) de energia (Cristo), que gera o calor (amor), morreremos de frio (iniquidade).

A separação e o distanciamento do homem de Deus é a causa da ausência do amor nos corações dos humanos. Com isso, o homem vem adoecendo mentalmente e/ou espiritualmente.

O homem é comparado a um vaso que não pode estar vazio. Ou estar cheio de amor ou de iniquidades. Quanto menor o nível de amor em nós, maior será o nível de iniquidade. É a multiplicação (aumento) da iniquidade que faz o homem se esvaziar do amor. Amor e iniquidade não podem conviver em harmonia. Ou um ou outro.

Os que tiverem aquecidos pelo amor de Deus e de Cristo receberão a vida eterna, mas os que escolherem viver a frieza da iniquidade experimentarão a morte eterna.

É notório que o crescimento da iniquidade tem tornado os homens mais insensíveis. Muitos já nem se comovem quando ver e ouvem notícias de catástrofes e grandes sofrimentos humanos. Por outro lado, tem pessoas vivem buscando notícias estarrecedoras, destruição, ameaças, sofrimento, e todo tipo de desgraça, para se sentir bem. Isso é doença.

Esse é um dos termômetros que indica que a humanidade está sendo congelada e vai morrer de hipotermia pecaminosa.

Não nos conformemos com essa era, com essa geração, mas aceitamos a transformação espiritual que é nos oferecida através da Palavra de Deus e por Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O AMOR CRESCE

(01 de março de 2024)

“O amor é como uma plantinha que precisa ser regada diariamente, ou morre”. Assim escreveu uma jovem senhora para seu marido que andava desatento com a relação do casal.

Embora a esposa estivesse se referindo a paixão, atenção, afeto, carinho e companheirismo, tudo isso só poderá ser oferecido na perfeita medida e com discernimento, se houver amor verdadeiro.

O amor ágape, que é capaz de sacrificar a própria vida pelo outro, diferente da paixão, também precisa ser “regado e adubado” para que cresça, assim como a fé, conhecimento e a graça.

Todas as virtudes espirituais concedidas aos servos de Deus, precisam ser desenvolvidas até que atinja a estatura do homem perfeito, cujo modelo e padrão de justiça é Cristo (Ef 4.13).

Deus é amor (1Jo 4.8 ). Cristo veio à Terra nos revelar o Pai (João 1.18) e o Seu amor, pois o amor do Pai estava nEle para nos mostrar como se ama e cresce nesse amor.

Ele nos ensinou com o Seu próprio exemplo, pois da mesma forma que o amor do Pai estava nEle, os homens também poderia conhecer e experimentar desse amor, estando em Cristo e em Deus (1Jo 2.15 e 4.16).

O amor vivido e ensinado por Cristo, na prática, deve ser a busca prioritária de todas as pessoas que professam seguir e servir a Jesus.

O verdadeiro amor que Cristo nos demonstrou está claramente descrito nas Santas Escrituras como uma verdade necessária a ser buscada e praticada. 

O pleno conhecimento das Escrituras Sagradas, somado ao discernimento espiritual, pela unção de Cristo, é o meio pelo qual o servo fiel crescerá no amor de Deus cada vez mais e mais.

Nesse pleno conhecimento de Deus, pelo discernimento no espírito de Cristo (Gl 4.6), deve ser exercitada a fé, para a perfeita obediência, incondicional, à vontade de Deus revelada na pessoa do nosso Senhor Jesus Cristo.

O apóstolo Paulo, na carta aos irmãos Filipenses, em espírito de oração, deseja que o amor dos irmãos em Filipos cresça cada vez mais. O amor só pode crescer com relacionamento íntimo.

Quando conhecemos alguém na intimidade, apenas dois sentimentos podem aflorar: Amor ou ódio; Aproximação ou afastamento; Aprovação ou desaprovação; […], em maior ou em menor grau, mas nunca com neutralidade.

Esse antagonismo e o verdadeiro amor fraternal só pode ser compreendido com o conhecimento e discernimento espiritual, vindo de Deus.

O Senhor quer que cresçamos no conhecimento do amor de Deus, que nos ensina a fraternidade entre irmãos. A fraternidade gera compreensão, boa convivência, respeito mútuo, gentileza, tolerância, motivação da fé, produtividade, mansidão, humildade e serviço.

Tudo isso tem o objetivo de fortalecer a igreja de Cristo, pois irmãos que unem se tornam mais fortes para vencer as dificuldades que os servos encontrarão no mundo.

Cresçamos nesse amor até atingirmos o pleno conhecimento de Cristo e de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TUDO EM COMUM

(29 de fevereiro de 2024)

Uma grande amizade, um namoro sério e verdadeiro ou um casamento começa quando é identificado interesses ou compatibilidades em comum das partes.

Mesmo que tudo comece com uma pequena sintonia entre elas ou até algo grandioso como sentimentos sinceros e profícuos.

Essa identificação de bons sentimentos pode conduzir as partes a níveis de unidade espiritual onde a relação evoluirá cada vez mais para que seja comum entre elas.

É assim todas as relações sólidas se perpetuam: as amizades se mantem; o namoro evolui para um noivado até se transformar num casamentos que perdura até o último fôlego.

Semelhantemente, ocorre na relação entre o homem e Deus, tudo intermediado pela pessoa do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a primeira pessoa a nos relacionarmos para aprendermos tudo sobre confiança, lealdade e verdade.

Há muitas coisas em comum entre os homens e Deus: Pai e filhos; Criador e criatura; Ensinar e aprender; Dar e receber; […]

Como em todas as relações, as partes querem ser amadas. Deus nos ama e já demonstrou isso e continua dando provas de Seu amor por nós, cotidianamente. Os homens, a outra parte da relação, deveria fazer o mesmo em justa reciprocidade.

Na relação entre Deus e os homens deve existir mais que algo em COMUM. Com Deus é tudo no aumentativo, deve haver COMUNHÃO. Comunhão é ter tudo em comum num alto nível de cumplicidade alicerçada no amor verdadeiro.

A comunhão é uma relação espiritual mais profunda que as demais relações entre pessoas. Não se trata de ter em comum pequenos pontos de interesses materiais ou de bem-estar, mas uma vida no mesmo espírito.

A comunhão com Deus deve ser tão próxima e tão intensa e profunda, ao mesmo tempo e o tempo todo, que isso impeça a intromissão de terceiros, do mal, que pretenda promover a separação do homem de Seu Deus.

O modelo perfeito de como se relacionar com Deus está em Cristo. A comunhão entre Pai e Filho é tão perfeita que Jesus Cristo disse: “Eu e o Pai somos um” (João 10.30).

Esse nível de comunhão com Deus também é possível a todos os homens, começando primeiro entre eles, os humanos, para depois se relacionar com Jesus Cristo e com Deus, o Pai: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.21).

E isso não é utopia, a igreja primitiva, apostólica, atingiu esse nível de comunhão, atingindo uma perfeita unidade, veja: "E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns." (At 4.32)

Quando compreendemos o amor e a perfeita comunhão entre o Pai e o Filho, é hora de colocar em prática este mesmo aprendizado em relação aos irmãos. A nossa comunhão com os irmãos é a primeira escola.

Para uma relação de comunhão, antes é necessário conhecer a outra parte. Deus e Cristo já nos conhece, agora falta a nossa parte. Busquemos conhecer ao Pai e ao Filho, pois este conhecimento resulta em vida eterna (João 17.3).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TODO OLHO

(28 de fevereiro de 2024)

O retorno de Jesus Cristo à Terra, na companhia da pessoa de Deus, o Pai, é o evento mais aguardado por todos os santos, desde os primórdios do Antigo Testamento.

É o acontecimento mais glorioso e marcante de toda a Escritura Sagrada e de toda história da raça humana envolvida no processo da redenção.

Será um momento de felicidade indescritível para os santos justificados e salvos através de Jesus Cristo. Também será de grandiosa emoção os anjos, para Cristo e para Deus, o Pai.

O Pai tem preparado esse momento de glória e de exaltação para o Seu Filho Unigênito, desde antes da fundação do mundo, quando converterá para Ele a Sua glória em plenitude para que todos testemunhem como o Pai exalta e glorifica o Seu Filho (Mt 16.27).

O Pai fará de Cristo o personagem central desse evento, para que todos contemplem o Filho, pois a glória que o Filho recebe será resplandecida sobre todos os salvos, como sempre fez conosco o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

É a ocasião para confirmar a exaltação gloriosa do Filho herdeiro, que compartilhará com todos os salvos, feito coerdeiros com Cristo (Rm 8.17), todo o esplendor glorioso do Pai.

Nenhum evento natural ou catastrófico, já visto pelos olhos humanos, poderá, ao menos, servir de comparação com a vinda de Cristo em poder e grande glória (Lc 21.27).

Um exército composto por miríades (milhões vezes milhões) de santos anjos, que também refletem a glória do SENHOR Deus, o Todo-Poderoso.

Diante de Cristo virá um fogo abrasador que consumirá os que escolherem estar nas fileiras do inimigo (Sl 97.3). Até os elementos em chama se derreterão e os céus se desfarão pelo fogo (2Pd 3.12). Que descrição impressionante é feita pelo apóstolo Pedro.

A glória desse evento é tanta, pela presença do Pai, que até os justos que estiverem mortos ressuscitarão para vê-Lo. (Todo olho O verá).

Não há como ninguém se esconder desse evento totalmente público, onde todos os vivos verão, quer sejam justos ou ímpios. O aparecimento glorioso do Pai e do Filho será visível, audível e perceptível com todos os outros sentidos do homem. Mesmo que alguns, irracionalmente, defendam um evento secreto.

Cristo nunca fez nada em secreto e escondido, pois não tem nada a esconder de ninguém. Tudo o que Deus faz é transparente, Sua justiça e amor são visíveis a todos, pois isso é de Seu caráter. Esse caráter de fazer coisas ocultas e escondidas não é de Deus, mas do diabo.

Pseudos crentes que vivem com a palavra mistério na boca, buscando coisas ocultas, por desprezara clareza da palavra, certamente não estão com o espírito de Deus, mas iludidos pelos espírito d e demônios. Cegados pelo inimigo, não entenderam nada da sã doutrina e de toda revelação bíblica sobre as pessoas de Deus e de Cristo.

Quando a Bíblia afirma que todo o olho verá, é uma clara referência ao ímpios, pois somente os falsos crentes usam mais os olhos do que os ouvidos. Olhos representa a carne, mas ou ouvidos o espírito que trás a fé pelo ouvir a Palavra de Deus. Falsos crentes vivem procurando sinais para ver.

Os justos se alegrarão e experimentarão o indescritível gozo na salvação recebida pela graça de Deus, pois aguardavam com fé e esperança o aparecimento do único Deus, o Pai, e do único Senhor Jesus Cristo. E assim estarão para sempre com o Senhor (1Ts 4.17). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM SINAL PARA O FIM

(27 de fevereiro de 2024)

Você já teve ou ainda tem a sensação de que o tempo está passando mais rápido?

Muitas pessoas ao redor de todo o mundo tem comentado a respeito dessa sensação. Falamos sensação porque o dia continua com 24 horas, a hora com 60 minutos e o minuto com 60 segundo. O tempo é real e não sofreu nenhuma alteração.

Mas como explicar a real sensação de que o tempo está passando mais rápido, parecendo que dias, meses e anos estão voando?

Estudos científicos tem apontado para o fato dos novos hábitos da pessoa moderna, principalmente no século XXI, depois da chegada da internet e com a intensificação ou ampliação do fenômeno globalização.

No século presente, diferentemente dos anteriores, as pessoas são mais ativas ou hiperativas.

Com um aparelho de celular na mão, conectado a internet, é possível está conectado com o mundo inteiro o tempo todo. Isso criou uma nova cultura, trazendo uma falsa necessidade de estar sempre "on". O esforço empregado para se manter "antenado" tem criado nas pessoas uma ocupação em tempo real que não existia. Muita ocupação, pouco tempo.

Quanto temos pouco tempo para resolver, ver ou compartilhar com as pessoas coisas que gostamos, o tempo realmente voa. Não há nada que consuma mais o tempo das pessoas do que está conectado à rede mundial de computadores (www).

Por outro lado ainda existe o aspecto de que o homem do presente, diante de todo o aparato tecnológico, desempenha várias funções e resolve inúmeros problemas num único dia, enquanto o homem do início do século passado, programava para resolver um problema por mês.

Imaginemos que uma carta da Europa, via navio, podia chegar em 60 dias, hoje gasta-se 5 segundos. A tecnologia trouxe muitas facilidades, mas exige do homem carnal que seja como uma máquina, para interagir com elas. 

Todavia, quando a Palavra de Deus fala sobre os tempos seres abreviados, não se trata desse contexto ou desse cenário provocado por uma cultura de estresse, mas de um cenário de perseguição que promoverá muito sofrimento ao povo de Deus.

As Escrituras Sagradas nos aponta para o agir de Deus, através de Cristo, diretamente nos corações das pessoas, que estão sendo colocadas no vale da decisão, antes do último evento – o "Está feito!".

A certeza que temos é que a Palavra profética vinda de Deus não falha. Há dois mil anos, Cristo em Sua grande pregação profética nos ensinou que os últimos dias da história do pecado seriam abreviados por amor aos justos perseguidos.

Ora, um pai amoroso jamais permitiria ou suportaria um longo período de injusto sofrimento aos seus filhos. O Pai de amor, como o nosso Deus, vai abreviar esses momentos.

Se ELE está abreviando este tempo é porque o Seu povo está em dificuldades. O mundo tem se tornado a cada dia mais difícil para que o povo de Deus busque a perfeição do caráter de Cristo. Para o povo da promessa bíblica, o mundo tem se tornado, cada vez mais, sem condições de habitá-lo.

Cristo nunca abandonará Sua igreja à própria sorte. Ele conduzirá Sua igreja até consumação dos séculos e abreviará os dias mais difíceis da história para os santos. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NÃO RECEBERÁ...

(26 de fevereiro de 2024)

O conhecimento da pessoa de Deus, o Pai, é o suprassumo de toda a revelação bíblica, inclusive é uma condicionante para se obter a vida eterna (João 17.3).

Foi para isso que Cristo veio ao mundo, para relevar o caráter de Deus, pois o Pai estava espiritualmente nEle (João 10.38 e 14.10), por isso afirmou aos discípulos: “E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou” (João 12.45).

Somente Jesus Cristo poderia cumprir essa missão de revelar a pessoa de deus, o Pai, aos homens, pois nenhum outro ser no universo conhecia o Pai como Ele (Mt 11.27).

É perfeitamente possível enxergar o caráter de Deus em Jesus Cristo, Seu Filho, por suas palavras e ações:

1. Amor – quando visitou a pobre viúva em Naim para lhe devolver o filho que havia morrido (Lc 7.13-15);

2. Justiça – quando reprendeu os líderes religiosos que oprimiam o povo (Mt 23);

3. Perdão – quando impediu o apedrejamento da Madalena, por pecadores iguais a ela (João 8)…

A lista ficaria muito extensa se fôssemos enumerar todos os ensinos de Jesus, principalmente aqueles que foram transmitidos através das suas atitudes, implicitamente.

Por que conhecer a pessoa de Deus é tão importante? Por que Jesus desceu tão baixo para nos revelar a pessoa de Deus (João 1.18)?

Obviamente, porque devemos nos relacionar com a pessoa de Deus! Como se relacionar com alguém que não conhecemos? O que dizer? O que pedir? O que fazer para lhe agradar?

A maioria das nossas orações ao Pai são pedidos. Um filho que pede algo ao pai, o faz porque o conhece e sabe que ele tem condições de conceder. Um filho jamais pediria algo a seu pai se ele odiasse aquele tipo de coisa e o reprovaria na hora. 

Da mesma forma é a nossa relação para com Deus, de filho para Pai. Jamais poderemos pedir algo que Deus jamais concederia, por não aprovar, pois Ele já deixou claro em Suas palavras que aquilo não é bom para nós. Esse conhecimento mínimo de Deus, é esperado de todo cristão.

Deus, o Pai, assim como Jesus Cristo, é claro direto e objetivo em suas palavras. ELE não usa de subterfúgios, desculpas ou falas enigmáticas para enganar ou adiar Sua resposta para nos vencer pelo cansaço, como fazem os homens. 

Através do Tiago, o apóstolo simples e objetivo, Deus nos enviou uma mensagem de como devemos pedir as coisas a ELE: "Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte." (Tg 1:6).

Se o homem pede sem fé, é porque não tem esperança de receber e isso não agrada a Deus. Tiago é claríssimo em afirmar que quem pede assim, jamais receberá qualquer coisa de Deus:

"Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa." (Tg 1:7)

Se o homem não conhece a Deus, porque não leu em Sua Palavra, que o SENHOR se desagrada daquele que não tem fé, certamente não será atendido em nenhum dos seus pedidos, mesmo que julgue de grande importância.

"Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam." (Hb 11:6).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LER, OUVIR E GUARDAR

(25 de fevereiro de 2024)

A grande obra do inimigo das nossas almas é a propagação do engano, principalmente no seio da igreja cristã.

O engano é a grande pedra de tropeço para os que professam a fé cristã, nominalmente. São muitos os enganos que o inimigo tem disseminado nas instituições cristãs.

1. Erros doutrinários que impedem as pessoas de enxergarem a verdade;
2. Mensagens subliminares e midiáticas para roubar a atenção, afastando-a da Bíblia;
3. Suborno através de falsas promessas como a prosperidade material;
4. Entregam seus estudos filosóficos como comida enlatada, impedindo o povo de examinar a Bíblia por si só.

Tudo isso porque afastou e vem afastando o povo da Palavra de Deus, sem que o povo perceba que está sem ela. O povo tem a Bíblia, mas com uma compreensão torcida da verdade e foram ensinados a defender a mentira com a coragem da verdade.

As consequências por não conhecer a verdade direto da fonte, sem intermediários, são incalculáveis, mas o resultado é sempre o mesmo: servidão pela dominação intelectual.

A lista desses terríveis enganos multifacetados é grande, pois o inimigo vem trabalhando há séculos para afastar o povo de Deus da Sua Palavra e se tornarem dependentes dos homens que ele seduz e domina suas mentes gananciosas.

Ao longo dos séculos tem sido implementado, principalmente pelo clero da Idade Média e seguido pela maioria dos líderes dos pseudos protestantes, um medo sobre os símbolos do livro do Apocalipse. Esse é um dos muitos exemplos de como o povo é estimulado a depender da interpretação dos líderes religiosos.

Com isso, o povo é constantemente desestimulado a buscar a compreensão da verdade para o tempo do fim, por si só, e descobrir sobre a verdadeira vontade de Deus para suas vidas, além de entender sobre as astúcias de Satanás. Eles fazem o povo se sentir incapaz e inútil falando manso e suave ao seu ouvido, sem parecer uma ameaça.

Os movimentos religiosos modernos (evangélicos - gospel) fizeram ainda pior, indo além do quadro que já era feio. Eles incutiram na cabeça do povo a falsa ideia de que a profecia não é aquilo que está escrito na Bíblia, mas aquilo que eles fazem nos cultos em estado de êxtase, tentando adivinhar o futuro.

Ora, sem a Palavra profética, da Bíblia, a igreja se corrompe (Pv 29.18). Foi através do estudo das profecias bíblicas, lendo o livro de Jeremias, que o profeta Daniel chegou a compreensão do que iria acontecer com o seu povo (Dn 9,2). Se até um profeta de verdade ler a profecia para não se corromper, imagine esse povo sem Bíblia, vivendo de adivinhação, do mal hábito do: "Deus manda te dizer."!?

No livro do Apocalipse está contida a descrição do futuro da raça humana. Tudo isso foi escrito para o benefício do povo de Deus e não para ser desprezado, como fazem a maioria dos líderes religiosos.

O maior benefício é o conhecimento que traz preparo espiritual para vencer os grandes desafios que virão. É o único livro de toda a Bíblia que contém uma benção para aqueles que o leem e ouvem as suas profecias: "Bem-aventurados" - serão felizes.

Essa verdade é tão preciosa que o Senhor repete a mesma benção no final do livro (Ap 22.7). Todos precisam desviar seus ouvidos dos homens e se voltar para a Palavra de Deus. O nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo quer nos ensinar, nos disponibilizemos para aprender direto da fonte da sabedoria.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SENHOR REVELA

(24 de fevereiro de 2024)

Não são poucos os métodos adotados pelos homens para tentar descortinar os eventos do futuro.

Tentam acertar, como numa difícil loteria, através dos astros (zodíaco), do tarô, das imagens imperfeitas nas borras do café, nas leituras de mãos, nas cartas, na bola de cristal e tantas outras "sortes", que deveriam ser chamadas de azar.

São muitas as formas e tentativas para adivinhar o futuro. Quando um pseudo vidente que vive fazendo milhares de previsões de acidentes ou de coisas fúteis, como o resultado de copa do mundo, acerta algo, é um alvoroço para endeusar um aquele que nada sabe sobre o futuro, mas apostou nas probabilidades de acontecimento prováveis e até naturais.

O povo é tão frágil nas suas emoções que se realizam nas utopias dos outros, segundo as suas cobiças, pois, quem já não se pegou pensando na possibilidade de conhecer o futuro?

Conhecer o futuro tem sido uma incessante busca do homem, pois sempre foi fascinado pelo desconhecido, mas por esses métodos errados apenas acumulam desilusões.

Só Deus conhece o futuro. ELE é o único que tem revelado o fim desde o princípio (Is 46.10).

A Sua palavra é inerrante. Todas as Suas previsões profecias, do futuro, têm se cumprido à risca, com grande precisão. Nenhuma delas falharam.

Muitos homens não se interessam muito pelas previsões proféticas na Palavra do Senhor, porque não são direcionadas a ele, individualmente, para lhes trazer riquezas e bem-estar, alimentando seus interesses escusos e obscuros.

Se a Bíblia fizesse previsões sobre resultados de loterias que sorteiam milhões em dinheiro, nem que fosse por meio de códigos difíceis de decifrar, seria o livro mais amado e pesquisado por todos, crentes e ateus, e ainda mais lido no mundo.

Muitos acontecimentos que ainda não se cumpriram, da parte do Altíssimo, nos escritos dos profetas, há vários séculos antes e depois de Cristo, mas que certamente acontecerão, são claras demonstrações do poder de um Deus onisciente, quem tem tudo sob Seu controle.

É por Sua exclusiva bondade e misericórdia que o SENHOR revela a Sua preciosa agenda aos Seus servos fiéis. ELE faz com que as coisas ocultas ao conhecimento humano, sejam reveladas aos Seus servos, pelos profetas (Am 3.7), e se preparem para eles e não sejam pegos de surpresa ou enganados pelo inimigo.

Deus quer Se revelar para você. Mais importante do que conhecer o futuro, é conhecer a Sua pessoa e a pessoa do Seu Filho, os únicos que podem nos trazer a revelação das coisas futuras.

Deus quer compartilhar conosco os Seus planos; tudo aquilo que tem preparado para nós. O personagens principal nos plano de Deus é você, que busca manter íntima relação pessoal com ELE, através de Cristo Jesus.

Busquemos ao SENHOR nestes dias de incertezas, medos e escuridão espiritual. Só ELE pode acalmar os nossos corações, tirando a dúvida e o medo e colocando em seus lugares a fé e a esperança, pelo conhecimento revelado em Sua Palavra que desvenda o futuro.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PROMESSA DA ALIANÇA

(23 de fevereiro de 2024)

A promessa que Deus fez ao patriarca Abrão é um fiel retrato dos desejos do Altíssimo para com o Seu povo do passado, do presente e do futuro.

No texto de hoje, Gênesis 12.2, temos as partes extremas da aliança: Deus de um lado e o homem do outro, faltando apenas o Mediador (1Tm 2.5).

Esse mediador sairia de Deus e viria do meio dos homens como o mais esperado dos descendentes de Abraão (Hb 2.16).

Abraão ganhou o título de “Pai da fé” e “Pai da aliança”, pois nele foi feita a promessa da salvação prometida aos homens e dele, das suas entranhas viria Jesus, o Cristo, nosso Salvador pessoal.

As promessas que Deus fez para Abrão, Seu filho fiel e obediente, está dividida em quatro partes:

1. A partir do homem espiritual Abrão, formaria uma nação numerosa da fé;
2. Abrão seria abençoado;
3. Seu nome, sua reputação, se tornaria famoso;
4. Abrão seria uma bênção para todas as famílias da Terra.

O Senhor faz essa(s) promessa(s) para o Abrão, a quem acabara de chamar para Sua obra sacerdotal, quando ele estava no centro da nação rebelde, Babilônia, a idólatra, mostrando-nos como seria a redenção de todos os pecadores desse mundo, na mesma condição. 

Por que o Senhor faz promessas a Abrão? Qual o homem que sai do seu bem-estar para uma jornada de grandes desafios sem enxergar alguma vantagem?

O Altíssimo na Sua infinita sabedoria conhece o homem e para ajudar e salvar o homem Ele prometeu coisas que todos os homens sonhavam em conquistar: Muitos filhos (povo forte); Prosperidade material, um nome famoso na história e ser uma benção para todo o planeta.

Essas promessas são insignificantes diante daquilo que o Senhor não havia prometido ainda. Tudo isso não podia ser comparado a vida eterna que lhe estava sendo oferecida, implicitamente, e nem se tornar o ancestral do Senhor Jesus, o Salvador do mundo.

Tudo isso foi dado a Abraão, mas olhando para ele, não enxergamos nada nele que merecesse isso.

Abraão teve a oportunidade de ver apenas os filhos Ismael e Isaque. Não conviveu com os netos Esaú e Jacó, mas hoje, os seus filhos são inumeráveis: judaísmo, cristianismo e islamismo são religiões que foram criadas a partir de seus descendentes.

Deus abençoou Abraão de tal maneira que mesmo vivendo nos desertos, toda sua vida, nunca passou fome e sede, nem perdeu uma batalha para aqueles que o ameaçava ou atacava.

Seu nome era Abrão, mas o Senhor mudou para Abraão, lhe dando uma nova e excelente reputação. Hoje é o nome dos patriarcas mais lembrado entre as religiões do planeta.

Por último, o homem que vivia numa pequena aldeia em Ur dos Caldeus, fadado ao anonimato e ao esquecimento, Deus o transformou numa bênção para todos os povos.

Abraão não fez o mal a ninguém, apenas o bem e foi uma bênção para o povo do seu tempo e ainda o é para todos que se achegam a Deus e a Cristo, pela fé. Como filhos de Abraão, pela fé, sejamos uma bênção também. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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BELEZA INVISÍVEL

(22 de fevereiro de 2024)

A beleza física é o maior e mais importante cartão de visita para o nosso mundo dominado por homens pecadores que priorizam a carne ao invés do espírito.

As aparências e os predicados exteriores valem mais do que as virtudes morais e éticas, valores espirituais que formam o caráter do homem na sua essência.

Muitas pessoas se valem destas condições para obterem vantagens; se promoverem; criarem oportunidades ou dominar quem se encanta pela aparência exterior.

É um fato que a beleza encanta os homens e fazem com que as portas do mundo se abram em muitas ocasiões. Não se pode negar que essa é uma grande vantagem em nossa cultura global onde os prazeres da carne dominam a maioria.

Por que Deus não deu essa vantagem a Jesus?

Já pensou se Jesus fosse dotado de uma bela aparência exterior, como são ilustradas as grandes obras de artes dos pintores europeus? Ou, as imagens irretocáveis produzidas pela inteligência artificial de um Jesus não judeu, atendendo aos apelos dos Hollywoodianos?

Certamente a obra do evangelho da fé, que é pelo ouvir, seria prejudicada, além de contradizer todos os princípios que norteiam o caráter de Deus:

1. O SENHOR não vê a aparência, mas o coração (1Sm 16.7);
2. O homem exterior seria superior ao interior e o espírito seria inferior a carne, essência do evangelho da Nova Aliança;
3. A visão (por onde vem o engano - Ap 13.13 e Gl 1.8-9) seria mais importante do que a audição, por onde vem a fé (Rm 10.17).

Se Jesus possuísse uma beleza física, os povos que viram a pessoa de Jesus teriam prestado mais atenção nos seus ensinos ou na sua bela aparência? Seus discípulos também não deveriam possuir tais predicados físicos?

Não haveria uma certa incoerência se Jesus fosse uma pessoa linda fisicamente e falasse que o espírito é mais importante do que a carne para Deus? Soaria suspeito, do tipo: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"?

A profecia de Isaías é direta sobre esse tema. Deus, o Pai, enviou Jesus sem beleza física e por isso ninguém deu ouvido a Sua pregação (Is 53.1). Ao rejeitar a Palavra da verdade que Jesus lhes transmitiu, os judeus estavam revelando seu verdadeiro caráter materialista e superficial, sem fé. (Hb 11.1)

Esse relato bíblico, messiânico, é contundente e direto quando descreve os aspectos físicos de Jesus, o Cristo:

1. Ele não chamava atenção pela beleza, mas pela “feiura física”, pois os homens escondiam o rosto para não olhar para Ele;
2. Era uma pessoa pobre e sofrida pelos esforços da labuta diária;
3. Desprezado e rejeitado pela sociedade pela falta de beleza;
4. Homem de dores, pois suas afeições faciais transmitiam essa mensagem?;
5. As pessoas eram indiferentes com Ele, pois não faziam dEle caso algum. (Is 53.3).

A pena inspirada de Isaías compara Jesus a uma raiz de uma terra seca e por isso não havia nada de belo nEle que pudesse atrair o olhar das pessoas.

A beleza de Jesus estava no Seu caráter, a mais profunda e preciosa das belezas. Era por meio do Seu caráter que o Divino (Deus nEle) era revelado ao mundo.

A beleza mais valiosa é aquela que carregamos dentro de nós, por isso Jesus disse várias vezes: "O Pai está em mim " (João 10.38 e 14.10). O que trazemos dentro de nós?  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SUPORTAR A PURIFICAÇÃO

(21 de fevereiro de 2024)

No terceiro capítulo do livro do profeta Malaquias, numa mensagem para os sacerdotes, levitas, o Senhor amoesta os líderes religiosos sobre uma purificação que Ele realizaria.

Usando figuras tipológicas como: fogo, sabão, fundidor e lavandeiro.

O fogo é o meio pelo qual o fundidor realiza a purificação dos metais preciosos como a prata e o ouro. 

O sabão era a principal matéria-prima, nos dias do profeta Malaquias, usado para lavar e limpar (ou purificar) a pele  e as roupas do povo.

O fogo é um tipo da presença do espírito santo de Deus no homem, para purificá-lo internamente, na mente, conforme anunciado por João Batista, quando disse: "Eu batizo com água (exterior), mas virá um após mim que vos batizará com o espírito santo, com fogo" (Mt 3.11).

O sabão também é outro tipo da ação do santo espírito de Deus no homem, promovendo uma transformação no homem, também internamente, pois juntamente com a Palavra de Deus (água - Ef 5.29), promove a pureza de caráter pelo conhecimento da verdade.

Para os santos, o fogo e a água, juntos ou separados, são símbolos de meios para a purificação. Assim como o ouro é purificado no fogo, os santos também passarão por “provas de fogo” para sem purificados (1Pd 1.7).

Já a água está presente em todos os rituais de purificação, quer seja nos rituais do santuário do deserto ou nos batismos que João Batista realizava no rio Jordão.

Entretanto, é o apóstolo Paulo que nos apresenta um entendimento mais profundo sobre a purificação pela água (Ef 5.26): A palavra de Deus é como água purificadora que lava o homem para vestir as vestes de justiça de Cristo.

Esses mesmos símbolos são aplicados aos ímpios, mas com um resultado completamente oposto. O fogo é destruidor de pecados e de pecadores que não se arrependeram e não se converteram (Mt 13.40).

Da mesma forma, a água como uma enchente devastadora ou um dilúvio, também pode ser aplicado como um juízo para a destruição dos ímpios, como ocorreu no dilúvio e ocorrerá nos últimos dias da história da Terra, que como um mar revolto com suas grandes ondas castigam os ímpios (Lc 21.25).

A mesma linguagem simbólica também é utilizada pelo profeta Malaquias para advertir todo o mundo sobre o dia do retorno de Cristo à Terra. Sua vinda, na glória do Pai, será como um fogo ardendo que vem consumindo tudo diante de Si e dos Seus anjos, onde todas as obras humanas serão consumidas (2Pd 3.12).

Quem suportará esse dia? O mesmo fogo que purifica os santos, eliminarão os ímpios. O mesmo sabão, com auxílio da água, que purifica as vestes de justiça dos santos, revelará as nódoas – manchas no caráter ou pecados – na vida dos ímpios condenados, indicando que eles rejeitaram o sangue que poderia ter lavado e purificados suas culpas (Ap 1.5).

Já os santos, lavados e alvejados no precioso sangue do Cordeiro de Deus, serão purificados ou justificados dos seus pecados, de tal forma que serão vistos como se nunca os tivessem cometidos e serão considerados sem mácula ou contaminação (1Pd 1.19).

Esses santos purificados por Cristo, suportarão a vinda do Pai e o retorno do Filho do Homem, em poder e em grande glória.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SE HOUVER AMOR...

(20 de fevereiro de 2024)

Nunca se ouviu tantas teorias acerca do amor quanto nos dias atuais. São tantas, que se esgotou a capacidade imaginativa e criativa, ou fabulosa, dos homens, que resolveram inverter os valores.

Para essas mentes equivocadas, demonstrar amor é chamar as mulheres de "cachorras", por exemplo, ou dar plenos poderes às crianças que ainda não têm o caráter formado , deixando que elas façam escolhas importantes, mas extremaente erradas.

Pais que estão submissos aos filhos, pois não têm medo de lhes impor limites, sendo escravos dos choros chantagistas dessas pequenas criaturas que precisam ser educadas com rígidos limites ou pagarão um alto preço na adolescência, juventude e quando adulta.

Ou seja, um alto preço a ser pago, porque influenciados pelas mídias e ideologias sazonais, não tiveram a coragem de educar seus filhos no caminho da obediência e completa submissão aos pais na primeira fase para que valorizem a liberdade quando adultos.

Se por uma espécie de amor desconhecido pela Bíblia, os pais não ensinam, repreendem e corrigem, é deixado de ensinar sobre a virtude da obediência aos pais, professores, idosos, superiores e sobretudo a Cristo e a Deus, o Pai dos pais.

O amor verdadeiro está principalmente nos muitos "nãos" e muito poucos "sins", tanto para a criança na carne, quando o homem adulto que acabou que nascer como nova criatura em Cristo Jesus. Todos precisam ser educados e reeducados, respectivamente.

A educação visa dois grandes objetivos: Obediência e amor. A obediência leva o homem ao conhecimento do amor e o amor leva o homem a plena e perfeita obediência. 

Ninguém consegue obedecer aos seus pais, mestres, patrões, diretores, chefes ou aos ensinamentos verdadeiros dos líderes espirituais, se for amor. 

Obedecer de forma aparente, apenas no exterior sem a aprovação ou convencimento no espírito de que aquele conselho ou aquela norma é boa, tem prazo de validade, pois a mente se cansa de viver uma mentira, e mais cedo ou mais tarde o aparente obediente se torna num transgressor público.

Somente o amor verdadeiro, que vem pelo conhecimento da verdade tem o poder de motivar o homem na fé que fortalece o homem para a obediência. Esse é a verdadeira obra da fé - obedecer. Não para se beneficiar com pedidos de cura e de dinheiro.

A obediência irrestrita é a grande e mais perfeita prova de que alguém ama. Obedecer a Cristo só é possível quando aprendemos a amá-lo. É impossível amar a Cristo quando o coração está dividido entre Ele e os prazeres do mundo.

Somente quando aprendermos a odiar o mundo, para amar a Cristo, o crescimento no verdadeiro amor começa. Não é nada fácil odiar o mundo e amar somente a Cristo, mas tudo isso é possível quando temos o conhecimento da maldade do mundo e do amor de Cristo.

É por isso que Jesus coloca o amor em primeiro lugar, antes da obediência. "Se me amardes", disse Ele. Se houver amor, haverá obediência a Jesus Cristo e a Deus, o Pai, que Lhe enviou ao nosso encontro para nos ensinar sobre o amor e a obediência.

O falso cristianismo da "graça barata" tem torcido essa santa verdade libertadora. Nesse âmbito é ensinado um falso amor que não é necessário obedecer. Nem lei e noras são necessárias para eles. Se não há normas para obedecer, como exercitar o amor a Deus?

Escolhamos obedecer a todos conselhos, preceitos, estatutos, normais, leis e mandamentos do Senhor, pois só assim cresceremos no verdadeiro amor.
de Cristo, pois Deus é amor. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NADA É IMPOSSÍVEL

(19 de fevereiro de 2024)

O Deus único e Verdadeiro, dentre tantos títulos majestosos, é chamado de o Todo-Poderoso, pois criou todas as coisas e as mantém com Seu poder.

Mas, no sentido absoluto dessa frase, ELE pode fazer tudo, sem exceção?

Existem algumas coisas que Deus não pode fazer, não porque Lhe falte poder para isso, mas porque é contra Seu próprio Ser; contra Sua lei e Seus princípios morais e éticos, ligados a verdade, a justiça e ao amor.

Deus jamais mudaria o coração do homem para o bem ou para o mal, sem a sua permissão e contra a sua vontade, quebrando frontalmente o livre-arbítrio dado ao homem quando lhe dadivou a razão. Do contrário, salvaria a todos, sem exceção.

Também jamais se permitiria fazer uma injustiça contra alguém, criando um precedente para justificar a acepção de pessoas, coisa que ELE "odeia".

Deus pode transformar o homem numa nova criatura espiritual, sábia e justa, pela justificação em Cristo, mas somente quando o homem deseja ardentemente isso e pede-Lhe para que faça.

O SENHOR enviou Seus mensageiros a Abraão e Sara quando eles estavam acampados em Manre, debaixo dos carvalhos, para lhes dar a boa nova de que o filho prometido, desde a sua saída de Ur dos caldeus, estava para chegar no ano seguinte.

Mas antes de comunicar o cumprimento da promessa do SENHOR, Abraão se apressou em preparar um bezerro jovem, bolos de farinha, queijo fresco e leite para os seres celestiais (Gn 18.8), enviados da parte de Deus.

Enquanto esses seres, em aparência humana, se alimentavam, Abraão recebeu a notícia, mas Sara que estava dentro da tenda, que também ouviu a promessa, riu da sua própria condição na velhice ou porque achava impossível ter um filho naquela idade tão avançada, e foi repreendida por isso.

Ao rir da mensagem vinda da parte do SENHOR, através dos Seus mensageiros, era como se Sara estivesse duvidando do poder de Deus. É nesse contexto que Abraão e Sara ouvem: "Há, porventura, algo difícil para Yahweh?"

Qual a sua visão sobre as coisas impossíveis? Uma doença incurável; A condição social de pobreza que o impede de comprar sua casa; A falta de condições para obter o conhecimento; [...].

O Senhor prometeu para Sara, indiretamente, que ela seria a matriarca de uma grande multidão. Entretanto, havia dois gravíssimos e insolúveis problemas: Ela era idosa (90 anos), e estéril. Ao seu juízo, era impossível ter uma criança nessas condições.

Para Sara, era tarde demais. Mas, Deus havia prometido e Suas promessas não são esquecidas ou impedidas por forças quaisquer, e ninguém morre sem recebê-las. Deus visitou Abraão e Sara para dá, no tempo certo e Lhes deu um filho.

Um filho significa muito mais que a perpetuação da espécie, do nome da família ou legado, mas uma nova vida, renovação, recomeço [...]. O Senhor ama promover recomeços para resgatar e redimir os que estão perdidos na desesperança.

Abraão e Sara foram visitados na primavera, estação da renovação, para lhes dá o prometido. Hoje é o dia e o momento de renovarmos a nossa fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DEUS ESCUTA TUDO

(18 de fevereiro de 2024)

Na década de 1960, mais precisamente em fevereiro de 1964, o cantou Paul Simon escreveu uma música chamada The sound of silence (O som do silêncio), uma espécie de protesto contra a falta de resposta sobre o assassinato do presidente americano John Kennedy, em 1963.

A letra da música enigmática e obscura fala de um sonho cujo autor busca interpretação na sua velha amiga noite, a mãe das trevas. A música ainda fala de adoração ao deus neon, reza e profecias antigas, uma linguagem de duplo sentido que causa medo em muitos crentes até hoje.

Em um determinado momento, depois de dizer que o som do silêncio é mais perturbador que muitos barulhos, é dito que o silêncio é como um câncer crescente.

Mas, será que o silêncio pode ser comparado com um câncer, sempre? Não há momentos em que o silêncio se torna na mais sábia atitude a ser tomada?

Quando Jesus ficou em silêncio, sem nada responder a Pilatos, pressionado pelos líderes dos judeus, foi uma atitude sábia, justa ou de omissão, evitando dizer a verdade tão necessária?

O silêncio de Jesus (João 19.9) foi a melhor resposta para quem não queria ouvir a verdade.

Da mesma forma é Deus, o nosso Pai. Muitas vezes é necessário ficar em silêncio para com os filhos desobedientes que se negam a ouvir a Sua Palavra. 

Muitos professos crentes insistem em que Deus lhes dê respostas daquilo que ELE já deixou claro em Sua Palavra, mas por preguiça de querer saber qual é a vontade de Deus, não examinam as Santas Escrituras. Crentes preguiçosos que acham que Deus deve responder o que já foi respondido.

Essa turma do "Deus manda te dizer", que não gosta do "Deus já disse em Sua Palavra", que através das suas atitudes e mal testemunhos, apresentam um Deus insensível e injusto ao mundo. Deus escuta a todos, sem exceção.

A questão está em Sua resposta. A uns responde: "Sim, será concedido!", a outros: "Espere, ainda não é o tempo certo!"; a outros, ainda: "Não, isso não é necessário ou não lhe fará bem!" ou fica em silêncio, pois já respondeu. Portanto, escuta a todos e responde a todos.

Você é um filho de Deus obediente ou desobediente? Antes de perguntar porque Deus não responde aos seus pedidos, por que não faz uma autoanálise sobre a sua fidelidade diante da vontade do Senhor?

O apóstolo João é firme em dizer que o Senhor Deus nos ouve em tudo o que Lhe pedimos. ELE mesmo é enfático em dizer que os Seus ouvidos sempre estarão atentos às orações dos Seus filhos que guardam os Seus mandamentos:

"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra. De hoje em diante os meus olhos estarão abertos e os meus ouvidos atentos às orações feitas neste lugar." (2Cr 7.14-15).

As condições são claras: "Se humilhar, orar, buscar e se afastar dos pecados".  

Quem vive um caso de amor com o pecado e de ódio contra a Palavra de Deus, com ouvidos sensíveis e irritadiços contra as exortações da Palavra de Deus, certamente o Seu silêncio será como um câncer devastador.

Quem deseja ser ouvido pelo Senhor, no sentido de ser atendido, atente para mais esta seguinte exortação: "Procurem a ajuda de Deus enquanto podem achá-lo; orem ao Senhor enquanto ele está perto." (Is 55.6).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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INCENTIVO AO AMOR

(17 de fevereiro de 2024)

"Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade". Essa célebre frase de Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista, permite refletir sobre a força que as repetições têm sobre a mente humana.

Hoje, as mídias tem forte influências sobre as mentes midiáticas, adestradas ao longo de décadas e preparadas para aceitarem tudo com aparente lógica e sempre roupagem exterior da verdade.

É assim que as "fakes News" (notícias falsas) são propagadas como se fossem verdades. Para os ingleses são as "hoax" (termo usado para os boatos mentirosos). Estas acabam por exercer controle sobre o indivíduo, usando temas relacionados a política e religião, principalmente.

Se as mentes midiáticas ficam fanáticas pelas notícias falsas, imprecisas ou exageradas, contendo apenas um pouco de verdade, tornando cegas para enxergar a verdade e trancadas para receber o contraditório, da mesma forma podemos com a verdade.

Se repetirmos uma verdade muitas vezes, jamais a mentira poderá se instalar na mente humana, pois será trancada para qualquer tipo de engano, sem nunca temer o exame do contraditório, pois a verdade não teme a investigação.

Ora, se as mentiras incentivam o ódio nas mentes daqueles que escolhem encher seus olhos e ouvidos com notícias falsas, criando facções, partidos, grupos ou panelinhas, sempre com objetivo de dividir pessoas, por que não fazer o contrário?

A mesma força usada para o ódio e a divisão, poderia ser usada para disseminação da verdade no seio da igreja de Cristo e motivar os irmãos ao exercício do amor, em forma de cooperação, ajuda, união e sacrifícios pelo outro, em toda boa obra.

O autor da carta aos hebreus exorta a igreja de Cristo ao exercício do amor. Ele usa dos verbos em tom imperativo, como condição SINE QUA NON, para que haja unidade espiritual entre os irmãos e o poder de Deus se manifeste neles.

Os verbos são: CONSIDERAR e INCENTIVAR. Considerar uns aos outros, reciprocamente e Incentivar os irmãos ao amor, de forma prática pelas ações e com palavras.

Como se faz isso? Apenas com palestras, livros, manuais de treinamento ou encontros motivacionais, tudo no campo da teoria? Não!!! Isso só pode acontecer na prática diária no seio da comunidade cristã.

São as BOAS OBRAS entre os irmãos que revelará para o mundo o poder de Deus no meio do Seu povo, além de influenciar as pessoas na busca pelos dons espirituais, pela atuação direta do santo espírito de Cristo em seus corações.

Uma congregação que se transforme numa comunidade onde Jesus Cristo atua como cabeça, cairá na graça e na simpatia dos povos, que também serão motivados à experimentar o mesmo amor, pois o amor gera amor.

Assim era a igreja apostólica nos seus primórdios, e essa deveria ser a busca prioritária daquelas que se julgam a verdadeira igreja de Cristo:

"Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas COMPARTILHAVAM TUDO o que tinham. Com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição do Senhor Jesus, e grandiosa graça estava sobre todos eles. NÃO HAVIA PESSOAS NECESSITADAS ENTRE ELES, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda." (At 4.32-34)

"Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a SIMPATIA DE TODO O POVO. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos." (At 2.46-47)

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DEUS É LIBERDADE

(16 de fevereiro de 2024)

Um homem estava sentado numa calçada e as suas vestes de maltrapilho denunciava a sua situação de vulnerabilidade, estava a comentar sobre a sua vida como morador de rua.

Provavelmente, ele tinha menos de 40 anos de idade, mas as expressões faciais denunciavam os seus sofrimentos e as cicatrizes pelo corpo, fruto da violência urbana e do uso de entorpecentes, lhe deram uma aparência de um idoso com mais de 60 anos de vida.

Apesar de toda a precariedade, sem as condições mínimas de conforto e bem-estar, sua fala era de conformação pelo rumo que sua vida havia tomado, fruto de suas escolhas.

Ao ser questionado porque era tão conformado com a sua situação de risco e de abandono, respondeu: “Foi Deus quem quis assim”.

Muitas pessoas oriundas de famílias cristãs, como essa pessoa, receberam uma herança maldita deixada pela professa igreja cristã, em apostasia, da Idade Média.

Elas foram ensinadas que tudo é da vontade de Deus. Se eu estou em profundo sofrimento e vivendo numa situação de abandono, é da vontade de Deus? Nunca! Deus nunca quis isso.

A minha compaixão por aquele homem aumentou não por causa da falta de comida, abrigo, roupas, higiene e o mínimo de conforto, mas muito mais pela ignorância sobre a pessoa de Deus.

Deus deveria ser a única fonte de esperança e força para enfrentar aquelas lutas diárias, mas ele não podia contar com um Deus que o queria naquela situação de sofrimento. A herança da professa igreja de Cristo que tirou a Palavra de Deus das pessoas na Idade Média, condenou muita gente a viver nessa situação de trevas total.

A sua condição de bem-estar poderia ser resolvida com doações e ajudas humanitárias, mas sua condição mental, de fé e esperança, que lhe daria forças para recomeçar e vencer os vícios e a ignorância escravizadora lhes fora tiradas ao desfigurarem o Deus e Pai de amor em sua mente.

O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Deus da Bíblia, o Criador e Legislador do universo, não é o Senhor do pecado, da morte e dos sofrimentos. ELE nunca quis que os Seus filhos estivessem presos em sofrimentos que são consequências de seus pecados, frutos de escolhas erradas.

ELE é Deus da liberdade plena, da vida abundante na verdade e na luz espiritual. O homem de Deus pode até viver dignamente numa choupana simples e com poucos recursos, mas a sua mente não sentirá falta de nada e todos contemplarão saúde em sua face.

As nossas escolhas e as justas e devidas consequências devem ser claramente observadas para que nós mesmos sejamos responsabilizados e nunca coloquemos a culpa em Deus, o único que pode nos resgatar de situação de completa cegueira espiritual.

Porque muitas pessoas que não conhecem a Deus, quando passam por agruras, colocam a culpa no Pai de amor? Estão repetindo uma terrível reza medieval da instituição religiosa do tempo das trevas espirituais.

O Altíssimo é o Deus da libertação e do livramento. ELE não criou o homem para sofrer e nem para perder, mas para vencer. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TEMOR, UM PRINCÍPIO

(15 de fevereiro de 2024)

A palavra Temor na língua portuguesa é empregada com dois sentidos muito diferente um do outro, conforme o contexto da mensagem que se pretende transmitir.

Primeiro sentido: Medo - falta de tranquilidade, sensação de ameaça ou susto;
Segundo sentido: Sentimento de profundo respeito e obediência.

O Temor que a Bíblia cita, exortando todos os homens a terem para com a pessoa santa de Deus e de Cristo, não é de medo, mas de profundo respeito. 

Não é racional ter medo de alguém que é chamado de amor ou que deu a sua própria vida para salvar pessoas que não mereciam, porque amava demais. Devemos ter medo de quem deseja o nosso mal e toma atitudes efetivas para isso.

Há dezenas de passagens bíblicas, oriundas da pessoa de Deus, através dos profetas e de Cristo, nos exortando a não termos medo. Deus é contra toda forma de medo. ELE é o grande provedor da coragem e o grande destruidor do medo.

Quem deve ter medo de Deus são os ímpios que não O respeitam e que procedem loucamente diante da Sua santidade e majestade, mas os filhos de Deus, não.

Quem busca conhecer a Deus e entender a Sua santidade, devota-Lhe respeito profundo por Sua pessoa e pela autoridade que tem. ELE é Criador, legislador e mantenedor de tudo o que conhecemos, inclusive da nossa vida, que Lhe pertence. Isso já não seria o suficiente?

Todo homem que conhece a Deus e entende o que significa santidade, devotando zeloso respeito ao Altíssimo, torna-se um sábio, pois o alicerce de toda a sabedoria é o temor ao Senhor de todos e de tudo.

O Temor a Deus é uma virtude que principia a carreira espiritual do homem que foi alcançado pela graça de Deus. O homem escarnecedor e irreverente com as coisas sagradas é chamado de tolo ou ignorante, justamente porque não entende quem é a pessoa de Deus, não Lhe devtando o devido respeito.

O Temor a Deus já é a prova de que o homem está conhecendo a Deus e no caminho da sabedoria. Todo o conhecimento que fará do homem um sábio, tornando-o numa pessoa sensata, racional e necessária para o mundo.

Todas as instruções necessárias para uma vida próspera e equilibrada, tanto para si, quanto para todas as pessoas ao seu redor, são assimiladas por essa sensatez adquirida do conhecimento de Deus que o tornou numa pessoa de bom senso.

O conhecimento de Deus faz o homem ter Temor por ELE; o Temor o faz sábio por seguir todas as instruções que o SENHOR deixou em Sua Palavra de Sabedoria.

O livro do sábio ensina que a verdadeira sabedoria não consiste em acumular informações. Aquilo que se aprende como verdade irrefutável, através da confirmação de um claro “Assim diz o Senhor”, direto das Escrituras Sagradas, deve-se empenhar esforços para colocar em prática imediatamente.

A prática da verdade é descrita como temor (respeito e obediência). O homem sábio não é aquele que acumulou inúmeras informações, mas aquele que colocou em prática a verdade aprendida no Evangelho de Cristo, sobre a pessoa de Deus, o Pai.

Pratiquemos a verdade que liberta e salva. A não prática do Evangelho indica que ainda não se tem o Temor da liberdade em Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O AMOR É O MAIOR

(14 de fevereiro de 2024)

Fé, esperança e amor são as três virtudes ou dons espirituais que o Senhor concede a todo os homens que O buscam com espírito humilde e sincero.

Não se pode encontrar essas coisas do espírito no homem, nas suas instituições ou nas obras das suas mãos. A única fonte é Deus, que por meio de Cristo nos concede.

Nenhum pastor, padre, rabino ou líder religioso qualquer pode fornecer um grama de fé, esperança ou amor. Eles ter e experimentar isso, mas conceder a outros não. Só Deus pode.

Nenhuma igreja (instituição); nenhuma universidade teológica; nenhum internato religioso; nenhuma entidade religiosa, formadora ou cuidadora, poder fornecer esses dons do espírito.

A fé, o primeiro da lista, é o poder primário e mais necessário a todos os homens que precisam dar o primeiro passo no caminho que é Cristo.

A fé vem ao coração do homem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17). Ela se estabelece no coração do homem e começa a gerar frutos espirituais, quando o homem crer na Palavra de Deus que ele acabou de ouvir.

O maior e mais forte fundamento para o pecador que despertou para a verdade é a fé. Tudo começa com a fé que desperta. 

O segundo dom é a esperança, que também já é plantada quando a Palavra da fé nasce, mesmo de forma ainda acanhada. A esperança se desenvolve com a crença nas promessas preciosas contidas nas Escrituras Sagradas, fonte maior dessa virtude.

A esperança é o segundo poder que acelera o desenvolvimento espiritual do homem, para que ele atinja a estatura de homem perfeito, como foi Jesus Cristo (Ef 4.13). Esse poder não se desenvolve separadamente ou independente da fé. Ele só existe porque a fé nasceu.

O terceiro e último, como último estágio da evolução ou do desenvolvimento espiritual do homem é o amor, o dom maior. A fé a esperança são como duas pernas para que o amor possa agir. Sem esses dois primeiros, o amor pode ser confundido com paixão, romance, carinho, afeto, fraternidade ou caridade, isoladamente.

O amor em sua forma plena é tudo isso junto, mas tudo começa com a fé e com a esperança.

O amor em sua forma plena carecem de outros "órgãos" bem desenvolvidos. Para o apóstolo Pedro, outras virtudes devem ser acrescentada a fé e a esperança até chegar no amor, o último degrau de uma escada de sete níveis:

"E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, e à ciência o domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à piedade a fraternidade, e à fraternidade o amor." (2Pd 1.5-7).

São os sete degraus, um após o outro, numa crescente para cima: (1) Virtude; (2) Ciência ou conhecimento de Deus; (3) domínio próprio ou temperança; (4) Perseverança com resiliência; (5) Piedade ou compaixão; (6) Fraternidade empática e, por último, o (7) amor.

Essas virtudes ou dons não são coisas temporais que estão vinculadas a carne mortal, mas ao espírito, e são eternas quando no homem de fé. O homem sábio vai buscar esses dons que permanecem para sempre.

Se nos revestirmos do amor de Deus, seremos como Ele e como Cristo, e seremos vencedores sobre o pecado e a morte. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM ADVOGADO JUSTO

(13 de fevereiro de 2024)

Se você fosse uma pessoa muito rica, a primeira pessoa trilionária do mundo, e tivesse no seu staff pessoal o maior e melhor corpo jurídico do planeta, composto pelos mais conceituados advogados do mundo, assessorados por grandes magistrados do planeta: juízes, desembargadores, etc.

Pergunta: Você se permitiria transgredir as leis e se tornar um criminoso, sabendo que vive num país sério, onde a justiça não faz acepção de pessoas e não aceita suborno, sentenciando o rico e o pobre à prisão, sem distinção?

A resposta de um homem inteligente parece óbvia. O melhor advogado do mundo não pode livrar um criminoso da justiça e da verdade. 

Trocar uma vida de regalias, onde não há nenhuma necessidade de transgredir leis, apenas por que quer mostrar para o mundo quem tem um grande advogado, não faz nenhum sentido.

Semelhantemente, no âmbito espiritual, há muitos cristãos alcançados pela graça de Deus, que os perdoou e justificou, se tornando verdadeiramente ricos e donos de um tesouro de valor inestimável, além de ter como amigo íntimo, o único e maior advogado de todo o universo, o Senhor Jesus Cristo.

Pecar confiando em Jesus, o advogado, é um desrespeito com o amigo, querendo que Ele se torne um juiz contra si. Se somos amigos de um advogado justo, recebendo todas as suas orientações para andarmos dentro da legalidade, que seremos bons observadores da lei. Essa é a regra e esse é o bom sendo.

Portanto, o pecado é a exceção da regra. Todos nós que somos descendentes de pecadores e propensos a cometê-los, vivemos nesse risco o tempo todo.

Entretanto, isso não é uma justificativa para pecar, nem porque somos hereditariamente pecadores e propensos, e nem porque temos o melhor advogado.

Ter o melhor advogado, não é para se socorrer dele quando errarmos, mas principalmente para a prevenção legal. Todavia, se acostumados a andarmos na lei, acontecer a exceção da regra, o advogado justo estará à disposição para socorrer o arrependido que ama a lei, mas a transgrediu por algum engano, armado pelo inimigo para ele.

Isso é muito diferente de alguém que ama o pecado e vive para saboreá-lo. É possível odiar o pecado, mas experimentá-lo. Essa é a armadilha que os conselhos do Bom Advogado será útil para evitá-los.

Embora a maioria das igrejas cristãs defendam a falsa teoria de que o homem não pode viver sem pecar e por isso deve se acostumar com a ideia de que um pecado aqui e outro ali não tem problema algum, estimulando seus seguidores a desistir de lutar pelo abandono das práticas do pecado completamente, a Bíblia ensina completamente diferente.

A verdade é a regra áurea para todo o cristão sincero, e deve ser buscada incessante até chegar à estatura de Cristo, como ensina o apóstolo Paulo (Ef 4.13).

Para a igreja (instituições) do presente, em completa apostasia espiritual, que ensina seus membros a não olharem para o pecado como uma grande ameaça, estimulando-os a experimentarem de vez em quando, pois basta falar com o advogado Jesus que tudo será resolvido. Jesus vai sempre perdoar quem escolhe transgredir, se deixando usar por pessoas que não valorizam o caminho da verdade? Reflita!

Brincar de se ajoelhar aos pés do pecado e aos pés de Deus, para muitos, é normal e não tem problema algum. Ledo e terrível engano. O apóstolo João ensina que a regra é: “Não pequeis!”

Todavia, se ocorrer, Deus por Sua infinita bondade e misericórdia, já disponibilizou o Advogado justo para defender os que se arrependerem, confessam e deixam o pecado. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PENSE NISSO!

(12 de fevereiro de 2024)

Todo nós corremos o risco de nos tornarmos homens e mulheres religiosos, zelosos, sinceros nas ações e intenções, mas viver fora da comunhão de Cristo.

Sem o espírito de Cristo em nós (Gl 4.6), restará apenas a carcaça exterior, as aparências de piedade, dissimulada em roupas longas, fala mansa ou através de filosofias decoradas.

Viver de aparências, como um religioso hipócrita, é o mais triste estilo de vida que alguém pode adotar. É amar muito o sofrimento e não ter medo de violentar a sua consciência, onde a dor é a mais terrível que um homem pode suportar.

O religioso sem Cristo, que compreende a maioria dos que professam a fé crista, por isso você e eu precisamos ter a coragem de fazer esse autoexame, foi induzido por esse caminho através de outros religiosos que o ensinaram a ser assim, mas é tempo de despertar e colocar tudo isso no teste da verdade.

Quem se acostumou com sua congregação; que foi ensinado a defender a placa da igreja; foi alienado a dizer que seu pastor é ungido e infalível; que tem medo de examinar a Bíblia por si só; que tem medo de dizer a verdade para não magoar pai, mãe, esposa, filhos ou amigos; [...] não entenderam o santo evangelho e nem serve para ser servo de Cristo.

Paulo, escrevendo a igreja em Filipos, disse que os verdadeiros crentes em Cristo Jesus devem buscar as coisas do espírito e não as coisas da religião aparente: placa, pastores, ambientes, oportunidades, benefícios ou comodidades.

Ele citou: o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, boa fama, virtuoso e louvável. Nessas oito característica é possível encontrar algo material ou tudo são do espírito? Existe algo do homem exterior ou do homem interior? Isso é da mais simples compreensão.

É verdade que alguém que se veste decentemente e só vive de casa pro trabalho e para a igreja, sem fazer mal a ninguém e sem se envolver em qualquer tipo de confusão ou escândalo público, pode ser claramente enquadrado como alguém sob a virtude da "boa fama", mas não nos esqueçamos que isso ainda está no âmbito das aparências.

Nem todo professo crente que vive assim é aprovado pelos céus. Quantos escândalos vêm à tona de líderes religiosos que são enquadrados na lei Maria da Penha por espancar as esposas? Que vive um personagem para angariar recursos para seus prazeres pessoais?

O religioso cego vive crendo em fantasias e não segue a Palavra de Deus. Uma coisa certa para essas pessoas é não amar a Palavra de Deus acima de todas as coisas desse mundo.

Quando abre a Bíblia para ler, os seus olhos buscam sempre aquilo que gramaticalmente define o certo e o errado, observando apenas a superficialidade da letra morta (2Co 3.6), sempre com os objetivos de se beneficiar e de acursar os seus rivais.

Um dia desses um irmão me perguntou se era errado usar aliança (uma joia de ouro) de noivado ou de casamento. A dúvida ocorreu devido um texto escrito no século passado para um grupo religioso específico, dentro de uma visão e objetivos restritos à cegueira espiritual.

Perguntei a ele se aqui no Brasil é de bom testemunho um cristão casado andar sem aliança. Ele não gostou muito da resposta, ou melhor, da pergunta. Ele queria que eu filosofasse como um crente radical, com falsa aparência de fariseu rígido e que impõe medo.

O mesmo espírito que inspirou a apóstolo Paulo a aconselhar a igreja de Filipos, é o mesmo que nos fará compreender essas coisas, para praticá-las. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PROMESSA FIEL

(11 de fevereiro de 2024)

O SENHOR  Deus faz as Suas preciosas promessas a nós, e o Seu espírito em nós, nos estimula a fazermos as "nossas promessas" em forma de confissão.

Toda ação de Deus para conosco requer reciprocidade de nossa parte, assim como esperamos que as nossas petições ao Senhor também seja recíproca.

Quando confessamos os nossos pecados, estamos de certa forma, fazendo promessas também, pois o fato de dizermos que estamos arrependidos e muito tristes por ter transgredido um dos mandamentos do Senhor,  já está implícita nessa confissão, juntamente com o pedido de perdão, a mensagem: "Nunca mais farei isso novamente.", e isso é uma promessa implícita.

Todavia, não temos a força e o poder para garantirmos de que nunca mais erraremos contra o SENHOR, quebrando a Sua santa lei, mas devemos fazer isso na esperança que a força para obedecermos nos virá da parte do Deus de amor, por meio de Cristo.

Essa esperança é verdadeiramente o poder que carecemos para cumprir a vontade de Deus, conforme está descrita em Sua Santa Palavra. Sem essa esperança, aquilo que confessamos em nosso íntimo não se manterá firme por muito tempo.

O autor da carta aos hebreus nos adverte para as nossas confissões que estão baseadas em nossa esperança, para que a retenhamos em nossa memória sempre viva, sem se esquecer daquilo que pedimos ou nos comprometemos para com o Senhor.

Nós, seres humanos, temos a memória muito esquecida, principalmente quando nos comprometemos com o Senhor em fazer o bem ou deixar de fazer o mal, colaborando com a Sua santa obra de salvação, e para o nosso próprio bem.

Quando a Palavra inspirada pede para que retenhamos, sem lançar fora ou esquecer aquilo que pedimos ou nos comprometemos em fazer, é para que quando formos atendidos ou quando realizarmos aquilo que nos voluntariamos para fazer, vejamos a mão do Senhor à nosso favor.

Quem se esquece dessas coisas, também não enxergará a mão poderosa do Senhor cuidando e guiando em todo o tempo. Se esquecer disso é perder a chance de constatar que o Senhor é fiel em todas as Suas promessas.

Esse aprendizado influenciará o homem que aprendeu com o Senhor, a também se esforçar para ser fiel em suas promessas. Todo filho deve se espelhar no pai e aprender com ele. Não é diferente na relação entre Deus e nós, assim como foi entre Deus e Cristo.

Nosso exemplo é que retinha as promessas do Pai em seu coração e ao ser exaltado, sentando à direita de Deus, recebeu a maior de todas as promessas, o espírito santo em plenitude, para que pudesse derramar sobre os seus discípulos (Atos 2.33).

Quem espera com esperança no Senhor das promessas infalíveis, nunca será decepcionado, pois Ele não atrasa ou retarda a Sua promessa, no tempo oportuno ou na plenitude do tempo, chegará com a Sua providência:

"O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se" (2Pd 3.9).

Reter essa verdade em nós é o maior testemunho que podemos dar a um mundo fraco e indeciso, incapaz de perseverar até o fim. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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VERMELHO OU BRANCO

(10 de fevereiro de 2024)

As cores descritas nas Escrituras Sagradas, quando em textos tipológicos, contém mensagens espirituais relacionadas aos mais diversos significados.

Por exemplo, a cor azul está ligada a lei e a púrpura (roxa) ao juízo. Essas cores estavam presentes no antigo santuário hebreu, construído por Moisés.

As cores vermelha e branca também faziam parte do mesmo cenário tão rico em tipologias. O vermelho que denotava sacrifício, em consequência do pecado, e o branco a pureza de caráter, contida nas vestes sacerdotais (linho puríssimo).

O vermelho, cor presente no sangue dos animais, estava sempre conectada com o sacrifício, morte e pecado. Outras vezes era representado pelo vinho, outro tipo.

Não é sem razão que o primeiro sinal em forma de praga, no Egito, realizado através de Moisés foi transformar água (clara ou branca) em sangue (vermelho). Isso para anunciar os pecados de um povo opressor e injusto.

Esse tipo ocorrido no Egito é repito em Jesus Cristo, também no seu primeiro sinal.

Em Caná da Galiléia, região de juncos, como no Egito, numa festa de casamento, Jesus transformou água em vinho (vermelho sangue), abrindo as portas para uma série de sinais prodígios que julgariam o Seu próprio povo, à semelhança de Moisés.

Moisés não era egípcio, mas se tornou um deles e voltou, rejeitado por eles, para apresentar dez chances para libertar o povo. Jesus não era judeu, mas dos céus, mas se tornou um deles e veio para eles, rejeitado pelos seus, apresentou dez oportunidades para eles deixarem de oprimir o povo.

Na morte de Jesus na cruz do Calvário, ao ser transpassado por uma lança, seu corpo verte sangue e água (João 19.34), a ordem inversa do primeiro sinal. Aquele que começou transformando água em vinho (tipo do sangue), conclui a obra trazendo primeiro o sangue e depois a água.

Como se as últimas gotas do seu sangue fossem se transformando em água, que é translúcida, uma espécie de um branco tão puro e límpido, que é transparente como o cristal. Como uma espécie de transformação do sangue para água. 

Em Isaías, numa promessa Messiânica, o Senhor promete ao Seu povo que se os seus pecados fossem tão vermelho como a escarlata ou como o carmesim (tintura de um vermelho intenso), seriam purificados de tal forma que seriam tão brancos como a neve ou a branquíssima lã.

Essa linguagem era tão grandiosa, que soava aos ouvidos dos hebreus como algo miraculoso, pois eles sabiam como tingir um pano branco em vermelho, mas um pano vermelho se tornar branco era algo desconhecido para eles.

O Senhor queria transmitir a eles e a nós hoje, exatamente isso, pois o Seu poder sobrenatural está nossa disposição para realizar assim com o nosso caráter impuro, avermelhado pelo pecado, mas Ele pode nos transformar em pessoas puras, límpidas e transparentes como cristais da mais alta pureza.

E isso se dá, exatamente pelo sangue através do sangue de Cristo, com o qual fomos comprados e purificados (Lv 14.14 e 1Pd 1.18-19). O sangue puro de Jesus é o alvejante do nosso caráter. Seu espírito em nós, o sangue da nova aliança, nos purifica de todo pecado.

O Senhor cumpriu a Sua promessa de nos purificar. Aceitemos ser lavados e purificados.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PEDIR, BUSCAR E BATER

(09 de fevereiro de 2024)

Uma jornada é composta de começo, meio e fim, assim como o tempo é definido como passado, presente e futuro.

Três são as formas ou maneiras como o Senhor Deus redime e salva o ser humano da condenação e da morte certa, em consequência do seu pecado.

Essa questão vai além de uma simples curiosidade bíblica, mas contém mensagens espirituais implícitas sobre coimo Deus atua e como deve ser o proceder dos homens.

Vejamos alguns exemplos:

NO TIPO: Três são as fases da vida de Moisés. Três fases de 40 anos cada. 40 anos no Egito; 40 anos no deserto cuidando de ovelhas e mais 40 anos noutro deserto cuidando do povo resgatado do Egito, até que Moisés descansasse e o povo entrasse na terra prometida.

NA TENTAÇÃO: Três foram as vezes e as formas que Satanás tentou a Jesus Cristo no deserto, sendo derrotando em todas as instâncias pelo Filho do homem. As três piores tentações que todos os seres humanos haviam caído, antes, Jesus venceu todas.

NA REDENÇÃO: Três são as necessidades de todo o homem que almeja a justificação e salvação. Somente Jesus pode fornecer o ouro, vestes e o colírio, como tipos espirituais de purificação, justificação e salvação.

Poderíamos citar inúmeros exemplos bíblicos sobre três fases das muitas coisas que ocorrem no âmbito espiritual, tanto vindo da parte de Deus, como da parte do inimigo, que tenta em tudo imitar o Criador para enganar as Suas criaturas.

Todavia, vamos refletir sobre as três maneiras do homem obter de Deus tudo o que necessita para o seu desenvolvimento espiritual até a salvação para a eternidade:

1. PEDIR: É a forma mais passiva do agir do homem que decide servir a Deus. Esse é o primeiro estágio do conhecimento de Deus, quando o homem precisa aprender sobre tudo e receber ajuda sobre tudo, inclusive a força e o ânimo para agir. Assim foi a primeira fase dos discípulos de Cristo: só perguntavam e pediam;

2. BUSCAR: É a forma ativa, quando o crente começa a se movimentar em direção a Deus. Nessa fase, ele ora e age, se movimentando para buscar o que tanto precisa, pois sabe que na movimentação há um aprendizado muito superior ao do estado da passividade. Os discípulos de Cristo experimentaram isso no "Ide";

3. BATER: É o último estágio, do teste. É a fase da urgência e da emergência, quando o homem se dá conta que não pode mais desperdiçar seu tempo com as coisas do mundo, mas para a salvação das pessoas. O povo judeu costumava bater nas portas quando o aviso era urgente e já não dava mais tempo de falar, pois os inimigos já se aproximavam para cercar a cidade e aquele era a última chance de escapar, fugindo da cidade.

Em qualquer uma dessas três circunstâncias o Senhor jamais desamparará o Seu povo. No começo, no meio ou no fim da jornada, os ouvidos do Senhor estarão sempre atentos para ouvir a voz dos Seus servos, não importando a forma como se dirigem a Ele.

O Senhor está esperando a minha e a sua oração. Só interessa ao diabo que tenhamos medo de nos dirigirmos ao nosso Pai bondoso, em oração.

ELE está sempre de ouvidos atentos aos que pedem; Se deixa achar pelos que O buscam e está sempre atento aos que batem à Sua porta. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SENHOR DO RESGATE

(08 de fevereiro de 2024)

Como lidamos com as ofensas e os pecados das pessoas contra nós?

É tão natural para o ser humano rechaçar com violência as agressões que recebem dos seus semelhantes, que até parece coerente e justo.

Ninguém está acostumado a pedir perdão a uma pessoa que lhe agrediu, porque se sentiu prejudicado, nem ouvir de alguém: "Não se preocupe com esse prejuízo que você me deu!".

É comum para todo homem pedir justiça quando se sente agredido ou prejudicado de qualquer forma. A reparação, muitas vezes com juros, parece ser o certo para o injusto homem que clama por justiça quando está do lado afetado.

A verdade é que todo homem é resistente para pedir perdão ou para reconhecer o seu erro, ou para reparar o prejuízo que deu ao outro, mas muito afoito e cheio de razão quando estar na condição do prejudicado. Nesse caso, cobrar, ameaçar e se espernear é comum.

Assim é o homem natural, mas como são as reações de Deus e de Cristo para com o ser humano que o tempo todo Os ofende e peca contra Sua vontade?

O homem mede os seus semelhantes a partir de si mesmo. Quando afirma que nenhum homem é fiel aos princípios da verdade, está falando de sua infidelidade e da sua incapacidade de ser obediente aos santos mandamentos de Deus.

Da mesma forma o homem faz com Deus. O homem mede Deus a partir de si mesmo. Ele espera que Deus o castigue quando comete um erro, também espera que Deus não o perdoe, porque tem dificuldades de perdoar os seus semelhantes. Eis a grande barreira para que o homem conheça a Deus.

E essa, talvez, seja a maior dificuldade que o homem tenha para conhecer e aceitar Deus. Ao espelhar Deus em si mesmo, equivocadamente, o homem faz de Deus alguém que pode se contradizer; fazer acepção de pessoas; agir com injustiça e cometer atrocidades. Deus não é assim.

Deus e Cristo não procedem como procede o homem. Eles perdoam quando são ofendidos e usam de misericórdia quando o homem se arrepende de seus pecados.

A forma como Deus e Cristo perdoam as ofensas é comparada ao forte vento que sopra pra longe e com velocidade as nuvens dos céus, fazendo-as desaparecer e serem esquecidas, como se nunca tivesses passado por ali um dia, naquele lindo céu azul.

Da mesma forma como Deus e Cristo procedem com as nossas ofensas, semelhantemente fazem com os nossos pecados confessados e abandonados. Com os pecados, ainda é mais rápido e eficaz, pois como uma suave neblina que com qualquer vento facilmente se dissipa, assim é como o Deus está disposto a nos perdoar.

Por que a distinção entre ofensas e pecados, se tudo é contra Deus? Ofensas é contra a pessoa de Deus e pecados é aquilo que é cometido contra a Sua lei, autoridade e poder.

Quando o profeta Isaías fala no perdão dos pecados e ofensas, fala daquelas pessoas que um dia foram resgatadas para a verdade, mas que fraquejou e se afastou da justiça. Para esses, o Senhor usa o termo: "Volte para mim". Aquele que já experimentou os braços do Pai, recebe esse convite.

A disponibilidade do SENHOR em nos perdoar é tão rápida quando a velocidade da luz e tão disposto a apagar o pecado quanto pegadas na areia da praia banhada pelas águas do mar. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NÃO É O HOMEM!

(07 de fevereiro de 2024)

A primeira conscientização que a nova criatura espiritual em Cristo recebe de Deus é sobre sua pequenez e limitações.

O espírito do Senhor não faz isso para menosprezar ou desencorajar ninguém, mas para ensinar a verdade sobre o Todo-Poderoso e, sobretudo, a humildade tão necessária para que o ser humano compreenda as verdades seguintes.

O homem atrofia no espírito quando não cresce na humildade e diminui na vanglória ou prepotência. Quando o homem se sente autossuficiente, pensa que não necessita de Deus e segue seu caminho dependendo apenas de si mesmo.

Mas, quando descobre que suas forças, inteligência e recursos são muito limitados e que existem coisas mínimas que já não consegue resolver, essa frustração pode levá-lo a desistir de tudo, desacreditar de tudo e querer se abraçar com a morte.

É perigosíssima as teorias da autoajuda; autoestima; autoconfiança; autossuficiência; [...] Essas motivações vazias buscam no próprio homem (auto) a solução para tudo, quando não há solução para quase nada de relevante.

Como o ser humano, que é fraco, enfraquecido naturalmente pelo pecado, pode buscar forças em si mesmo?

Outro aspecto que caracteriza o ser humano como débil e cheio de limitações, é a incapacidade de, sozinho, fazer escolhas e decidir andar pelo caminho da verdade, sem nunca cometer um erro.

O homem sozinho, jamais poderia ter forças para buscar e perseverar no caminho da verdade, tendo contra si e em si mesmo, na própria carne, uma força que pende para o erro e que é mais forte do que a vontade de ser perfeito em justiça e em bondade.

Sem a ajuda de Deus, que mostra a verdade ao homem e lhe dá força espiritual para colocar em prática todos os Seus mandamentos, jamais poderia escolher andar em plena retidão ou perseverar na verdade que conduz a vida eterna.

Deus nos deu Seu Filho para ser o nosso exemplo e provar para nós que é possível andar em retidão e viver a verdade. Em Jesus Cristo encontramos todos os meios para a nossa justificação e salvação.

Além de nos dá o Filho exemplar, nosso Deus e Pai, também através do Senhor Jesus, nos deu eterna consolação, pelo espírito de Cristo que procede do Pai e foi enviado a nós (Gl 4.6).

Com sua misericórdia nos consola, anima e fortalece, promovendo esperança e fé, por Suas preciosas promessas.

De onde vem essa força e o poder espiritual para escolher e andar no caminho da verdade e da justiça?

No conhecimento das pessoas do Pai e do Filho, o único Deus e o único Senhor, respectivamente, (João 17.3) que nos dá acesso aos preciosos tesouros da sabedoria (Cl 2.2,3).

Os tesouros que o dinheiro não pode comprar: discernimento, consolo espiritual, paz, fé, esperança e amor. Não há Pai bondoso como Deus e não há Filho obediente e amoroso como Cristo. NEles encontramos a força, exemplo e poder. Sem Ele jamais poderíamos chegar a salvação sozinhos.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A COMPAIXÃO DO PAI

(06 de fevereiro de 2024)

O compaixão é um sentimento que reúne em si a piedade e a empatia pelo sofrimento do outro, movendo aquele que se compadeceu a ajudar o que sofre.

Embora as escolas e os nossos dicionários ensinem que a compaixão é uma dos sentimentos que definem como seres humanos, pois quando alguém se mostra insensível com o sofrimento alheio, afirmamos: "Seja mais humano!"

Todavia, a compaixão não é um sentimento ou virtude dos seres humanos, mas, originalmente, dAquele que criou a raça humana e lhe presenteou com Sua imagem e semelhança.

A compaixão é uma virtude originalmente divina, assim como a bondade e o amor. Felizes são aqueles que conhecem essas virtudes espirituais.

Encontramos nas Escrituras Sagradas algumas passagens onde Jesus Cristo se enche de grande compaixão pelas multidões (Mt 14.14) doentes e pelo sofrimento de várias pessoas a quem curou.

O próprio Jesus atribui a Deus, o Pai, como sendo a fonte original de todas essas virtudes espirituais. Sendo Ele o primeiro Filho, o primeiro a receber tais dádivas.

Ao falar com o jovem rico, Jesus deixou claro para ele que "Bom" só havia um, referindo-se ao Pai que estava nos céus (Mt 19.17). 

No sermão do monte, ao ensinar os seus discípulos a orarem, disse: "Pai nosso que estás nos céus... dai-nos isso, aquilo, etc." Na mesma oportunidade, falou do caráter amoroso e misericordioso do Pai para com os homens:

"Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!" (Mt 7.11)

O amor dos pais para com os seus filhos é algo tão sublime que é muito difícil de explicar. Como explicar o sacrifício de um pai e de uma mãe que vivem única e exclusivamente para promover o bem-estar dos seus filhos?

Se você é um pai ou uma mãe que sabe o significado da palavra sacrifício na frase anterior, certamente terá mais facilidade para compreender o que o nosso Pai celestial faz por Seus filhos.

Se você é um filho e tem a sabedoria de discernir o tamanho do sacrifício dos seus pais, também terá facilidade para compreender o amor de Cristo, o Filho único do Deus único pelo Pai.

Deus, o Pai, se compadeceu dos pecadores deste mundo e enviou Seu Filho para lhes dar a dádiva da vida eterna (João 3.16), a todos os que nEles cressem. em santo temor. Respeito e obediência à Palavra de Deus é a prova do temor verdadeiro.

Se todos os religiosos buscassem essa compreensão que gera gratidão, devoção e fidelidade, os seus testemunhos seriam verdadeiros e poderosos. Por que os pais são cada vez mais relapsos em relação aos filhos e os filhos cada vez mais desobedientes aos pais?

Porque não tem a referência do Pai dos pais e do Filho modelo em obediência e amor. Como a humanidade vai compreender as preciosas palavras do salmista ao falar do Pai que se compadece dos Seus filhos que o temem (respeita e obedece)?

Deus tem compaixão dos Seus filhos e nunca os desamparará. O bom filho que isso compreende, se esforçará para obedecer os mandamentos de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CIENTE E SILENTE

(05 de fevereiro de 2024)

O Senhor comissionou Moisés para que construísse um templo para que Ele pudesse "habitar" entre o Seu povo. (Ex 25.8)

Nesse tabernáculo, cujo projeto e os dons para execução tinha origem divina, deveria servir como "habitação" para o majestoso nome do Senhor Deus (Dt 12.5 e 11).

Sabemos que o Altíssimo nunca habitou ou habitaria em templos feitos por mãos humanas (At 7.48).

O próprio Salomão que coordenou a construção do primeiro grande templo de pedras, com toda a magnificência de sua época, declarou que os céus seriam pequenos demais para conter o Eterno, quanto mais um edifício feito por seres humanos, débeis e mortais?!

"Agora também, ó Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. Mas, de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei." (1Rs 8.26)

Se o Altíssimo não habita em templos construídos pelos homens, qual a sua habitação?

Se somente a infinitude dos céus é suficiente para conter a pessoa de Deus e Sua majestade, um templo na Terra inteira ainda seria ínfimo demais para servir como "morada" para o Todo-Poderoso.

O Eterno Deus é espiritual (João 4.24). ELE é o Deus Vivo (Mt 16.16). Um Deus que é espiritual e vivo, jamais poderia habitar num templo de pedra que não é vivo e nem espiritual.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo espírito de Cristo nos revelou que o verdadeiro templo onde Deus habita é o corpo (mente) do ser humano como nova criatura espiritual (1Co 3.16 e 6.19). A mente do homem é tão vasta quando o universo e somente nesse ambiente espiritual poderíamos receber o Senhor Deus em espírito.

Se o verdadeiro templo de Deus é a mente do homem, o que quis afirmar a Palavra de Deus na boca do profeta Habacuque (2.20), quando ordenou que todos os habitantes da Terra fiquem em silêncio, porque o Senhor está em Seu santo templo?

A Palavra escrita por Habacuque se refere aos adoradores do templo em Jerusalém, que deveriam abrir Suas bocas e louvar o Eterno por Sua bondade, misericórdia e justiça? Obviamente que não! A Palavra espiritual é muito mais abrangente que a literatura, que a literalidade.

A mensagem espiritual nos diz que, quando o Senhor habita em nossa mente, devemos está atento, silentes, o tempo todo para ouvirmos a Sua voz nos falando ao nosso espírito.

Jamais as nossas vozes ou pensamentos imperfeitos e muitas vezes equivocados devem ser mais altos que a voz do Altíssimo em nós. Só ouviremos a voz espiritual de Deus em nossa mente quando silenciarmos nossas vozes que são como gritos de irracionais.

Foi assim que o Todo-Poderoso falou ao profeta Elias numa caverna no deserto, num cicio tranquilo e suave (1Rs 19.12). ELE não estava no vento forte, no terremoto ou no fogo que vieram antes, pois não é por força e nem por violência que ELE nos fala, mas por Seu espírito (Zc 4.6).

Para ouvirmos a voz suave e espiritual do Senhor, falando às nossas mentes, devemos silenciar o mundo em nós. Se o pecador é exageradamente barulhento, o espírito do Senhor é suave e tranquilo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O FILHO VIVE

(04 de fevereiro de 2024)

O Filho de Deus nos foi enviado no tempo certo e na hora oportuna. "Na plenitude dos tempos" (Gl 4.4), para fazer a expiação pelos nossos pecados.

Aquele era o momento ideal. Nem estava atrasado e nem adiantado. Jesus chegou exatamente na hora estabelecida pela onisciência de Deus, o Pai.

A hora exata do Filho nascer do ser humano; para ser ungido; se revelar ao mundo; para ensinar; para curar; para libertar; ser preso e morto, cumpriram todos os propósitos do Pai.

A hora em que Cristo Jesus deveria deixar a sepultura e retornar a vida, também ocorreu no minuto exato que o SENHOR havia estabelecido, pela Sua única e exclusiva Autoridade:

"Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade;" (At 1.6-7)

Para revelar aos homens as boas novas de que Deus, o Pai, estava no controle de tudo, Jesus realizou um milagre, no poder do Pai, de uma maneira ímpar, evitando se dirigir ao local para curar ou ressuscitar um doente à beira da morte.

Jesus jamais se privaria de uma experiência pessoal e presencial como esta, mas era para que os envolvidos superabundassem na fé e nome do SENHOR Deus fosse exaltado através de Jesus Cristo.

Um pai desesperado busca Jesus para que cure o seu filho que está morrendo. Ele era um oficial do rei, alguém que ocupava uma posição privilegiada na sociedade em que vivia na região da Galiléia.

Seu filho estava à beira da morte na cidade de Cafarnaum e ele se deslocou até onde Jesus se encontrava, na cidade de Caná da Galiléia, onde Ele havia transformado água em vinho, 
percorrendo cerca de 40 quilômetros para implorar pela vida do filho.

Ao ver Jesus, rogou que fosse com ele até sua casa em Cafarnaum para que livrasse seu filho da morte. Deus, o Pai, que ouvia tudo e operava todos os milagres através de Jesus (João 14.10 e Atos 2.22), bem sabia a dor de perder um filho.

Imediatamente, escutou da boca de Jesus: "Vai, teu filho vive". (João 4.50) O homem que não tem o seu nome citado, creu na Palavra e retornou para sua casa, sendo encontrado por uma comitiva dos seus servos dizendo que seu filho vivia e disse a hora em que o filho havia apresentado a melhora miraculosa.

Esse homem entendeu que foi exatamente a hora em que Jesus havia dito que ele poderia voltar em paz, pois o seu filho não iria morrer, mas viveria. O fato daquele homem em se deslocar 40 quilômetros para buscar Jesus foi a prova da sua fé.

A frase "Teu filho vive", trouxe uma alegria sem tamanho para aquele pai. Uma forma de o Deus Todo-Poderoso compartilhar conosco, segundo as expressões, linguagem e sentimentos humanos o que ELE mesmo sentiu quando Seu Filho voltou da morte, quando os anjos retornam com a notícia: "Teu Filho vive!".

Essa é mais uma, dentre tantas, demonstrações da parte de Deus, que ELE quer dividir conosco todas as Suas alegrias em forma de bênçãos espirituais que nos chegam em forma do conhecimento da Sua pessoa e de Cristo.

As bênçãos oriundas da fé salvam muitas pessoas: Os que são curados, os enviados e os que imploram. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PARA QUEM?

(03 de fevereiro de 2024)

O tema juízo, julgamento ou justiça é abundante em toda a Escritura Sagrada, mas no tempo presente se tornou um assunto de pouco interesse dos líderes religiosos ricos e famosos.

Para muitas igrejas de pensamentos progressistas e liberais, afetadas pelo virus do capitalismo, adeptos da teoria da prosperidade financeira, com grandes recursos financeiros e compostas por membros de classe média e alta, esse tema é agressivo demais aos seus ouvidos sensíveis.

Os líderes religiosos que são mantidos por esses ricos recursos financeiros e que se tornaram escravos daquilo que isso pode lhes proporcionar, não ousam desagradar aqueles que lhes pagam bem, os seus senhores. 

A relação é: Eu digo coisas agradáveis aos vossos ouvidos, iludo-os com falsa graça e falsa salvação e vocês me pagam para que eu aplaque as firmes e verdadeiras acusações que as vossas consciências vos fazem, resistindo aos apelos do espírito santo de Deus.

A palavra condenação só pode ser dita, se recortada do seu contexto original, mudando completamente o sentido da mensagem bíblica. Seria desagradável demais dizer que pessoas que pagam tão caros para entrar nos templos luxuosos estão em débito com Deus.

Para esses professos cristãos, o verso de Romanos 8.1, por exemplo, só pode ser lido pela metade: "Portanto, agora nenhuma condenação há.", pois o restante não é agradável, por se tratar de uma condição injusta, fruto do equívoco do apóstolo. 

Paulo não está equivocado, mas inspirado! Ele está expondo a verdade com ela deve ser dita de forma clara e objetiva, sem qualquer omissão. Estão livres da condenação eterna apenas aqueles que estão em Cristo Jesus.

Os cristãos nominais que, ao invés de estar em Cristo, estão na instituição religiosa e estão nos líderes religiosos, não estão fora da condenação. Existe condenação sim, para todos os religiosos que deixaram de confiar em Cristo para confiar mais nas placas das igrejas e nos seus manuais dogmáticos.

Quem confia em Cristo, obedece unicamente a Ele, mesmo que isso desagrade as instituições e os seus poderosos líderes. E, certamente, todo aquele que escolher obedecer a Jesus, vai, invariavelmente, desagradar os líderes religiosos e as suas igrejas empresas.

O próprio Jesus, orando ao Pai no livro de João, capítulo 17, nos ensinou a condição para que Ele estivesse em nós e nós nEle: "Não estarmos no mundo, pois o mundo odiaria os que estivessem em Cristo".

Para os que viverem em desobediência, escolhendo atender os seus desejos carnais, em desobediência a Deus, conforme explicitado em Sua lei, praticando o mal, a sua sentença será a condenação eterna. E, não há outra forma de ensinar isso, quer sejam sensíveis demais ou não.

Para quem anda como Cristo andou, em espírito, em plena obediência, não entra em qualquer tipo de condenação. Ser obediente a Deus significa “estar em Cristo” ou “estar no mesmo espírito de Cristo”, o mesmo espírito de santidade que emana do Pai.

Este mesmo espírito de santidade que nos convence do pecado (viver sem pecar), da justiça (praticar a justiça), e do juízo (preparar-se para o tribunal de Deus). (João 16:8).

Quem está no mesmo espírito de obediência de Cristo não precisa se preocupar com uma condenação no juízo, mas confiar no advogado e juiz – Jesus Cristo, que testemunhará diante do Pai (Ap 3.5) pela absolvição do fiel.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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GRAÇAS A QUEM?

(02 de fevereiro de 2024)

A geração do terceiro milênio, inclusive os cristãos, foram bombardeados com a injeção asiática da autoajuda. 

A falsa ideia de que o homem tem uma força em si mesmo, bastando procurar para encontrar, não dependendo de ninguém, nem de Deus, pois há em si uma parte divina, é uma doutrina asiática milenar. 

Essa crença existe há milênios e os asiáticos continuam sendo os mesmos, nem superiores e nem inferiores a nenhum outro homem dos outros continentes. Com tal conhecimento, deveriam ser mais sábios, serem os mais saudáveis e longevos de todo o planeta.

Desde o início do século XXI que importaram isso para o ocidente. O medo do mundo se acabar na virada do ano 2000, foi a porta de entrada para os muitos cristãos vencesse os seus medos, ouvindo os coaches dizer: "Você tem a força em si mesmo!".

Isso virou moda e tendência. Durante mais de uma década surgiram milhares de livros de autoajuda e dezenas de motivadores profissionais, mas nenhum deles conseguiram impedir a vinda da depressão, a mais terrpivel das doenças mentais.

Ora, se eram os super poderosos na mente, no espírito, pois eram divinos e tinham o poder em si mesmos, porque tal doença, e principalmente nas pessoas que embarcaram nessa teoria. Se são tão evoluídos no espírito, porque as maiores ditaduras e opressão está nesse berço. Infelizmente os ocidentais compraram gato por lebre.

Todas as vezes em que o homem caiu nesse engodo de que ele pode tudo com a força da mente, pois existe nele um poder, paga muito caro lá na frente.

Todos os homens e reis, como: Nabucodonosor; Dario, da Média; Alexandre, o Grande; Os Césares de Roma; Napoleão ou Hitler, por exemplos, se sentiram poderosos e agiram com espírito prepotente, achando que podiam muito, mas logo viram as suas derrocadas. É assim desde que o mundo é mundo.

As pessoas sem Deus, vivem neste mundo se sentindo inseguras tentando preencher um vazio interior que somente a fé em Deus pode suprir. Quando não O buscam e nem O encontram, preenchem com promessas em doutrinas vazias, de homens.

Mas os que confiam suas vidas ao SENHOR e O buscam como seu abrigo e fortaleza, não vivem assustados e inseguros. Suas mentes foram libertas pelo espírito de Cristo.

A força e a orientação para andar num caminho de luz e de verdade, em plena segurança, somente Deus, através de Jesus Cristo, pode nos proporcionar.

Os perigos que vem das trevas não podem causar medo ou ameaçar a vida daqueles que estão abrigado em Deus, por meio de Cristo Jesus.

Aqueles que foram alcançados pelo conhecimento da verdade, não necessitam de motivações humanas, vazias em si mesmas, pois são mantidos pela fé genuína num Deus mantenedor e de um Senhor presente que consola e refrigera o espírito.

O SENHOR desembaraça os caminhos e resolve tudo aquilo que é impossível à pouca força dos seres humanos, com todas as suas inúmeras limitações, expostos a todos os perigos que o mundo de enganos e pecados os expõem.

Deve se buscar força, saúde e todo tipo de orientações em Deus, por Cristo, e não nos homens. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A VIDA ETERNA É...

(01 de fevereiro de 2024)

Já imaginou está presente e ouvir uma conversa entre Jesus Cristo e Deus, o Pai, tratando da coisa mais importante para Eles, que é a vida eterna para os homens?

Isso é possível, pois no capítulo dezessete do evangelho de João está registrado essa conversa, a mais linda, profunda e reveladora entre todas, o suprassumo da verdade que liberta e salva.

Sabe aquela pergunta que o jovem rico fez a Jesus: "O que farei para herdar a vida eterna?" (Mt 19.16), a pergunta universal, que todos nós já fizemos em nosso íntimo também?

Jesus responde aqui, numa conversa (oração) com o Pai. Ele não responde somente ao jovem rico, mas a todas as pessoas que buscam a vida eterna na Palavra de Deus, e de uma forma mais profunda, preciosa e espiritual.

Esta mensagem de Jesus está contida no capítulo mais profundo de toda a Bíblia. João 17 é de longe a mensagem espiritual mais importante sobre a doutrina mais importante da Bíblia, sobre Jesus no plano da redenção e sobre a grande e real necessidade da igreja, a unidade.

Todo homem ou mulher que professa a fé cristão que não examinou João 17 dezenas de vezes, não entendeu e que todos os profetas e apóstolos tem apontado para a mesma direção: O conhecimento de Deus é tudo para o crente que vive pela Palavra.

O suprassumo da revelação; A espinha dorsal da verdade; A porta de entrada para toda a compreensão; […] está nessa oração de Jesus ao Pai.

Quantas verdades há nessa fala simples, direta, objetiva, mas ao mesmo tempo de grande profundidade espiritual?

1. Que há apenas uma pessoa, um só ser, que é Deus. Essa pessoa é o Pai com quem Jesus está falando e chamando-O de o único Deus;
2. Que o conhecimento de DUAS pessoas apenas, Pai e Filho, é a luz do caminho para a vida eterna;
3. Que o único Deus só pode ser compreendido através do Seu Filho, que foi enviado à Terra.

E se você soubesse que o conhecimento dessa doutrina habilita o homem para a vida eterna, estaria dizendo por aí que os temas Trindade versus Divindade não é ponto de salvação, porque ouviu isso de pastores e dos líderes religiosos, sem nenhum compromisso com a verdade?

Eu e você precisamos perguntar a Jesus, pois somente Ele tem as respostas para nos dar, já que recebeu do Pai toda autoridade (conhecimento e poder para agir). 

Jesus Cristo nos ensina que o conhecimento mais importante de todos é CONHECER a pessoa do Pai, somente, como único e Deus verdadeiro. Essa é a necessidade vital de todos os homens.

Tudo isso só é possível através da pessoa do Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Nós só podemos dizer que conhecemos uma pessoa, quando conhecemos o seu caráter. Na Bíblia há inúmeras passagens que nos revelam sobre o caráter do Pa, mas a vemos na pessoa do Filho.

É examinando a pessoa do Filho que compreendemos a pessoa, invisível ao pecadores, do Pai. Jesus nos revelou um Deus de amor e justiça, mas, sobretudo, nos apresentou um Pai bondoso e rico em misericórdia e justiça.

Nos seus ensinos e nas suas ações, Cristo nos mostrou como é o caráter do Pai. Quem buscar compreender essa verdade, descobrirá mais que uma doutrina, mas sentirá o desejo profundo de ser um com Eles (João 17.21-22).

A comunhão com o Pai e com o Seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1.3), é o fruto dessa que é a maior descoberta na Bíblia. Priorizemos conhecer a pessoa do Pai através da pessoa do Filho. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PARA SEMPRE

(31 de janeiro de 2024)

O SENHOR nosso Deus sempre usou os Seus profetas para nos ensinar da maneira simples e objetiva possível.

A dificuldade sempre esteve nos religiosos, que com suas filosofias, complicam tudo e torna a compreensão da Palavra de Deus mais difícil, pois deseja dominar sobre aqueles que eles chamam de leigos, pejorativamente.

Como não entender as mensagens do Deus sábio que fala ao povo simples e humilde?

Ele sempre inspirou homens, usando comparações de coisas do cotidiano para falar de coisas espirituais, transcendentais e eternas.  

No livro de Isaías, verso 40.8, encontramos uma dessas comparações. Para falar da imutabilidade da Sua Palavra ao logo do tempo, sem prazo de validade, ELE usa as plantas, objeto de observação de todo homem simples.

As plantas, estação após estação vão se renovando, sem mudar as raízes e o caule. Perdem suas folhas, flores e frutos, mas o princípio e a essência sempre será a mesma.

O pé de manga perderá todas as suas folhas para receber nova folhagem. Também perderá suas flores, brotos e frutos, para na próxima estação apresentar-se renovada com os mesmos frutos, fornecendo as mesmas e saborosas mangas.

Semelhantemente, ocorre com a Palavra de Deus que ao longo do tempo não perde a sua essência da verdade. Seus princípios são verdade imutáveis, mesmo as nações passando por grandes transformações. Geração após geração a verdade bíblica continua sendo o caminho seguro.

Muito triste é ver teólogos famosos, vistos como grandes, não compreenderem esses fundamentos simples. Muitos deles ensinam que a Palavra de Deus do "Antigo Testamento" passou e não servem mais para o povo do presente, desprezando os princípios fundamentais contidos no "Novo Testamento".

Foram cegados pelas vãs filosofias da "teologia moderna", impregnada das teorias humanas, que aos seus olhos são mais ricas do que a simplicidade com Deus se dirigiu ao Seu povo. Ao fazer isso, eles se acham melhores do que Deus. 

A Palavra de Deus é imutável. Diante da evolução das culturas das ações, começando pelo aperfeiçoamento das línguas, para boa comunicação, até os hábitos que introduzirão as  novas tendências e os novos costumes, a Palavra de Deus deve continuar soberana sobre todo o conhecimento produzido pelo homem. Principalmente aqueles que tentam contradizer todos os alicerces da verdade que vem do SENHOR.

Outro grande problema do e no homem, inclusive e principalmente os líderes religiosos, é medir a pessoa de Deus por si mesmo. Achamos que a nossa palavra que é imprecisa e por isso voltamos atrás em algumas posições, Deus também faz assim como nós. Ledo engano!

A Palavra de Deus é tão perfeita em sabedoria e completa em todos os sentidos, que nela não se encontra a mínima variação (Tg 1.17). O Deus Eterno, onisciente, não muda (Ml 3.6).

Seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que tem o mesmo caráter, também não muda em suas palavras e no caráter, Ele continua sendo o mesmo de ontem, que é hoje e será eternamente (Hb 13.8 ).

Os séculos e milênios podem passar, a natureza inteira se renovar, mas a Palavra de Deus sempre permanecerá. Tudo o que ELE prometeu se cumprirá. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DOMÍNIO DA LÍNGUA

(30 de janeiro de 2024)

“A coisa mais difícil do mundo é dizer pensando o que os outros dizem sem pensar”. 


Esta frase de Alain Robbe Grilet nos leva refletir sobre as vezes que demos respostas sem o tempo necessário para refletir e formular com sabedoria a melhor resposta.

As falas precipitadas, sem ser ponderadas as consequências, podem gerar dores e sofrimentos.

Equivocar-se quando se fala sem pensar demoradamente, é uma tendência do homem natural que não quer levar desaforo para casa e responder no dia seguinte. Eis o erro!

Essa falsa necessidade de falar, tem transformado muitos religiosos em tagarelas como os líderes do sinédrio dos judeus: "Pensam que pelo muito falar serão ouvidos" (Mt 6.7).

Todavia, que ser humano já não tropeçou nas palavras e cometeu pecou, quando deveria ficar em silêncio, disse palavras que poderiam ser evitadas, com sabedoria? 

O humilde e objetivo apóstolo Tiago vai direto ao ponto, afirmando que todos nós já tropeçamos, alguma vez na vida, nas palavras, cometendo este erro comum entre os homens.

Tiago afirma ainda que em relação as outras situações, uns tropeçam numas coisas e outros noutras, mas todos, sem exceção, tropeçam com a língua:

“Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal” (Tg 3.8 ).

O apóstolo afirma ainda que a língua, musculo que é o principal órgão responsável pela fala, sendo tão pequenina em relação ao corpo, pode causar problemas gravíssimos e até provocar a morte. 

Explicando o tamanho dos males que a língua pode causar, ele faz algumas comparações: 

1. A língua pode ser comparada a uma pequena fagulha que pode incendiar e destruir uma floresta inteira;
2. É comparada a um pequeno leme de um navio gigante, conduzindo-o para todas as direções, mesmo em meio as tempestades;

A língua é um mal incontido e um fogo abrasador em nosso corpo, mas pode ser domada, assim como se põe cabrestos nas bocas dos cavalos e são controlados, assim também o homem pode controlar as suas línguas, diz Tiago.

Tiago, que antes de se converter era conhecido como o filho do trovão, por seu temperamento forte e explosivo, nos ensina que não existem homens perfeitos com as palavras, pois todos já cometeram algum erro quando abriram suas bocas. 

O cuidado com as palavras é um sinal de que o homem pecador está buscando o exemplo de Cristo e dando ouvidos a voz do seu espírito. O novo homem nascido de Cristo, da água e do espírito, (João 3.5) deve ser cauteloso e buscar ser justo com as suas palavras.

O homem que anda segundo as palavras de Cristo, refletindo e meditando em Suas admoestações, experimenta o caminho da sabedoria.

Só há uma forma de atingir a perfeição com as palavras, é seguindo o exemplo daquele que não errou. O Filho de Deus, a própria sabedoria, é o exemplo a ser seguido. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LEI DO RETORNO

(29 de janeiro de 2024)

O apóstolo Paulo, em sua primeira carta destinada à igreja na cidade de Corinto (1Co 6.2), estimula os irmãos a não terem medo de julgar as coisas mínimas da vida, para escolher entre o certo e o errado.

O ser humano racional está o tempo todo julgando as coisas em seu redor, para eliminar o que faz mal e escolher o que é bom para si. 

Julgar tudo e todos é uma virtude do ser racional. Ter medo de julgar é negar o dom da racionalidade, ou livre arbítrio, que o Senhor deu ao homem.

Não devemos ter medo de julgar, mas devemos temer a injustiça. Sermos injustos com alguém traz consequências que geram sofrimento que pode ser evitado.

Todavia, o julgamento do servo de Deus deve está baseado em princípios bíblicos de sabedoria e da justiça, respeitando todos os limites do conhecimento humano. 

"Havemos de julgar até os anjos", diz Paulo, "Por que temer julgar as coisas passageiras dessa vida de pecados?". O medo de julgar as coisas não pode existir no homem santo.

Entretanto, Paulo não está falando que os homens que servem a Cristo, aquele que recebeu de Deus, o Pai, toda autoridade para julgar (João 5.22 e 27), devem sair por aí julgando as pessoas, provocando nelas a ira do revide.

Foi sobre este tipo de atitude que Jesus preveniu os seus ouvintes no grande sermão da montanha. "Se vocês não gostam de serem julgados, não julguem ninguém, pois com a mesma força que vocês julgam, os outros hão de julgar vocês".  Essa é uma regra clara para todos os relacionamentos entre pessoas racionais. 

Jesus não está dizendo que é pecado julgar, mas ensinando sobre a lei da reciprocidade. Não façam com os outros o que você não quer que faça com você. Ele está ensinando as pessoas a viverem com sabedoria, sabendo se comportar nas relações interpessoais.

Dizer que algo errado está errado não é julgar é uma constatação. Jesus não está estimulando os seus discípulos a se acovardarem diante das coisas erradas, sem chamar o pecado pelo seu verdadeiro nome, está ensinando a serem justos. 

Todavia, se vocês tiverem a coragem de julgar com sabedoria e bom sendo, saibam que as pessoas também julgarão vocês, então aceitem o julgamento delas também. Julgar as coisas para fazer o certo é uma coisa, mas sentenciar ou condenar injustamente alguém é outra coisa.

É sobre isso que Jesus está ensinando, sobre a lei do retorno e não que é proibido julgar as coisas mínimas da vida. 

Um ser humano pecador, como todos nós somos, que escolhe julgar as pessoas sem misericórdia e bom senso, deixando de lado a sabedoria, está abrindo um grande e terrível precedente para que as pessoas os julguem da mesma forma, fazendo prosperar a falta de misericórdia e de sabedoria.

A igreja de Corinto, como muitos cristãos da atualidade, estava com medo de julgar os graves problemas que estava ocorrendo no seio da igreja: (1) filho se deitando com a mulher de seu pai, sua madrasta; (2) falando em línguas estrangeiras na igreja sem intérprete e criando confusão nas comunicações; (3) problemas com idolatria; (4) incesto e muitos outros.

O medo de julgar esses graves erros poderia levar a igreja a um estado de depravação tão escandaloso que os prejuízos para o cristianismo seriam incalculáveis.

Cristo veio ao mundo não para condenar as pessoas, mas para salvá-las (João 3.17) e os seus seguidores devem fazer o mesmo. Haverá um tempo específico em que Jesus e os santos julgarão para sentenciar, mas este momento não é no período da igreja militante. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A ESCOLHA

(28 de janeiro de 2024)

Nenhum povo na face da Terra viu tantos sinais prodígios sobrenaturais do que o povo hebreu, descendente de Abraão, Isaque e Jacó.

Os hebreus, quando encurralados, viram o Senhor abrir o mar para que o atravessassem à pé enxuto, recebido o escape da morte certa, pelo exército egípcio sob o comando de um faraó enfurecido.. 

No deserto, num cenário exclusivo, quando todas as atenções estavam voltadas para as ações do Senhor, esse povo escolhido para ser especial, viu:

1. Águas amargas e impróprias para o consumo, se transformar em água potável, matando a sua sede e dos seus rebanhos;

2. Água pura jorrar da rocha, quando desesperados e em meio a uma grande dissenção viam a morte chegar por desidratação;

3. Chover tanto pão do céu que uma multidão incontável de pessoas se saciaram com alimento da melhor qualidade;

4. Uma nuvem de pássaros, codornizes, pousar sobre eles, quando pediram carne para comer e não encontravam no deserto qualquer caça que os pudesse saciar;

5. Suas roupas e sandálias não se desgastarem ou envelhecerem durante todo o tempo em que permaneceram sob os cuidados do Senhor

A lista dos milagres é grande demais para elencarmos aqui, e se contarmos com as gerações depois do deserto do Sinai, seria ainda muito desafiador para que as nossas mentes pudessem lembrar de tudo.

No entanto, não queremos aqui listar a bondade de Deus, já conhecida por todos, mas refletir sobre os privilégios espirituais concedidos ao povo hebreu, mas que não cumpriu com a sua parte na aliança com o Senhor.

O salmista Asafe, no salmo 78, reconhece que aquele a quem o Senhor chamou de meu povo, usou o seu livre arbítrio para se distanciar dEle, da fonte da vida, e correr para os braços dos deuses pagãos, amando-os e servindo-os, deuses que não viam, falavam ou ouviam.

Esse povo chegou num nível de prepotência tão grande que já não cumpria a sua parte na aliança estabelecida com o Senhor. Não obedecia os seus mandamentos, mas pedia e esperava que o Senhor cumprisse a Sua parte, enchendo-os de riquezas e prosperidades.

Em todas as épocas houve um povo que professou servir a Deus, mas sempre se tornaram infiéis com o passar do tempo. No início das alianças, eles sempre obedeceram as regras por um certo tempo, mas depois se abraçaram com a apostasia. Foi assim com todos, sem exceção.

Bobos são aqueles que acham que sua igreja com séculos de existência continua sendo a igreja de Deus e que jamais experimentará a apostasia. A história se repete de forma cíclica, conforme ensina um princípio imutável da escatologia bíblica: O que ocorreu no passado, torna a se repetir no futuro (Ec 1.9 e 3.15).

Como funciona esse ciclo do levante até a queda?

1. O Senhor levanta um povo, livrando-os da servidão, abençoa e o faz prosperar em todas as áreas, sobretudo com preciosas revelações espirituais, que é poder;
2. O povo é fiel por um pouco de tempo, começa a transgredir as leis de Deus, quebrando a aliança e entra em apostasia;
3. Do meio deles, o Senhor retirar um remanescente para recomeçar tudo de novo.

 Todavia, os remanescentes, em todas as eras, quem amam a Cristo de verdade, guardam os Seus mandamentos (João 14.15). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A MÃE DAS GUERRAS

(27 de janeiro de 2024)

Uma terrível batalha se inicia dentro de todo homem quando decide abandonar o mundo para servir unicamente a Deus, obedecendo exclusivamente a Sua vontade.

Esse grande conflito ocorre na mente do homem, entre a razão (espírito) e o desejo (carne).

A carne quer continuar imperando, conduzindo o homem a atender todos os seus desejos sem questionar as consequências das escolhas.

Por outro lado, o espírito em toda a sua racionalidade, vai atender com equilíbrio todas as necessidades do corpo humano (carne), de forma racional e controlada, para que haja saúde no corpo e promovendo paz a todos em redor, andando em justiça.

A carne quer dobrar o espírito a todo custo e o espírito que dominar sobre a carne. Esses poderes medem forças na mente do homem, mas somente o mais forte sairá vencedor nessa guerra, a mãe de todas as guerras.

Portanto, aquele que decide romper com o mundo para viver para Deus, na verdade, sai para uma guerra de vida e morte. O espírito mata a carne ou vice-versa.

Quem sai à guerra não sai de qualquer forma, apressado, sem pensar ou planejar todas as coisas. Chegar diante do inimigo e não saber o que fazer é morte certa. É necessário conhecer para vencer.

Sun Tzu, 600 aC, no seu livro A Arte da Guerra, escreveu: "Um guerreiro que se conhece, mas não conhece o seu inimigo, ganhará umas batalhas e perderá outras; que conhece o inimigo, mas não se conhece, também ganhará umas perderá outras. O que não se conhece e nem ao seu inimigo, perderá todas, mas o que se conhece e conhece seu inimigo, ganhará todas".

Ninguém vai à guerra sem conhecimento. O conhecimento é o maior poder que o homem pode obter. Na guerra espiritual, o maior conhecimento a ser obtido é o espiritual. O conhecimento de Deus é a certeza de vitória sobre o mal e a morte eterna:

"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17.3).

O sábio Salomão escreveu sobre como um homem deve ir à guerra e vencer. Segundo ele, o guerreiro precisa de muitas orientações e de muitos conselheiros sábios e experientes para que a guerra seja vencida.

Para vencermos a grande guerra em nós, entre o espírito e a carne, o Senhor nos deu a Sua Palavra com todas as orientações de como proceder em todas as situações desse conflito com inúmeros cenários diferentes e de incontáveis posibilidades.

Além da Palavra de Deus, dos seus inúmeros conselheiros sábios, temos a Jesus Cristo, nosso general que nunca perdeu uma guerra contra o mal, que viveu sem pecar e dominou a sua carne pelo poder espiritual a Ele concedido pelo Pai.

Jesus, nosso Mestre e Senhor, nos conduzirá nas muitas batalhas até o dia em que o mal será definitivamente derrotado e nós seremos declarados vencedores no poder de Deus, através de Cristo.

Não se trata de uma única batalha, mas de milhares ou milhões delas. A cada resistência à carne é mais uma batalha vencida. A cada batalha vencida o espírito se torna mais forte e experiente para a próxima. 

Busquemos a Cristo e teremos os melhores conselhos para enfrentar essa guerra. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DEUS OPERA EM NÓS

(26 de janeiro de 2024)

O poder que carecemos para a nossa salvação vem de Deus, que através de Cristo Jesus nos faz crescer no Seu conhecimento e na Sua graça.

Desde o chamado, a eleição, passando pela justificação, pela redenção, até a salvação, é de Deus que emana todo o poder que nos transforma em novas criaturas espirituais em Cristo.

Todas as dádivas de Deus, chega a nós, seres humanos, através de Jesus, o único mediador entre Deus e os homens e entre os homens e Deus (1Tm 2.5).

Como o homem, afetado pelo pecado, não sabe pedir o que é bom, (Tg 4.3), o espírito de Deus no homem ensina e efetua o querer na vida do homem espiritual que escolheu e decidiu entregar sua vida e destino nas mãos de Deus.

O SENHOR Deus não efetua a obra no homem sem o seu consentimento, pois não pode escolher pelo homem, anulando a razão do homem e o livre-arbítrio lhe dado, do contrário salvaria a todos até Satanás.

A obra que o Altíssimo efetua em nós só pode ocorrer em plena cooperação das partes. Se, sem nosso consentimento Ele não pode operar em nós, nós também não podemos vencer sem o poder de Deus. As partes juntas cooperam para a salvação do homem.

O SENHOR nos ensina a escolher, mas também nos capacita a realizar aquilo que sozinhos jamais conseguiríamos. Haja visto que o homem sem Deus não quer nada com a verdade e a justiça e nem tem a motivação e nem o poder para realizar a obra da verdade e do bem, pelo mal que nele impera.

Ao escrever aos filipenses (2.13), o apóstolo Paulo revelou uma verdade pouco compreendida pela maioria dos cristãos.

Um determinado grupo religioso, seguindo um teólogo do passado, acredita que Deus decide por nós e já escolheu por nós o nosso destino, usando versos do novo testamento descontextualizados e desconsiderando os princípios estabelecidos desde o antigo testamento. 

Tudo ocorre segundo a boa vontade de Deus. Se fosse segundo a vontade do homem seria um desastre após o outro. É segundo a vontade de Deus, por causa da deficiência humana e não porque o Altíssimo decide por nós como os ditadores humanos fazem, não levando em conta a vontade das pessoas.

Essa verdade é tão clara em Cristo, aquele que resplandeceu a glória e o conhecimento de Deus sobre nós, que antes de curar alguém Ele perguntava: "Que queres que eu te faça?". Respeitar a vontade das pessoas é ato de amor do Deus de amor.

Não somos robores pré-programados, sem vontades ou sem capacidade de formar opiniões para escolha e decisão.

O Senhor só opera em nós se permitirmos: “Eis que estou à porta, e bato; SE alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa…” (Ap 3.20). A partícula condicional “se” indica que o poder só estará em nós se permitirmos que o Senhor habite em nós.

Todo aquele que é obediente a Deus, dando ouvidos ao espírito de Cristo, permitirá que o espírito de Cristo o guie na vereda da justiça e verdade.

Assim, o Senhor passa a operar nele tanto o querer quanto o realizar. É a influência do santo espírito de Cristo em nós, que nos convence a fazer a vontade de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SUBORNO CEGA

(25 de janeiro de 2024)

Desde a antiguidade que o suborno existe e vem assolando a sociedade, fazendo proliferar a doença da corrupção.

No meio do povo de Deus, temos o triste relato ocorrido entre o rei Balaque e o profeta Balaão. O rei ofereceu suborno para o profeta que vivia entre o povo de Deus, amaldiçoasse Israel.

Certa vez li em algum lugar um pensamento que dizia assim: "Politico é uma pessoa que invoca Deus para ganhar votos e o satanás para ganhar a propina (suborno)."

O suborno é a forma mais indigna do homem se vender. Vender a sua dignidade por dinheiro ou por oportunidades que lhe renderão dinheiro, é a maneira mais vil do homem se desvalorizar.

Para Judas Iscariotes, aceitar o suborno em forma de dinheiro, lhe custou a paz de espírito e logo em seguida a sua vida. 

O Senhor nos preveniu desde o princípio sobre a malignidade por trás dos subornos. O suborno é tão perigoso que pode cegar até mesmo os homens com discernimento da sã doutrina e prejudicando a causa dos justos e inocentes.

O suborno é um abuso do poder social, politico ou econômico. As partes envolvidas são terrivelmente prejudicadas espiritualmente. Quem paga se sente roubado e quem recebe vê desenvolver e crescer em si o vírus da ganância e do roubo. 

Suborno é roubo. O suborno não rouba somente a paz de espírito e bloqueia a ação de Deus na vida dos envolvidos, mas cria vários cenários onde os inocentes são injustiçados pelas ações dos envolvidos nesse delito.

O juiz que vende a sentença, está roubando a esperança do mais fraco que não pode lhe pagar, prejudicando a causa do justo. O policial que arrecada para si o valor da multa pelo crime de trânsito, não está defraudando o Estado, mas tirando a confiança das pessoas no órgão que deveria proteger e cuidar da justiça.

O líder religioso que cobra para pregar, cantar, curar ou qualquer outra ação, está aceitando suborno de falsos adoradores que negam a graça: "De graça recebeis e de graça dai". (Mt 10.8)

Dizem que todo homem tem um preço. Essa afirmação quando generalizada deixa de ser verdade pois Cristo não cedeu a qualquer tipo de suborno ou pecado.

Cristo é o nosso exemplo de infalibilidade e muitos outros homens que viveram sob a influência de Seu espírito também não cederam, mesmo diante da ameaça de morte.

Em todo mundo, temos visto através das mídias inúmeros casos de corrupção. Corrupção no meio secular e nas religiões. Homens sem valores morais que se vendem por todo preço.

No Brasil isso é endêmico. Homens públicos que deveriam ser exemplos de honestidade, justiça e verdade, são corruptos. Corrompem e são corrompidos por dinheiro e poder. Não há uma camada ou setor da sociedade que não tenha sido contaminado com esse “vírus” satânico.

Temos visto líderes religiosos buscando a carreira política, pois cobiçam posições, influencia, poder, vanglória, dinheiro e fama, aliando-se, partidariamente, a homens de péssima reputação e respondendo na justiça por dezenas de crimes de corrupção.

Não importa que seja um tostão ou um milhão. Os servos de Cristo precisam andar em perfeita harmonia com a verdade e a justiça. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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MUITOS NUM SÓ

(24 de janeiro de 2024)

A unidade espiritual sempre foi e será, até o aparecimento de Jesus e do Pai nas nuvens dos céus, a busca mais importante da igreja de Cristo na Terra.

Para o homem carnal, amante do pecado, que não consegue manter unidade espiritual nem com a sua própria esposa, sendo com ela uma só carne, é impossível se tornar um só em espírito com outra pessoa tão diferente dele.

O homem carnal é controlado por seu egoísmo. É como se ninguém mais existisse diante de suas necessidades, paixões ou interesses. Ele cega quando as suas necessidades estão ameaçadas de serem plenamente satisfeitas e tem que dividir os recursos com outros.

Só há uma forma desse homem manter a tão necessária comunhão espiritual com os outros, e cumprir um santo mandamento de Cristo, é matando esse homem na carne, para que o homem espiritual  nasça em seu lugar.

Essa é a única forma de muitas pessoas tão diferentes nos hábitos e costumes, consigam congregarem e conviverem juntas buscando os mesmos objetivos.

Somente o homem espiritual, nova criatura nascida em Cristo Jesus, se propõe e se esforça para negar-se a si mesmo para priorizar o bem-estar e o crescimento do outro.

O que é impossível aos homens carnais, é possível para Deus que nos concede esse poder no exemplo de Cristo. A fé em Cristo e a obediência aos seus santos mandamentos é o segredo para que o homem consiga manter comunhão com os demais irmãos na fé.

Tudo isso ocorre sem que cada um dos irmãos na fé perca a sua individualidade. As únicas coisas que os indivíduos perdem são os seus vícios, desejos e interesses egoístas. O "eu" do orgulho morre com a chegada do espírito de Cristo no coração do novo homem.

Para uma melhor compreensão sobre a unidade espiritual de pessoas diferentes, o Senhor inspirou o apóstolo Paulo a fazer uma perfeita comparação com o corpo humano vivo e saudável.

Um corpo humano possui 206 ossos; também possui cerca de 600 músculos e 80 órgãos, aproximadamente. Possui cerca de 97.000km de veias e artérias por onde circulam todo o sangue do corpo. Um homem adulto possui cerca de 36 trilhões de células e uma mulher adulta 28 trilhões. 

Diante dessa magnificência da criação de Deus, fica claro o que Paulo que quis sobre o poder do espírito de Deus no homem, promovendo a unidade espiritual de itens tão diferentes, tão diversos e tão incríveis, cooperando juntos para o mesmo fim - a vida.

Diante dessa grandiosa verdade, a verdadeira igreja de Cristo jamais será uma determinada instituição religiosa ou um templo construído com tijolos, argamassas, madeiras ou qualquer outro material utilizado na construção civil.

A igreja de Cristo, unida pelo Seu santo espírito, mesmo espalhada pelo mundo inteiro é um único corpo. Assim como o corpo humano tem muitos órgãos diferentes em aparência e nas funções; uns visíveis e outros ocultos, mas unidos e funcionam harmoniosamente para o bem de todo o corpo.

Todos esses órgãos, diferentes entre si, são guiados e orientados pelo cérebro. Jesus Cristo é o/a cabeça do corpo espiritual igreja. (Ef 5.23)

Essa perfeita ligação biológica é o perfeito exemplo de como devemos proceder para com os nossos irmãos. Portanto a igreja de Cristo é formada de membros unidos. Onde há discórdia e dissenções não há a presença do espírito de Cristo.

Os membros em rebeldia contra os outros membros do corpo, na realidade está em rebeldia contra a cabeça – contra Cristo. O órgão que obedece a cabeça, ama.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ZELOSA DEDICAÇÃO

(23 de janeiro de 2024)

Nas últimas três décadas tem se falado muito, nas mídias do mundo inteiro, sobre a necessidade experimentarmos toda forma de amor.

Toda forma de amor, segundo as filosofias humanas, é diferente do verdadeiro amor em todas as suas formas. O amor de Deus é multifacetado e é revelado de diversas formas, mas em todas as suas formas estão alicerçadas nos princípios da verdade.

A "toda forma de amor" que os controladores das mídias tem pregado não segue regras e nem princípios. Se a forma de amar quebra os princípios das leis da natureza; da matemática; da física ou do bom sendo, não importa para eles, o importante é a sua forma de amar.

A Palavra de Deus ensina diferente. O verdadeiro amor, que se origina em Deus, é como uma árvore, que da sua raiz e caule, os galhos, flores e frutos se alimentam e se nutrem.

Ninguém pode dizer que ama sem conhecer o verdadeiro amor. Afinal, o que é o amor? O amor é aquilo que a inteligência humana tem ensinado, frutos das suas relações e experiências fracassadas ou inconclusas?

O amor verdadeiro é um dom sobrenatural, de Deus, que está acima de todo conhecimento.

O amor não pode ser confundido com paixão, carinho, afeto, atenção, fraternidade, bondade ou com educação, correção, exortação ou repreensão. O amor é tudo isso junto na medida certa e com sabedoria.

Portanto, minimizar o amor com algumas dessas características isoladas, ou outras não mencionadas aqui, é uma tentativa de esconder o amor na forma plena. Fazendo isso, implica também na ocultação do conhecimento de Deus aos homens. Deus é amor - o verdadeiro.

No livro de Josué, o sucessor de Moisés, servo de Deus esforçado, está a mensagem recebida do Senhor sobre o primeiro passo para conhecer o amor: Amar a Deus.

Para se conseguir amar a Deus é nos dito para que nos esforcemos nessa busca. Não se trata de uma busca irracional pelo esforço físico ou mental, como fazem aqueles que escolhem maltratar seus próprios corpos em penitência física.

A mensagem é "dedicação com zelo". Os sinônimos de zelo, para compreendemos melhor a mensagem que é espiritual, é: Cuidado ao selecionar o que ver e ouvir; sabedoria para colocar em prática a verdade; paciência no processo de aprendizagem sobre o amor, [...]

Esforço e dedicação de forma zelosa é uma necessidade de todo aquele que escolhe tratar com a coisa santa. A santidade em si mesma é zelosa. Não pode dissociar o amor da santidade, do zelo, do sacrifício, da abnegação do eu, etc.

O mundo está cheio de desejos que estimulam a carne para o pecado, inimigos do verdadeiro amor, pois o ego é o maior inimigo do amor para com o próximo, onde o amor manifesta a sua face mais bela.

Guardar ou vigiar diligentemente as portas da alma (razão) é uma necessidade vital para aqueles que querem alcançar a estatura de Cristo (Ef 4.13). Isso é esforço, isso é dedicação.

Tudo aquilo que experimentamos irá influenciar nas nossas escolhas, decisões e caráter. O famoso provérbio popular: “O que os olhos não veem, o coração não sente”, deveria ser alterado para: “O que os olhos não veem; os ouvidos não escutam; o nariz não cheira; a boca não prova e o corpo não toca, a mente não sente”.

Abramos nossos sentidos apenas para boa influencia do espírito de Cristo Jesus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ESPERAR: ATO DE FÉ.

(22 de janeiro de 2024)

Esperar é um grande exercício que desenvolverá os músculos da paciência.

Quem experimenta o sacrifício de esperar com paciência a promessa, sem se precipitar, não será recompensado apenas com a chegada da promessa, mas seu espírito se tornará muito mais forte pela experiência vivida.

Esperar pelo Senhor não significa ser uma pessoa passiva ou preguiçosa. Uma pessoa sem ação, sem iniciativa ou sem ânimo e sem nenhuma disposição para agir.

Há uma enorme diferença entre o homem sem motivação para a ação e aquele que escolhe esperar no Senhor.

Esperar no Senhor é esperar pela ação do Senhor quando as nossas forças já não podem fazer mais nada: 

1. A inteligência humana se esgotou e não resolveu o problema;
2. O dinheiro já não pode comprar a solução para aquela dificuldade;
3. A influência social, fama e poder político já não surtem efeito;

O homem carnal, sem fé, jamais esperará pelo Senhor. Ele quer fazer segundo as suas ideias, como tem feito a vida toda com sua vida, família, empresa, escola, comunidade, [...] 

Quando o Senhor diz: "Espere na cidade, até que alto você seja revestido de poder" (Lc 24.49), "para que vá e faça a minha obra com perfeição", está testando a fé e amadurecendo o homem para a fidelidade à Sua Palavra.

Querer fazer do seu jeito ou imitando outros homens é uma atitude de completa falta de fé. Quem não tem coragem de esperar, porque se sente pressionado pelas circunstâncias da vida, vai e faz do seu jeito, além de não agradar o Senhor ainda sofre as consequências do seu erro.

Saul recebeu uma clara ordem do Senhor através do profeta Samuel, para que esperasse até o sétimo dia na cidade de Gilgal, onde o profeta do Senhor iria oferecer sacrifícios ao Altíssimo, mas chegando o início do sétimo dia, não vendo Samuel, resolveu sacrificar sozinho.

As consequências de não saber esperar pelo Senhor custou muito caro para Saul, sua família e todo o povo de Israel que estava sob seu comando, vivendo sempre ameaçado pelos reis vizinhos e pagando o preço da servidão.

Davi sabia esperar. Ninguém esperou mais que ele para sentar no trono que o Senhor lhe havia prometido. Davi foi ungido muito jovem, provavelmente na adolescência, por volta dos 17 ou 18 anos, mas só começou a reinar aos 30 anos idade.

Ele escreve o salmo que "Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor." Ele começa e termina com a mesma frase, exortando-nos a esperar em Deus.

No meio da sua fala, palavras de ânimo: Força e coragem. Não basta esperar pelo Senhor, é necessário esperar firme na fé. Esperar pelo Senhor sendo forte na fé e ser corajoso para enfrentar os desafios que vem para gazer o homem desistir de esperar.

Quem espera com fé não se abalará; se desesperará; se cansará e nem desistirá.

O conhecimento das pessoas de Deus e de Cristo, fruto de um relacionamento íntimo e espiritual, é o poder que o homem precisa para esperar pela ação do Senhor em sua vida.

Quem conhece o Pai, a espera é apenas mais um exercício de fé e não uma prova insuportável. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SÁBIO ALUNO

(21 de janeiro de 2024)

Antes do homem se tornar um sábio, foi um discípulo que se dedicou de corpo e alma àquilo que acreditava. Não mediu os sacrifícios para atingir os seus objetivos.

Antes do homem se tornar num sábio aluno, precisa ser um aluno sábio. 

O aluno é sábio quando ele reconhece a sua condição de aprendiz, que nada sabe e que precisa aprender tudo. 

O sábio aluno é aquele que atingiu a condição de mestre e já tem os seus próprios alunos, mas continua aprendendo, pois sabe que o conhecimento é algo infinito para limitada mente humana.

As principais "ferramentas" que todo discípulo precisa usar para obter o poder do conhecimento são os seus ouvidos. Seria por isso que o ser humano foi criado com dois ouvidos e apenas uma boca?

Outra real real necessidade que todo discípulo tem é o controle da sua única boca. Usá-la para provocar a manifestação do conhecimento é a principal função dela. Abrir a boca para fazer perguntas, para que a verdade apareça faz é parte da sabedoria.

O sábio Salomão exortou os homens para que ouvissem os conselhos e aceitassem as instruções. Quem não tem um bom ouvido, jamais aprenderá a sabedoria.

Saber ouvir os bons conselhos e aceitar as boas instruções é uma necessidade de todo homem, não somente para aquele que almeja ser chamado de sábio, até porque os sábios de verdade não buscam reconhecimento, sabendo que ainda é aluno.

Essa verdade bíblica que apresenta a nossa grande necessidade de sermos discípulo (aluno) dedicados e esforçados, está cada vez mais difícil de assimilada pela sociedade moderna, que respira a inversão de valores.

Confundir a esperteza ou a malandragem com sabedoria; acumulo de informações com sabedoria; quociente de inteligência com sabedoria; eloquência com sabedoria; [...] tem sido os únicos retratos que a maioria da população tem visto como sendo a tal sabedoria.

Se isso fosse sabedoria, por que a os povos "iluminados" com tantas informações culturais não aprenderam ainda:

1. Filhos honrar os pais pela santa obediência;
2. Viverem em plena saúde física, eliminando todas as doenças;
3. Criar uma comunidade globalizada fraterna para eliminar o sofrimento humano;

Poderíamos, juntos, elencar uma lista incontável de perguntas que, com certeza, deixaram os supostas sábios completamente mudos, sem nenhuma resposta.

A maioria abriram os seus ouvidos para a pseudo sabedoria dos homens e ao mesmo tempo se trancaram para a Palavra de Deus, repleta de conselhos sábios para edificação e de instruções para a vida.

O SENHOR Deus disponibilizou a fé por meio da Sua Palavra. A fé é o maior poder que o ser humano pode achar nesse planeta de trevas. A fé só pode se instalar na mente do homem através do OUVIR a Palavra de Deus.

Os surdos espirituais, que rejeitam os conselhos e as instruções do Senhor, estão escolhendo se afastar do grande tesouro da sabedoria, preferindo trilhar os caminhos de dificuldades por não saber como proceder.
O homem sábio nem espera receber o conselho, mas toma a iniciativa de buscá-lo na fonte certa - em Cristo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PROVA QUE PURIFICA

(20 de janeiro de 2024)

O Altíssimo é onisciente e sabe todas as coisas. 

O SENHOR Deus conhece os meus pensamentos quando eles nem chegaram a minha mente para os formular com a minha razão.

Alguém com tal poder, também já sabe as minhas escolhas e onde vou por o meu pé. Ou seja, sabe por quais caminhos escolherei andar.

Por causa de Sua onisciência, os Seus juízos são justíssimos. Se ELE quisesse antecipar os Seus julgamentos, não erraria em nenhuma das suas sentenças. 

Jó, ao tentar se defender das insinuações dos seus "amigos", que insistiam que ele confessasse algum pecado que justificasse tal sofrimento, pelas grandes tragédias que sobreveio sobre si e sobre toda a sua família, apelou para o julgamento do Senhor.

Jó disse: "Ele conhece o caminho por onde ando". Os pseudos amigos de Jó não conheciam a sua vida na sua intimidade e os seus segredos guardados sob quatro paredes ou o que se passava em sua cabeça, seus planos para o bem ou para o mal, mas Deus sabia.

Ao apelar para o Senhor, Jó escapa dos julgamentos dos homens e confia totalmente na misericórdia de Deus para proferir a justa sentença sob os atos da sua vida.

Ao confiar nos juízos do Senhor, o homem não só escapa das condenações dos seus semelhantes, todos injustos, mas também se livra de confiar neles para sua salvação, tornando-se dependentes deles ou de ser explorado e oprimido por eles.

Jó não desprezou ou desdenhou das falas muitas vezes equivocadas dos seus professos amigos, apenas escolheu confiar no Senhor do que no juízo deles. Nossos amigos não podem virar nossos inimigos porque preferimos acreditar na Palavra de Deus do que em suas ideias.

Para as visitas de Jó, todo aquele sofrimento e todo o seu prejuízo, perdendo riquezas, rebanhos e os filhos, era uma prova concreta de que ele havia cometido um gravíssimo erro contra o Altíssimo e por isso estava sendo punido com todo aquele rigor.

Para eles, aquele sofrimento era para a destruição do terrível pecador que Jó havia se tornado e ainda estava escondendo deles um terrível pecado cometido.

Para Jó, as provações permitidas pelo Senhor aos seus servos que andam em justiça, não era para a perdição, mas para a purificação, assim como o ouro é provado no fogo de altas temperaturas, para que se torne puro.

Quanto discernimento espiritual para alguém que estava debaixo de grande aflição e as pessoas que deviam lhe ajudar estavam tentando lhe arrancar os últimos fios de esperança em que ele tentava se agarrar.

Somente na escola do sofrimento as provações purificam, para aprovação dos justos que não desistem da fé. Na universidade espiritual da fé, onde Cristo é o nosso mestre, ensinando-nos com palavras e exemplos – pesquisa e extensão, os Seus discípulos são provados e aprovados.

Para que sejamos completamente purificados, devemos passar por provas de altas temperaturas, assim como experimentou o nosso Senhor Jesus Cristo e todos os Seus apóstolos.

As altas temperaturas são necessárias, pois somente nelas toda a escória encrustada no ouro são eliminadas. As provas espirituais não existem para destruir os fiéis, mas para purificá-los.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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AMOR PELO ESPÍRITO

(19 de janeiro de 2024)

O mundo vive sem esperança. Quanto mais rico e abastardo, mais pobre da sua maior necessidade: esperança.

Nunca os habitantes do planeta Terra foi tão rico em conhecimento técnico, cultural e tecnológico. 

Nunca o mundo produziu tanto alimento com o auxílio de máquinas poderosas que pode substituir a mão de obra de centenas de homens e com conhecimento do clima, solo e sementes aperfeiçoadas em laboratórios, mas nunca se viu tanta fome.

Os ricos são cada vez mais ricos e os "sábios" se tornam cada vez mais "sábios". Nunca se falou tanto em amor e paz, também nunca se viu tanto e guerras cada vez mais mortais.

Esse mundo de terríveis contradições e das inversões dos valores está num processo de involução espiritual, cujas consequências será a pobreza espiritual das pessoas, lhes tirando o alimento mais necessário para a vida - a esperança.

O apóstolo Paulo nos apresenta a esperança como sendo o nosso alvo principal que a igreja militante de Cristo deve focar. 

A verdadeira esperança, em Cristo, que vem pela fé, é sucedida da paciência e da experiência. Antes da verdadeira esperança se instalar em nossa mente espiritual, devemos exercitar a paciência, ou perseverança, e desenvolver a experiência num viver semelhante ao de Jesus.

Para que cresçamos no conhecimento e na graça do Senhor, faz-se necessário subirmos essa pequena escada de três degraus: paciência, experiência e esperança.

As condições para que realizemos essa subida já foram dadas por Deus, através de Cristo Jesus. Segundo o apóstolo Paulo, já foi derramado o amor de Deus em nossos corações. O que nos falta ainda?

Tomar posse desse poder, pela fé! Se já foi dado, falta estendermos as mãos da fé e pegar essa dádiva graciosa.

Essa dádiva que é fruto da graça de Deus a nós que confessamos a Cristo, é nos concedida por meio do santo espírito de Deus, que através de Jesus Cristo é enviado às nossas mentes (Gl 4.6).

Por que o poder do amor, que nos fortalece para sermos pacientes na fé, sem desistir; para crescermos em experiência na obra de Deus e recebermos a esperança que nos enche da paz de Cristo, nos é enviado ao nosso espírito, pelo espírito santo de Deus?

Porque a maior ameaça ao povo de Deus não são as guerras ou falta de comida. Não é a morte da carne pela violência da guerra e nem a morte do corpo pela ausência de comida, mas os ataques do inimigo à mente humana, minando-lhe a fé e implantando a desesperança.

Sem esperança no coração, o homem é como um zumbi, vazio de todas as virtudes do espírito. A ausência de esperança no coração do homem é a prova cabal de que o amor de Deus não irrigou o seu coração, quando foi derramado.

Enquanto o mundo, e até as igrejas cristãs em profunda apostasia, pensam no bolso e no estômago, o Senhor nos convida a alimentarmos o espírito com a força da esperança real.

Olhemos para Cristo, nosso exemplo de paciência, experiência e de esperança. Ele tem essa paz para nos dar. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A FÉ SALVA

(18 de janeiro de 2024)

Muitos cristãos sinceros, com o conhecimento que adquiriram dos homens, acreditam que a principal função da fé é curar as pessoas dos seus males físicos.

As igrejas, assim como os hospitais, estão abarrotadas de pessoas que acham que o papel principal da fé é curar as pessoas das suas doenças. esquecendo que o maior de todos os males está no espírito adoecido pelo pecado.

Qual desses milagres é o maior?

1. A cura de um leproso, doença incurável pelos remédios dos homens;
2. A conversão de Saulo, para o apóstolo Paulo, um fariseu cego e servidor do sistema religioso?

Todas as pessoas que Jesus Cristo curou e até ressuscitou, morreram. Aquele que é curado de um defeito físico ou uma doença, descerá a sepultura, mas se não se converteu não receberá a vida eterna.

Todavia, aquele que se converteu a Cristo Jesus, verdadeiramente, mesmo que não tenha sido curado das suas doenças, tem garantido a vida eterna, pela fé em Deus.

Logo, fica claro e evidenciado que, a maior e a mais necessária de todas as curas é a do espírito que se tornou impuro pela mancha do pecado. 

Jesus Cristo sempre deixou bem claro em seus ensinamentos que o homem carnal, exterior, é passageiro, mas o homem espiritual, interior, era o alvo de Deus para o resgate e para a eternidade. Sua missão era que o velho homem carnal morresse e no mesmo corpo, agora comandado pelo espirito nascesse como nova criatura.

Esse sim, era e é o grande milagre e a maior das vitórias sobre o mal.

Um entre tantos exemplos que poderíamos mencionar aqui, é a cura da mulher do fluxo de sangue. Uma hemorragia que perdurava por 12 anos, que nenhum médico conseguiu curá-la. 

Jesus não diz: "A tua fé te curou", mas "A tua fé te salvou". A fé genuína não busca em primeiro lugar a cura física, mas a cura espiritual, para a salvação.

A mulher também foi curada da sua doença física, como sinal do poder de Deus para um povo pobre e sofrido. Mas, Jesus deixa bem claro que antes veio a salvação, para de pois afirmar: "Vai em paz, e sê curada deste teu mal", estancando a hemorragia no mesmo instante.

Ate na frase "Sê curada deste teu mal", há uma dupla conotação, pois o maior de todos os males é o pecado, e a fé daquele mulher não havia conquistado a graça da cura física apenas, mas o perdão e a justificação de Deus.

O maior de todos os males da humanidade não são as terríveis doenças que nos assolam, mas o pecado. O pecado é o grande responsável por nos conduzir as doenças e a morte. O salário do pecado é a morte. A morte é representada nas Escrituras Sagradas com o derramamento de sangue.

Quando Jesus foi tocado pela fé daquela mulher, pois sua mão tocou apenas na ponta das vestes, e o seu sangramento parou, o SENHOR Dus estava nos enviando uma mensagem espiritual da maior profundidade:

"Eis o Meu Filho ungido, enviado para estancar a morte de vocês, pois nenhum dos sacerdotes conseguiram fazer isso. Somente por meio dEle, vocês obterão a maior de todas as curas para a vida eterna!"

A fé é o único meio para tocarmos nAquele que pode nos curar de tudo e para sempre. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PALAVRA PARA O POVO

(17 de janeiro de 2024)

Encontramos nas Escrituras Sagradas uma linguagem peculiar e de uma riqueza inigualável.

Apesar de usar uma linguagem simples para um povo simples, explorando objetos do cotidiano dos hebreus; objetos; utensílios e hábitos, sua mensagem espiritual transforma essas coisas em mensagens tão profundas quanto os abismos dos mares.

O Senhor Jesus usava essa linguagem o tempo todo e todo tempo, quando ensinava através de parábolas, alegorias e símbolos:

"Tudo isto disse Jesus, por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas;" (Mt 13.34)

A riqueza com Ele se expressava, usando as coisas visíveis para falar das invisíveis e as coisas superficiais para explicar as profundas, chegaram a confundir muitos eruditos que amavam as filosofias dos homens e uma linguagem difícil para excluir os simples, como fazem hoje também.

Ele usou a lavagem do corpo com água como um tipo da purificação do espírito; O pão de trigo como um tipo da Palavra de Deus, alimento vital para o espiritual; O conhecimento da verdade que liberta como um tipo da luz que ilumina o caminho; etc.

Essa linguagem simples, usada para revelar conhecimento espiritual de grande profundidade, parecia sem sentido e contraditória na cabeça dos doutores da lei, porque estavam preso a gramática, segundo a tradição dos religiosos, a letra morta da qual se refere o apóstolo Paulo.

Não fazia muito sentido para eles quando liam o verso bíblico de Eclesiastes 11.1, que diz: "Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás".

É óbvio que se alguém lançar seu pão sobre as águas, verá seu pão se desfazer e ser transformado em alimento para os peixes e jamais o encontrará novamente.

Todavia, se aplicarmos o sentido espiritual a esse texto, tudo fará sentido: Águas são os povos das nações (Ap 17.15) e Pão é a Palavra de Deus (Mt 4.4; João 6.48 e 51).

Como a Palavra de Deus, ao ser pregada para as pessoas, jamais voltará vazia, pois depois que entra no coração do homem, promoverá uma transformação na sua vida ou mesmo resistindo a verdade, provocará em sua mente grande reflexões, conhecendo a verdade e a mentira.

"Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei." (Is 55.11)

Essa linguagem espiritual em tipos e símbolos é transmitida ao espírito do homem, não aos olhos, que é capaz de compreender se buscar de todo coração, apesar das comparações (1Co 2.14 e Lc 8.10).

Um pão puro, sem fermento, conforme o Evangelho do Reino Eterno, certamente tocará os corações de fé e depois de muitos dias o encontraremos nas pessoas convertidas os verdadeiros frutos.

O servo que lança o pão sobre as águas, também será alimentado por Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ONDE DEUS DESCANSA?

(16 de janeiro de 2024)

Onde Deus habita e "descansa"? 

Muitos cristãos acreditam piamente que devemos buscar a Deus no templo, pois habita no edifício da igreja.

De tanto ouvirem dizer: "Vamos a casa do Senhor" ou "Vamos adorar a Deus na sua casa", passaram a entender que Deus só poder encontrado lá para ser adorado e de uma forma mais poderosa, um lugar onde Deus ama ser buscado. Ledo engano!

De onde vem essas crenças que limitam a pessoa de Deus e a ação do Seu santo espírito?

Vem da tradição religiosa e se perpetua na boca de líderes fracos e desonestos que não têm a coragem de ensinar a verdade que liberta os seus membros. Membros livres deixam de ser enganados, explorados e manipulados.

Membros livres, que examinam a Palavra de Deus por si só não servem aos homens, mas encorajado pela verdade, questiona, exorta e até repreende o líder que comete o erro, quando justo e necessário.

O líder religioso que não ensina que Deus habita no membro e que pode ser buscado em qualquer lugar e a qualquer momento, dizendo que só na sua igreja ELE é encontrado, está usando a estrutura física para dominar sobre os incautos.

O próprio SENHOR Deus pergunta aos líderes do povo israelita, que tipo de casa eles poderiam edificar para Sua pessoa, já que o planeta Terra inteiro era como um tapete ou estrado onde ELE colocava os Seus pés. A Terra inteira já seria pequena para acomodar a Deus.

Se as dimensões do céu, com toda a sua grandeza, é como o assento de Deus, lugar de Seu trono, como um Ser tão grandioso poderia poder fazer de um templo de tijolos, construído pelo homem pode receber um Deus espiritual tão grande?

Deus escolheu a mente racional ou espiritual do ser humano como "habitação" e lugar para Seu "descanso". Não há outro lugar tão grande e espiritual que pudesse caber a pessoa do Altíssimo.

Somente a vastidão da mente do homem serve como habitação para o espírito de Deus. Somente o homem espiritual, nova criatura em Cristo, pode receber em si mesmo a presença espiritual das pessoas do Pai e do Filho. 

O que significa habitar e descansar, referindo-se e aplicando-se a pessoa do Eterno, já que é maior que tudo e não se cansa ou se fatiga?

Habitar para descansar, no contexto de Isaías 66.1, significa que o SENHOR que fazer morada eterna na mente do homem que se converteu e foi perdoado, justificado e selado com a presença do santo espírito de Deus em sua mente. O SENHOR Deus só descansa na mente do homem selado para a salvação.

Enquanto a mente do homem não se torna morada exclusiva do único Deus, através do espírito de Cristo (Gl 4.6), não haverá descanso para o Altíssimo, nem para Jesus ou para os santos anjos. Uma batalha espiritual ocorre até que a mente do homem seja completamente de Deus ou do diabo. Jamais receberá os dois. Um ou outro.

O Senhor se agrada de templos vivos, santos e puros, em vez de templos de mármores com seus ornamentos em ouro puro.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O TEMPO É CERTO

(15 de janeiro de 2024)

O tempo tem sido um tema inspirador para os grandes pensadores:

Sófocles, se referindo aos aprendizados obtidos ao longo da vida, através da suas experiências, escreveu: “O tempo é o mestre de tudo.”

As Escrituras Sagradas nos ensina que Deus, o Pai, nos deu Seu Filho como nosso Mestre e não tempo. O tempo nas mãos do nosso Mestre sábio é um precioso subsídio para o aprendizado.

O tempo não usa Deus, mas Deus usa o tempo. O tempo não criou o Altíssimo, mas Aquele que é Eterno é o criador do tempo.

O tempo não determina os acontecimentos, usando as pessoas, mas Deus usa o tempo em benefício ou para julgamento dos seres humanos.

Quando a Palavra de Deus afirma que todas as coisas, boas ou más, têm um certo para acontecer, não está afirmando que o tempo é rei e reina sobre os homens, como afirma a música do cancioneiro popular brasileiro: "Ó tempo rei!".

A Palavra de Deus afirma que todas as coisas só ocorrem com a permissão de Deus, tendo ELE o total controle sobre o tempo, as pessoas e o universo.

Sabendo dessa verdade, o homem de fé jamais se preocupará com o tempo, com as expectativas que podem soar como ameaça: velhice, doença e morte, por exemplo.

O homem que entregou a sua vida nas mãos de Deus, o criador do tempo, já desenhou a sua vida vitoriosa na vida temporária na terra de pecados, projetando-a para que ele experimente a atemporalidade, recebendo por concessão a vida eterna.

O homem de Deus não é escravo do tempo, mas usa o tempo à favor do bem. Usa cada minuto em que tem para contribuir com o reino de Deus. Assim como o Deus sábio, pode usar o tempo a seu favor.

Nada pode ocorrer com o servo de Deus no tempo errado, pegando-o de surpresa. O servo de Deus não pode se surpreender com uma notícia trágica, pois sabe que se isso ocorreu, ocorreu no tempo certo para a justiça e para o bem dos santos.

Parece-me que o fruto mais doce que tempo nos proporciona, sob o controle de Deus, é a experiência. A experiência em consequência da sabedoria do Deus no homem o capacita para ser bem sucedido em todos os seus intentos. Isso é usar o tempo em seu favor.

Para aqueles que desperdiçam o seu tempo em futilidades, sentirão a falta dos doces frutos da boa administração do tempo.

O tempo é uma dádiva de Deus aos homens. ELE perdoa e espera o tempo necessário para o aprendizado e aperfeiçoamento. Deus concede um longo período de graça para que os seres humanos se decidam para a salvação.

O tempo concedido a Adão e Eva, sem merecerem, foi mais que uma sobrevida, foi uma dádiva para que corrigissem o erro e aprendessem a amar o certo a fazer.

Para os sábios no Senhor Jesus Cristo, o grande Mestre, o tempo é um recurso pedagógico (ensina) e medicinal (cura e cicatriza).

Tudo isso estão ao nosso alcance para nos moldar, para sermos pessoas cada vez melhores. O tempo não está contra nós se estivermos com Deus e com Cristo.

O sábio Salomão aprendeu que adiantar ou antecipar o curso natural das coisas não é inteligente. O servo de Cristo vive o tempo com sabedoria. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PARA O APRENDIZADO

(14 de janeiro de 2024)

Ninguém em sã consciência pode dizer que o sofrimento é bom ou agradecer a Deus pela dor e pelas agruras da vida. Se fosse bom, o próprio  Deus não os eliminaria para sempre.

É fato que todo sofrimento provocado pelas provações que o Senhor permite que venha á nossa vida é para nosso aprendizado e edificação, para nossa aprovação.

Tudo o que é permitido por Deus tem um propósito para o bem, mesmo que para isso o homem tenha que passar por sofrimentos e dores. Até Jesus passou por isso.

Muitos cristãos, equivocadamente, ensinam que devemos agradecer a Deus pelos sofrimentos que passamos, pois é a Sua vontade. Agradecer pelo sofrimento não é a vontade de Deus.

Devemos agradecer pelo aprendizado que o Senhor nos concedeu quando nos permitiu sofrer um pouco, na leve e momentaneamente tribulação (2Co 4.17).

Saber que o Altíssimo, por meio de Cristo, nos escolhe para passar por um grande prova, onde haverá sofrimento, porque confia em nós, é motivo de gratidão e regozijo, quando a prova for vencida. E isso não é agradecer pelo sofrimento, mas pela confiança do Senhor no servo.

Quando a Bíblia nos diz que o SENHOR se agradou ao ver seu Filho, o Messias, sendo moído por causa dos nossos pecados: "Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar;[...]" (Is 53.10), não está afirmando que enquanto Jesus gritava de dor e sofria com muitas dores, o Pai se alegrava nos céus.

O Altíssimo não é insensível ou um Pai mal. Todo sofrimento de um filho fere o coração do seu pai. O que a Palavra de Deus quer nos dizer é que ELE ficou muito feliz em ver Seu Filho vencendo o sofrimento sem desistir da verdade e do plano de salvação estabelecido para o bem de todos e para exaltação do Filho que sofria.

O próprio Jesus, ainda que era Filho de Deus, aprendeu por meio dos sofrimentos que experimentou e por isso foi aperfeiçoado como homem, para que recebesse com justiça os méritos da exaltação e glorificação:

"E ainda que era Filho, APRENDEU a obediência por meio daquilo que SOFREU; e, tendo sido APERFEIÇOADO, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe obedecem," (Hb 5.8,9)

Depois do sofrimento, Davi reconhece que foi proveitoso para o seu aprendizado. Ter passado por aflições e agruras lhe fez compreender os decretos do Senhor. Ou seja, aprendeu para que servia as leis, normas, estatutos e preceitos da Palavra de Deus.

Assim como Davi, todos nós aprendemos com mais facilidade e profundidade quando o aprendizado vem de uma intensa lição na sala de aula do sofrimento. As aflições que provam o nosso caráter para o aperfeiçoamento na fé são necessárias e motivo de gratidão, ao final, quando aprendemos e somos aprovados.

Davi, entendendo que a transgressão da lei de Deus lhe trouxe duras consequências e grandes sofrimentos, concluiu que esse sofrimento lhe fez compreender o santo papel da lei de Deus que é prevenir o homem contra o mal. 

Devido a esse grandioso aprendizado, resolveu escrever o maior salmo e o maior capítulo de toda a Bíblia, dedicado a santa lei de Deus. O Salmo 119 foi dividido em 176 versículos.

O sofrimento nunca foi e jamais será uma coisa boa, mas para o homem pecador é extremamente necessário, pois se tornou a única forma de ensiná-lo grandes lições ao espírito. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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RAZÃO DO MEU LOUVOR

(13 de janeiro de 2024)

O nosso comportamento é guiado por nossa razão. Existe uma razão para cada ação ou passividade de nossa parte.

Se erguemos nossas vozes em louvor a Deus, tem um motivo, uma razão, pois é impossível que alguém louve ou entregue sua vida inteira para alguém que não conheça ou se relacione.

Quem já não ouviu alguém testemunhar que estava doente e depois de fazer uma oração recebeu a cura vinda do Senhor e por isso estava louvando em espírito de gratidão?!

É verdade que muitas pessoas que não vivem numa religiosidade, que não tem o santo hábito de orar e examinar as Escrituras Sagradas, fazem tratamento com um médico e são curadas das
suas doenças.

Também existem pessoas com muitos hábitos religiosos que oram pedindo cura, além de fazer tratamento médico, morrem em decorrência do agravamento da sua enfermidade.

Há fatos verdadeiros nisso tudo:

1. O poder da cura não está nas mãos dos médicos, embora possam ajudar algumas pessoas a voltarem a serem sãs novamente;

2. Nem todo que professa a fé cristã obtém a cura vinda de Deus.

Um fato verdadeiro e incontestável nas Escrituras Sagradas é que a cura física não é mais importante que a cura espiritual, que é mais necessária ao homem pecador, mortal e temporal, candidato a vida eterna, se for curado espiritualmente.

Jesus nos ensinou que mais importa a vida eterna do que perder um olho e ficar cego ou perder a mão direita e ficar aleijado, porque viver doente da visão ou sem mão é menos importante que a cura espiritual para a eternidade.

Jesus, ensinando isso, deixa claro que a maior de todas as curas, a espiritual, somente Deus pode realizar por Seu intermédio (João 14.10 e Atos 2.22). 

Somente Deus pode curar e salvar, sendo ELE merecedor de nosso perfeito louvor.

Não é sem razão que para muitas pessoas a quem Jesus curou suas enfermidades disse: "A tua fé te salvou!", se referindo a cura espiritual e nunca a cura física. Por que Jesus nunca disse "A tua fé te curou"? (Mt 9.22; Mc 5.34; 9.22; 10.52; Lc 7.50; 8.48; 17.19; 18.42).

Os charlatões, travestidos de líderes religiosos, têm exaltado a cura física acima da cura espiritual, pois com seus truques e induções mentais para quem sofre de pequenos problemas psíquicos, têm ganhado dinheiro e poder político. Falar de cura espiritual não enriquece ninguém com dinheiro.

Para esses charlatões, um deficiente ou cadeirante, que faz o simples movimento de se levantar, com um ou dois passos cambaleantes, já foi curado, contando com os aplausos dos contratados e alienados para enganar os indoutos que não entendem o que está ocorrendo.

Não devemos ser céticos em não acreditar no poder de Deus para dar a cura plena e completa, física e espiritual, aos Seus filhos que O buscam. No entanto, nem toda suposta cura é verdadeira ou foi feita pelo poder de Deus.

Para não sermos enganados pelos homens é necessário buscarmos o conhecimento na Palavra de Deus. É através dela que reconheceremos o médico e a cura. A cura completa e a salvação, só o Senhor tem para dar.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O TEMPLO DO SENHOR

(12 de janeiro de 2024)

O Deus Altíssimo é grandioso demais para que caiba numa casa feita pelas mãos dos homens pequeninos.

ELE é o Deus vivo e jamais habitaria num corpo morto como é um edifício feito de coisas inanimadas: pedra, cimento, madeira ou ferro.

O verbo HABITAR aqui abordado, descrito no verso de Atos 7.48, é morar para sempre, como um lugar de permanência eterna.

Muitos cristãos midiáticos, inflamados por mentes perturbadas, tem defendido a ideia de que é pecado construir um local para congregação e exame da Palavra de Deus, onde possa abrigar os irmãos das intempéries, usando o texto mencionado.

Quando a Palavra diz que Deus não HABITA em edifícios, não está dizendo que ELE não estará presente nas pessoas que lá estão.

Se o SENHOR fosse contra a construção de templos ou edifícios para sacrifícios e adoração, não teria ordenado a construção de um santuário (Ex 25.8), tampouco teria confirmado a oração de Salomão que Se faria presente naquele templo erigido pelo povo.

"E o Senhor [YAHWEH] apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe: Ouvi a tua oração, e ESCOLHI PARA MIM este lugar para casa de sacrifício. [...] E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração DESTE LUGAR. Porque agora ESCOLHI E SANTIFIQUEI ESTA CASA, para que o meu nome esteja nela PERPETUAM,ENTE; e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias." (2Cr 7:12-16) [GRIFO NOSSO]

O Nome do so SENHOR, Sua obra e reputação deveriam está naquele templo através das pessoas que o engradecesse ali. O SENHOR Deus não é uma pessoa idosa com dificuldades de locomoção que pode ser trancado numa ou asilo. Sua glória sempre se fará presente nas pessoas sinceras e obedientes que frequentam templos.

Entretanto, a HABITAÇÃO perene é na mente dos homens, o verdadeiro templo vivo, onde a grandeza do SENHOR cabe, pois a mente do homem racional espiritual é como um universo sem fronteiras, que pode acomodar com perfeição o Santo espírito do SENHOR.

O único Deus onipresente não deixaria de estar nos lugares onde Seu povo O busca. Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, nos garantiu que ONDE estivesse dois ou três reunidos em Seu nome, ALI estaria (Mt 18.20). Não se trata de lugares ou edifícios, mas de pessoas, templos vivos.

O SENHOR não tem nada contra templos, tem contra falsos ensinos e ensinadores que fazem de um edifício algo maior que ELE ou que os Seus filhos; que priorizam o patrimônio mais que as pessoas; que fazem de um objeto (casa) um amuleto ou meio de opressão.

O Altíssimo nunca quis que os homens construíssem um edifício para O encontrar aos finais de semana, mas um lugar onde as pessoas congregadas, num mesmo espírito, O adorassem na beleza da Sua santidade, pois ELE ama ver seus filhos unidos numa grande festa espiritual.

Portanto, o que o apóstolo está querendo nos ensinar em Atos 7.48 é a maneira equivocada que os líderes religiosos judeus estavam dando ao templo de pedra e desprezando o verdadeiro templo vivo, que é a mente dos homens, batizadas e seladas com o espírito de Cristo (Gl 4.6).

Jesus foi o templo vivo perfeito, modelo para todos nós. Deus quer habitar em nós como habitou em Cristo. Devemos nos consagrar e nos purificar para recebermos a presença santa de Deus em nós, como templos vivos, santos e agradáveis a ELE.

Deus quer se fazer presente em nós, estando num templo ou em qualquer lugar do universo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NA RESERVA DO DESERTO

(11 de janeiro de 2024)

O Senhor se utilizou de uma linguagem muito peculiar para Se fazer entender pelos seres humanos. Principalmente o povo hebreu a quem qualificou como de "dura cerviz". Ou seja, um povo sofrido, cuja mentalidade fora cegada pelo sofrimento da servidão em que viviam.

Eles poderiam ter dificuldades para entender determinadas informações lógicas, mas entendiam muito bem a linguagem do casamento, da relação amorosa e sexual entre marido e mulher, pois buscavam esse prazer carnal desde a juventude.

Para falar de relacionamento de amor, como numa lua de mel, o Senhor se utilizou dessa comparação carnal para falar de coisas espirituais.

Como um casal recém casados, com olhos apenas um para outro, deveria ser a relação entre Deus e o Seu povo. Inflamados por esse amor, viveriam em perfeita fidelidade.

Como um noivo apaixonado, o Deus de amor atrairia Sua noiva, Sua igreja, Seu povo, para o deserto, onde os seus olhos só enxergaria um ao outro, sem qualquer chance de um terceiro ser entrasse na relação das duas partes.

O esposo, no deserto, na companhia apenas de sua amada, e vice versa, obtendo toda a atenção apenas para si, poderia falar profundamente ao coração dela, sem dividir sua atenção com mais ninguém.

É assim, e sempre foi assim, que o Senhor sempre quis Se relacionar com o Seu povo.

Quando Ele fala de deserto, não fala de sofrimento, mas de intimidade e de relação profunda onde as duas partes, tendo apenas uma a outra, pode se conhecer de forma muito mais profunda. Deserto é lugar de conhecimento e não de morte.

Deserto é lugar de abstinência das coisas do mundo, que ilude a visão da "noiva", tirando o foco do noivo, convidando-a para a infidelidade. Deserto é o lugar onde as pessoas firmam e eternizam suas relações com Deus.

Depois do grande conhecimento no deserto o povo de Deus, que O conhece profundamente, pode enfrentar o mundo e os seus enganos com poder sem se deixar iludir por suas aparências. Quem conhece a Deus, jamais o trocará pelo mundo:

"E a vida eterna é esta: que TE CONHEÇAM, a TI SÓ, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17.3)

Muitas destas revelações contém uma preciosa riqueza tipológica: Noivo - o Senhor, e Noiva - Igreja ou povo. No livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, por exemplo, a relação de Salomão e a Sulamita é uma simbologia do relacionamento de amor que Cristo tem com sua santa igreja (a noiva).

Já no livro de Oséias, essa tipologia não fica apenas na escrita, mas passa à vida prática. Deus manda o profeta se casar com uma prostituta, dando-lhe nome e a honra de uma vida digna, mas ela não consegue compreender o tamanho da bondade e fidelidade de seu marido e volta a vida de prostituição.

Essa história real de Oséias e sua mulher é uma tipologia da história real entre Deus e Seu povo. O professo povo de Deus tem se prostituído reiteradamente com o príncipe das trevas quando decide seguir seus ídolos e costumes, contrários aos mandamentos de Deus.

No capítulo 2 do livro de Oséias, Deus revela o tamanho de Seu amor por essa “mulher” ingrata e sem pudor. Levou-a para o deserto afim de ensiná-la como marido amoroso. Nestes dois símbolos (mulher e marido). nós devemos tirar dois grandes ensinamentos:

1. A condição espiritual do professo povo de Deus, como esposa infiel, sempre atraída para o pecado e desagradando a Deus, o Pai do noivo e a Jesus, o noivo;
2. A misericórdia do SENHOR em nos perdoar, nos dando uma nova chance.

Não por força e nem por violência, mas através do conhecimento da pessoa de Deus e do Seu Filho que se obtém a vida eterna (João 17.3). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A VERDADE SANTIFICA

(10 de janeiro de 2024)

Santificação é uma palavra quase em desuso na boca da maioria esmagadora dos professos cristãos da atualidade.

Essa palavra que é sinônimo da coisa sagrada, soa como esquisita, extremista, radical e inalcançável. Até parece algo utópico ou soberbo.

Muitas vezes, ela é vista como algo sinistro, misterioso e sem credibilidade, devido o mal exemplo dos líderes religiosos que se julgam santos, mas suas vidas de luxo e de secularismo demonstram que a santidade é impossível de ser alcançada.

A professa igreja de Cristo, independente da logomarca estampada na placa, está num nível de saúde espiritual tão crítico, respirando por aparelhos, que os seus ouvidos sensíveis não suportariam ouvir um pregador inflamado ensinando santificação.

Estão tão acostumados a ouvirem coisas agradáveis, filosofias e fábulas enganosas como se fossem verdades, que santificação é que passou a ser um engano para eles, pois também foram afetados pelo velho problema social da inversão de valores.

Estão tão acostumados a ouvirem as vãs doutrinas da prosperidade financeira e a fábula da autoajuda, o engodo asiático, que não suportam mais ouvir sobre a verdade.

Santificação é um tema muito especial na Palavra de Deus e deveria ser buscada como prioridade máxima, não apenas a sua compreensão, mas com o desejo de praticar essa verdade que está ao alcance de todo homem ou mulher que deseja servir a Cristo.

Santificação não obtém mudando a aparência exterior, mas tem a ver com o homem interior. Não basta mudar as vestes exteriores, o regime alimentar, a forma de se expressar por meio da fala ou a expressão corporal, é necessário buscar de todo o coração.

Não é nada fácil para a igreja secularizada de hoje compreender ou se interessar por esse assunto, pois os cristãos nominais foram convencidos pelo mundo de que é impossível alguém ser santo e viver sem pecar.

Mesmo a Bíblia ensinando sobre o novo nascimento e que Cristo habita na mente do homem, os professos cristãos acreditam que é impossível viver em santidade, sem pecar.

Para essa maioria de cristãos, nem adianta tentar ou se esforçar para ser santo. Afinal, ser santo é ser cafona demais.

Tornou-se feio ser santo, mas ser abertamente profano soa como sendo alguém progressivo, de mente aberta e liberal, sabiamente tolerante.

Tudo isso ocorre pelo distanciamento dos professos cristãos das Santas Escrituras. A Bíblia ensina que na boca do homem seja apenas “Sim, sim ou não, não” (Mt 5.37). Não deve existir o santo e o profano junto, como não se junta: luz e trevas ou verdade e mentira.

Deus se enoja do homem morno (meio-termo), mas espera que seja quente ou frio (Ap 3.15,16). Outro grave defeito dos evangélicos do tempo presente é um tal de “Deus manda te dizer”.

Por não gostar de examinar a Bíblia, onde o Senhor Deus já expressou Sua vontade e disse tudo o que eu precisa saber para ser salvo, inventaram essa moda do "Deus manda te dizer".

Os adeptos desses modismos mundanos, inventores de jargões, se esqueceram que a verdadeira santificação vem pelo conhecimento e prática da verdade contida nas Escrituras Sagradas.

Se a santificação só poder ocorrer vivendo na verdade, ninguém que vive no engano dos falsos evangelhos podem se santificar. Simples assim! 

A verdadeira santificação só pode ocorrer quando os pés estão alicerçados na verdade, e a verdade está na Palavra de Deus. Não há nada de feio, vergonhoso, ultrajante ou cafona buscar a santificação. É uma necessidade do ser humano.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ELE COMEÇOU!

(09 de janeiro de 2024)

Um pai exortava seus dois filhos pequeninos que estavam se agredindo mutuamente com xingamentos e revides.

O filho mais novo se queixava de que o seu irmão mais velho o havia empurrado, se desequilibrado e caído, machucando-se.

Após o pai questionar o filho mais velho sobre o ocorrido, ouviu a justificativa do primogênito: “Eu empurrei ele, porque ele me empurrou primeiro”.

O pai, com sabedoria dos céus, sentou os dois irmãos, acalmou a situação, respirou e mandou que os meninos fizessem o mesmo.

Depois de uns cinco minutos em silêncio, disse: “Por que vocês nunca vieram a mim dizer: “Pai, eu abracei ou beijei o meu irmão, porque ele me beijou e abraçou primeiro?”.

Com essa pergunta conduziu seus filhos a refletir sobre possibilidade de fazer o bem, ao invés do mal, ao seu irmão.

A maioria de nós, homens e mulheres pecadores(as), vivemos de forma muito parecida como a destes irmãos juvenis que bloqueiam o espírito do amor por causa de coisas mínimas.

É verdade que herdamos, naturalmente, a tendência para fazer o mal ao invés do bem, mas isso não é nenhuma razão para nos acomodarmos na maldade, a partir do momento que tomamos conhecimento do bem.

Já paramos para imaginar, se não houvesse ninguém disposto para fazer o bem ou revidar as injustiças com bondade? Estaríamos fadados a vivermos revidando com maldades cada vez maiores, num ciclo vicioso sem fim.

O mais forte e o maior em espírito deve dar o bom exemplo de compaixão, bondade e amor, para quebrar o ciclo maligno que constrói barreiras contra a harmonia e a paz entre os irmãos.

O maior e mais forte de todos, Deus, o Pai, entrou apareceu na hora certa para ensinar como se faz para quebrar o ciclo da maldade.

ELE nos amou primeiro demonstrando que tem um espírito elevadíssimo para a bondade e o amor.

ELE foi agredido primeiro, por nós. Nós O traímos; nos apossamos da Sua criação; destruímos a obra bela que suas mãos criaram e ainda usurpamos o Seu governo. Uma agressão desse tamanho deveria ser punida com morte, mas ao invés disso Ele nos amou.

ELE nos buscou com a humilhação de um culpado que vai pedir perdão pelos seus erros. ELE fez o que nós deveríamos fazer, porque ama e sabe que precisa destruir o ciclo da maldade.

ELE nos ofereceu o perdão quando não tínhamos forças para abrir a boca e pedir essa dádiva. ELE nos enviou o Seu Filho unigênito para morrer em nosso lugar e pagar a nossa dívida, expiando a nossa culpa a ser cobrada pela morte.

O Filho, que também nos amou antes de nós o amarmos, veio para nos ensinar o amor do Pai, pois para Ele não bastava apenas pagar a nossa dívida, era necessário ensinar como não dar lugar ao mal.

Paulo aprendeu com Cristo que não devemos perder tempo com argumentações em desfavor do próximo, mas para o perdão. “Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos” (Rm 12.17). O amor destrói todo o mal.

Antes, não tínhamos referência e o fomos educados a revidar, mas Cristo nos deu o exemplo, dando a outra face e a Sua vida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TUDO VEM DE DEUS

(08 de janeiro de 2024)

Na Palavra de Deus encontraremos a verdadeira sabedoria em forma de conselhos.

Admoestações, exortações, repreensões, encorajamento, consolo, etc. Todo tipo de informações para a edificação do homem, é encontrada na Bíblia.

Tudo isso pertence ao Senhor. Ele é a fonte de onde se origina todas as virtudes que carecemos para atingirmos a estatura de homem perfeito em Jesus Cristo.

O Senhor não é daqueles que dizem e não fazem, do tipo "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". 

Numa consulta de rotina, um paciente foi entrevistado pelo médico. Uma das perguntas feita a ele foi: "Você fuma?". 

Ora, essa pergunta comum e necessária serve para que o médico seja mais preciso e abrangente no seu diagnóstico, mas para aquele consultado soou diferente.

A surpresa se deu porque o médico estava fumando quando o consultado chegou ao seu consultório. 

Como os pacientes desse médico poderiam acreditar em alguém cujo conselho era sem autoridade. Como acreditar na cura de uma doença. se a pessoa que tem o conhecimento para a cura vem de um doente que não se curou porque não acredita naquilo que indica?

Com o Senhor é diferente. Jamais Ele aconselharia se não tivesse o conhecimento de causa, a sabedoria e o poder para aconselhar as pessoas a fazerem o certo, para que sejam curadas e libertas dos seus males.

O motivo de tanta perplexidade por parte do paciente não foi a pergunta, mas o que ele viu após a consulta, quando ia saindo da clínica e ver o médico fumando no estacionamento. Como alguém que conhece todos os males do tabagismo, pode fumar?

Da mesma forma ocorre com os professos cristãos que aconselham os seus irmãos a pararem de pecar, quando estão em plena prática do pecado, fazendo por prazer e não conseguem viver sem seus vícios pecaminosos.

Como o povo acreditará num professo servo de Deus que ensina a vida simples e humilde em Cristo Jesus, mas cobiça o dinheiro, o luxo e o bem-estar de uma vida rica e abundante, sem pensar no seu irmão a quem diz que ama?

Como o povo acreditará num líder religioso que prega a humildade de Cristo, mas vive em seus ricos palácios, enquanto os membros de sua igreja vive passando por grandes dificuldades, sem tem o que comer?

Com essas pessoas, o entendimento, o conselho de Deus e a Sua sabedoria, não podem estar. Deus não habita em pessoas hipócritas, que dizem uma coisa e fazem outra. Que cobra sacrifício dos membros, mas não move uma palha com um dedo.

Há uma grande diferença entre teoria e a prática. No meio religioso o efeito nocivo é pior. Os teólogos e os estudantes leigos da Bíblia podem receber a revelação da Palavra de Deus, mas precisarão de poder para praticar a verdade revelada.

Só Deus pode conceder isso ao homem que O busca verdadeiramente. Isso não pertence aos mestres ou as faculdades, mas a Deus, unicamente. Todo o estudo e informações que geram conhecimento são importantes, mas nada se compara ao conhecimento de Deus, que já vem com poder para colocar em prática toda a verdade. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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AOS CHAMADOS

(07 de janeiro de 2024)

Há inúmeras promessas nas Sagradas Escrituras, mas nenhuma delas é sem condições e nem para os que desobedecem a Deus e não dão ouvidos à Sua Palavra.

É verdade que a professa igreja cristã banalizou as promessas do Senhor, por falta de conhecimento da verdade que está na Palavra de Deus.

Ao preferirem dá ouvidos aos seus líderes religiosos e desprezarem a busca direto na Bíblia, como bons bereanos que precisam confirmar na Palavra tudo o que ouvem, cometem o pecado da negligência, sendo enganados por todo vento de doutrinas.

Esses professos cristãos andam nas praças colocando a mão nas cabeças das pessoas fazendo "profetadas", adivinhando ou recitando promessas para pessoas que conhece a vontade de Deus e nem estão dispostas a obedecê-Lo.

Quem disse que devemos sair abençoando a todo mundo?

Nem podemos abençoar aquele a quem Deus amaldiçoou e nem podemos amaldiçoar aquele a quem Deus abençoou, pois não somos mais poderosos do que o Senhor.

Para fazer o certo, aquilo que agrada ao Senhor, é preciso seguir as Suas orientações contidas nas Sagradas Escrituras.

As promessas do Senhor não foram feitas para todas as pessoas, mas estão condicionadas a uma aliança, onde o homem precisa cumprir sua parte, sendo obediente, pela fé, às orientações dadas pelo Senhor.

Seria injusto o Senhor recompensar com Suas preciosas promessas o filho desobediente, que deliberadamente escolheu desobedecer Seus santos conselhos para a vida. 

Todavia, o filho que andou na injustiça, mas se arrependeu, confessou seu pecado e o abandonou, convertendo-se para o caminho da verdade, será inserido no grupo a ser contemplado com as bênçãos descritas nas promessas bíblicas.

Diante dessa verdade inconteste, não se deve está proferindo promessas em praças públicas para pessoas que rejeitam a verdade da Palavra de Deus, profetizando que o Senhor vai abençoar suas vidas, apenas porque o indivíduo se acha profeta do Senhor.

Ninguém será abençoado por pseudos profetas que ficam nas praças colocando a mão na cabeça das pessoas e lançando palavras ao vento que Senhor não mandou dizer e nem se encontram nas Escrituras Sagradas. 

Esses "profetas de ocasião", carnais, procuram dizer palavras agradáveis para laçar as pessoas e atingir seus objetivos pessoais e mesquinhos, para serem elogiados pelos homens ou explorar pessoas inocentes.

As promessas do Senhor não são para todo mundo, mas apenas para aqueles a quem Ele chamar, depois das suas verdadeiras conversões. E não adianta dizer que o Senhor Deus é tirano, injusto, vingativo, etc. Ele é justo e deu chance igual para todos escolherem.

Na primeira grande pregação dos apóstolos, após o batismo do Pentecostes, a mensagem foi ampla, mas prioritária, dirigida a maioria dos judeus presentes, mas extensiva a todos, sem distinção. A todos quanto o nosso Deus chamar para viver e pregar a Sua verdade.

A graça é extensiva a todos e não restritiva a placa de determinada igreja. A promessa não é para todos, mas para aqueles que aceitarem a graça oferecida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A CAUSA

(06 de janeiro de 2024)

A causa de não sermos consumidos em nossos pecados, que são coisas terríveis diante dos santos olhos do Senhor, é o Nome do Senhor Deus.

Sua misericórdia e amor, são tão grandiosos quanto a Sua Palavra dada, que não muda e nem volta atrás. 

Sua Palavra empenhada é algo que é fruto do Seu caráter imutável. Depois que o Senhor prometeu a Abraão, Isaque e Jacó, Ele cumprirá, mesmo que o homem não cumpra s sua.

O Senhor Deus tem um Nome, uma excelência na reputação de Criador, mantenedor, legislador justo, que tudo faz pensando no bem-estar das Suas criaturas. 

Por esse Nome, ou reputação, Ele zela com amor, não com pesar ou obrigação, pois assim é o Seu caráter.

O povo israelita não cumpriu a sua parte na aliança firmada com o Senhor, dando o justo direito de o Senhor também não cumprir a Sua parte, mas mesmo assim o Deus de amor e misericórdia não julgou e castigou o povo. 

Por amor ao Seu nome, ofereceu ao povo uma segunda chance para voltar a aliança e cumprir a sua parte para que fossem abençoado.

Um nome não é construído com um conjunto de letras, como pensam muitos que estão presos a letra morta, mas com atitudes que testemunhem sobre o seu caráter.

Um caráter cheio de virtudes é responsável por construir uma boa reputação.

Quando falamos do nome do nosso Deus e de Seu Filho Jesus Cristo não é diferente. Quase 100% (cem por cento) dos versos bíblicos que contém a citação “nome do Senhor”, estão se referindo ao Seu caráter e reputação como Criador - Aquele que faz.

Se Deus e Cristo zelam por seus nomes, não é isso que temos visto com Seu professo povo. Desde o gênesis, o professo povo de Deus tem se desviado da aliança que fez com o Senhor, preferindo as consequências por seus erros.

A recompensa para tantas transgressões deveria ser a completa aniquilação, como sofreram as nações que praticavam abominações como o sacrifício de crianças e estupro de jovens, por exemplo.

Se o Senhor tivesse castigado com braço forte o povo de Israel, que deveria honra o Seu Nome, não seria nenhuma injustiça. Não fez isso porque teve compaixão de Jacó ou medo de fazer a justiça, mas por amor ao Seu Nome de Deus de amor e de misericórdia.

Não foi os merecimentos do “povo de Deus” que os preservou até o dia de hoje, mas o zelo do Senhor pelo Seu Nome. O amor ao Seu próprio Nome, que é perdão, misericórdia, amor, justiça, […] manteve o professo povo vivo.

Os cristãos nominais têm elevado os seus “nomes” e das suas instituições acima do nome de Deus, exaltando seus poderes (fama, patrimônio, dinheiro, influência política, […]).

Enquanto essa igreja que aí está, em constante e em crescente processo de apostasia, não entender isso, continuará tateando como cegos em busca verdade que liberta e salva, mas nunca a achará. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TODA CRIATURA, TODO MUNDO

(05 de janeiro de 2024)

Nada é tão abrangente quanto a graça de Deus, oferecida a todos os seres humanos, sem exceção.

Embora a graça salve apenas aqueles que a aceitam, pois Deus não pode forçar a salvação para quem não quer ser salvo, ela é oferecida a todos.

A maravilhosa graça de Deus nos é apresentada em muitas faces: com a face da misericórdia; do perdão; da justificação e da salvação.

Também pode ser vista nas bênçãos derramadas, sem distinção, tanto a ímpios quanto aos que buscam viver na justiça, pois o Senhor Deus dá chuva e sol para ambos.

Entretanto, a forma mais simples e efetiva, é quando a face da graça de Deus é manifestada aos homens por meio da pregação do Evangelho do Reino Eterno. 

Todas as pessoas, sem distinção de raça, cor ou religião, devem ser alcançadas pelas boas novas da verdade do Deus único. A verdade do santo evangelho deve ser anunciada a toda criatura racional por todo o mundo.

Todos devem tomar conhecimento da verdade, que consiste na revelação de Deus, o Criador; da pessoa do Seu Filho e toda a sua vontade, para escolham e decidam com convicção.

Nada neste mundo tem tanto poder quanto o Evangelho do Reino de Deus, pois pode transformar completamente a vida daqueles que se dispõem a ouvi-lo e receber a fé que é germinada ao ouvir essa verdade.

A descoberta da verdade através do verdadeiro Evangelho de Cristo é como um combustível, altamente inflamável, em combustão que gera energia espiritual para mover o homem em direção a Jesus e ao Pai, o Deus único.

Aquele que é tocado pela compreensão da mensagem evangélica, se inflama por dentro e não consegue ficar calado e nem inerte aos poderosos incentivos do espírito santo de Deus em sua mente para ir e compartilhar com outros.

A ação de ir pregar o evangelho (IDE) é uma prova clara dessa verdade que queima por dentro, gerando a combustão para a locomoção, e move o homem para o cumprimento da missão.

Na missão dada por Cristo, quando manda pregar a toda a criatura, não significa que o evangelho deva ser anunciado somente àqueles que nunca ouviram nada da Bíblia, mas sobretudo aos professos cristãos, os mais necessitados da verdade.

Jesus foi enviado primeiro aos crentes da religião da sua etnia, os mais cegos e carentes da verdade, e só depois foi aos gentios, porque foi rejeitado entre os seus.

A história está se repetindo agora no tempo presente, do fim, os religiosos que se denominam servos de Cristo, mas servem aos seus líderes religiosos e as empresas que eles comandam, por amor a placa da instituição e não a Deus.

Toda criatura, inclui em primeiro estágio, prioritariamente, os que se dizem da fé, os mais cegados pelo inimigo que atua fortemente dentro das igrejas cristãs, para impedi-los de ir diretamente à Bíblia e enxergar a verdade que lhes está sendo ocultada.

O Evangelho Eterno não faz acepção de pessoas, como as instituições religiosas fazem, mas para “toda criatura”. Toda a criatura racional que possa discernir entre o bem e o mal, será convidada a experimentar o amor de Deus.

O Evangelho que pode mudar e restaurar o homem, transformando-o numa nova criatura (2Co 5.17 e João 3.3), é o poder de Deus manifestado aos homens. Se a missão do homem convertido é pregar, a missão do Evangelho é realizar o milagre da transformação do homem à estatura do Filho do Homem – Jesus Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NECESSIDADE VITAL

(04 de janeiro de 2024)

O servo de Cristo não deve pregar o evangelho porque lhe foi prometido uma coroa de ouro, uma exaltação ou a gloriosa herança de Jesus.

Muito menos como uma relação de trabalho entre patrão e empregado. O empregado faz suas tarefas por causa de um salário, sem amar oque faz.

Os professos cristãos que dizem evangelizar o mundo em troca de "bênçãos" do Senhor em forma de dinheiro, bens, saúde, casamento, fama, influência política e bem-estar, não entenderam nada do santo evangelho e nem da verdadeira obra de Deus.

O testemunho do apóstolo Paulo à igreja de Corinto diz muito sobre uma mente ungida com o santo discernimento do Senhor. Ele apresenta uma razão sábia para fazer a obra de Deus.

A palavra que ele usa como razão para realizar a obra de pregação do evangelho ao mundo é "necessidade". Uma necessidade vital, como comer, beber, dormir, etc.

Assim como nos dar prazer comer, beber e dormir, a missão de pregar e viver o santo evangelho deve ser também prazerosa e não uma obrigação cansativa ou interesseira, sem amor.

Talvez seja por isso que muitos "profissionais do evangelho", chamados de pastores, bispos, apóstolos ou líderes religiosos, tirem férias remuneradas.

Já imaginou um líder religioso de férias em um hotel luxuoso nos lugares paradisíacas ao redor do mundo, em ricos jantares, regados a bebidas caríssimas, rodeado de luxo, que de modo algum pode ser abordado para falar da Bíblia, para não quebrar o clima romântico ou de descanso da enfadonha obra de Cristo?

Isso parece um absurdo, mas é mais comum do que a maioria esmagadora dos membros de igrejas que pregam o medo, ensinando que os seus pastores mundanos são homens ungidos e podem mandar descer fogo do céu sobre a cabeça daqueles rebeldes que questionarem suas atitudes.

Se pelos menos tivessem o mesmo espírito do apóstolo Paulo, um exemplo de pastor de verdade, jamais tirariam férias de pregar e viver o evangelho, pois falar e viver por Jesus é um prazer para os servos que realmente conhece a Deus e a Seu Filho.

O problema gravíssimo da professa igreja cristã nos dias atuais, completamente alienada e cegada pela vã doutrina da prosperidade material, é que tem ensinado aos seus membros que ser abençoado é fazer sucesso na vida religiosa e ganhar dinheiro aqui, como se a vida plena e abundante fosse aqui nessa Terra passageira.

Colocam seus objetivos pessoais, inerentes a profissão, acima da vontade de Deus. Cantores, palestrantes, coaches, youtubers e outras atividades atreladas a religião onde as palavras “sonhos” e “sucesso” são a tônica. Essas são duas palavras que não se harmonizam com a essência do verdade do evangelho de Cristo.

Poderes temporais, que em nada tem a ver com o verdadeiro espírito do evangelho que é a simplicidade, abnegação e sacrifício. Para anunciar o evangelho não é necessário fama, sucesso, dinheiro ou títulos. O Evangelho do Reino é o poder de Deus a ser anunciado a todos os homens.

Os verdadeiros seguidores de Cristo não buscam glorias para si. O apóstolo Paulo em íntima comunhão com Cristo disse: “Ai de mim, se não anunciar o evangelho.” Não porque entendia o evangelho como uma ameaça, mas porque pregar o evangelho era como respirar, se parasse morria.

O Evangelho do Reino é vida que preenche todo o ser daquele que conheceu a Cristo e passou a amá-Lo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LIBERDADE NA OBEDIÊNCIA

(03 de janeiro de 2024)

É impossível que possa haver liberdade numa sociedade formada por humanos onde todos são pecadores, inclinados para praticar o erro, onde não haja leis claras que os lembrem do caminho certo a seguir.

Todo o universo é regido por precisas normas e regras que mantém a vida de todas as criaturas e organiza com perfeita precisão o lugar de cada uma delas e seus limites.

Imaginemos que a lua desobedecesse suas regras e se aproximasse demasiadamente da Terra? Os mares transporiam os seus limites e a vida como um todo seria tragicamente afetada.

Da mesma forma com os sóis, estrelas e corpos celestes dos mais diversos. Isso também se aplica aos frágeis sistemas e biomas que compõem a vida no planeta.

Sem leis o homem fica sem rumo certo. A ordem dá lugar ao caos. A justiça e o direito dão lugar a barbárie e a desesperança. 

Teólogos inspirados por espíritos malignos gritam aos ouvidos dos professos cristãos cegados pelo engano: "Oba, vivemos na graça e não carecemos mais da lei". Somente ao diabo interessa tal discurso. Homens malignos estão envolvidos nessa obra.

Esses ensinadores a serviço de Satanás, usam versos descontextualizados do apóstolo Paulo, que exalta a grandeza da graça, mas não diminui a santa lei de Deus, para tornar a lei obsoleta, mas na Bíblia deles, como princípio, Paulo não deixou claro que a Lei é a base e vem antes da fé?

"Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! ANTES, confirmamos a lei." (Rm 3.31)

Paulo responde com DOIS NÃOS. "Não" e de "maneira nenhuma". Teólogos que recortam versos que favorecem seus interesses escusos e excluindo outros versos que denunciam seus pecados, para alimentar seus vícios e paixões, jamais poderão ser vistos como servos de Cristo. 

Ou o homem serve a Deus seguindo toda a Sua Palavra ou serve ao diabo usando-a com parcialidade, com a verdade amputada e sofrendo as consequências de estar no erro, pregando mensagens descontextualizadas.

Alguns fazem isso por ignorância e como papagaios de pirata, só repetem o que aprenderam nos púlpitos, os outros atacam a lei de Deus pois seus corações são segundo o coração do pai da mentira, que prega uma falsa liberdade e ama o dinheiro da falsa prosperidade humana.

Ao contrário disso, o homem que tinha o coração semelhante ao de Deus (1Sm 13.14), escreveu o maior Salmo da Bíblia  (119) exaltando a santa lei de Deus, deixando bem claro que ela é a grande guardiã da verdadeira liberdade.

Ele afirma que só goza de plena liberdade porque observa os preceitos da lei do Senhor. O contrário disso é a desobediência e a morte, conforme aconteceu com Adão e toda a raça humana que descendeu dele.

Se a desobediência as leis de Deus é o resultado do mal, a santa lei de é o caminho para Cristo, o bem, por isso Paulo diz que a lei é santa, justa e boa (Rm 7.12).

Não há proteção quando vivemos em desobediência à Lei de Deus. Obedecer a Lei da liberdade (Tg 2.12), indica que somos livres para obediência à Deus. A Lei é um muro de proteção que nos adverte contra as ameaças do pecado, com uma placa que sinaliza um grande perigo: “Perigo! Não ultrapasse!”

Se a liberdade está ligada a obediência à Lei de Deus, precisamos conhecê-la mais. Os mandamentos do Senhor são liberdade e vida. Busquemos conhecê-los e guardá-los. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A FIDELIDADE DO SENHOR

(02 de janeiro de 2024)

A fidelidade é uma qualidade muito esperada e cobrada das pessoas submissas às outras. Esperasse que um servo seja fiel ao seu senhor, mas não se espera o mesmo do senhor para com o seu servo.

Essa forma de pensar e agir dos seres humanos revelam muito bem sobre os seus caráteres alterado pela presença do pecado neles. 

O pecado adulterou o senso de justiça que naturalmente havia no homem, posto por Deus, quando o criou à Sua imagem e semelhança. 

Desde então, quando o homem está numa posição superior ao seu semelhante, lhes impõe duras regras e o explora até a última gota de suor, sem admitir qualquer protesto por justiça, mas quando mesmo está na condição de explorado, clama por justiça.

O homem infiel exige que todos sejam fiéis para com ele, mas não valoriza a sua fidelidade para com os demais. Essa maldade sem tamanho é pouco percebida pelos seres humanos cegados pelo inimigo desse mundo, que os fez viver como se tivessem no automático, sem raciocinar.

Na mente "racional" dessas pessoas, soaria muito estranho a frase: "Deus é fiel", pois na sua forma de ver as coisas, o chefe não está obrigado a ser fiel como o subordinado está. 

Ser fiel não é uma característica dos subordinados, mas uma qualidade dos nobres, daqueles que são grandes no espírito, cujo caráter se assemelha ao do Santo. 

O SENHOR Deus não é fiel porque existe uma lei que O obriga a ser assim ou fazer assim, mas porque isso é parte integrante de Seu caráter, sem poder ser dissociado. Se Deus deixasse de ser fiel, deixaria de existir, porque fidelidade é uma das suas essências.

Deus não é fiel ao homem porque existe uma força maior que o obrigue a isso, mas porque deu a Sua Palavra imutável. Fidelidade, justiça, caráter santo e todas as outras qualidade do amor, do bem e da verdade faz parte de Deus, pois é a fonte original de tudo isso.

Tudo isso são expressões da Sua pessoa. ELE não faz nenhum esforço, como o homem faz, para ser fiel e justo, pois não consegue ser diferente disso. Afinal, um leopardo não pode mudar as suas manchas. O ser natural é oque é. A criação que expressa e reflete a glória do Criador diz muito ao Seu respeito (Rm 1.20). 

O SENHOR Deus, assim como Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, não pode mudar a sua essência, seu ser interior de bondade e justiça, para se transformar num Ser infiel, injusto e sem amor. Deus é fiel, bom e justo, e continuará assim para sempre. Simples assim! 

Quando dizemos que Deus é fiel, não deveríamos enxergá-Lo como um submisso, um fraco ou alguém que a gente pode explorar, enganá-Lo ou abusar da Sua misericórdia e bondade.

A fidelidade de Deus está bem alicerçada em princípios eternos, não segundo a visão de mundo do homem corrupto. O homem mundano quando transformado numa nova criatura espiritual e passa a compreender essa santa fidelidade do Altíssimo, é fortalecido e guardado do maligno.

O conhecimento de Deus, da Sua pessoa e das Suas qualidade e virtudes, traz ao homem que passa a colocar em prática a Sua santa vontade, recebe um poder muito superior a tudo que há nesse mundo, muito superior, inclusive, ao inimigo das nossas almas.

O poder para livrar o homem de todos os males pertence a Deus. Deus pode livrar os Seus filhos dos homens perversos, das violências sociais, das doenças epidêmicas e até da mortes.

Deus, através de Cristo não remedia, apenas, atuando no efeito, mas na causa. Ele não livra o homem apenas do mal, mas do maligno – o pai da maldade. Só Deus pode fazer isso. Confiemos e entreguemos tudo nas Suas mãos. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NADA MAIS, NADA MENOS

(01 de janeiro de 2024)

Desde o princípio da entrada do pecado na Terra, no coração do ser humano, que o maior problema de todos tem se originado do acréscimo à Palavra de Deus, indo além daquilo que o SENHOR disse.

A antiga serpente inaugurou a prática pecaminosa de acrescentar à Palavra palavras que o SENHOR não disse, no primeiro livro da Bíblia:

"Ora a serpente era mais astuta que qualquer animal do campo que Deus Jeová tinha feito. Ela disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?" (Gn 3.1)

Essa questão é tão séria que no último livro da Bíblia, o Senhor deixa registrado uma sentença condenatória para todo aquele que acrescentar ou retirar partes da Sua Palavra:

"Eu testifico a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas escritas neste livro; e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da cidade santa, que estão escritas neste livro." (Ap 22.18-19)

Essa advertência é necessária, pois as instituições religiosas oriundas do judaísmo e do cristianismo têm se utilizado dessas práticas pecaminosas para fazer valer seus interesses mesquinhos, escusos e reprováveis pela verdade.

Antes do nascimento de Jesus, os líderes religiosos do professo povo de Deus (sacerdotes levitas), deixaram de ensinar a Palavra de Deus ao povo, para os dominar e explorar, conforme revelado ao profeta Malaquias (Ml 2.7-8).

Nos dias do ministério de Jesus com seus discípulos, os mesmos líderes religiosos, compostos por sacerdotes, doutores da lei e escribas, cuja maioria pertencia a seita dos fariseus, continuavam do mesmo erro, acrescentando á Palavra de Deus, suas leis opressoras, com base num legalismo dos costumes e das tradições humanas.

"Disse-lhes ainda: Bem sabeis rejeitar o mandamento de Deus, para guardardes a vossa tradição. [...] invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição que vós transmitistes; também muitas outras coisas semelhantes fazeis." (Mc 7.9 e 13)

É possível perceber que Cristo sempre respondia contra as compreensões equivocadas dos líderes religiosos sobre as Escrituras. Eles estavam presos à letra morta, fazendo sempre uma análise seca da escrita, preso aos aspectos culturais do povo, quando deveriam ser guiados por Deus.

Esses religiosos do passado, que é igualzinho aos do tempo presente, liam as Escrituras Sagradas como se tivessem uma venda nos olhos, mas não compreendia a mensagem, por torcer a Palavra de Deus, conforme às suas vontades, alimentadas pelo profundo desejo de dominação.

Eles haviam adaptado a Palavra de Deus às suas necessidades e planos. Criavam leis duras para o povo, que nem mesmo eles obedeciam (Mt 23.4). Acrescentavam e retiravam da Palavra de Deus para atender os seus próprios interesses. Não é diferente dos dias de hoje. A cena se repete com precisão (Ec 1:9 e 3.15).

A maioria dos líderes religiosos de hoje fazem a mesma coisa. Quanto mais alto o cargo, maior é a corrupção. Continuam adulterando o sentido original da Palavra de Deus, por causa dos seus interesses mesquinhos.

E o povo continua perecendo porque lhes falta conhecimento (Os 4.6). O mandamento de Deus é claro e objetivo: Não acrescentareis e nem diminuireis da palavra que vos mando! Precisamos buscar a Palavra integral, direto da fonte, sem intérpretes tendenciosos que buscam seus próprios interesses. 

Chegaram até o cúmulo de afirmar que esse mandamento de Deus, escrito no livro de Deuteronômio ficou no passado, não é mais válido, tornando obsoleto um princípio imutável, comprovando a malignidade em seus corações.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A LEI DE CRISTO

(31 de dezembro de 2023)

Ninguém, em sã consciência, gosta de carregar as cargas dos outros, quando já é sacrificante demais carregar as suas próprias.

Carregar as cargas dos outros implica na ideia de que o outro deixou de fazer a sua parte para me sobrecarregar e não é justo eu pagar pelos erros dos outros. Essa é a ideia implícita na mente de todas as pessoas que sofrem quando levam as cargas do próximo.

Jesus Cristo não pensou nisso quando deu mandamento aos seus discípulos para carregar as cargas uns dos outros? Ele esqueceu os princípios da justiça? Não! Nada disso!

Jesus está nos ensinando sobre o sacrifício necessário para que compreendamos o amor de Deus, e o seu, por nós. Jesus carregou as nossas cargas pesadas demais sobre os seus ombros e ainda se dispõe a continuar nos ajudando, aliviando as nossas cargas:

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." (Mt 11.28-30).

Ajudar um irmão, não significa sustentá-lo em tudo, mesmo quando escolhe não aprender.

O apóstolo Paulo quando orienta os irmãos levarem as cargas uns dos outros, não está ensinando para sustentar o desocupado que tem preguiça de trabalhar, gozando de plena saúde, e nem estar perdendo animando aquele que ama se vitimizar e se fazer triste para ser animado. Nada disso.

Paulo está falando para irmãos que lutam e se esforçam juntos, que passando por dificuldades, todos se unam para ajudar aquele que está passando por problemas de ordem material, emocional ou espiritual. A esses devemos levar as suas cargas.

Irmãos que têm renda, goza de boa saúde, mas se escoram nos outros, por ter um espírito avarento e cobiçoso, não merecem ser ajudados constantemente, pois do contrário estaremos ajudando a viciar um terrível pecado do egoísmo. Esses que têm o espírito de Ananias e Safira devem aprender e se converter ao Cristo que se sacrifica.

Paulo é taxativo sobre a justiça e o verdadeiro amor de Deus, que chega a castigar os filhos, por amor, para que aprendam e andem no caminho da verdade, do sacrifício e do amor ao próximo:

"Pois ainda quando estávamos convosco, isto vos mandamos, que, se alguém não quer trabalhar, não coma. Temos ouvido que alguns andam entre vós desordenadamente, que nada fazem, antes se intrometem nos negócios alheios; a estes tais ordenamos e rogamos no Senhor Jesus Cristo que, trabalhando sossegadamente, comam o seu pão." (2Ts 3.10-12)

É bonito e louvável ajudar pessoas que não conhecemos, que não faz parte da nossa comunidade cristã, uma, duas ou três vezes, mas se essas pessoas estão se viciando na ajuda e não aprendem com os próprios erros, é um erro ajudar pessoas assim. E se for uma irmão que conhece a verdade, é pior ainda. Deve ser repreendido com firmeza.

É preciso sabedoria e discernimento espiritual para entender o que significa carregar as cargas uns dos outros. Muitos pensam logo no dinheiro, mas as cargas emocionais são as mais importantes, por serem as mais pesadas. O espírito carece maior atenção do que o estômago e o bolso.

Pessoas que dão muita importância ao dinheiro, que tem dificuldade para abrir mão dele para ajudar ou aqueles que retem o seu dinheiro para não contribuir, são pessoas que não tem o espírito de Cristo, são problemas em potencial na comunidade que busca o mesmo espírito. 

A lei de Cristo é o amor que é visto por meio dos sacrifícios de uns para com os outros e não de uns para os mesmos de sempre. Os que estão acostumados a receber ajudar deve ser tocado pelo espírito de reciprocidade e se colocar da posição de ajudar também, para que também cumpra a mesma lei de Cristo, que é para todos.

Ajudar é bem melhor do que ser ajudado. Peçamos a Deus a coragem para o sacrifício de ajudar.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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"EIS-ME AQUI"

(30 de dezembro de 2023)

Uma repetitiva história ocorre desde o Gênesis até o Apocalipse, desde o princípio até o fim:

O Senhor Deus perdoa, purifica, exalta e abençoa Seu povo, que o trai para se prostituir com outros deuses, não deixando alternativa para o Senhor a não ser buscar uma outra noiva, mais simples aos olhos da antiga esposa, porem que seja fiel.

Essa linguagem de infidelidade, marido e mulher, é recorrente na boca dos profetas, chegando ao ponto de o Senhor levantar o profeta Oséias para que buscasse uma prostituta para se casar com ela e ter filhos, uma representação da relação dEle com o povo de Israel.

Diante de tanta decepção e repetitivas traições por parte da nação israelita, o Senhor prometeu que se revelaria a um povo gentio, que nunca o havia conhecido, nem perguntado por Ele.

Para uma nação estranha que nunca conhecera o Seu Nome e tampouco seria chamada pelo Seu Nome, como uma esposa que recebe o nome do marido, diria para ela: "Eis-me aqui, eis-me aqui!", ofertando a Sua graça maravilhosa que fora rejeitada pela antiga e louca esposa.

Por que o Senhor se tornaria "acessível" a um povo que nunca ouvira falar dEle, que não O conhecia?

Primeiro era para ensinar a nação de Israel que Ele havia feito o mesmo com ela, pois eram gentios e foram feitos escolhidos de Deus, para que se sentissem superior aos outros, como muitos religiosos cegos ainda fazem hoje.

Segundo, porque a nação israelita, professo povo de Deus, não fez o que fora mandado fazer: Apresentar o Deus único e criador ao mundo, através das suas ações, conhecimento e poder espiritual a ele concedido.

Assim aconteceu nos dias de Jesus cristo, por exemplo. Os líderes religi8osos não queriam perder sua posição de destaque na sociedade e nem os privilégios da posição de liderança religiosa que ocupavam.

Devido a isso, negaram, perseguiram e caçaram o Enviado de Deus, como se fosse um inimigo, não enxergando a verdade que era latente diante dos seus olhos. Seus envolvimentos com o mundo e a idolatria, os cegou para a fidelidade. Haviam se tornado num povo corrupto e insensível espiritualmente.

A história que se repete com incrível precisão, parece ser a mesma:  Quando o professo povo de Deus se torna uma nação poderosa - Nação, Religião, Instituição, etc, se esquecem de onde foi resgatado; dos primeiros caminhos trilhados por seus pais – das veredas antigas (Jr 6.16), e abandonam o Senhor com traição.

Foi assim, pelo menos em sete períodos bem definidos nas Sagradas Escrituras. Todavia, Deus sempre retirou dessas nações ou instituições um remanescente fiel (Rm 9.27).

No final do livro do profeta Isaías há um lamento contra o povo que deveria levar o nome do SENHOR, mas O rejeitaram, trocando-O pelos falsos holofotes do mundo.

O lamento afirma que quem deveria buscá-Lo não o fez, mas pessoas que não professavam a fé, fizeram este ato de fé – gentios tomando o lugar dos “escolhidos”.

Quando o professo povo de Deus rejeita seguir os Seus mandamentos, sempre haverá um povo mais humilde, pequeno, insignificante, remanescente, a quem o Senhor buscará para lhe dá a Sua preciosa graça, para que entendam o Seu amor, para buscá-Lo e O encontrá-Lo (Is 41.14).

Para todo o humilde que busca a Deus de todo o coração, Deus dirá: “Eis-me aqui. Eis-me aqui.” 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LUGAR DESERTO

(29 de dezembro de 2023)

Na nossa cultura ocidental, a palavra deserto tem conotação pejorativa, como sinônimo de escassez e morte.

Até os professos crentes usam a palavra deserto para se referir as provações e situações de  grande sofrimento, mas as Escrituras Sagradas se refere ao deserto como algo ruim?

Não! Deserto na maioria das citações na Bíblia Sagrada nos traz conotações positivas e relacionadas ao aprendizado ou reeducação, consagração, purificação e redenção.

1. Abraão, o pai da fé, andou pelos desertos aprendendo com o Senhor, sendo testado e aprovado;

2. Moisés, o homem mais manso do mundo, grande líder e um tipo do redentor que liberta o povo, foi forjado no deserto;

3. Elias, o maior de todos os profetas, saiu do deserto com poder de mudar o destino de Israel, depois de sofrer uma perseguição de morte;

4. Davi, o homem cujo coração de Deus e o mais humilde e justo entre todos os reis em Israel, encontrou refúgio, refrigério e poder, pela comunhão com o Senhor nos desertos;

5. João Batista, o maior de todos os homens nascidos de mulher, morava nos desertos, onde as pessoas iam até ele para ouvir do poder de Deus;

6. Jesus Cristo, o Filho de Deus e nosso Senhor e Salvador pessoal, sempre buscava os lugares desertos para se refugiar e orar ao Pai, intercedendo pelos seus discípulos e para se fortalecer durante a jornada ministerial;

7. A igreja pura e santa, vestida de branco, símbolo profético no livro do Apocalipse, se refugia no deserto, lugar preparado pelo Senhor para os santos em Cristo Jesus.

Ir para os desertos, como os discípulos faziam com Cristo, literalmente, tinham objetivos: Afastar-se do mundo para se fortalecer na presença do Senhor; ouvir o espírito do Senhor falando à razão no silêncio do ermo; fazer autoanálise das próprias ações e escolhas e se fortalecer para enfrentar o mundo quando voltassem às cidades.

Muita gente acha que tem que voltar a essas práticas literais sem entender o verdadeiro exercício espiritual. Muita gente acha que tem que subir um monte literal, pois a oração de lá pé mais forte e Deus escuta melhor. Ledo engano! 

Daniel, no meio de Babilônia, no centro da cidade mais populosa do mundo em seu tempo, buscava nos seus aposentos secretos e na reserva do seu quarto, fazia o seu deserto com o Senhor e se fortalecia para ser um homem irrepreensível diante dos homens e de Deus.

É verdade que as grandes metrópoles concentram e aglomeram multidões, e por isso sentem os efeitos nocivos da padronização de tudo, inclusive dos seres humanos.

Somos indivíduos, seres com peculiaridades da individualidade, como seremos iguais uns aos outros? Jamais poderemos viver padronizados como máquinas que same de uma de produção. Além da padronização midiática, há vários outros desafios a serem superados pelos metropolitanos e moradores das cidades grandes.

Outro grave problema que a grande cidade cria no homem é fazer ele entender que é melhor ali, pois encontra de tudo num só lugar, diferente dos lugares mais afastados. Isso cria no homem uma falsa independência, ao ponto de achar que nem de Deus ele precisa mais, pois já tem de tudo.

O contato individual com Deus é uma necessidade vital e o centro dessa nossa reflexão. Com Jesus Cristo, nosso perfeito exemplo, não era diferente. Certa vez, Jesus tirou seus discípulos, à parte, para longe das multidões para fazê-los pensar e meditar nos cuidados de Deus.

Pegaram um barco e foram para um lugar deserto e lá passaram pela grande experiência de serem alimentados por Deus, de forma miraculosa. Pães e peixes até sobejar. Temos buscar ficar a sós com Deus? Somente em Cristo todas as nossas necessidades são supridas. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PAZ DE ESTAR SEGURO

(28 de dezembro de 2023)

"Sensação de segurança", é uma frase muito utilizada pelos agentes de segurança, privada ou pública, se referindo ao bem-estar das pessoas que carecem estar seguras.

Quando os experts em segurança fala de sensação de segurança, não estão falando de segurança concreta, mas apenas de um sentimento, pois a ameaça é real e as pessoas continuam expostas ao perigo.

Ou seja, essa tal sensação é um sentimento criado através de medidas de segurança (modus operandi), equipamentos e pessoas, destinadas a minorar os riscos da sociedade. Segurança real e total não existe, quando os profissionais da segurança se refere a isso.

Essa sensação de segurança promovida pelos homens é diferente da real e verdadeira segurança que têm os servos de Deus. Eles não só sentem a segurança, mas estão protegidos de fato, não só da ameaça ao corpo físico, mas das piores ameaças, que são ao espírito.

São muitas as preocupações que têm tirado o sono dos habitantes do planeta: pandemias, crise econômica mundial, catástrofes naturais, imigrações, guerras e rumores de novas guerras, economia em queda, doenças e uma lista infindável de medos.

Enfim, a lista é tão grande que seriam necessárias várias páginas para enumerá-los.

Tudo isso apesar de ocorrer no âmbito externo ao corpo humano, é na mente das pessoas onde essas ocorrências causam os grandes males, tirando a coragem, o ânimo e a esperança, e em seu lugar se estabelece a dúvida, as incertezas e os medos, origem dos graves problemas.

O medo do futuro e de um cenário sem esperança, provocado por todas essas ameaças, criadas pelo próprio ser humano, é uma carga muito pesada para todas as pessoas que carecem de paz de espírito para ter saúde e viverem bem.

Todo esse cenário desafiador entra em choque com a própria mídia que cria esse quadro de caos e ao mesmo tempo vende ilusões de uma vida perfeita aqui na Terra, ao oferecer a felicidade através de um consumismo desenfreado e alienador.

Com isso, cria padrões de comportamentos e estilos de vida impossíveis de serem alcançados por todos, promovendo a cobiça e gerando ainda mais desigualdade; mais medos; mais cobiça; mais doenças; [...] num ciclo infindável de desgraças.

Os efeitos dessas preocupações e incertezas, são facilmente percebidos quando essas ameaças afetam o espírito e a preocupação rouba o sono, o tão necessário descanso para o restabelecimento da saúde física e emocional.

Quem consegue ficar tranquilo e dormir o sono dos justos, sossegado, com esse terrível barulho na mente? Ninguém!

O bom sono é uma necessidade tão importante para a saúde, bem-estar e produtividade do ser humano, quanto é a boa alimentação, água na medida certa, luz solar, ar puro, exercício físico e o exercício da fé.

Só quando estamos em paz de espírito podemos desfrutar desta dádiva de Deus. Somente por meio do Senhor Jesus Cristo é nos concedida a paz de espírito. Só no Filho do Homem teremos paz e ânimo para vencer em meio a tantas aflições:

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16.33). O espírito de Cristo nos consola, nos dando a esperança para lidar com os desafios que a vida apresenta. Aqueles que buscarem ao Senhor, encontrarão descanso para suas almas (Mt 11.29).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SOSSEGO OU INVEJA?

(27 de dezembro de 2023)

O estresse ocorre quando há inquietude de espírito. O espírito inquieto por desejar muitas coisas dessa vida, passando a correr contra o tempo para conquistar coisas passageiras, é como uma miragem enganosa.

A causa de muitas doenças da mente que reverbera para a carne, vem ao ser humano por esse estresse provocado para conseguir aquilo que os homens julgam muito necessário para se obter uma feliz feliz e próspera.

Essa intranquilidade não gera saúde, não gera vida, mas unicamente a morte do corpo. Quando há muitas preocupações, se acelera a chegada de doenças e da morte.

A ciência tem cada vez mais se aprofundado nesse conhecimento e confirmado essa verdade, mas esse conhecimento já havia sido revelado à humanidade através do sábio Salomão.

A ele foi revelado que: "A mente tranquila e sossegada, conformada com o que tem é o segredo para que a carne se mantenha saudável para a vida".

Esse santo conhecimento milenar vem sendo ignorado pelo mundo e os seres humanos vêm sofrendo de todo tipo de males na própria carne por não colocar em prática a Palavra de Deus que é viva e eficaz para a vida.

Ao contrário disso, outro estado de espírito, contrário à tranquilidade e o sossego espiritual que é promovido pela paz interior que só Cristo pode nos dar, trazendo ao homem esperança e ânimo para viver com sabedoria, identificando as coisas que realmente importa para vida saudável e feliz.

A mente que inveja as coisas do outro, lhe causando estresse para conquistar o mesmo, cobiçando tudo o que o mundo enganoso aponta como primordial e necessário é uma grande armadilha para que o corpo adoeça ao ponto de secar os ossos.

O sábio usa a linguagem de "podridão dos ossos". O ossos é a estrutura do corpo, sem eles não nos manteríamos de pé, eretos, firmes para realizar o que somos capazes de fazer, para um fim, para o qual fomos criados.

Os bons sentimentos promovidos pela paz de Cristo no homem influenciam outras pessoas a experimentarem o mesmo. O corpo sente o reflexo de uma mente saudável.

O apóstolo Paulo nos apresenta uma relação de bons sentimentos que ele se refere como o fruto do espírito de Cristo: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gl 5.22).

Quando permitimos que Cristo entre em nossas vidas, todas as virtudes frutificam em nossas mentes. Essa é positividade que a Palavra da Verdade nos ensina, diferentemente das teorias orientais sobre autoestima que tem invadido as professas igrejas cristãs. “Eu posso!”, “Eu consigo!”, “Sou o melhor!”, “Serei o mais rico e mais bonito” […]

Estes enganos em nada tem a ver com a verdade bíblica. É uma utopia que tem efeito passageiro, deixando em seu lugar distúrbios emocionais. Nunca se falou tanto em autoestima ou autoajuda como agora no terceiro milênio, e nunca se viu crescer tanto a depressão.

O indivíduo depressivo acumula em sua mente uma série de fobias (medos). Esses sentimentos nocivos á saúde quebram a resistência contra as doenças. A depressão é uma doença grave, atingindo a alma (emoções).

Só Deus, por Seu espírito e a Palavra da Verdade, pode promover a cura plena. Cristo nos diz: “Venham a mim, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28); “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10.10). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ANTES E DEPOIS DE DAVI

(26 de dezembro de 2023)

Davi foi levantado por Deus como um dos mais belos e precisos tipos (sombra) de Jesus Cristo, também chamado de Filho de Davi.

Assim como Davi, Jesus também nasceu em Belém, mas as semelhanças não se limitam apenas um pequeno detalhe como esse.

1. Davi era pastor de ovelhas, mas Jesus o Bom Pastor que cuida de pessoas;

2. Davi era visto como um irmão inferior, Jesus entre seus irmãos judeus, também era visto assim, como um homem inferior vindo da Galiléia;

3. Davi foi exaltado por Deus e colocado num trono para ser rei sobre todo o Israel, Jesus também foi exaltado por Deus sobre todos os reinos do mundo;

4. Davi recebeu um nome de honra que até hoje é lembrado como o melhor rei de Israel, Jesus recebeu um nome do Pai, pelos méritos de Sua obra, que foi elevado acima de todo nome e sob esse nome, todos precisam de ajoelhar;

5. Davi venceu o gigante Golias num deserto, no quadragésimo dia, Jesus venceu o maior de todos os gigantes - Satanás, também no deserto, e também no quadragésimo dia, depois de um longo jejum.

Nunca houve em Israel, em todos os tempos, um rei tão bom e justo para com o povo, como Davi. Apesar de sua realeza e da fama por inúmeras conquistas miraculosas onde foram vistas as ações miraculosas do Senhor, Davi continuou sendo um homem humilde.

Sua vida não foi fácil. Metade da sua vida passou fugindo da morte, perseguidos pelos seus próprios irmãos a quem havia ajudado, prenunciando o que deveria acontecer com Jesus Cristo, perseguidos pelos reis que temiam perder o trono para Ele.

Davi também foi chamado de o homem que tinha o coração semelhante ao de Deus (At 13.22). Ninguém mais que Jesus tinha e tem um coração tão semelhante ao do Pai, o grande Deus Altíssismo.

Haveria tipologia mais precisa de Cristo do que a a vida de Davi, desde o seu chamado até a sua entronização?

A vida de Davi é uma perfeita sombra do Messias prometido, que apontava para o original e verdadeiro, Jesus Cristo, príncipe e rei justo, sem mácula, nódoa ou pecado (Hb 4.15).

A superioridade do Senhor Jesus sobre Davi é inquestionável: “E ele [Jesus] lhes disse: Como dizem que o Cristo é filho de Davi?” e “Se Davi o chama de meu Senhor, como é ele seu filho?” (Lc 20.41,44).

No último capítulo da Bíblia Jesus se lembra novamente de Davi, lhes conferindo honra, para que os homens reflitam e assimilem a revelação de Deus dada a Cristo sobre a vida do Seu servo de Belém: 

“Eu Sou a Raiz de Davi”. O Filho de Deus já existia antes de Davi, como uma raiz que dá origem a uma árvore. Foi através do Seu Filho que Deus, o Pai, criou o primeiro homem, pai biológico de Davi e toda a raça humana, por isso Jesus diz que é a raiz (antes) de Davi.

"Eu sou a geração de Davi". Também diz que a geração ou descendência de Davi, quando nasceu de Maria e recebeu o nome de Jesus.

 A humildade de Davi nos ensina sobre dependermos do Senhor e andarmos em sua luz, bem como sobre a honra que o Senhor tem preparado para quem O honra. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ESTÁS ANSIOSO?

(25 de dezembro de 2023)

Nunca o ser humano se tornou tanto ansioso quanto o tempo presente.

O número de pessoas ansiosas tem crescido de forma assustadora em nosso planeta e tem sido motivo de preocupação dos governos de todas as nações, inclusive as grandes potências enconomicamentes desenvolvidas.

Parece que os hábitos modernos não tem feito muito bem a mente humana. Os novos hábitos tem cobrado do homem que se comportem como máquinas, programadas para produzir cada vez mais sem respeitar os seus limites. O corpo humano não tem suportado tanta pressão.

Fenômenos sociais tem surgido que devem acender um alerta na mente das pessoas. Crianças com ansiedade tem se tornado algo comum. As crianças têm se cobrado com se fossem adultas e têm adoecido.

A ansiedade tem muitas facetas, mas pode ser vista como uma espécie de medo: medo de não poder pagar uma dívida e ser cobrado; medo de tirar uma nota baixa; medo de não bater a meta de vendas do mês; medo de perder o emprego; [...]

O Senhor na Sua infinita misericórdia e onisciência, sabendo o fim dos caminhos do homem pecador, nos preveniu sobre esses males, por isso nos oferece um antídoto através de Cristo.

O apóstolo Pedro que ouviu da boca de Jesus Cristo uma perfeita recomendação sobre a ansiedade:

"Assim não andeis ansiosos, dizendo: Que havemos de comer? ou: Que havemos de beber? ou: Com que nos havemos de vestir? [...] Não andeis, pois, ansiosos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã a si mesmo trará seu cuidado; ao dia bastam os seus próprios males." (Mt 6.31 e 34)

Aprendeu que se escolhermos estar debaixo da mão poderosa de Deus, não haverá motivo para preocupações que nos tire a paz de espírito, basta lançar sobre ELE toda a nossa ansiedade, temores ou preocupações.

Quando lançamos as nossas expectativas sobre os homens, apenas pequeníssimas coisas são resolvidas ou obtivas, mas na maioria das vezes haverá decepção, desapontamento e muito constrangimento, mas com o Senhor é diferente.

ELE tem cuidado de nós através do Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo. Nunca o homem de fé vai se decepcionar quando lançar sobre o Altíssimo todos os seus medos e temores. ELE é um Pai que cuida e protege.

Ao se aproximar o fim de todas as coisas, essas questões serão agravadas e necessitaremos ainda mais de um relacionamento íntimo e espiritual com o Senhor nosso Deus.

Isso tudo não se trata apenas de constatações científicas, mas uma verdade bíblica proferida pelo próprio Cristo com quase vinte séculos de antecedência:

“Homens sem fé em Deus, desmaiariam de terror pelas expectativas (ansiedade) das coisas que viriam” (Lc 21.26).

Essa verdade é tão séria que existe pastores com síndrome do pânico. Pode isso? Já o livro da sabedoria diz que “o espírito abatido” pelas ansiedades da vida, “faz secar os ossos” (Pv 17.22).

Qual a solução para esse gravíssimo problema? Não está nas drogarias; no especialista em neurologia; nas glutonarias, bebedices e outros “prazeres” enganosos. A cura só pode ser obtida pela atuação do espírito de Deus em nossa mente, nos consolando. ELE diz: “Lance todas as suas ansiedades sobre MIM, pois EU SOU aquele que cuida de vós”. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O SENHOR LIBERTA

(24 de dezembro de 2023)

O apóstolo Pedro é um dos grandes exemplos, dentre tantos, de como o livramento e o escape vem do Senhor.

Herodes era um rei fraco e injusto, que buscava agradar aos líderes religiosos que manipulava o povo com medo opressor das suas tradições e controlando a opinião popular, fazendo tudo para agradar os homens do sinédrio dos judeus.

Além de matar o apóstolo Tiago, à espada, mandou prender o apóstolo Pedro, visto como um líder expressivo na "seita dos cristãos".

Prenderam Pedro como se fosse um criminoso de alta periculosidade. Dezesseis soldados, divididos em quatro grupos de quatro soldados, em quatro níveis de segurança - quatro grades, separava o servo de Cristo do mundo livre.

Além de todo esse aparato de segurança máxima, ainda havia grossas correntes de ferro que prendiam suas mãos e pés às paredes da prisão, bem como dois soldados ao seu lado, dia e noite, para impedir a fuga do seguidor do Nazareno.

Aos olhos humanos, era impossível que Pedro pudesse ser liberto dali. Mesmo que um exército de cristãos revoltados tentasse libertá-lo, provocando a sua morte imediata pelos guardas.

O próprio Pedro não estava muito preocupado com a prisão, pois se encontrava dormindo entre dois saldados, que o guardava como se fossem seus guarda-costas.

Quando ninguém esperava, um anjo da parte do Senhor resplandece a glória de Deus sobre aquele lugar, despertando Pedro com um toque, mando-o calçar as sandálias, se cobrir com a sua capa e segui-lo para fora da prisão.

O escape para Pedro veio num piscar de olhos, sem avisos prévios, de surpresa, mudando completamente o cenário da vida do servo de Jesus Cristo. 

O livramento de Pedro não é um caso isolado, porque o Senhor só livra os Seus servos "especiais", fazendo acepção de pessoa, não! Quantos de nós já não experimentamos livramentos vindo da parte do Senhor, que certamente poderia nos ceifar a vida?

Somos livrados de muitos perigos durante toda a nossa vida e isso não poder ser entendido como um fruto do acaso ou da sorte que vem da conspiração do universo em nosso favor. Nada disso. A nossa “sorte” tem nome: O Eterno Deus, o Altíssimo que nos ajuda por meio de Cristo.

Deus não livra os Seus filhos apenas dos perigos que ameaçam as suas integridades físicas, mas também dos perigos invisíveis aos olhos humanos; dos perigos que podem destruir a nossa alma (mente), ameaçando a nossa salvação eterna.

Quantas vezes você deu ouvidos ao espírito de Deus, que lhe ajudou a escolher o caminho certo?

O salmista faz uma comparação incrível, usando como cenário armadilha para pegar passarinhos: um laço de passarinheiro. O passarinheiro é um caçador de pássaros que arma os seus laços no ninho das aves e quando eles começam a se movimentar dentro dele, suas patas se enroscam nos laços e se prendem.

O inimigo das nossas almas é como um passarinheiro e muitos são os laços que ele arma para nos prender e destruir. Somos laçados muitas vezes e de diversas formas no decorrer de nossas vidas, mas o nosso Deus é Aquele que quebra os laços, nos dando escape.

Deus, através de Cristo, é quem quebra as correntes do inimigo que nos aprisiona. A ELE devemos a nossa liberdade.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O DESCANSO DE DEUS

(23 de dezembro de 2023)

Depois de criar o mundo, em seu perfeito estado original, repleto de incontáveis maravilhas, o Criador escolheu "descansar" em pleno estado de deleite e contemplação.

Não porque Deus se canse ou se fatigue (Is 40.28), mas descansou no sentido de Se regalar com o bem criado para Seu Filho unigênito, herdeiro de todas as coisas, bem como a felicidade estampada na face dos primeiros seres humanos, Adão e Eva.

Desde que a Luz prorrompeu, resplandecendo a glória do Deus único e Criador, expulsando as trevas da face do abismo para que os alicerces da vida começasse a surgir, uma grandiosa obra estava desenhada na mente onisciente do Pai.

Após a concretização dos mais belo cenário, como num suspiro de grande satisfação e regozijo, veio a constatação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom." (Gn 1.31)

A obra estava completa. Não haveria palavras no dicionário dos homens para descrever o conjunto da obra. Era tão magnifica que Aquele que não se cansa, escolheu parar e contemplar tudo aquilo que foi feito para os outros, Seus filhos.

O deleite do Criador era ver Seu Filho e todas as criaturas felizes, desfrutando de divina paz, num ambiente que lhes inspirasse todas as virtudes que brotam do amor.

O descanso de Deus é muito mais do que parar para se refazer do cansaço e renovar as forças para continuar, é sinônimo de gozo completo.

Quando o SENHOR deu o mandamento do santo sábado para o Seu povo, com certeza queria que eles sentissem um pouco desse descanso espiritual, mas parece que o homem só enxergava a letra morta e o descanso físico.

Com o passar do tempo, com o distanciamento da verdade, por toda raça humana, surgiram até inimigos dessa verdade, tornando o homem cada vez mais insensível à compreensão desse desejo do SENHOR para toda as Suas criaturas.

Jesus tentou dizer isso para os líderes religiosos, que deveriam conhecer a essência dessa mensagem espiritual, mas suas mentes já estavam escravizadas pelas teorias dos homens desse mundo. 

"E prosseguiu: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado." (Mc 2.27) 

Deus não criou o sábado para Ele, mas para o homem, porque isso era "muito bom" para a saúde física e mental de todos os seres humanos. Deus não precisa do sábado, somos nós que carecemos. Ele não precisa santificar o sábado, pois é a própria fonte de toda santidade.

Jesus recebeu a missão de preparar as bases para a restauração do homem. Veio à Terra para apresentar o plano de restauração, e tudo começaria com o conhecimento da pessoa do deus único que descansou. Os homens que quisessem a restauração, também provaria desse descanso, o descanso de Deus.

Tudo só poderia acontecer se fosse por intermédio de Jesus Cristo, o Filho de Deus, que também ofereceu o primeiro descanso para os pecadores, antes da transformação, um descanso nele: “…e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11.29).

Enquanto houver pecado e morte no mundo criado por Deus, mas deformado pelo pecado, não haverá o descanso original perfeito experimentado pelo Criador. Deus e Cristo choram, sem cessar, porque não há descanso para Seu povo (Lm 3.49).

Esse “descanso” é tão necessário para que o homem se reconecte ao Criador e Recriador, que Deus prometeu um grande descanso para o Seu povo. Acreditemos e sigamos olhando para o autor e consumador de nossa fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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"A MINHA PAZ"

(22 de dezembro de 2023)

Jesus não ofereceu "a paz" aos discípulos, mas "a Sua paz", e isso faz toda diferença na Escritura Sagrada.

Oferecer ou desejar a paz, simplesmente, o mundo faz de forma corriqueira, mesmo sem está com ela em seus corações, como uma chata e enfadonha reza sem o poder do testemunho.

Com Jesus foi completamente diferente, Ele estava oferecendo daquilo que era Seu, com a autoridade do testemunho pessoal, pois já experimentava de tal gozo no espírito.

Jesus ofereceu daquilo que estava dentro dele; daquilo que ele conhecia muito bem, e queria que os seus discípulos também experimentasse aquele gozo completo, de onde obteriam a força, o refrigério e toda a consolação para vencerem:

"Estas coisas vos tenho dito, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo." (João 15.11)

As palavras hebraicas ditas por Jesus foram, “Shalom lakhem” (שָׁלוֹם לָכֶם). "Shalom" significa "paz" e vem da raiz SLM (שלם) que significa "completo".

Isto porque paz é o último estado para o homem ser completo no espírito. Outra palavra que vem dessa raiz é "shelem", uma espécie de sacrifício no templo que expressava gratidão a Deus. Também chamada de "sacrifício de comunhão" (Levítico 3:1), simbolizava uma comunhão com o Senhor através do derramamento de sangue.

Jesus estava oferecendo daquilo que estava dentro dele, que era mais valioso, como alguém que dá tudo o que tem, dando-se a si mesmo. 

"Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: PAZ SEJA CONVOSCO; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós. E havendo dito isso, ASSOPROU sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo." (João 20.21-22)

Quando ofereceu a paz aos discípulos, para que se tornassem filhos completos e perfeitos em obediência a Deus, Jesus não deu dinheiro, um cajado, uma bolsa, um imóvel ou um título, mas soprou do Seu espírito, da sua essência, da sua personalidade, para os Seus discípulos.  Ele queria que seus discípulos se tornassem como Ele.

Paulo também alcançou a graça dessa compreensão espiritual, entendendo que todos devemos receber do que é de Cristo, para atingirmos a Sua estatura espiritual de homem perfeito e completo por Deus no Seu espírito santo:

"Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo;" (Ef 4.13)

“A paz do Senhor!” Era uma saudação quase que obrigatória entre os antigos Protestantes, digo antigo porque essa fervorosa saudação foi quase extinta quando eles se transformaram em "evangélicos", nome dado pelos jesuítas, se rendendo ao berço da igreja mãe, contra quem protestavam.

Não se trata de saudosismo, pois eu mesmo não cumprimentava os crentes assim, trata-se de uma desconstrução gradual de mensagens importantes na mente dos  verdadeiros examinadores das Escrituras sagradas.

É verdade também que, muitos falavam “A paz do Senhor” como uma reza repetitiva, sem o entendimento dessa verdade e sem o espírito de Cristo.

A paz que Deus colocou no coração de Jesus, o Cristo, é a mesma que Ele quer colocar em nossos corações. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PAZ DO SENHOR

(21 de dezembro de 2023)

Precisamos de paz, mas não somente da paz pela ausência da guerra, mas da paz verdadeira, no espírito em nossas mentes. Precisamos da paz que somente o Senhor pode dar.

Também não carecemos somente da paz buscada pelos movimentos sociais e mundanos, usando as pessoas como massa de manobra para o favorecimento político dos seus idealizadores ou para a promoção pessoal e institucional de alguns "privilegiados" e loucos por dinheiro e poder.

A verdadeira paz jamais será obtida com marchas políticas com cara de religiosa, onde as pessoas vestidas de branco, com cartazes nas mãos pedindo coisas utópicas, cujos poderes constituídos, que jaz no maligno, jamais colaborará para tal.

Enquanto esses movimentos religiosos que atuam como partido político alienar a mente dos incautos para buscar espaço e vantagens nesse mundo, pensando em se perpetuar aqui, o Senhor planejou nos arrancar daqui, logo estão em direção contrária à vontade de Deus.

Também não se encontrará paz ou liberdade, pois uma coisa está atrelada a outra, com manifestações contra a Bíblia ou a fé cristã institucionalizada e dominante, sob o engodo de uma nova e moderna ideologia de gênero. 

Esses movimentos polarizados estão buscando a paz no lugar errado e da forma errada. O máximo que conseguirão, e por um curto espaço de tempo, é a ausência de conflito, até que outros fatores do poder apresentem seus interesses dominantes.

Protestar contra toda forma de violência: urbana, social, política, religiosa, etc, é um ato necessário nas sociedades que adotam a democracia como norma de governo, e não tem nada de errado o cristão clamar por justiça, mas fazer disso a sua busca prioritária é negar a fé no reino de Deus.

A paz mais necessária ao homem é aquela que a Palavra de Deus descreve e que vem unicamente da fé.

É um poder muito superior a todas essas coisas juntas. Não se trata de uma atitude interesseira, mas de um sentimento libertador que nasce e se desenvolve no interior do homem e não mundo exterior, social.

A paz que as Santas Escrituras promete é uma virtude do espírito de Deus no homem. A paz de espírito, a mais necessária, não pode ser produzida pelos indivíduos que planejam formas de atender as necessidades físicas e emocionais da sociedade. A paz interior é uma obra de Deus no interior do ser humano.

Depois que conhecemos a pessoa de Deus e do Seu Filho Jesus Cristo (João 17.3), começamos a compreender muitas coisas que a mente humana sozinha seria incapaz de atingir.

É impossível ao homem de fé e cheio de esperança, pelas preciosas promessas na Bíblia, não estar em paz. Tudo isto não vem por méritos humanos, mas de Deus.

Logo perceberemos que todas as nossas boas obras não são nossas, mas de Deus, por Sua misericórdia e amor. Como não amá-Lo cada vez mais por este aprendizado e conhecimento? Esse conhecimento promove fé e paz no coração de todo aquele que crer.

Nesta escala de crescimento e evolução espiritual, em Cristo, se cumpre o que ensinou o apóstolo Paulo: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fp 1.6). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O PÃO É PRA JÁ

(20 de dezembro de 2023)

As maiores necessidades do homem, por ordem de prioridade são: alimento (pão e água), abrigo e vestimentas. 

As pessoas viver nuas, podem se abrigar numa floresta, numa caverna ou debaixo de uma marquise, mas não sobrevivem sem água e pão. Sem alimento não há vida.

O Senhor lança mão dessa verdade, contida nas Escrituras sagradas, e a usa como um tipo para nos revelar o quão necessária para a nossa vida aqui e na eternidade, se alimentar da Palavra que sai da boca de Deus.

Sai da boca de Deus para a nossa, como uma ave que alimenta os seus filhotes. O alimento físico que deve ENTRAR em NOSSAS BOCAS não é superior ao alimento espiritual que SAI da BOCA DE DEUS para nos alimentar e nutrir para a vida eterna.

A necessidade do pão material é urgente, mas o homem pode sobreviver, mesmo que desnutrido por alguns dias sem se alimentar, mas a necessidade do pão espiritual é diária e corre risco quem não se nutre diariamente do verdadeiro e mais necessário dos alimentos.

Jesus, ao nos ensinar a orar, numa síntese de oração, colocou para nós as nossas maiores necessidades e disse: "O pão nosso de cada dia nos dá hoje".

Jesus não disse: "Nos dá sempre"; ou "Se não for hoje pode ser amanhã"; ou, ainda, "De vez em quando o Senhor nos alimente". Ele disse: "Nos dá hoje". O alimento espiritual é para já, agora, urgente, pois o ser humano está morrendo de fome e desnutrido da verdade.

Não há nada mais urgente que a Palavra de Deus, como verdadeiro alimento espiritual para o ser humano que perece por não se alimentar da verdade que liberta e salva o homem para a vida eterna.

Jesus para vencer a primeira e mais terrível das tentações, quando lhe foi oferecido o pão para saciar a sua grande fome, de quarenta dias, usou a Palavra, onde se encontra o verdadeiro pão espiritual, para "ensinar" até o diabo sobre a nossa maior necessidade, rejeitada por ele.

"Jesus respondeu: "Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’". (Mt 4.4)

Encontramos também, nas Escrituras Sagradas, através do profeta Isaías (Is 55.2), O Senhor nos exortando com uma importante pergunta: por quê gastamos o nosso dinheiro e esforço para adquirir aquilo que não é pão?

Ou seja, por que priorizamos aquilo que não alimenta o nosso espírito e molda o nosso caráter para a eternidade, nossa real e verdadeira necessidade?

É por não seguir este conselho que muitas pessoas adoeceram, sendo afetadas com a “doença” do consumismo. Compram tudo o que não necessitam e se esquecem do necessário, esbanjando seus recursos nas coisas supérfluas.

Da mesma forma fazem as pessoas que empregam os seus talentos e os seus tempos em coisas que não edificam o espírito. Quanto tempo está sendo dedicado na internet para ver coisas que não contribuem com o reino de Deus? Quanto talento está empregado em coisas que serão esquecidas nesse mundo, com a morte?

Cristo, objetivamente, nos ensinou que as nossas necessidades reais são supridas nele. O pão de cada dia nos é garantido por Deus, através de Cristo. O pão feito do trigo é importante, mas muito mais importante é o pão espiritual, cujo ingrediente é a fé.

Devemos viver com a comida de hoje, mesmo sem ter em mãos, ainda, o alimento de amanhã. A alma alimentada com esta fé, certamente não passará fome, pois os filhos de Deus de nada sentem falta (Sl 34.10). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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MEU ESPÍRITO ENTRE VÓS

(19 de dezembro de 2023)

Está claramente evidenciado nas Escrituras Sagradas duas Alianças entre Deus e os homens, com o Seu Filho como Mediador.

A primeira Aliança foi feita com Abraão, Isaque e Jacó, esse último patriarca foi chamado por Deus pelo novo nome de Israel, um nome para a nova criatura espiritual, pai das doze tribos que deveriam tornar conhecido o nome do SENHOR ao mundo.

Ao invés disso, o antigo Israel trouxe para DENTRO DE SI outros deuses, pecando, levando o povo a apostasia e a vários casos de servidão a esses falsos deuses e suas nações.

Pela desobediência do povo, que não era fiel a Aliança estabelecida, e pela misericórdia por parte do SENHOR, deu-lhes uma segunda chance, prometendo uma NOVA ALIANÇA, e desta feita com uma grandiosa ajuda, uma dádiva, uma graça inexplicável.

Na antiga Aliança o SENHOR prometeu que o Seu espírito estaria com o povo de Israel resgatado da escravidão egípcia. o espírito do SENHOR estaria "ENTRE ELES". Ou seja, ao lado deles, acompanhando-os por todo o deserto e com as gerações futuras, até a chegando da segunda Aliança.

Todavia, a segunda Aliança, muito superior a primeira, que seria estabelecida a partir da vinda do Messias, o Filho de Deus, ungido como Filho do homem, batizaria o Seu povo com o espírito santo de Deus, para que cumprissem a Nova Aliança.

Desta feita, o espírito de Deus, enviado através de Cristo, não estaria ENTRE ELES, mas DENTRO DELES. Eis a grande e magnífica superioridade da segunda Aliança prometida a um povo débil que não conseguia guardar os estatutos da primeira Aliança firmada com sangue de animais.

"Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias", declara o Senhor. "Porei minhas leis em suas mentes e as escreverei em seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo." (Hb 8.10)

Mas, a segunda Aliança, foi firmada com o sangue do próprio Filho de Deus, precioso, real e imaculado, por não haver nele pecado, símbolo do espírito santo de Deus presente dentro do corpo de Cristo, o Filho do homem.

Na primeira Aliança, o professo povo de Deus foi retirado de um estado de servidão física, de ambiente físico, de uma cidade de tijolos, de um reino feito por homens, para outra localização geográfica para serem ensinados na verdade. Contudo, o Egito nunca saiu de dentro da maioria deles.

Na segunda Aliança, o povo de Deus foi resgatado dos hábitos carnais do mundo para uma compreensão espiritual, sem contudo sair de qualquer posição geográfica no mundo. O povo guiado pelo espírito de Cristo foi salvo das garras dos demônios e espíritos malignos, ficaram no mundo físico, mas tiraram de suas mentes o mundanismo, ao contrário do antigo Israel.

Se na antiga Aliança os tipos apontavam para a carne, na nova Aliança, o antítipo é totalmente espiritual, mesmo que haja algumas cerimônias tipológicas a serem cumpridas no futuro e reveladas a através de preciosas profecias.

Um exemplo preciosíssimo dessas duas fases, antiga e nova aliança, está na carta escrita à Laodicéia, quando Jesus Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo." (Ap 3.20)

Nesse texto, Jesus está por fora, assim como era o espírito do SENHOR guiando na antiga aliança, batendo na porta do coração, querendo entrar para habitar no povo e firmar a nova Aliança na mente dos santos: "Respondeu Jesus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada." (João 14.23).

A religião ou a fé de aparências em nada tem a ver com a nova Aliança, onde a maioria esmagadora dos professos cristãos de hoje estão, enganados. Ainda estão vivendo como na antiga aliança, em seus atos, e da boca pra fora confessando que estão numa nova Aliança, se esquivando de obedecer a Deus. Pense nisso e estude sobre isso!

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PRESENÇA DE JESUS

(18 de dezembro de 2023)

"A ausência apaga as pequenas paixões e fortalece as grandes." François La Rochefoucauld.

Ausência é sinônimo de vazio, de solidão, de falta de respostas e de tudo o que é realmente necessário para a vida. É vista como uma palavra triste e melancólica.

O Deus onipresente sabe muito bem os males que a ausência por causar na mente do ser humano, feito por Ele para ser sociável e não está só. 

Certa feita, na cidade de Betânia, Maria saiu ao encontro de Jesus que acabara de chegar para visitar Lázaro, que havia falecido há quatro dias.

Maria, tomada de grande tristeza pela morte do irmão, se lançou aos pés de Jesus, ajoelhada, para lhe fazer uma reclamação pública e velada, como se Jesus tivesse um pouco de culpa pela morte do irmão.

Para Maria, a presença física de Jesus era uma garantia de que seu irmão, ainda doente, poderia ser curado pelo Mestre que se atrasou e agora era impossível trazer à vida um corpo em estado avançado de putrefação. Era mais ou menos isso.

Deus só poderia realizar um milagre através de Jesus Cristo, apenas se Seu Filho estivesse presente no local onde estivesse a pessoa necessitada da Sua graça? Obviamente que não!

Jesus curou um escravo de um centurião romano, se que necessariamente entrasse na casa do militar que se achava indigno, enviando apenas uma palavra de poder (Mt 8.5-13).

Mas Maria contava com a presença pessoal de Jesus, para que seu irmão não tivesse morrido. Isso revela as deficiências e expectativas dos seres humanos, carentes da presença física de alguém que cuide, proteja e console.

Aqui vemos a real necessidade de Jesus morrer, ser ressuscitado e exaltado num corpo incorruptível e eternizado para receber o espírito do Pai em plenitude (At 2.33), para se fazer presente espiritualmente em todos os seus servos.

Outro fato verdadeiro aqui, é que a ausência de Jesus na vida das pessoas cria um ambiente propício ao resultado morte. A presença de Jesus Cristo na mente e na vida dos seres humanos promove vida, paz e segurança espiritual.

Jesus havia recebido um comunicado e convite para ir ver Lázaro quando ele ainda estava doente e ficou 2 dias onde estava, mas só chegou onde seu corpo estava 4 dias depois da sua morte. 2 +4 = 6. Em tese, seis dias depois Jesus chega para que o Pai através dEle possa trazer Lázaro a vida.

Uma clara demonstração que Deus através de Cristo trouxe Adão, o primeiro homem à vida, e agora os habitantes de Betânia, Maria, Marta, os discípulos de Jesus e muitos judeus ali presentes, poderiam ver um ensaio semelhante de como  havia sido no principio e como seria na ressurreição dos justos. 

Onde Jesus estiver presente, com o Pai presente nEle, a morte jamais será uma ameaça eterna. Marta e Maria, ao ver Jesus, disseram a mesma frase ensaiada: “Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido”.

Embora as irmãs estivessem se referindo ao período quando Lázaro ainda estava doente, a frase tem um significado emblemático e profundo. É o poder do Pai em Cristo que promove vida e espanta a morte. A presença de Cristo é o que devemos buscar. Na sua presença há vida e vida abundante. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PALAVRA CERTA

(17 de dezembro de 2023)

É errado responder com rispidez? É certo dar apenas respostas calmas e brandas?

Muita gente ao ler Provérbios 15.1, deduz que toda resposta ríspida é errada e que toda resposta branda é boa, proveniente da sabedoria. Ledo engano!

Não é isso o que o referido verso dos provérbios está afirmando. O verso está apenas afirmando que uma resposta dura, desperta a ira, e que uma fala branda, abranda a ira.

Se dissermos que respostas ríspidas e duras são frutos de um espírito perturbado pelo mal, e que a pessoa que responde assim não tem em si o fruto do espírito que geraria nele mansidão, domínio próprio, paz, benignidade, etc., estaremos dizendo que Jesus não era manso e não tinha esse fruto do espírito.

Jesus respondeu com grande rispidez aos líderes judeus, sacerdotes e doutores da lei, em frente ao templo e diante de uma multidão. Veja as seguintes palavras de Cristo poderiam ser ditas de forma calma, como uma conversa entre duas pessoas numa sala de uma casa:

"Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês." (Mt 23.15)

Essas palavras só poderiam ser ditas com muita autoridade e firmeza, gerando grande ira nos corações dos líderes religiosos corruptos de Jerusalém.

Jesus não chamou eles de hipócrita, porque eles o provocaram, mas disse isso sem que fosse provocado pelos fariseus, e disse cheio do espírito de Deus, em claro juízo contra os abusos contra o povo e contra a fé. 

E não os chamou de hipócritas apenas uma vez, mas sete vezes (Mt 23:13, 14, 15, 23, 25, 27 e 29); cinco vezes os chamou de cegos e de guias de cegos (Mt 23.:16, 17, 19, 24 e 26) e uma vez de raça de víboras (Mt 23.33). Ninguém, em toda a Bíblia disse palavras tão ríspidas quanto as proferidas por Jesus, nessa ocasião.

Há tempo pra tudo debaixo do céu (Ec 3). Há tempo de falar manso e tempo de provocar a ira. Havia chegado o tempo de provocar a ira dos líderes religiosos que planejavam matar Jesus em segredo dos homens que nada sabiam.

Nem toda palavra mansa vem de Deus e nem toda palavra ríspida é do diabo, o conteúdo da fala contendo a verdade que liberta, a necessidade de justiça e a intervenção divina a usar o homem, devem ser levadas em consideração. 

Se toda palavra mansa na aparência viesse de Deus, não haveria engano nas aparências. Muitos líderes religiosos falam tão manso que nem parece que o mundo está sendo incendiado pelo pecado: "A sua fala era macia como manteiga, mas no seu coração havia guerra; as suas palavras eram mais brandas do que o azeite, todavia eram espadas desembainhadas." (Sl 55.21)

As instituições tem usado desse artifício, orientando seus líderes para sempre falarem manso, com aparência de humildade e erudição para impressionar os incautos e admiradores da inteligência humana: "Portanto, se a voz dessa pessoa for elegante e bem articulada, não confies nela, porquanto há sete abominações em seu coração!" (Pv 26.25)

Não queremos incentivar nas pessoas a violência, má educação ou indelicadeza no tratamento das pessoas, mas apontar um equilíbrio para não condenarmos tudo e nem aprovarmos tudo. Do contrário, condenaríamos João Batista, Malaquias, Oséias, Amós, Isaías, Elias, Moisés e tantos outros que falaram com a rispidez necessária.

As palavras brandas e gentis devem abundar nas relações fraternais e sociais, mas se surgir uma grave ameaça a verdade que é o alicerce da comunidade cristã, tentando levar as pessoas para as trevas, mesma que venham com palavras mansas, pode ser necessário palavras que suscite a ira, tudo na condução do Senhor.

Busquemos viver no espírito de Cristo e certamente saberemos dar as respostas sábias e na justa medida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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IRAR E NÃO PECAR?

(16 de dezembro de 2023)

É possível ficar irado e não pecar? O fato de alguém ficar irado, já não está cometendo pecado?

Essas perguntas parecem lógicas, quando as enquadramos nos princípios espirituais que Jesus Cristo nos ensinou quando disse:

1.  "Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela." (Mt 5.27-28)

2. Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e, Quem matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: Raca, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno." (Mt 5.21-22)

Se basta desejar a mulher do próximo, sem ao menos tocá-la, para está em pecado, ou basta chamar seu próximo de tolo, com ódio no coração, que equivale a cometer um homicídio, então ficar irado contra alguém também já é pecado. Assim se resume o raciocínio de muitas pessoas.

O raciocínio está corretíssimo e é verdadeiro, mas o verso de Efésios 4.26-27, trás uma outra conotação sem prejudicar ou contradizer esse precioso princípio.

É natural que fiquemos chateados vendo uma injustiça feita contra alguém ou praticada contra nós mesmos. Isso é natural da carne pecaminosa herdada dos nossos pais.

Todavia, estando chateado, de cabeça quente, devolver na mesma moeda, agindo sem pensar, pelo reflexo da carne, pode trazer consequências ainda maiores. É natural (da carne) ficar chateado, como é espiritual dominar os impulsos dela.

"Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo." (Gn 4.7)

O que Paulo está orientando a igreja de Éfeso, é para que sejam ponderados diante dos assuntos e situações delicadas que atingem as emoções das pessoas, fazendo-as cegar para a razão e do bom sendo cristão, refletindo antes de agir.

Paulo não está dizendo que aquele que ira não está pecando, está orientando a não concretizarem o pecado, seguindo o desejo da carne que está sendo impulsionado pela raiva.

Qualquer pessoa fica irado contra alguém, comete pecado sim. Qualquer pessoa que fica irada contra algum ocorrido, não contra alguém, se agir sem pensar pode atingir alguém. É disso que Paulo está prevenindo a igreja.

Paulo ainda recomenda que seja aplacada a ira com brevidade, nos revelando que todo o esforço deve ser feito para que seja buscada a paz, o perdão ou um consenso diante de qualquer situação conflituosa. Principalmente se ocorrer no âmbito da comunidade cristã.

Para o santo apóstolo de Cristo, não se esforçar em busca de uma solução para dirimir e eliminar o espírito raiva de si mesmo e do seio da igreja, é dar chance ao diabo para que ele destile o seu veneno sobre os irmãos, implantando os terríveis danos da dissenção. 

Para isso, sabiamente, o mesmo apóstolo complementa seu conselho inspirado: “Não se ponha o sol sobre a vossa ira”. Vá dormir tranquilo e coloque sua cabeça no travesseiro depois de buscar a face e o perdão de Deus, confessando todas as suas fragilidades e dificuldades que lhe perturba.

Devemos buscar o crescimento no conhecimento e na graça, diante de Deus e dos homens. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O CONHECIMENTO

(15 de dezembro de 2023)

É impossível que confiemos em alguém que não conhecemos, pois a confiança está alicerçada no conhecimento foi erigido sobre convivência e a experiência.

Um garotinho foi deixado numa estação de trem por seu pai, sob a orientação de que não se ausentasse daquele lugar, pois ele retornaria para buscá-lo logo que concluísse o seu trabalho.

Muitas pessoas que passavam por aquela estação se dirigia ao menino para perguntar se ele estava abandonado, perdido ou se precisava de ajuda, mas a resposta era sempre a mesma: "Meu pai vem já me buscar, está concluindo um trabalho."

Já havia passado mais de 5 horas e o pai da criança não havia retornado, até que chamaram a polícia para cuidar daquele caso. Os policiais começaram a conversar com aquele garotinho esperto e muito confiante, que lhes respondia: "Fiquem tranquilos, meu pai vem já me buscar!"

Um dos policiais perguntou: "Por que você está tão confiante que o seu pai virá lhe buscar, depois de tanto tempo ausente?", a resposta foi como uma luz que iluminou aquela estação: "Porque eu conheço o meu pai".

O conhecimento é a plataforma de todas as formas de poder que o Senhor concede aos homens:

1. O conhecimento da verdade liberta (João 8.32);
2. O conhecimento da palavra ouvida promove fé no homem (Rm 10.17);
3. O conhecimento é o maior tesouro de Deus para o homem (Cl 2.2-3);
4. O conhecimento faz do homem um ser prudente (Pv 1.2 e 9.10)
5. O conhecimento faz do homem um forte e ainda consolida sua força (Pv 24.5);
6. O conhecimento promove obediência (1Jo 2.3);
7. O conhecimento de Deus é a fonte do Seu poder criador (Pv 3.20).

O homem que busca o conhecimento das pessoas de Deus, o Pai, como único Deus, e de Jesus, o Cristo, ungido, enviado por Deus para salvar os homens, é o principal poder que prepara o homem para a vida eterna: "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17.3)

O poder de Jesus sobre o mal, o pecado e a carne, foi o conhecimento que Ele buscou e que o Pai lhe deu. Nesse conhecimento estava a certeza de que Ele jamais seria derrotado se confiasse e esperasse em Deus, o Seu Pai. 

Jesus Cristo conhecia o tanto o Pai, que esse poder lhe trouxe certezas que se tornaram barreiras instransponíveis para o mal que dava constantes investidas contra o seu coração, tentando destruí-lo. 

Cristo disse: "É porque eu conheço o Pai, que dou a minha vida pelas ovelhas". Jesus sabia que o Pai jamais lhe deixaria perecer na escuridão e no silêncio de uma sepultura. Jesus sabia o Pai que tinha, como Deus também conhecia o Filho que havia gerado de Si mesmo.

Deus nos conhece de forma tão profunda, que sabe até quantos cabelos existem em nossa cabeça (Mt 10.30). ELE sabe o que passa no interior do homem, em sua mente, os mais profundos desejos do coração ao ponto deles nem ter subido ainda a razão (Sl 139.23).

ELE nos conhece e Se dá à conhecer a cada um que O buscar para manter uma relação pessoal de filho para Pai. 

Se o homem tivesse profundo interesse em conhecer a Deus, o Pai, através de Jesus Cristo, buscaria se relacionar com Cristo de forma íntima e profunda. Jesus Cristo deu testemunho que conhecia, como ninguém, a pessoa do Pai, ao ponto de afirmar com certeza: “O Pai me ama!” (João 10.17). Façamos como Jesus, o Filho.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A FORÇA VEM DO SENHOR

(14 de dezembro de 2023)

Um instinto dominador, animalesco, se instalou e vem se desenvolvendo no homem desde a entrada do pecado em coração, quando escolheu o caminho da desobediência.

Desde que o homem cobiçou a posição do único Deus, ao dar ouvidos aos enganos de um espírito cheio de cobiça, o pai da mentira, quando ouviu dele: “SERÁS COMO DEUS, conhecedor do bem e do mal […]” (Gn 3.5).

O homem quer a força e o poder, pois tem buscado dominar sobre o seu próximo com rigor e dureza (Ez 34.4). Esse é o intento principal no coração do homem: dominar seu próximo com a força que o mundo oferece: força física, dinheiro e a inteligência humana, tudo isso fruto da cobiça.

Quanto mais o homem se aprofunda no mundo e no pecado, mais deseja ser superior aos demais da sua espécie, com o objetivo de receber louvor e reverência dos seus semelhantes, sendo ele um igual a todos. 

Para tentar amenizar suas cobiças, o homem não tem coragem de dizer que buscar louvor e glória, cobiçando aquilo que pertence a Deus, então ele inventou outra palavra para tentar mascarar seu pecado: Louvor foi substituído por reconhecimento. No íntimo é a mesma coisa.

O grande rei Davi, falando ao seu filho Salomão e a toda congregação, para exaltar a majestade do SENHOR Deus, ensinou ao povo de Israel que a força e poder vem somente do único Deus, Criador dos céus e da Terra.

Disse ainda que ELE para exaltar os seus servos, dar força a todos. Nenhum dos grandes reis ou profetas da Bíblia Sagrada foi exaltado por suas próprias sabedorias, mas todos, sem exceção, receberam do poder de Deus para se tornarem quem foram.

Toda riqueza e honra, também vem somente de Deus. Ninguém deve se vangloriar e dizer que o tem foi construído com seu próprio suor, dedicação e sabedoria. O homem pode até suar com grande dedicação e usar sua inteligência pata conquistar, mas sem a permissão do SENHOR, não chega a lugar nenhum.

O Altíssimo domina sobre tudo e nada escapa ao Seu controle. Muitos homens que não O conhecem, podem até achar que têm o domínio sobre alguma coisa, mas estão redondamente enganados. 

Isso ocorre em todas as classes sociais, raças ou religiões. Nesse ponto o homem civilizado em nada difere de um animal selvagem que disputa seu habitat natural, suas fêmeas, seu território, suas presas, […]

O homem natural cegou para a verdade de que existe apenas Um Dominador – Deus, que através de Cristo estabelece rei e reinos e ninguém pode se exaltar diante da Sua face (Dn 2.20-22).

O homem que se exalta acima dos demais, com soberba, está de forma direta cobiçado o lugar de Deus. Não é sábio querer o lugar de Deus, o único dominador, quando desejam submeter os seus pares, irmãos, amigos ou estranhos, enfim, o próximo sob seu domínio ou dependência.

Os homens são iguais e, acima deles está apenas o Criador. Deus escolhe homens e os usa como vasos para Sua glória, tornando-os cabeça para o bom exemplo e não para a opressão.

A liberdade em Cristo é um princípio inegociável. Se você exerce liderança sobre alguém seja humilde e bondoso, mas se é liderado, experimente a liberdade que Cristo oferece. Só os verdadeiramente livres escolhem obedecer a Deus, por Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O PERFUME DE DEUS

(13 de dezembro de 2023)

A Fragrância é uma mistura de matérias-primas, podem ser extratos de fontes naturais ou produzida sinteticamente. A fragrância é o produto final do perfume.

Não podemos ver a fragrância, apenas senti-la através do olfato, um dos sentidos que pode nos proporciona sentir a presença de alguém, antes mesmo de a enxergarmos com os nossos olhos.

A fragrância, por não poder ser vista ou tocada, mas sentida ao ser analisada pela consciência, ou a razão, onde reside a central que administra todas as emoções do ser humano, foi usada como figura de linguagem para falar da influência espiritual de Cristo na mente do homem.

O fato de não vermos a pessoa de Cristo e tocá-lo, fisicamente, não significa que Ele não possa está presente na vida do homem espiritualmente. 

O espírito de Cristo ao habitar na mente do homem, no centro das suas emoções, inicia todo um processo de ensinamentos profundos e sensíveis, captados apenas pelo espírito do homem.

Esse tipo de conhecimento, o mais elevado que o Senhor disponibiliza para os seres humanos, é comparado a fragrância de Cristo, uma tipologia fantástica daquilo que não se ver, mas se sente, assim como é a fé genuína que não exige evidências. (Hb 11.1)

O homem materialista, preso a letra morta, amante da gramática, talvez ache importante e se interesse por pesquisar a que o cheiro do corpo de Jesus se assemelhasse: lavanda, jasmim, flores silvestres, etc. Isso não tem nenhuma importância para a fé.

Não importa para os santos o odor do suor de Jesus, sua aparência física, suas roupas ou qualquer outra coisa que pudesse ser vista, tocada ou sentida pela carne humana. O que realmente importa é como o espírito do homem é tocado pelo espírito de Cristo.

O espírito de Cristo ensinou a Paulo que Deus, o Pai, nos conduz, espiritualmente, para que sejamos vitoriosos como Jesus Cristo, Seu Filho, foi. E, a forma como ELE nos conduz não é por meio de coisas físicas, que vemos, mas por meio daquilo que sentimos e recebemos no espírito, como Seus ensinamentos.

O fruto espírito de Cristo no homem é comparado a um gostoso perfume numa pessoa que passa por nós, sem nem conhecermos, mas cria um ambiente de satisfação. Assim deve ser a presença do cristão por onde passa.

O cristão, pela sabedoria do conhecimento de Cristo nele, deve fazer a diferença onde chega. O conhecimento de Deus, nos dado por Cristo, que liberta e salva, deve transformar a vida das pessoas que vivem sob a influência dos servos de Cristo.

O conhecimento da pessoa de Deus, o Pai, é nos concedida por Cristo, comparado a um perfume agradável, que com sua fragrância rara, inigualável, preciosa e gostosa, dissemina o mais precioso de todos os conhecimentos (2Co 2.15).

Esse conhecimento ao ser borrifado no ambiente e alcançando o olfato das pessoas pode preparar o coração e abrir a porta para receber outros aromas celestiais da verdade.

Entretanto, quando o perfume é borrifado em alguém, no seu corpo e nas suas vestes, permanece por muito mais tempo. Da mesma forma os servos de Cristo disseminam o conhecimento de Deus, através do seu testemunho e dos seus atos de justiça, aprendidos com Cristo.

Poderiam ser anjos a pregar o evangelho do reino, mas foi concedido tal honra aos homens. Difundir o aroma da verdade, liberdade, vida e salvação, é uma missão daqueles que um dia transpiraram o odor da mentira, da prisão, e da morte.

Que tipo de fragrância você carrega no seu corpo, na sua vida? É o conhecimento da verdade bíblica, pura, direto da fonte ou dos aromas desagradáveis da mentira e da dúvida, produzidas pelos líderes das instituições religiosas? O perfume que devemos levar conosco é o de Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ELE NÃO SE ESQUECE

(12 de dezembro de 2023)

As promessas do SENHOR são irrevogáveis, pois a Sua Palavra não muda, nem ao menos pode variar, devido a Sua santa onisciência:

"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação." (Tg 1.17)

O Eterno fez muitas promessas condicionadas as regras estabelecida na aliança com o Seu povo escolhido, mas o povo nunca conseguiu cumprir a sua parte com fidelidade.

Mesmo assim, com indescritível misericórdia, o SENHOR abençoou o povo, lhes fazendo próspero, saudável e com muito conhecimento, em relação às nações vizinhas.

Todavia, quando a rebelião do povo transbordava o cálice da misericórdia, não de todo consumido pela justiça, era feito cativo por um tempo, para aprender e valorizar as riquezas que o SENHOR lhes dera. Esse ciclo se repetiu por várias vezes, mas Deus nunca desistiu de ajudar o povo.

Ele ajudou o Seu servo Israel que havia se convertido e deixado o velho homem Jacó no passado. Não fez isso somente porque amava o filho de Isaque, que já era um motivo mais que suficiente, mas também porque amou e prometeu seu avô Abraão que abençoaria a sua descendência.

Todavia, quando a Bíblia cita sobre as promessas feitas a Abraão e Israel, não se refere especificamente a etnia hebreia ou judia. Não está se referindo a descendência quanto aos aspectos genéticos ou DNA, mas num sentido espiritual.

Se a promessa fosse para a hereditariedade da carne e do sangue, os nomes citados seria Abrão e Jacó e não Abraão e Israel. O texto bíblico citaria os nomes dos velhos homens, antes de serem escolhidos com novos nomes e novas criaturas no espírito, depois do teste de fé. Esse aspecto da revelação tem passado despercebido por muitos leitores da Bíblia.

É verdade que há promessas sobre aspectos de prosperidade material para os descendentes hereditários de Abrão e Jacó, mas a herança muito superior no espírito, dos dons e frutos, são para os filhos da promessa, no espírito. 

Isso significa que os homens e mulheres de fé, hoje, tendo ou não o sangue de Abrão e Jacó, são considerados filhos da promessa, pela fé em Cristo Jesus. Essa é a aliança superior, bem como a promessa superior. 

Não podemos nos esquecer das palavras de Cristo sobre a regra áurea para que o homem se torne filho de Deus, como Cristo:

"E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento; E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão." (Mt 3.7-9).

Podemos ser considerados descendentes da fé de Abraão, apenas porque professamos ser cristãos, crentes ou evangélicos, frequentar ma igreja e possuir uma Bíblia para ler esporadicamente, mas sem nenhum interesse de cumprir o que está escrito nela? Não, de maneira nenhuma! Segundo Cristo, esses são de fato filhos do diabo. 

Só podem ser considerados os verdadeiros filhos de Abraão; filhos da promessa e coerdeiros com Cristo, todos o que tem as obras de Abraão e a fé de Jesus:

"Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? [...] Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. [...] Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada. E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus."(Tg 2.14-23)

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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RETRIBUIÇÃO

(11 de dezembro de 2023)

Há um princípio de justiça nas Escrituras Sagradas: da retribuição; do pagamento; da quitação; etc, que é pouco compreendido pelo homem, inclusive os religiosos.

Esse princípio é encontrado no livro do Êxodo, reza assim: "Mas se houver morte, então darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe." (Ex 21.21-23)

A dificuldade de muitos para entender esse princípio coerente e justo, é devido uma má compreensão das palavras de Jesus, que ao ensinar ao povo o sentido espiritual dessa mensagem, contra os equívocos da liderança religiosa judaica, acham que Jesus está Deus, Moisés e contra si mesmo, já que essa palavra foi inspirada poor Seu espírito (1Pd 1.11).

Vamos procurar entender o que Jesus estava tentando ensinar a multidão, levando em consideração os princípios imutáveis da Palavra de Deus. Jesus disse:

"Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas." (Mt 5.38-41)

Falando a um povo que foi ensinado a usar a lei como uma espada para ferir os outros e nunca para si mesmo, com objetivo de cobrar do outro e não de cumpri-la, conforme aprendido pelo mal exemplo dos líderes religiosos, Cristo choca o povo para que entendam o objetivo da lei.

Quando a lei diz "olho por olho", o homem espiritual entende: "Quando eu prejudicar alguém, devo pagar ou compensar o equivalente para que o meu próximo tenha o mínimo de prejuízo".

O homem carnal e cego espiritualmente, pensa: "Se alguém cegar o meu olho, eu tenho direito de cegar o olho dele". Ele nunca considera que ele também pode estar do outro lado, sendo cobrado. Isso estava acontecendo nos dias de Jesus e o povo praticava isso como o certo a fazer.

"Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los;" (Mt 23.3-4).

O apóstolo Pedro entendeu perfeitamente o que Jesus queria ensinar, pedindo a igreja para não retribuir mal com o mal e nem insultos com insultos. Esse conselho é dado para que ambiente? Para dentro da comunidade cristã, para a igreja!

Todo o contexto de 1 Pedro 3, do verso 1 até 8, fala da relação de marido e mulher, de Cristo com a igreja e por fim dos irmãos, uns para com os outros, à exemplo do perfeito casamento entre Cristo e a sua igreja. Jesus pagaria com morte, a morte que a igreja lhe deu? Não!

A justiça é pagar 1 por 1, 2 por 2. Ou alguém emprestaria 100 moedas e receberia como pagamento apenas 50? É óbvio que seria injusto. Esse é o princípio de justiça mais básico. O pecado exigiu a vida de um homem em carne pecaminosa, Jesus veio nessa condição para fazer justiça (Rm 8.3), vivendo sem pecar, dando a outra face.

É essa justiça que Jesus quer ensinar aos homens e mulheres espirituais:

Pague o que deve, cem por cem, a quem você deve, mas se você é o cobrador e estão lhe devendo um tapa, um olho, etc, haja com misericórdia, pois você conhece algo muito além da letra morta. 

 As palavras vivas das Escrituras Sagradas sempre estiveram em mensagens profundas por trás das letras, mas devido a dureza dos corações do povo do Antigo Testamento (Ef 4.18) não enxergavam a grandeza da revelação espiritual e por isso se transformaram num povo legalista.

Um homem espiritual com compreensão profunda do perdão e do amor toma um tapa na face de alguém que nunca ouviu a Palavra de Deus ou compreendeu o amor de Jesus, jamais deveria devolver a agressão física. Em tese essa é a doutrina santa, nos esforcemos para praticar essa verdade.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PRESSA POR MEDO

(10 de dezembro de 2023)

José Carlos Dos Reis Encina, o carioca famoso conhecido como “Escadinha”, foi um traficante de drogas, fundador da primeira facção criminosa do Brasil, conhecida como o Comando Vermelho.

Escadinha, dividia opiniões; para alguns era apenas um bandido perigoso, para outros era um herói da luta de classes e que batalhava pelos interesses das ‘minorias’.

Tendo sido preso, em 1986 ele acabou escapando da prisão de Ilha Grande, e protagonizou uma fuga digna de produções cinematográficas, tendo sido resgatado de helicóptero.

Em 2004, em Bangu, ele dirigia normalmente seu carro, quando foi acometido com diversos tiros de fuzil que foram certeiros e ceifaram a sua vida. Por mais perigoso que fosse e haver se tornado sinônimo de medo e de fuga, teve fim.

Imaginemos a vida de Escadinha, que acordava no meio da noite, às pressas, com medo de ser pego pela polícia ou por bandidos rivais, para fugir de um esconderijo para outro. Assim foi seus últimos anos de vida criminosa.

Duas palavras que estão ligadas: Fuga e medo. Quando falamos de fuga, já subtendemos que há medo envolvido, e quando falamos de medo, enxergamos a necessidade de fuga.

Isso ocorre com todas as pessoas que escolhem fugir da Palavra de Deus para não observar, vivendo à margem (marginal) da verdade e da justiça de Deus.

O professo povo de Deus, nos dias do profeta Isaías, era ameaçado por muitas nações em redor, odiado e invejado por sua prosperidade. Dentre à multidão desse povo havia os santos e fiéis servos de Deus, e por amor a esses,  Senhor lhes fez uma das mais belas promessas, para ser lembrada quando estivessem diante das ameaças.

O Senhor disse que eles nunca precisariam FUGIR às pressas, com MEDO, daqueles que se declaravam inimigos deles, como se não tivesse poderoso por eles, para os defender de qualquer ameaça dos homens ou das potestades e principados espirituais.

Quem vive com medo de tudo, de notícias midiáticas e teorias conspiratórias, fugindo de cidades para morar em lugares ermos, sem que haja qualquer ameaça real no seu encalce, não entendeu a Palavra do Eterno e nem o Deus da Bíblia.

Quem foge sem tem ninguém à persegui-los são os ímpios e não os justos. Os justos, ao contrário, age com a coragem de um leão (Pv 28.1).

O medo é um dos principais males que Jesus combateu em sua missão de resgate da raça humana caída, escravizada e amedrontada. Umas das frases mais repetidas por Jesus, quando ensinava e levava consolo para as pessoas em sofrimento, e também quando lhes trazia a cura, foi: "Não tenha medo!"

O pecado debilitou o ser humano de tal forma que não seria exagero dizermos que o homem se tornou um frágil cristal. Principalmente quando paramos para refletir nas fraquezas mentais, de ordem psicológica.

O homem desenvolveu tantas fobias (medos), que está se tornando um grande desafio catalogá-las. O ser humano passou a ter medo até de coisas que ele sabe que não existe de fato.

Todavia, aqueles que confiam e andam nos caminhos do SENHOR nunca fugirão com medo. Deus nunca desamparará Seu povo. O Altíssimo sempre seguirá à frente do Seu povo e Jesus Cristo sempre guardará a nossa retaguarda.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O QUE IMPORTA

(09 de dezembro de 2023)

O que é mais importante para você?

O que mais importa para o ser humano, é aquilo que ele dará prioridade máxima em sua vida e onde ele vai colocar o seu coração.

Esse dilema acompanha os homens desde os primórdios de sua existência, e o acompanhará enquanto viver, até que o problema do pecado e suas consequências sejam aniquilados.

No início da igreja cristã, representada diretamente pelos apóstolos de Cristo, o apóstolo Pedro e demais, trouxeram o dilema da importância para as pessoas que os ouviam pregar o santo evangelho de Jesus Cristo.

O dilema era: É mais importante obedecer aos homens ou a Deus?

Para os apóstolos isso não era uma questão de dúvida, pois afirmaram em forma de testemunho que para eles, o mais importante era obedecer a Deus. Entre Deus e os homens, eles escolheram a Deus para O obedecer.

Não que os servos de Cristo fossem adeptos da anarquia e contra os governos ordeiros dos homens, mas quanto as leis e vontades dos homens entrassem em conflito com as leis de Deus e sua vontade, eles escolheriam ficar ao lado de Deus e contrário aos homens.

A obediência é a grande necessidade espiritual que a nova criatura em Cristo busca de forma invariável e inquestionável. Jesus é o nosso grande exemplo de obediência.

Para obedecer a vontade de Deus, Seu Pai, Jesus se posicionou contra o mundo inteiro e pagou o preço de sua posição ao lado da verdade com a sua própria vida, pois sua postura atraiu o ódio do mundo contra si.

Jesus obedeceu ao Pai até o fim, sem se desviar para direita ou para esquerda, sem contudo, ser um transgressor das leis civis. Nada poderia ser encontrado em Cristo que pudesse ser classificado como um delito contra o Estado ou as leis constituídas pelos homens.

Cristo reprovou a falsa obediência pregada pelos religiosos judeus que impunha o legalismo ao pobre e sofrido povo de Israel. Na sua reprovação não foi citada a opressão política aplicada ao povo pelos romanos, mas unicamente a opressão religiosa. Para Cristo essa era a maior mazela sobre o povo.

Pedro e os demais apóstolos, sabendo da luta e obra de Cristo, ao afirmarem que mais importava obedecer a Deus do que aos homens, estavam se dirigindo em primeiro plano aos líderes religiosos, conforme haviam aprendido com o Mestre.

As leis do sinédrio, fruto de interpretações equivocadas e acréscimos nas Sagradas Escrituras, geravam duras cargas de medo e de dúvidas sobre o povo carente da Palavra da verdade que geraria fé em seus corações, mas isso lhes tinha sido sonegado.

Para Pedro e os demais apóstolos, servos de Cristo, a obediência a Deus e as Suas leis está acima de toda norma humana, quer seja das autoridades religiosas, civis ou militares. 

A lei de Deus deve ser prioridade máxima para o homem de fé. Sua observância deve ser inegociável, mesmo que a própria vida esteja posta em risco, à exemplo de Misael, Ananias e Azarias quando ameaçados de morte para transgredir o segundo mandamento do decálogo, pelo grande rei da Babilônia. Não por uma questão de desafiar os poderes civis e religiosos constituídos, mas por uma questão de fé.

Pedro e os demais apóstolos foram “colocados contra a parede” para seguirem as ordens da alta cúpula religiosa da época, sob ameaça de prisão, açoites e morte, mas se posicionaram em favor da verdadeira justiça.

Assim como Pedro e os demais apóstolos que foram taxativos: “Mais importa obedecer a Deus que aos homens!”, façamos o mesmo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CURA E SALVAÇÃO

(08 de dezembro de 2023)

A fé é um poder invisível, fora do alcance dos ostentadores, dado aos homens humildes, sinceros e corajosos, que a despeito de tudo, escolhem crer.

Esse poder, que começa pequeno no coração do pecador, é despertado e acionado quando se houve a Palavra de Deus. 

Quando a fé é despertada, as obras santas executadas no espírito são como pedras usadas para a construção de um edifício que crescerá para a glória de Deus. A fé é um poder que cresce.

"Da mesma forma, não vamos além de nossos limites, gloriando-nos de trabalhos que outros fizeram. Nossa esperança é que, à medida que for crescendo a fé que vocês têm, nossa atuação entre vocês aumente ainda mais." (2Co 10.15)

Os discípulos que se tornariam gigantes da fé em Cristo, um dia foram chamados, por Ele, de homens de pequena fé (Mt 16.8; Lc 12.28). 

Para surpresa nossa e dos discípulos de Cristo, um "mísero" e anônimo pedinte, que também era cego nas vielas de Jericó, possuía uma fé tão madura e superior a dos chamados por Jesus para a obra da evangelização.

Pela lógica humana e pelo entendimento dos líderes religiosos, dos teólogos e dos próprios discípulos de Cristo, eles que estavam mais próximos a Cristo, deveriam ter a maior entre todos os homens da Terra, mas a fé é um poder invisível à lógica dos homens que está baseada naquilo que se ver.

Um cego que gritava: "Filho de Davi, tem misericórdia de mim", que enfrentou a multidão e todos os obstáculos, inclusive a escuridão dos seus olhos por acreditar piamente que Jesus podia curá-lo.

E quando Jesus lhe perguntou o que ele desejava que Ele lhe fizesse, a resposta foi sem demora e objetiva: "Mestre, eu quero ver". Ele não perdeu seu tempo em contar as suas agruras e as injustiças que sofreu até ali, mas estava focado naquilo que desejava do fundo do seu coração.

A resposta de Jesus está a chave para a entendermos a obra da fé. Muitos podem exaltar a cura da visão do cego, que passou a enxergar imediatamente, e que é um milagre dos maiores, realizado por um poder sobrenatural e inexplicável pela ciência, mas a revelação maior não está na cura da visão física.

Jesus não diz: "A tua fé te CUROU", mas "A tua fé te SALVOU".

A cura física é uma tipologia da salvação eterna, no corpo e no espírito. Jesus está nos ensinando que a fé tão poderosa que ela vai além da cura física. 

Aquele cego, conhecido como Bartimeu, cujo nome significava: Bar - filho + Timeu - honrado. Ou seja, "Filho do homem honrado". Conheceu a salvação e a recebeu ao se encontrar com o Filho do Homem, honrado e exaltado pelo Pai Celestial.

 Aquele homem desprezado por muitos, que mais parecia um estorvo para alguns, recebeu uma bênção dupla naquele dia, foi curado (menor importância) e salvo (maior importância), pois o Senhor Deus, através de Cristo, sempre nos dá mais do que pedimos.

E quão terrível é o contraste daquela cena. Havia uma multidão de pessoas que enxergava tudo ao redor, mas eram cegas, mas alguém que não conseguia enxergar as coisas físicas, tinha a mais preciosa das visões que vem por meio da fé. 

A capacidade de ver com o espírito é somente possível através da fé. Um cego foi o único no meio daquela multidão que enxergou aquilo que era mais importante. Quantos professos cristãos não estão na mesma condição daquela multidão cega, servindo ao sistema religioso, mas não enxerga o Cristo pela fé?

A pior das cegueiras é aquela que não quer ver.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DAS TREVAS PARA LUZ

(07 de dezembro de 2023)

O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. 


É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia.

Nessa estória, é apresentada uma caverna escura onde moravam alguns indivíduos que se sentiam seguros e felizes, mas um deles teve a coragem de sair da caverna e conhecer a luz.

Ao experimentar a luz e sentir a suave brisa da liberdade, como algo indescritível, retornou à caverna, radiante de felicidade, com o intuito de compartilhar aquela bênção com os demais, pois não poderia desfrutar daquilo sozinho.

Os que estavam na caverna tinham medo de sair. Eles tinham medo da desconhecida luz e liberdade. Eles haviam se acostumado com a escuridão. A escuridão era a "luz" deles. O seu medo era o que conheciam como coragem. Na caverna, os valores eram invertidos.

Essa alegoria nunca foi tão propícia quanto os dias atuais. Muita gente acha que vive na verdade, por ter uma Bíblia e frequentar uma instituição religiosa, mas morre de medo de sair da caverna.

Mesmo sabendo que podem voltar à caverna a hora que quiser, não se aventuram porque vivem na religião do medo. Sua verdade teme a investigação. Seus líderes aterrorizam os membros escravizados dizendo que não leiam tais livros, não assistam tais estudos, e eles aceitam porque tem medo.

Quem tem medo nunca conheceu a Cristo e a Deus, e nuca saberá sobre o amor da verdade que liberta: "No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor." (1Jo 4.18)

Sem coragem para sair e conhecer a verdade, jamais experimentarão a liberdade. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8.32)

Jesus chama a todos os seus servos, sem exceção, a saírem dos apriscos (João 10.3-4), tipologias das instituições religiosas que promovem o medo de estudar a própria Bíblia. "Sai dela povo meu" (Ap 18.4) é o chamado de Deus ao seu verdadeiro povo. Os que não pertencem a Ele, ficarão, pois de fato pertencem às instituições dos homens.

Sair das trevas para a luz é mais que um apelo aos corações dos homens, é uma necessidade real para que experimentem a verdadeira vida em abundância. Na escuridão das cavernas não há vida, mas uma sobrevida de sofrimentos e de abreviação para morte.

Cristo veio nos trazer a liberdade através da Palavra de Deus que é luz: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho." (Sl 119.105).

Paulo resolveu exortar e animar os cristão em Éfeso lhes lembrando que eles haviam sido resgatados das trevas para a luz de Cristo, motivando-os a permanecerem na luz da liberdade que há somente em Cristo, já que aquele povo sofria grandes influências das religiões tradicionais que negavam a Cristo.

A igreja deveria vigiar no espírito para não serem cooptados, enganados e convencidos à voltarem para antiga vida de escuridão na caverna do medo.

Paulo sabia que não havia sido fácil sair da escuridão. Voltar para as trevas tornaria o trabalho da luz ainda mais difícil. Mesmo enxergando a luz, muitos eram tentados à voltar para a caverna.

É necessário que aqueles que experimentaram a luz, permaneçam nela, pois só a luz da verdade transforma “de glória em glória” (2Co 3.18); “como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia seja claro e a estrela da alva resplandeça em vossos corações.” (2Pd 1.19), e promove a vida.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SAÚDE VEM DO ESPÍRITO

(06 de dezembro de 2023)

"Mens sana in corpore sano" ("mente sã em corpo são") é uma citação do poeta Juvenal, um romano que escreveu várias sátiras e na décima, colocou esse pensamento.

Juvenal nasceu 24 anos depois da ressurreição de Cristo e morreu no século II, sendo contemporâneo dos apóstolos, mas esse pensamento filosófico não foi aprendido na igreja cristã, embora não haja nenhum absurdo nesse pensamento.

É que esse pensamento filosófico antecede os gregos e, possivelmente, também os babilônios, mas  que a Bíblia diz a respeito disso?

No livro do sábio Salomão, dos provérbios, encontramos uma verdade comprovada pela ciência sobre a influência da mente animada sobre a saúde física de todo corpo.

A palavra coração, se referindo a mente espiritual, utilizada pelo escritor do provérbio, nos chama a atenção para a "central de comando" da vida do homem.

É na razão, no fundo da mete do homem, no centro das suas emoções, de onde deve surgir as a força, ânimo e a disposição para lutar pelos objetivos escolhidos.

Se a mente escolher e decidir pelo bem e pela verdade, e for aplicado o esforço necessário, certamente haverá motivação para o certo e isso promoverá saúde ao espírito e ao corpo, mas se declinar do bem e escolher o mal, conscientemente, lutará contra si mesmo a pior das batalhas, na mente.

Nesse caso, não terá saúde mental e nem física para permanecer por muito tempo. A saúde do corpo, que é comandado pela mente, certamente sofrerá a natural consequência das escolhas erradas.

Todavia, o homem não pode se fiar nos pensamentos positivos para ter saúde. Não se pode, pela própria força, se manter positivamente nos momentos de agruras e de provas. Quem tenta fazer assim, mas cedo ou mais tarde dar conta que estava enganado.

Para isso, o Senhor Jesus nos concede Seu espírito consolador, para nos proporcionar verdadeiro ânimo e refrigério nos dias de tribulações. 

A ação do espírito de Cristo em nós faz brotar em nosso ser os frutos espirituais. O fruto do espírito é uma relação de virtudes espirituais destacadas, por Paulo, em Gálatas 5.22: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.”

Dentre as nove virtudes espirituais descritas, quero refletir, hoje, sobre uma, apenas, a LONGANIMIDADE. Os dicionários da língua portuguesa vão adjetivar essa virtude assim: “O que possui altruísmo”; “O que tem grandeza de ânimo”; “Que demonstra paciência, resignação; resignado, conformado.”

Perceba que o novo homem transformado e nascido no pode do espírito de Cristo não se torna numa pessoa triste, pessimista e que desiste daquilo que é certo, justo e bom.

Se antes tinha medo dos desafios e provações, agora, como nova criatura não deixa que o desânimo tome conta de sua vida. Com a mente influenciada pelo espírito santo de Cristo, o vencedor, o novo homem viverá animado, pois a tristeza faz secar os ossos.

O espírito triste e abatido é como um corpo sem as defesas naturais, cujo sistema imunológico encontra-se debilitado, sendo facilmente vencido pelos organismos que provocarão as doenças.

Hoje sabemos, até por experiência própria, que a saúde mental dá a maior contribuição para a saúde física. Em Jesus encontramos as duas maiores vitaminas para o espírito: a fé e a esperança. Há saúde em Cristo.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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COMPAIXÃO

(05 de dezembro de 2023)

É verdade que Jesus fez sua obra e cumpriu sua missão com paixão, e isso fica claro e evidenciado que em nenhum momento reclamou das agruras que sofreu enquanto executava seu trabalho.

Ele não só amava o que fazia, com paixão, mas fazia com compaixão pelas pessoas, alvo prioritário de sua missão. 

Com paixão e compaixão pode ter a mesma sonância, mas são sentimentos distintos. Para sentir compaixão é necessário ser empático para com as pessoas, buscando sentir as suas tristezas e alegrias, tentando entender para ajudar da melhor maneira.

Esse interesse indescritível pelas pessoas, sem exaltar ou dar importância as coisas, faz de Jesus uma pessoa diferente no espírito, mesmo sendo um de nós e experimentando as nossas dores.

Foi Jesus quem revelou ao mundo que as coisas não podem valer mais que as pessoas. As pessoas são as "coisas" mais caras do universo. Seu valor excede a todas as coisas.  

Uma, entre inúmeras, dessas ocasiões em que os discípulos testemunharam desse amor de Jesus, foi quando Ele os conduziu a uma cidadezinha chamada Naim, pequena e insignificante em relação as outras belas e grandes cidades da Judéia.

Na entrada da cidade, para recepcionar sua chegada não programada, deu de cara com uma multidão, um cortejo fúnebre que se dirigia para um sepultamento. Aquele velório era diferente dos muitos que haviam em Jerusalém, onde uma multidão participava para ir sepultar um rico ou famoso.

Eles estavam indo sepultar um jovem rapaz que era filho de uma viúva pobre viúva. Aquela multidão devia está ali por dó ou por gostar de ver grandes sofrimentos, do tipo: quanto maior a desgraça do meu próximo, mais eu gosto de ver de perto.

Jesus foi ali para visitar uma mulher que havia perdido seu marido e agora estava indo sepultar seu único filho, e Cristo sabia tudo sobre o tema: filho único. Jesus conhecia muito a dor do Seu Pai, e nosso Pai, por entregar Seu Filho unigênito.

Essa pobre mulher devia estar sofrendo uma dor sem tamanho, perdendo tudo o que tinha, restando-lhe a solidão e a vergonhosa pecha de uma amaldiçoada e castigada por Deus, como criam alguns religiosos do passado, e hoje também.

Jesus não se dirige primeiro ao defunto para mandar se levantar da morte, mas vai direto a mulher, profundamente tocado por sua dor, em perfeita compaixão, para lhe consolar com as palavras: "Não chore!", pois devia estar chorando sem que ninguém pudesse lhe consolar.

Aquela mulher estava sendo castigada pelo pior inimigo e o mais implacável de todos, a morte, mas Jesus estava ali para mostrar que Ele veio à Terra para ser o Consolador que o Pai estava concedendo aos que sofriam injustamente pelas ações do inimigo.

Ele estava acostumado a dizer: "Não chore!"; "Não tenha medo!"; "Vá em paz!"; [...] Ele tinha e tem a autoridade para consolar. Foi isso que Ele foi fazer naquele pobre e esquecida cidade. Jesus não foi fazer turismo ou passear, pois não havia nada ali de tão interessante, a não ser as pessoas e Jesus é apaixonado por ajudar as pessoas.  

Ao mandar o jovem se levantar e entregá-lo à sua mãe sofredora, Jesus pode ver na face daquela mulher uma pequena fração da alegria do Pai ao ter Seu Filho de volta, pela ressurreição dentre os mortos. Imagino quantos sentimentos bons que aumentou a fé de Jesus em sua missão.

Cristo visitou uma pobre mãe para cessar seu sofrimento. Deus e Cristo também enxerga o teu sofrimento. Em Cristo está a solução para tua vida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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VEM DEPOIS DE MIM

(04 de dezembro de 2023)

Todo aquele que vem primeiro, por ser mais antigo, como o primogênito, é superior ao que vem depois. Esse princípio bíblico é adotado por muitas instituições tradicionais ao redor do mundo.

No livro do evangelho de João (1.27), João Batista dá um testemunho poderoso sobre o Messias e sobre a sua própria humildade, mas tem algo implícito na sua fala que revela muito sobre ele mesmo e sobre o caráter do Ungido de Deus - Jesus.

João Batista se refere a Jesus como alguém que vem depois dele. Aquele que viria depois, deveria ser inferior a João Batista, como um dos seus discípulos? O povo entendeu assim?

O povo judeu, principalmente os teólogos aprisionados à letra morta das suas tradições e costumes, certamente poderia entender que seria alguém inferior ao Batista.

Todavia, João Batista deixa bem claro que essa pessoa que viria depois dele seria tão importante e poderosa que ele mesmo não seria digno nem de desatar as amarras das sandálias dos seus pés.

Mensagens assim, que exigia que o povo religioso pensasse mais que o costumeiro eram mensagens desprezadas pela maioria. Alguém que vem depois e é superior? Difícil de entender para eles, pois não queriam largar seus postos para os mais novos.

Essa mensagem de João Batista não deveria ser estranha aos líderes religiosos dos judeus, povo que tinha as Escrituras Sagradas à sua inteira disposição. Havia inúmeras histórias tipológicas que revelava os planos de Deus, que sempre atuava assim:

1. Abel vem depois de Caim, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
2. Isaque vem depois de Ismael,  mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
3. Jacó vem depois de Esaú, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
4. José vem depois de muitos dos seus irmãos, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
5. Moisés vem depois de Arão, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
6. Davi vem vem depois dos seus irmãos, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa;
7. Salomão vem depois dos seus irmãos, mas é superior espiritualmente e tipologia de filho da promessa.

Essa importante exortação deve ser bem assimilada pelos líderes religiosos que se sentem superiores e donos dos tronos das suas igrejas; como maiorais, escolhidos de Deus e superiores em conhecimento e santidade, sendo uma ameaça para si, qualquer pessoa enviada por Deus, que seja jovem, menos culto ou menos famoso.

Façamos o seguinte exercício espiritual: Quem sou eu para Deus e para Jesus? Quem sou eu para minha igreja? Quem sou eu para mim mesmo?

Esse exercício de autoanálise é importantíssimo para que entendamos e pratiquemos a humildade do homem João Batista e do homem Jesus Cristo. A falta de humildade impede o homem de discernir as coisas espirituais que vem de Deus, implicando na não compreensão da verdade.

O segundo exercício é se perguntar quem é Jesus, e depois quem é Deus, somente conhecido através do Filho do homem. 

O conhecimento da pessoa de Jesus e de Deus, o Pai, é a maior revelação que o homem deve buscar, pois resultará em vida eterna (João 17.3). O próprio Cristo perguntou aos seus discípulos se eles sabiam quem Ele era, mas apenas Pedro usado pelo espírito santo de Deus disse: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!” (Mt 16.15-16).

Já a João Batista, os judeus lhe perguntaram quem era ele. Disse não ser importante conhecê-lo, mas que todos ali deveriam buscar conhecer de verdade aquele que viria depois dele, pois já existia antes dele, do qual não era digno nem de arramar as correias das Suas sandálias.

A João Batista foi revelado a grandiosidade e majestade de Cristo. No dia seguinte ao seu humilde testemunho, viu a Jesus no Jordão e testemunhou a todos os presentes: “Eis aqui o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” (João 1.29).

Só o conhecimento da pessoa de Jesus nos tornará humildes e sábios nas relações pessoais com os homens e com Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A PALAVRA FINAL

(03 de dezembro de 2023)

Quando lemos na Bíblia a palavra coração, relacionada a mente do homem, está se referindo ao centro das emoções e desejos do ser humano.

É do coração que procede tanto o bem quanto o mal, pois lá está a índole do indivíduo. Seus pensamentos e desejos formam o seu caráter, a verdadeira essência do ser.

É desse ambiente espiritual, valendo-se do livre arbítrio, que o homem faz suas escolhas e toma as suas decisões. A partir daí, vai preencher esse espaço com pensamentos ligados aos seus desejos e interesses, passando a desenhar seus planos para conquistar ou como desfrutar.   

O Senhor Jesus advertiu seus discípulos sobre o perigo dos desejos no coração do homem pecador:

"Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias." (Mt 15:19)

Por ser pecador, o homem tem inclinação para pensar, desejar e planejar coisas que, na maioria das vezes, não se harmonizam com a vontade de Deus.

Eis a razão pela qual o homem, por si só, não tem o poder para concretizar todos os seus planos e projetos. Seria um verdadeiro desastre para o mundo natural e para os seres humanos que nele habita, se o homem tivesse esse poder.

Por isso e por tantos outros motivos é que o homem, usando o poder da razão que lhe foi dadivado, pode planejar os desejos do seu coração e até iniciar a execução dos seus projetos de vida, mas a conclusão ou a concretização de fato, depende da permissão do Senhor Deus.

Essa condição é sem exceção, tantos justos quanto ímpios, santos ou profanos, bons ou maus, todos dependem da permissão do Senhor para concluir os seus passos finais e realizar os seus planos.

Nem mesmo o homem de fé, fiel servidor do Senhor Jesus e aprovado por Deus, pode realizar tudo o que desejar seu coração. Pelo contrário, por ser servo de Deus, não dá um passo sem procurar saber se seu intento agrada ao Senhor.

A verdade é que em muitos casos, na execução dos planos dos professos servos de Deus, a pessoa de Jesus e do Altíssimo não tem lugar de honra, mas de mero expectador que providencia os recursos, mas não pode dá "pitaco".

Querem apenas que Deus lhe dê saúde, inteligência e riquezas para que alimente seu egoísmo cego, sem saber que tudo isso é para sua dor, sofrimento e perdição.

O egoísmo foi o primeiro e terrível pecado no coração do inimigo das almas e será o último na vida daqueles que o preferem como guia e a sua companhia do que a de Cristo. Os desejos egoístas sempre coloca o homem em disputa com o Criador, com se estivessem em pé de igualdade.

Contra essa terrível ameaça a alma, o Senhor nos alerta no livro da sabedoria que o homem podem até planejar em sua mente, transportar para o papel e investir nisso tempo, dinheiro e sacrifício, mas somente Deus pode dirige os passos rumo a concretização.

Tudo o que conquistamos sozinhos pode não ser para o nosso bem. Se para conquistar qualquer coisa simples precisamos do nosso próximo, imagine as coisas grandiosas que estão muito distante de nosso alcance!? Esperemos no SENHOR, o único que concretizar os melhores planos, além da nossa imaginação. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NÃO DEPENDE DO HOMEM

(02 de dezembro de 2023)

Após a entrada do pecado no mundo, através do homem, toda a natureza foi alterada, mas sobretudo o homem interior.

Desde então, o homem tenta subjugar seus irmãos e dominá-los, sempre buscando está no topo da liderança para ser honrado, bajulado, louvado e glorificado. Embora muitos não tenham a coragem de reconhecer sua real natureza pecaminosa, essa é uma verdade.

O pecador sem Deus é pior ainda, pois acredita que tudo depende apenas de si mesmo, principalmente se tiver muito dinheiro, for famoso ou ocupar alguma posição de liderança sobre muitas pessoas.

O problema do homem pensar que pode conquistar todas as coisas por seu esforço, é que ele vai deduzir, cedo ou tarde, que não necessita de Deus e segue sozinho até descobrir que as coisas que realmente importam, não pode fazer nada sozinho. 

"Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." (João 15.5)

Somente os que estão em Cristo podem realizar todas as coisas que estão além da força humana: "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." (Fp 4.13)

O apóstolo Paulo, falando da promessa de Deus a Abrão, que seria pai de uma grande multidão, mas não tinha filhos, pois sua mulher Sara era estéril. Durante toda vida Abraão e Sara se esforçaram para tem um herdeiro, mas eram tentativas sem êxito, pois não podiam fazer nada sobre. Não dependia deles.

Veja o que Paulo diz sobre isso:

"Porque a palavra da promessa é esta: Por este tempo virei, e Sara terá um filho. E não somente esta, mas também Rebeca, quando concebeu de um, de Isaque, nosso pai;" (Rm 9.9-10)

Para que Isaque nascesse, Deus não dependia de Abrão ou Sara, mas eles é que dependiam totalmente de Deus. É nesse contexto que Paulo conclui seu pensamento sobre a onipotência de Deus, que por misericórdia ao homem, faz tudo por ele, sem precisar de sua ajuda:

"Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus." (Rm 9.16)

O homem precisa se esforçar para fazer somente a sua parte e nunca querer entrar na parte de Deus. O Senhor pediu a muitos dos Seus servos para que eles se esforçassem naquilo que podiam realizar e conforme as suas forças, mas quando é a parte do Senhor, simplesmente os homens devem cruzar os braços:

"Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria." (Js 1.6)

"Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares." (Js 1.9)

Isaque e Jacó não são frutos do esforço humano, mas unicamente do poder de Deus, que com misericórdia abençoou Seus servos. 

Muitos passaram a confiar nas suas próprias forças e inteligência e já nem acham mais necessário contar com a ajuda de Deus. Muitos acham que pode tudo.

Esse poder não foi dado aos homens. Isso não depende do pensamento positivo: desejar e querer do fundo da alma ou do empenho e dedicação do homem, mas de Deus que se compadece. Os nossos ideais e projetos só poderão ser realizados plenamente com a ajuda e aprovação de Deus.

Oremos pedindo discernimento para que nossos ideias e anseios sejam para nosso próprio bem e para glória de Deus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SOMOS FILHOS

(01 de dezembro de 2023)

Muitos cristãos têm dificuldades para entender uma fala de Jesus Cristo direcionada aos líderes religiosos dos judeus:

"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." (João 8.44)

Com isso, Jesus está dizendo que pessoas religiosas, que vivem na igreja cultuando, servindo com dedicação no santuário, eram filhos do diabo, ensinando que ninguém se torna filho de Deus por estar frequentando uma igreja, mas somente se receber o Seu espírito.

Todo homem que vive no mundo sem o devido conhecimento da vontade de Deus, em rebelião contra Sua vontade, é considerado filho do diabo. Só se torna filho de Deus a partir do momento que recebe o espírito de Deus em sua mente e se permite guiar por Ele. 

Os que são guiados pelo espírito de Deus, não deixa de ser humano - filhos dos homens, mas passa a ser CHAMADO de filhos de Deus, conforme ensina o apóstolo Paulo, como filhos adotivos:

"E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo." (Rm 8.23)

É por essa compreensão que o apóstolo João exalta o amor de Deus em sua primeira carta à igreja de Cristo. Que aspecto do amor de Deus é explorado por João?

Está no perdão, na misericórdia e na bondade de Deus, pois resgatou aqueles que eram considerados filhos do diabo e os chamou de filhos. Essa concessão é uma dádiva sem tamanho, pois quando o homem não tinha pecado - Adão e Eva, eram considerados criaturas inteligentes, pela imagem e semelhança com o Criador.

Chamado de Filho de Deus, só um teve tamanha honra, e por meio dEle, todos os arrependidos e convertidos, em quem habita o espírito de Deus, também passaram a serem chamados de filhos de Deus, por causa dos méritos de Jesus Cristo, o Filho do homem:   

"Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus." (Gl 3.26)

Foi porque Deus enviou Seu Filho único e porque o Filho de Deus se voluntariou e aceitou a grande missão de salvar os seres humanos caídos, que o homem passou a conhecer o verdadeiro amor e receber uma dádiva inigualável, de serem chamados filhos de Deus.

Não somente são chamados de filhos, mas ao receber do mesmo espírito do Filho de Deus, enviado aos seus corações, recebem o poder de chamar Deus de Pai - Aba. (Gl 4.6)

Enquanto o inimigo tentou colocar essa dúvida até na mente de Cristo: “Se tu és o filho de Deus…” (Mt 4.3,6), Cristo o vencia e nos ensinava que Deus é um Pai de amor e sempre dá o melhor aos Seus filhos (Mt 7.11).

Os homens viviam com medo de Deus, mas Cristo veio como Filho do Homem, igual a nós para nos demonstrar que o Pai nos ama com um amor indescritível.

Para que nós, filhos dos homens, fôssemos chamados de filhos de Deus, o Filho de Deus veio até nós e foi chamado de Filho do homem. Como poderíamos descrever isso? Somente uma pequena palavra de grandioso significado -Amor.

Nisto consiste o grande amor de Deus e de Cristo por cada um de nós. O mundo não conhece esse amor, mas a mão de Deus está estendida como um pai que ama. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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COMPANHIA E DESCANSO

(30 de novembro de 2023)

Companhia e descanso são duas coisas raras no nosso agitado mundo capitalista e selvagem em que vivemos na atualidade.

Nunca o mundo esteve tão populoso e nunca as pessoas se sentiram tão só. Familiares que convivem numa mesma casa, mas não param para conversar, pois preferem a comunicação por meio virtual, usando aplicativos de comunicação.

A companhia das pessoas tem se tornado algo quase que imperceptível e em alguns casos mais agravados, tem se tornado um problema, pois tem atrapalhado a concentração daquele que está vidrado em algum aparelho eletrônico. 

Deus e Jesus são seres pessoais e desejam ardentemente que mantenhamos uma relação pessoal com Eles. Esses hábitos modernos podem se tornar num grave problema para o homem compreender a importância vital desse relacionamento.

Já imaginou um humano preferir a companhia de um androide do que um da sua própria espécie? É o que já temos visto, pessoas que não se identificam mais com o gênero humano.

O SENHOR fez uma promessa confortadora para o Seu servo Moisés, que o acompanharia na condução do povo pelo deserto até a terra prometida.

Moisés, diferente de muita gente, entendia a importância da presença do Senhor com ele e com aquele povo extraído do Egito. Ele valorizou tanto a presença do Senhor com ele e com o povo, que disse: "Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui." (Ex 33.15)

A companhia do Senhor traria que tipo de benefícios a Moisés e ao povo? Seria apenas para fazer os milagres da provisão, fornecendo comida e bebida, e também para provê a proteção contra as ameaças que poderiam enfrentar? Não somente isso.

O Senhor deixou bem claro porque iria acompanhá-los, para os fazer Descansar.

Depois da graciosa e poderosa companhia, o descanso seria a maior dádiva que o homem poderia receber. A palavra descanso não se refere aos aspectos físicos, mas compreende um estado de espírito onde a paz, a esperança e a fé lhes promoveria o bem-estar, força e ânimo para a jornada.

Para compreender melhor esse descanso espiritual, é necessário compreendermos os benefícios do descanso físico. O mundo já não descansa mais. As pessoas perderam a noção do valor e da importância do descanso. Nas últimas três décadas o mundo passou por grandes transformações.

Dentre tantas, vou destacar aqui uma delas e suas consequências. Programas de TV começaram a invadir a madrugada, criando novos hábitos noturnos. Ansiedade e insônia são alguns dos efeitos colaterais. O mercado de olho nesse novo habito, começou a fornecer comidas em delivery. Com os fast food vieram outras doenças. Supermercados e farmácias abertos 24 horas por dia.

Estresse, depressão, ansiedade, obesidade e tantos outros males tem assolado a humanidade e muitos poucos conseguem discernir a origem, as razões e muito menos o antídoto. A presença de Deus, como companhia espiritual, tem faltado às pessoas que não tem tempo para Ele.

Deus não somente deu exemplo, descansando (sem se cansar) no sétimo dia, abençoando-o, mas deu de presente ao homem (Mc 2.27) o sábado de descanso (shabbat). E, quando o povo, que estava escravo no Egito, foi liberto para andar nos desertos, era a presença do SENHOR que os fazia descansar.

Precisamos de descanso físico e espiritual para que tenhamos saúde física e mental. É a presença de Deus, pela compreensão e prática de Sua vontade que nos traz esse refrigério. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TRABALHEM COM SABEDORIA!

(29 de novembro de 2023)

Uma regra justa e natural da vida é colher apenas aquilo que plantamos (Gl 6.7,8).

Esta linguagem figurada toma emprestado cenas do cotidiano real das pessoas para fazer uma comparação com as coisas do espírito que estão fora do alcance da visão do homem.

É óbvio que a pessoa que planta tomates, vai colher tomates. Da mesma forma, noutro sentido, quem planta ventos, vai colher tempestades.

As pessoas que cultivam a violência, terão que lidar com a violência contra si; quem planta bondade e gentileza, encontrarão pessoas gentis e bondosas, reciprocamente.

Quem não planta nada, nada colherá, nem coisas boas e nem as coisas más.

O Senhor exorta ao povo judeu em Jerusalém para que trabalhem, encorajando-os a enfrentarem o duro trabalho no campo, arando a terra para o plantio.

Essa linguagem deve ser entendida apenas na literalidade e só servem para os judeus dos VI século antes de Cristo, ou contém uma mensagem espiritual para cada um cristão da atualidade?

Essa é uma mensagem com amplos sentidos e não tem prazo de validade. Todas as pessoas de bom sendo e todas as épocas devem observas as mensagens literal e espiritual.

Todos devemos trabalhar, pois o trabalho promove saúde e dignidade. A ociosidade, a inatividade e a passividade fazem mal ao corpo e ao espírito. A pessoa produtiva se sente útil e motivada, estimulando os que vivem ao seu redor a fazer o mesmo.

Quando o Senhor manda os judeus arar os campos não arados, não está mandando apenas ampliar suas fronteiras de produção agrícola, mas e consequentemente aumentando seus esforços pelas cargas e jornadas de trabalho ampliadas.

Afinal, quanto maior a plantação, maior colheita. Colheitas fartas trazem saúde e prosperidade. Quem como o pão da preguiça viverá num ambiente de escassez e muita confusão, disputas, intrigas e violências.

Entretanto, na orientação do Senhor há uma observação importante. Não basta trabalhar mais, se esforçar e se sacrificar mais, tudo isso deve ser realizado com sabedoria. Os trabalhadores não podem fazer suas tarefas de qualquer jeito. Existe o jeito certo.

O Senhor manda semear onde não há espinhos. Quando se semeia entre espinhos, a planta não se desenvolve e acaba sendo sufocada e morre. Quando não morrem, não dão os frutos esperados, além de oferecer um risco para os que colhem.

Os servos de Deus que se espelham em Cristo, o servo modelo, devem trabalhar com empenho e dedicação, sobretudo com sabedoria, para que os frutos sejam dignos de louvor e engrandeçam o nome do SENHOR.

Não basta pregar na seara do Senhor, é necessário ter coragem para ampliar sempre e com criteriosa sabedoria. Uma obra realizada sem os critérios descritos nas Escrituras Sagradas se torna numa obra limitada e sem a aprovação de Deus, sem ordem e decência.

Não se pode ampliar a obra de Deus pregando qualquer evangelho. Deus não aceita qualquer doutrina, qualquer música ou qualquer método de pregação ou adoração. É necessário fazer tudo em conformidade com as Escrituras sagradas, evitando os espinhos, tipologia do pecado.  

A ordem é ampliar as fronteiras, mas seguindo a sabedoria da Palavra de Deus.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O NOVO EM CRISTO

(28 de novembro de 2023)

A mensagem mais importante e mais urgente que Cristo dá a todo aquele com quem Ele encontra é: “Você precisa nascer de novo!”.

Não há nada mais urgente para o homem do que deixar de sofrer. Alguém que está andando com dificuldades na escuridão do pecado, se machucando, não há nada mais importante do que a luz para o guiar por caminhos seguros.

Isso parece óbvio e sensato, o problema do ser humano é que o pecado inverteu os valores na sua mente, passando a amar as trevas e tolerar as dores do sofrimento. Até para aceitar o bem e a verdade que lhe trará saúde e bem-estar, tem dificuldades, pelo medo da mudança.

Essa mudança é radical como a morte, pois o velho homem precisa morrer. Paulo compara a uma nova criação ou uma recriação. Criado do zero para ser semelhante a Deus, o Pai, em espírito: caráter, santidade, justiça, fidelidade, humildade, amor, [...].

Como isso ocorre?

Não é necessário morrer literalmente, mas no mesmo corpo natural, em carne pecaminosa, é REVESTIDO dessas virtudes espirituais, na mente, para se tornar um novo homem, com novos pensamentos, desejos, propósitos, objetivos, planos e projetos.

Segundo o apóstolo Paulo, de forma sintética, como se dá esse processo de novo nascimento?

Primeiro, o homem deve aceitar a verdade. Tudo começa quando se descobre a VERDADE na Palavra de Deus, passando a amá-la e obedecê-la. A verdade vai ensinar o homem como proceder em todas as situações de sua vida.

Com isso, vai prover os dois pilares que o tornará semelhante a Deus e a Cristo em caráter. Os dois pilares são a SANTIDADE  e a JUSTIÇA.  

O homem santo é separado do mundo para viver uma diferente dos hábitos mundanos. Ele deve se separar dos prazeres carnais que o faz sofrer ou provoca sofrimento ou prejuízo a outrem. Deve se apartar completamente de tudo o que não agrada a Deus, conforme aprendeu na verdade da Palavra.

Afastando-se dos hábitos mundanos que privilegiam a injustiça, a competição entre os homens, estimulando a vantagem, ganância e a rivalidade, passando a enxergar as pessoas sempre como concorrentes e inimigos dos seus interesses. 

A justiça de Deus ensina o homem a colocar todas as coisas em seu devido lugar. O homem aprende a dar o devido valor as coisas. Tudo tem o seu valor, umas coisas tem menos e outras tem mais, e essa sabedoria só é possível ao homem que busca a verdade.

A nova criatura em Cristo, semelhante a Deus no caráter, não supervaloriza as coisas, como o mundo faz com o dinheiro, a fama, a influência e o status quo. Essas coisas tem menos valor do que se imagina no mundo. O mundo injusto gira em torno disso e por isso matam e morrem.

A nova criatura em Cristo, ao se deliciar na Palavra de Deus, como alguém faminto pelo Pão da Vida, será agraciado com o maior tesouro do universo, o conhecimento das pessoas de Deus e de Cristo (Cl 2.2-3). Se não conhecer a pessoa de Deus, o Pai, e Seu Filho Jesus Cristo, jamais terá seu caráter mudado para o novo homem.

Os maus hábitos do novo homem devem ficar no passado que será apagado com o tempo e completamente esquecido. Hoje é muito difícil para a maioria dos cristãos professos, compreenderem o que é andar em santidade e justiça, pois muitos deles ensinam e vivem contrário à Bíblia, afirmando ser impossível viver uma vida de santidade em Cristo.

Para muitos, isso soa como utopia, radicalismo, fanatismo e impossível de ser alcançado. A maioria esmagadora desses cristãos nominais nem sabem o significado de santidade. É como se Paulo perdesse tempo escrevendo algo tão precioso para eles.

Todavia, os que buscam a Cristo, sem intermediários, experimentam viver como um novo homem, moldado e criado por Deus para Sua glória. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SE ESCAPOU, FUJA!

(27 de novembro de 2023)

Você conhece alguém que escapou miraculosamente de perder a vida ou você mesmo já passou por essa experiência?

Alguém que escapou de morrer num acidente de trânsito por agir com imprudência, deve fugir dessas práticas perigosas, pois os milagres não se repetem para os transgressores que desprezam a graça ofertada.

Da mesma forma ocorre com aqueles que estavam envolvidos com o crime, as drogas, as más companhias, nos maus hábitos que provocou uma grave doença, enfim, em qualquer situação que podia ter lhe ceifado a vida. Se escapou, saia dessa situação e mude de vida, para permanecer vivo.

Um conselho sábio semelhante a esse, foi dado pelo Senhor aos habitantes de Jerusalém que escaparam da espada do grande rei de Babilônia, Nabucodonosor, e seus poderosos exércitos.

Estar vivo, depois de um cerco e de uma guerra daquela magnitude era um verdadeiro milagre, uma graça imensurável. Permanecer naquele ambiente de confronto era desejar a morte. O mais sensato era fugir para o mais distante dali. Esse foi o conselho do Senhor.

O povo de Jerusalém que havia escapado da primeira investida deveria dos babilônios, deveriam abandonar sua pátria, sua cidade amada, suas casas, sua vizinhança e tudo o que estava ao seu cotidiano que lhe trazia conforto e segurança.

Não é fácil abandonar nossas raízes e referências. Foi por isso que muitos morreram por não atender a voz do Senhor. Preferiram a morte do que abandonar os seus redutos. Seus corações estavam ligados aquele lugar e aquelas coisas. Onde estiver o teu tesouro, ali estará o teu coração.

Essa palavra espiritual não se aplica apenas ao fato histórico ocorrido há 2.600 anos em Jerusalém com o povo judeu, mas a cada homem e mulher que recebeu um livramento do Senhor e voltou os seus ouvidos para Sua Palavra.

O drogado que conheceu a Cristo e ouvir a Palavra de Deus: "Saia das drogas. Não permaneça nela, mas fuja para bem distante disso. Quando estiver longe, lembre do Senhor que salva, protege e consola e nunca esqueça do dia do seu livramento. Você só está vivo por causa da minha mão", obedeça. Esse seria o recado do Senhor aos libertos da morte certa.

 Essa exortação não é apenas para os que militam no crime, mas para todos. Os envolvidos com imoralidade sexual, adultérios, fornicações e os mais diversos maus hábitos que bloqueiam a voz do espírito de Deus falando ao espírito do homem .

Inclusive aos professos crentes em Cristo Jesus, acomodados na religião, mas fazendo diferente do que diz a Palavra de Deus, está correndo risco de morte também. A ordem é fuja para longe desse falso conforto religioso, mude de vida.

Para salvar Seu povo o Senhor foi capaz de permitir que ele fosse expulso da cidade que chamou de santa, escolhida. Não se apeguem as placas das igrejas, seus líderes e seus manuais, mas procurem conhecer a vontade de Deus diretamente na Sua Palavra. Lembre-se de Jerusalém. 

Aqueles que conhecem a Cristo, descobrindo a verdade e a vida, não têm razão para voltar atrás. “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lc 9.62). Todo aquele que conhece a Cristo e abandona suas antigas práticas de pecado, foge do risco de morte, passando a desfrutar do escape do Senhor.

O mandamento é seguir em frente na nova vida com Cristo sem olhar para trás, para a velha vida de pecados e desobediência. Prossigamos “Olhando para o Senhor, autor e consumador da fé” (Hb 12.2). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUEM AMA NÃO MALTRATA

(26 de novembro de 2023)

Qual a coisa mais poderosa que o mundo já conheceu?

Pergunta feita no site Yahoo Respostas e pelo Supernatural Brasil. Algumas pessoas deixaram suas respostas criativas e bem humoradas, algumas midiáticas e outras sem sentido. Vejamos:

1. A Supernova – maior explosão no espaço, depois do suposto big bang;
2. O conhecimento;
3. O tempo;
4. As almas;
5. O Leviatã;
6. O purgatório;
7. A morte.

Seria estas as coisas mais poderosas do mundo, que os olhos dos homens já viram em suas vidas e puderam experimentar e/ou confirmar?

A Palavra de Deus afirma que não há nada mais poderoso que o AMOR.

Milhares de bombas atômicas ou a badalada bomba de hidrogênio não são capazes de destruí-lo.

Todos os poderes, visíveis ou invisíveis, as forças da natureza em revolta ou até mesmo as potestades do mal, acompanhadas da sepultura e da morte seriam capazes de causar dano ao amor. O amor é o espírito e a essência  do poder.

 Somente o amor pode transformar completamente a vida de um ser humano. Enquanto todas as outras forças destroem, o amor constrói; enquanto os outros poderes são ameaças a vida, o amor promove vida.

Só o amor pode fazer transformar uma pessoa: Que maltrata, numa pessoa que cuida com carinho e afeto; Que é ganancioso numa pessoa que ajuda seu próximo sem nenhum interesse egoísta; Que é irritadiça se numa pessoa paciente; Que é rancorosa numa pessoa que perdoa e ajuda.

Nenhum outro poder ou força no planeta Terra consegue fazer isso no ser humano, somente o amor. O amor é tão poderoso que até diante da palavra profética, dos dons, do conhecimento, da esperança e da fé, se mantém soberano como o maior de todos. (1Co 13.8,13) 

O amor, apesar de ser o dom maior, não é algo impossível ou inatingível aos seres humanos. Deus o disponibiliza para todos que o desejarem e buscarem de todo o coração. Está ao alcance de todos.

O amor é a coisa mais valiosa entre os tesouros do Altíssimo. Essa dádiva está senso oferecida agora aos homens bons e maus; aos ricos e pobres; livres e escravos; dignos e indignos; [...] oferecido na bandeja da graça para quem tem fome e sede do verdadeiro poder de Deus.

Nenhum dos deuses míticos: Zeus, Poseidon, Hades, Baal, Tamuz, Era, Kronos, [...], compartilharam seus poderes com os homens, com medo de serem derrotados por eles, mas o Deus único da Bíblia é o único que compartilha o Seu poder sem medo ou restrição.

Deus é amor! Deus quer que tenhamos esse poder para que façamos parte com ELE nesse poder. Jesus Cristo, Seu Filho, foi o primeiro a provar desse poder e se tornou a maior testemunha do amor, vindo ao nosso encontro para nos convencer a experimentá-lo.

Deus amou o mundo de tal maneira que nos enviou Seu Filho para que tivéssemos a vida eterna (João 3:16). “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1Jo 4.9). No amor está o sentido mais profundo da vida. Para isto vivemos e para isto fomos criados. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TRAIR A CONFIANÇA

(25 de novembro de 2023)

O homem é capaz de tudo, inclusive de fazer o bem, mas é capaz de fazer atrocidades contra os seus semelhantes.

Ninguém pode se surpreender com as barbaridades praticadas pelos seres humanos que se desumanizam para atentar contra sua própria espécie. Isso é da natureza pecaminosa dos homens.

É até compreensível que os homens cometam algum tipo de violência contra seus inimigos, para se proteger ou legitima defesa, mas não é normal e nem comum fazer maldades contra pessoas próximas que confiam  nele.

Conhecendo o ser humano e os danos que o pecado causariam nas suas mentes, o Senhor deu vários mandamentos preventivos para que o homem pudesse vigiar a si próprio, evitando cometer qualquer maldade contra aqueles que confiaram sua vida em suas mãos.

O homem que não faz periodicamente uma autoanalisa sobre suas fragilidades físicas e espirituais, para se fortalecer onde é fraco, pode ser tentado a fazer coisas que o seu próprio senso crítico condenaria com rigor.

Numa visão mais agravada do homem, depois de influenciado e dominado pelo mal, pode chegar ao ponto de planejar com requintes de crueldade a prática do mal. Ninguém está isento disso, e é por isso que o Senhor nos deu o mandamento.

Tudo começa quando a mente começa alimentar o ódio contra pessoas que julga-se ser inimigas. Alimentar sentimentos de inimizades, revanchismo ou de vingança, pode ser o início de um projeto do mal.

Existem inúmeros casos concretos divulgados pela imprensa que podem causar espanto nas pessoas:

1.  Filho que mata o pai por não concordar com sua correção;
2. Pais que matam filhos pequeninos e indefesos por futilidades;
3. Amigos que conduzem outros a emboscadas para serem executados pelos criminosos;
4. Mulheres que encomendam a morte do marido por interesse numa apólice de seguro;
5. O funcionário de confiança que provoca desfalque na empresa e trai a confiança nele depositada, etc.

Enfim, a lista das maldades do homem é grande nesses últimos dias. É descrito nas páginas proféticas que ao se aproximar o fim dos tempos, a maldade aumentaria e temos percebido isso, que tem sido banalizada a prática do mal.

No livro de Jeremias (17.5), Deus nos revela uma coisa triste: "Maldito o homem que confia no homem [...]" Todo homem está sujeito a queda, mas aquele que não conhece a Deus é mais suscetível a queda.

No livro da sabedoria existe um mandamento condenando aquele que planejar o mal contra o seu próximo, em quem depositou sua total confiança.

Você pode até está pensando: "Nem precisava Deus dizer isto, pois o bom senso já indica o quanto isso é hediondo".

Quando fechamos nossos ouvidos para ouvir os conselhos de Deus, corremos risco de cometer esses terríveis erros. Aqueles, porém, que entregam seus caminhos ao SENHOR e confia nEle, não seguirá pela vereda da maldade. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A VANGLÓRIA

(24 de novembro de 2023)

A palavra vanglória, que refere a uma glória vã, fútil e sem méritos, se tornou obsoleta para o mundo. Ela perdeu o seu sentido para o mundo, já que ela é o seu produto mais valioso e cobiçado.

Seria injustiça dizer que somente o mundo busca a glória vã dos homens. Há tempos que os professos cristãos vêm buscando glórias para si.

O pregador coach, midiático, que fala qualquer coisa agradável aos ouvidos do povo, da massa, para obter seguidores, curtidas e elogios nas redes sociais.

O "artista" ou "celebridade" (isso é estranho para Bíblia) cristã que adota hábitos e costumes mundanos para se apresentar a igreja como progressista para influenciar os membros de sua igreja, criando modismos e alienando as cabeça dos mais fracos na fé.

A vanglória é o cúmulo da cegueira espiritual humana, pois o homem se esquece de sua frágil estrutura, que é pó (Sl 103.14) e como uma neblina que logo se dissipa pelo vento (Tg 4.14), deixa de existir, podendo ser derrotado por um vírus ou uma bactéria.

Como o mundo jaz no maligno e a maioria das pessoas estão completamente presas nas suas teias de hábitos e costumes, a vanglória passou a ser um método de autoafirmação e de aceitação pelos diversos grupos e camadas sociais.

É natural do homem pecador, buscar glória para si mesmo. Todos, sem exceção, são tentados à experimentar essa sensação durante a sua vida. Muitos desfrutam dessa ilusão durante toda sua vida.

Trata-se de uma falsa necessidade de ser elogiado e enaltecido por algo que possui, que fez ou que sabe. Não importa se isso ocorre em menor ou em maior grau, tudo faz mal ao espírito do homem.

Um dia, quando a conta chega e se descobre que o preço a ser pago é muito caro, o ser humano se dá conta de que realmente é, mas muitas vezes é tarde para se livrar da vergonha da queda e da humilhação pública.

A vanglória é a irmã gêmea siamesa da soberba, sendo muito difícil distingui-las, mas o fruto dos seus trabalhos e as consequências dos seus atos são sempre os mesmos, claramente definido nas Escrituras Sagradas:

"A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda." (Pv 16:18).

Quantas pessoas não enfrentam a depressão, a doença do século, por ter se tornado dependente dos elogios que não existem mais, e se sentem um nada e desvalorizados?

Os aplausos de pé ou o nome gritado por milhares se transforma numa verdadeira adoração. Até mesmo aquele que não tem nenhuma oportunidade ou condição para ser um famoso, nos palcos ou nos campos de futebol, sonham em serem aclamados e reverenciados.

Outra terrível realidade é adotar um ídolo, porque se projeta e se espelha nele, vivendo a doce ilusão de se realizar nele. No seu interior constrói a falsa sensação de que, também, recebe seus aplausos e adoração.

Só o conhecimento da pessoa de Deus, revelado por Jesus Cristo, onde reside a fonte da humildade, é possível compreendermos que essa vaidade conduz o homem ao sofrimento e a morte.

Deus promete a todo o homem que escolher se exaltar, será humilhado, mas o que se comportar com humildade, Deus o exaltará (Mt 23.12). O homem que se gloria já está dando testemunho que não é usado por Deus, pois Deus só usa os humildes. Os humilhados, desprezíveis aos olhos dos que se acham grandes, serão usados por Deus (1Co 1.28).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UMA COMPANHEIRA

(23 de novembro de 2023)

Tirar um tempo para ficar sozinho, para exercitar a oração e a meditação na Palavra de Deus é sobremaneira salutar para o espírito e para corpo.

Entretanto, escolher viver uma vida inteira sozinho, como um eremita que se isola da sociedade, se privando da convivência diária com os seus semelhantes, é algo perigoso.

Quem disse que a solidão não seria boa para o homem foi o próprio Criador do ser humano. O Deus Todo-Poderoso, que conhece cada célula do corpo humano, que sonda os pensamentos e esquadrinha cada emoção, concluiu que o homem precisa de companhia humana.

Essa companhia humana, necessariamente seria do sexo oposto, para que formando um casal, pudessem se relacionar sexualmente, afetivamente e ainda procriar e fazer com que os humanos tivessem cada vez mais companhias de outros humanos.

Deus ama a família; ama a coletividade que vive em harmonia e perfeita paz; ama a congregação dos santos que, unidos, vivem o amor.

Tudo isso começou com um casal embrionário no centro do planeta Terra. Um ser humano do sexo masculino e outro do sexo feminino. Esse é o projeto original de Deus para lidar com a ameaça da solidão à mente e ao corpo do homem.

O SENHOR Deus sempre esteve certo. Os cientistas depois de muitos séculos e de muitas pesquisas extensivas às grandes universidades de todas as nações, confirmam a cada dia os males que a solidão pode causar na mente e no corpo do homem.

Todavia, nossa reflexão de hoje tem o objetivo de olhar para a solidão numa visão micro, especificamente na relação entre marido e mulher, à base da família e da perpetuação da raça humana, sob o poder de Deus, obviamente.

O provérbio popular: "É melhor andar sozinho do que mal acompanhado", tuas suas razões para existir como uma verdade. A companhia que o Senhor fez para o homem tinha duas características que podemos chamar de bênçãos.

1. Auxiliar, ajudar, apoiar, complementar, somar, [...] É ter alguém do lado que você pode contar em todas as situações da vida é uma verdadeira bênção. Foi exatamente assim que Eva foi feita para a Adão, e Adão deveria ser a mesma coisa ou ainda mais para Eva;

2. Corresponder às expectativas, é ter alguém do lado seja mútuo, que se esforce para se parecer com você, que busque similaridades, [...] Sobretudo que não falte nas horas mais difíceis e que surpreenda pela inciativa, sem que o outro peça.

Essas exortações bíblicas são verdadeiros estímulos para que sempre busquemos a melhora e o crescimento na relação santa e abençoada do matrimônio, do lar e da família.

Deus criou a mulher para o homem e o homem para a mulher, os dois para o Seu Filho. Ela é a parte complementar do homem. Sem a mulher, o homem existe como se estivese faltando-lhe uma parte, por isso ela é chamada de companheira, para ser uma companhia constante.

A perfeita união entre o homem e a mulher, planejada por Deus, é como se eles se tornassem UMA SÓ CARNE. A mulher é o maior e o melhor presente de Deus para o homem, marido.

O provérbio popular sabiamente afirma: “Ao lado de um grande homem, sempre existe uma grande mulher”. A recíproca é verdadeira. É através das grandes mulheres e dos grandes homens, que com seus sacrifícios e exemplos de vida, que se a sociedade se mantém em perfeito equilíbrio. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CAMINHO INJUSTO?

(22 de novembro de 2023)

Há muitas semelhanças entre os pecados do professo povo de Deus do passado e do presente. O desafio agora é enxergar a tênue diferença.

O professo povo de Deus no passado, nos dias do profeta Ezequiel, abriam as suas bocas e se lamentavam pelas dificuldades do caminho do Senhor. Faziam o mesmo com suas atitudes.

O próprios sacerdotes, tribo chamada para ser povo santo, reclamavam dos alimentos que recebiam como dízimos, pois queriam dinheiro como os sacerdotes pagãos:

"Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa do Senhor é desprezível." (Ml 1.7)

Se o povo do passado achava que viver sob a lei de Deus era injusto, mesmo espírito do anjo caído nos céus, o povo do presente afirma que o caminho de Deus é bom e justo, mas só da boca para fora, pois suas atitudes dizem a mesma coisa do povo do passado.

Todos os que professam a fé cristã na atualidade estão incluídos na teoria: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"? Não! Não podemos generalizar, há poucas exceções. Há uma minoria, assim como no passado que amam viver na justiça de Deus.

A maioria dos professos crentes da presente geração, quando afirma que os caminhos dos Senhor são justos, não se refere ao verdadeiro conhecimento da verdade Bíblica, mas se referindo aos dogmas ensinados por suas igrejas, como se fosse verdade absoluta. Um erro crasso.

O Senhor revelou ao profeta Ezequiel que o Seu povo estava andando em plena injustiça e achando que aquela vida era a certa e a boa, e que os caminhos de Deus era o errado.

Eles afirmavam que Deus havia dado a Abraão toda aquela terra onde a vista não podia alcançar, mas eles eram muitos agora e teriam de dividir as “poucas terras” e propriedades que havia recebido de graça, numa herança bendita (Ez 33.24).

O erro gravíssimo desse povo, como o do presente, é que havia se deixado contaminar com os costumes pagãos das nações vizinhas, experimentando um profundo estado de idolatria e vivendo uma apostasia (Ez 33.25-26).

O professo povo de Deus do presente, vive o mesmo estado do povo do passado. Completamente influenciado pelas culturas pagãs. Da mesma, tem assimilado ensinos e práticas contrárias aos claros mandamentos do SENHOR.

Querem possuir as riquezas terrenas pelo engano e pela força. Mentiras, extorsões, ameaças, enganos […] E quando não conseguem, foi o Senhor que não abençoou. Ou seja, colocam a culpa no caminho do SENHOR.

Os jovens evangélicos, em sua maioria, estão praticando, com zelo, a vontade de Deus?

Porventura, comem; bebem; se vestem; namoram; noivam; se casam; trabalham; estudam; negociam; se divertem; […] da maneira correta? A modéstia e tudo aquilo que não é a aparência do mal (1Ts 5.22)? Tudo o que se pode definir como “boa fama” (Fp 4.8 )?

Deus colocou o Seu povo para ser cabeça, mas querem ser cauda. Andemos no caminho do SENHOR que são justos. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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JESUS, PERDOA E PURIFICA

(21 de novembro de 2023)

Não basta o perdão, é necessário a correção do erro. Não adianta pedir desculpas e reincidir no mesmo erro. O perdoado precisa se corrigir para que o perdão faça sentido.

Não seria justo perdoar alguém que todos os dias pedem desculpas e torna a cometer os mesmos erros reiteradamente. O perdão seria um ato de injustiça.

O perdão torna-se algo banal e sem valor para aquele que não o valoriza. O perdão é uma dádiva valiosa demais para não ser valorizado com a mudança de atitude e de vida.

É por isso que João, o apóstolo do amado, apresenta uma condição para o PERDÃO e PURIFICAÇÃO. Para Cristo não é suficiente perdoar, é necessário purificar também.

João começa o verso usando a partícula condicional "se". A condição sine qua non para que o homem seja perdoado é confessar. Mas, confessar da boca para fora ou com profundo arrependimento?

Arrependimento é um estado de espírito de todo aquele que sente tristeza pelo pecado que cometeu e está disposto a se converter daquele caminho de erro. O arrependimento está para confissão, assim como a conversão está para a purificação.

"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor," (At 3.19)

João nos apresenta Jesus como um intercessor (advogado) fiel para perdoar e justo para purificar. Jesus recebeu o poder para perdoar o pecado do homem que se arrependeu e confessou sua culpa, e para lavar e purificar o pecado daquele que se converteu do caminho mal.

Jesus não pode perdoar e nem purificar aquele que não se arrependeu, não confessou seu pecado e não abandonou o erro que confessou. Uma coisa depende das outras. Fazer apenas uma coisa dessas não é suficiente para a obra completa da justificação.

1. Confessou, mas não se arrependeu: Não terá o perdão para a justificação;
2. Confessou e se arrependeu do que fez, mas continua a praticar o mesmo pecado: Não terá o perdão para a justificação;
3. Mudou de vida e não erra no mesmo pecado, mas não confessou e nem se arrependeu: Não terá o perdão para a justificação;

O pecado é algo tão sério que foi o responsável pela morte de todos os seres humanos, pois ele causou a separação entre Deus, a fonte da vida, e nós os seres humanos. 

São os nossos pecados que fazem a SEPARAÇÃO entre nós e Deus (Is 59.2); fazem separação entre nós e o bem que deve ser aprendido e praticado (Jr 5.25). O pecado quando separou o homem da luz, lançando-o nas trevas, fez com que o homem experimentasse a mais terrível de todas as consequências – a morte (Rm 5.12).

Muitos, influenciados pelas mídias, tem perdido de vista essa verdade. Talvez influenciados pelas teorias orientais, pelo relativismo, que de forma devastadora tem mudado a forma do cristão interpretar a Palavra de Deus. Filosofias do tipo: “Se permita transgredir de vez em quando”; “A minha verdade é diferente da tua verdade, mas ambas estão certas. o que difere é apenas o ângulo de visão”; “Não existe pecado; nem bem nem mal. Existe uma força equitativa que equilibra o universo”. [...]

Ideologias como essas, com roupagens motivacionais, tem feito muitos cristãos serem enganados e saírem do caminho da verdade. Para muitos teólogos cristãos, enebriados pela vã filosofia, já não existe diabo, juízo, condenação, morte eterna ou pecado.

Jesus veio e morreu para pagar a dívida do pecado do homem. Se não existe pecado, não há necessidade de advogado, salvador, perdão ou purificação, então classificaremos o sacrifício e a própria pessoa de Cristo como inutilidades. Percebe o tamanho da ameaça?

É porque o pecado existe que Cristo se tornou o nosso advogado e intercede por nós. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A VONTADE DE DEUS

(20 de novembro de 2023)

A igreja cristã da atualidade compreende a verdadeira vontade de Deus, conforme a mensagem espiritual contida nas Santas Escrituras?

Uma reflexão honesta e amparada por discernimento espiritual sobre esse assunto, fará com que o crente fiel a Cristo perceber que a maioria esmagadora dos professos cristãos não atendem os anseios da verdade e não conhecem a vontade de Deus.

Por que a vontade de Deus, na sua essência, não é ensinada nas igrejas que professam a fé cristã?

Uma pesquisa feita pela USP, pelo Centro de Estudos da Metrópole, apontou que só no ano de 2019, em plena pandemia, foram abertas 6.356 Igrejas Evangélicas no Brasil, uma média de 17 novos templos por dia.

Em 2019, dado mais recente do estudo, o Brasil registrou a existência de 109.560 Igrejas Evangélicas, das mais diversas denominações, presentes em todos os estados e no Distrito Federal (DF).

Diante desse quadro fica óbvio que a preocupação da maioria dos homens que ascendem a uma liderança religiosa têm outros interesses, diferentes dos interesses de Deus. Seus espíritos veem uma concorrência, como ocorre no âmbito comercial, secular.

O que O Senhor espera que façamos, como Seus servos e que confessamos fazer somente a Sua vontade?

1. Abrir novas organizações religiosas, como quem abre uma empresa, visando uma carreira profissional usando o nome de Deus?
2. Criar novas instituições religiosas para disputar com as outras existentes sobre quem tem mais conhecimentos sobre os dogmas?
3. Com objetivo de fazer o povo pensar por si só, direto na Bíblia, entendendo a verdadeira liberdade em Cristo e se livrar da religião da ameaça e do medo?

A vontade de Deus é que conheçamos plenamente a Sua vontade para que sejamos livres de fato. "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8.32). Conhecer a verdade é saber o que o Senhor pede que eu faça; como eu devo viver e o que devo falar e fazer.  

O véu do templo que tipificava a separação do povo santo de Deus foi rasgado por Cristo ao morrer na Cruz do Calvário, mas os líderes religiosos se intrometeram no meio, como intermediários, cobrando pedágio, como se só eles soubessem a vontade de Deus e os seus membros continuassem dependentes deles. Ledo engano! 

Jesus rasgou o véu para todos os homens acessarem a Deus diretamente, através dEle, mas apareceu muitos líderes religiosos mundanos que "costuraram" o véu novamente, para que o povo passem por eles, primeiramente.

Paulo, ao escrever à igreja de Éfeso, pede sensatez do povo. Ou seja, bom senso é entender o óbvio. O povo precisava focar em buscar entender a vontade de Deus e não o que a religião estava impondo.  

Sensatez é definido em nosso dicionário, em português, como: Ponderação ao tratar de assunto delicado ou difícil; prudência, precaução, equilíbrio. O homem sensato deve aprender essas virtudes e as colocar em prática em sua vida cotidiana.

Aquele que não conhece a vontade de Deus, por Sua Palavra, é forte candidato a cometer erros reiterados, e até irreparáveis. Somente na Palavra de Deus somos habilitados para toda boa obra:

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2Tm 3.16-17).

A vontade de Deus é a mais preciosa compreensão que o homem deve buscar para seu aperfeiçoamento.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O PODER DA SABEDORIA

(19 de novembro de 2023)

A Bíblia chama Jesus de a "Sabedoria de Deus" e "Poder de Deus". Esses títulos, apesar de serem distintos, são indissociáveis, inseparáveis:

"Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus." (1Co 1.24)

Jesus Cristo nos foi enviado por Deus, o Pai, para que nos concedesse sabedoria e poder. Na verdade o conhecimento é poder. O conhecimento de Deus que faz do homem um ser sábio é o maior poder disponível aos seres humanos.

Portanto, Cristo deve ser o nosso foco; nosso alvo principal; nosso objetivo de vida e nossa prioridade máxima. 

Nós seres humanos, passamos a vida toda buscando ser poderosos, mas nas coisas erradas e um falso poder, temporário e limitadíssimo.

Uns têm buscado no dinheiro; outros no acúmulo das informações culturais ou na inteligência humana; outros ainda, na fama e na influência política. Enfim, todos buscam no próprio homem um poder ínfimo, passageiro, e que muitas vezes se volta contra si mesmos.

Aquilo que o homem acredita ser a fonte da sua força, na verdade é uma grande e terrível ilusão. Dinheiro; fama; influência; beleza física; status quo; […] São como castelos de areia que não resistem aos ventos tempestuosos e nem a água da verdade que purifica.

Reflitamos nos fatos:

1. Se dinheiro fosse a força e o poder do homem, o rico não se suicidaria e não vivia sempre com os seus medos;

2. Se a fama fosse uma força e um poder, não existiria artistas famosos falidos e esquecidos em asilos;

3. Se influência social e política fosse a força e poder do homem, os homens públicos seriam os verdadeiros modelos de caráter e honestidade;

4. Se a beleza física fosse a força e o poder da humanidade, duraria apenas poucos anos, pois depois dos setenta anos, a juventude e a saúde vão embora, deixando em seu lugar a depreciação da carne;

5. Se o status quo (posição social) fosse a força e o poder do homem, não haveriam tantos mestres esquecidos e doutores desvalorizados.

A verdadeira força e o verdadeiro poder que o homem necessita está na sabedoria que vem unicamente de Deus, por meio de Cristo Jesus. nosso Senhor e Salvador pessoal.

Onde você tem buscado o poder para ser um sábio?

O homem só se torna um sábio quando busca conhecer e praticar o que diz as Escrituras Sagradas. Com o conhecimento da verdade na prática, recebe poder espiritual de Deus para crescer ainda mais na verdade aprendida e praticada.

O conhecimento das pessoas de Deus, o Pai, e de Jesus Cristo, transformar as pessoas que vivem na miséria espiritual em sacerdotes reais, cheios do santo espírito de Deus, resplandecendo a Sua glória sobre os seus semelhantes.

O homem que anda segundo o espírito de Deus é forte, e o conhecimento dEle consolida a sua força.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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UM DEUS FRATERNAL

(18 de novembro de 2023)

Embora seja maior a lista das coisas que o homem faz que desagrada a Deus, devido sua condição pecaminosa e inclinação para praticar o mal, o número das coisas que agradam ao Altíssimo são muito mais valiosas e poderosas.

Por exemplo:

1. Dos que O temem e dos que esperam em Sua misericórdia (Sl 147.11);
2. De toda a Sua criação perfeita (Sl 115.3);
3. Do remanescente, do Seu pequeno rebanho (Lc 12.32);
4. Se agrada ao ver Seu(s) filho(s), mesmo diante da prova e do sofrimento, vencer sem desistir (Is 53.10);
[…]

Entretanto, o que deixa o Senhor muito feliz é ver Seus filhos em perfeita união, cuidando uns dos outros.

No partir e no repartir do pão; nas orações intercessórias; nas ações de graça; nos momentos de provação, de dor e sofrimento, quando estão todos unidos em perfeita harmonia e amor.

Na epístola aos hebreus é uma exortação ao povo de Israel que foi educado pelos seus líderes religiosos a observar mais os rituais do que os seus significados.

Os líderes religiosos haviam transformado o sacrifício diário (morte do cordeiro), que apontava para o Messias, o ungido, o santo de Deus, num ritual seco, vazio e sem vida.

Devido a ausência de exercício espiritual para tentar compreender essas cerimônias, não reconheceram o Cordeiro de Deus, mesmo sendo anunciado pelo profeta do deserto, João Batista (João 1.29).

Não adiantava fazer os inúmeros sacrifícios no templo e não amar o seu irmão. A vida dos animais eram um desperdício, pois eles exploravam os irmãos, fazendo-os de escravos, viravam as costas para os órfãos, viúvas e estrangeiros, pois pensavam apenas em si mesmos.

Haviam esquecido de fazer o bem, repartindo o pouco ou o muito que possuíam com os mais necessitados, criando um ciclo de fraternidade pelos atos de bondade de uns para com os outros. Esse sempre foi o maior desejo do Senhor, ver Seu povo unido como se fosse uma só pessoa.

Nada agradava mais a Deus do que ver o Seu povo unido e se amando. Essa atmosfera de amor mutuo é a mais propícia para a atuação do santo espírito de Deus nos corações dos homens, lhes dando discernimento espiritual e os capacitando para a santa obra da salvação.  

Não que os sacrifícios do santuário fosse algo que o Senhor tenha se arrependido de os ter ordenado, mas para um povo insensível no espírito, aquelas cerimônias repletas de grandes mensagens haviam perdido o sentido para eles.  

O autor da carta aos hebreus afirma que o que mais agradava a Deus não era apenas os rituais sem vida, mas ações práticas que pudessem entender o amor de Deus pelos homens e assim demonstrarem o mesmo para com os outros.

Afinal, essa era a maior razão para a prática do CONGREGAR. O autor aproveita a pena inspirada e pede para os irmãos nunca esquecerem a BENEFICÊNCIA desinteressada e contínua para com seus irmãos. 

Deus Se agrada quando o homem entende e cumpre o mandamento de amar ao próximo como a si mesmo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SACRIFÍCIO RACIONAL

(17 de novembro de 2023)

O ponto alto do cerimonialismo do antigo Israel estava exatamente nos sacrifícios oferecidos no tabernáculo itinerante desde o deserto do Sinai até chegar os dias do templo em Jerusalém.

Todos os sacrifícios apontavam para Cristo, quer fossem com derramamento de sangue ou com farinha de trigo em forma de bolos ou incenso. Tudo apontava para a obra redentora em Cristo.

Se esse deveria ser o ponto mais alto do cerimonialismo e da religiosidade do povo, conforme o próprio Deus ordenara, por que o Senhor diz oferecer sacrifícios não é a coisa principal que Ele aceita?

O problema estava nos sacrifícios ou nas pessoas que conduziam e ofereciam os sacrifícios?

O SENHOR Deus não é um ser que Se contradiz ou que nEle haja qualquer incoerência. Sua Palavra é perfeita, imutável e não precisa de qualquer ajuste por parte dos homens ou dos seres celestiais.

O próprio Filho, Jesus Cristo, não ousou mudar uma vírgula sequer daquilo que devia retransmitir ao povo, mas falava conforme ouvia do Pai, na íntegra, sem tirar e nem por, devido a perfeição que é vontade de Deus manifesta na Sua Palavra.

O problema está nos homens que sacrificam e não nos sacrifícios.

Quando o Senhor diz através de Salomão que Ele prefere que o povo pratique a justiça e faça o que é correto ao invés deles oferecerem sacrifícios, não está contra os sacrifícios, mas contra as atitudes do povo que não estão entendendo os propósitos dos sacrifícios.

O sacrifício tinha o objetivo de ensinar o povo sobre:

1. Fazer o homem refletir sobre a crueldade de se matar um inocente no lugar de um culpado;
2. As terríveis consequências do pecado, que é a morte, para que o povo abandonasse essa maldade;
3. Trazer o conhecimento do tamanho sacrifício que seria realizado por Deus e por Seu Filho, após a consumação;

O problema grave é que o povo religioso a quem o Senhor repreender através do seu servo Salomão, havia se acostumado com tanto sangue de animais que se tornaram insensíveis quanto a mensagem espiritual nessas cerimônias, ao ponto de agir como se Deus fosse um sanguinário e amasse o derramamento de sangue.

Passaram a sacrificar cada vez mais animais, como faziam aos deuses pagãos (Tamuz, Baal, Milcom, Quemós, Astarote, Moloque, Ásera, etc.), como se Yahwéh tivesse sua ira aplacada com muito sangue derramado, mas suas atitudes para com o próximo era de exploração, servidão e de injustiças.

Eles já não compreendiam a espiritualidade das leis de Deus e nem conhecia a Sua pessoa Maravilhosa. Estavam escolhendo o ritualismo vazio das cerimônias do que praticar a lei de Deus na sua vida diária, praticando o amor a Deus e ao próximo com justiça e misericórdia.

O sacrifício de animais era uma tipologia do verdadeiro sacrifício vivo, direto do espírito do homem racional, como ensina o inspirado apóstolo Paulo, nos revelando que o Senhor ainda espera por sacrifícios, pois Sua Palavra não muda, só é espiritual:

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." (Rm 12.1)

O cristianismo nominal, herdeiro das tradições judaico-cristã, tem muito a aprender com os erros do passado. Muitos rituais que deveriam estimular pessoas a experimentar a transformação de um homem escravo do pecado num ser livre em Cristo, também tem se transformado em reuniões seculares, mecânicas, encontros motivacionais e de autoestima.

Deus não quer servos presos à letra morta, mas vivos no Seu espírito. A mente do homem deveria ser o templo do espírito de Deus. O verdadeiro sacrifício é oferecido lá.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A GLÓRIA DE DEUS

(16 de novembro de 2023)

No dia 11 de setembro de 2015 um jovem de Teresina/PI, subiu num tablado para receber seu diploma de formação acadêmica.

Ele estava se formando em Direito, depois de cinco longos anos de grande esforço e muitos sacrifícios.

O que chamou a atenção de todos os presentes foi o banner que ele levava nas mãos, e ao abri-lo estava escrito:

“O filho do pedreiro com a catadora de castanhas também venceu. #MeusPaisMeusHeróis“.

A história de superação de mais um Silva ganhara as redes sociais. Naquele fim de semana, a foto daquele jovem com seu banner, divulgada pela empresa responsável pela cerimônia de formatura ganhou o mundo e viralizou.

A fotografia dele com a faixa atingiu milhares de compartilhamentos e sendo coberto até pelos principais telejornais do Brasil, tornando-o o mais novo famoso. Uma boa fama.

O filho que resolveu honrar os seus pais, acabou sendo honrado.

Essa simples história de um fato real e verdadeiro é um bom exemplo, guardada as devidas proporções, para refletirmos sobre como Deus, o Pai, é honrado e honra os Seus filhos, partindo do exemplo maior, conforme fez com Jesus Cristo.

Jesus Cristo foi honrado pelo Pai sobremaneira, não só porque havia mérito em seu caráter e ações, mas também pelo amor incondicional que o Pai sente por Ele. 

Deus, o Pai, glorificou o Seu Filho de diversas formas e em vários atos que ficarão para sempre marcados para a memória eterna nos atos do reino de Deus:

1. O Pai lhe deu uma obra grandiosíssima para fazer. Tudo começa ali (João 4.34);
2. Lhe investiu de toda autoridade para realizar essa obra, desde o céu (Mt 28.18);
3. Lhe deu o poder de julgar todos os seres humanos e o seus pecados (João 5.22 e Mt 9.6);
4. Lhe deu a honra e o poder de ter a vida em Si mesmo para poder doar aos homens (João 5.26);
5. Lhe fez Senhor (nos céus) e Cristo (na terra) sobre todos no céu e na terra (At 2.36);
6. O exaltou à condição de soberano sobre todos os reis da terra (Fp 2.9 e Ap 1.5);
7. Lhe deu um nome (reputação e boa fama) sobre todos os nomes do universo (Fp 2.9);
8. O Pai fez do Filho a segunda maior autoridade do universo, sentando- à Sua direita (1Pd 3.22);
9.  O Pai concedeu ao Filho que se sentasse em Seu trono (Ap 3.21);
10. Concedeu que todas as criaturas do universo o louvassem junto a ELE mesmo (Ap 5.13);
11. Fez do Filho um templo vivo e espiritual para os santos, juntamente com ELE mesmo (Ap 21.22);
12. Lhe deu uma noiva virgem e pura para que vivesse com ela para sempre (Ap 19.7 e 21.2).

Todas essas honras do Pai para o Filho é fruto do amor somado aos méritos encontrados num filho obediente que vive para dar glórias ao Pai. Tudo o que Cristo faz tem o objetivo final de glorificar a Deus, Seu Pai e nosso Pai. Quanto mais Ele dar glórias a Deus, mas o SENHOR Deus lhe devolve em dobro.

Esse é o verdadeiro caráter de amor do Pai e o verdadeiro caráter do Filho, a sabedoria e poder de Deus manifestado aos homens (1Co 1.24).

Por isso Jesus afirma que tudo o que os seus discípulos lhes pedir, Ele faria. Um pedido de Cristo ao Pai, em hipótese alguma seria recusado. O Pai vive para o Filho, e para o Seu herdeiro criou todas as coisas, e por meio de Jesus nos chamou de filhos também.

Antes, éramos apenas criaturas, mas ao Filho se tornar um de nós nos deu a honra e poder de sermos chamados filhos de Deus, também, como Ele. Que coisa linda!!! 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O FILHO SÁBIO

(15 de novembro de 2023)

Bertrand Russell, matemático e filósofo britânico, certa vez escreveu:

"Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar."

É um fato verdadeiro que os filhos bem-sucedidos, ricos e famosos, poucos se lembram dos pais, mas jamais esquecerão deles se passarem a experimentar momentos de dor e sofrimento. No fracasso a memória afetiva lhes aponta o caminhode volta.

A condição humana após o pecado é lastimável. As pessoas são naturalmente egoístas e ingratas. Raras exceções existem, quando os pais educam seus filhos no caminho da obediência e do temor a Deus.

Mesmo que os bons pais mostrem o bom caminho para os seus filhos, são eles mesmos que deverão escolher para quer ir. O livre arbítrio é uma dádiva intransferível e inalienável.

O filho que escolhe seguir as instruções e conselhos dos seus pais é chamado de sábio pelo grande sábio Salomão, inspirado pela Sabedoria divina.

Ao contrário disso, do outro lado, oposto, está o filho que não segue os conselho dos pais, mas escolhem ouvir as sugestões dos colegas e do mundo.

Nem os colegas e nem o mundo farão qualquer sacrifício por ele, mas os abandonarão nas horas mais difíceis e ainda tentarão lhe tirar o pouco que lhe restou.

O filho tolo não somente deixa de dar ouvidos, colocar em prática, às instruções do pai, mas acha aquilo ultrapassado, antiquado ou incorreto, preferindo seguir o seu coração, baseado naquilo que escutou do mundo. Além de ser desobediente, ainda se torna um zombador.

Um filho que não considera com todo respeito e reverência o conselho do seu pai humano, que lhe ama, jamais compreenderá a relação de amor e cumplicidade que deseja o SENHOR com todos nós, a quem chama para esse ambiente espiritual de sabedoria.

Cristo, o Filho exemplar, nos ensinou como alcançarmos a sabedoria, sendo um Filho totalmente obediente a cada Palavra proferida pelo Pai. Jesus não se cansava de dizer que só falava as palavras que o Pai lhe dizia e que não fazia nada que o Pai não lhe orientasse a fazer.  Eis a força e o segredo da sua vitória!

Nunca seremos bem-sucedidos para esta vida e nem haverá vitória para a eternidade, fechando os ouvidos para não obedecer os sábios conselhos daqueles nos amam e DAquele que nos ama tanto que foi capaz de sacrificar tudo o que tinha por nós.

O sagrado mandamento é incisivo em nos alertar para a condição de vida na terra. Quem quer deseja ter uma vida longa, saudável e próspera, honre seu pai e sua mãe:

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." (Êx 20.12)

Se não conseguimos ouvir e obedecer aos conselhos dos pais terrenos, como poderemos dar ouvidos aos conselhos de Deus, o Pai dos pais?

Só um filho sábio atende a instrução do Pai. Quem é infiel para com o menor dos Seus conselhos, também será desobedientes nos mais importantes. Quem é infiel no pouco, também será no muito, disse Jesus. A desobediência é a maior ameaça para o homem. Andemos em obediência, para a glória do Pai. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SEM DESANIMAR

(14 de novembro de 2023)

O mundo está repleto de pessoas que professam a fé no Deus da Bíblia, pensando o bem, mas muito poucas estão fazendo o bem. Pensar e fazer são mais que dois verbos distintos.

Todo mundo sonha em ter uma vida melhor e em dar uma vida melhor para seu cônjuge, seus filhos, seus pais, seus irmãos e amigos, mas ser efetivo é o que falta na maioria.

O apóstolo Paulo era um homem com muito conhecimento cultural e poderia viver escrevendo teorias sobre a verdade, e isso ajudaria muita gente, mas ele foi além. Ele não ficou somente no campo de descrever o que é correto fazer, ele fez o certo.

É com essa autoridade que ele nos exorta: "Não nos cansemos de fazer o bem". 

Esse apóstolo "incansável", não media esforços para ajudar o seu próximo:

1. Trabalhava dia e noite para não ser um peso para seus irmãos (2Ts 3.8);
2. Sem se afadigar, com fome, sede, nudez, levando bofetadas e sem abrigo (1Co 4.10-11);
3. Quando necessário, pregava até meia noite, tendo que viajar no dia seguinte (At 20.7);
4. Mesmo perseguido, injuriados e maltratado, não se entregava a ociosidade (2Co 4.8-10);
5. Servia e sofria por Cristo como um bom soldado que vivia para obedecer (2Tm 2.3).

Esse sacrifício do apóstolo dos gentios não era algo irracional de alguém que gostava de apanhar e sofrer, mas uma obra racional e com propósitos inteligentes e saudáveis. Um trabalho que, ao final, se veria a colheita dos frutos eternos.

Sobretudo, um sacrifício racional, pois não trabalhava com pretensões imediatistas, mas sabia que era necessário esperar o devido tempo da maturação e da colheita, como fazem os experientes e esforçados trabalhadores rurais que plantam e colhem.

Paulo vivia na fé que poderia ver Jesus retornar em glória ainda em seus dias, mas não se limitava a trabalhar porque receberia sua recompensa ainda em vida, mas se sacrificava pelo que poderia receber no futuro, mesmo que tivesse que morrer e ressuscitar para isso.

Seu lema era "não desanimar". Todo trabalho duro que exija sacrifício pode gerar desânimo no homem, isso não era uma exclusividade de Paulo, mas de todos. Todavia, desanimar e desistir para Paulo e para o Senhor Jesus, significava perder a salvação:

"Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo." (Mt 24.13)

Portanto, perseverar sem desanimar, sem desistir, através do tempo, quer seja breve ou longo, faz parte da missão de todos os servos que confessam o Senhor Jesus.

O tempo para nós humanos, pecadores e mortais, deveria ser uma coisa preciosíssima, já que não podemos comprar um segundo, sequer. O tempo deveria ser considerado mais valioso que a prata e o ouro. O tempo, nesses últimos tempos, tem se tornado mais precioso ainda.

O tempo passa para todo mundo, e não volta, por isso devemos saber utilizar o tempo com sabedoria para fazer o bem descrito no evangelho. Não devemos “matar o tempo” com coisas fúteis.

Quanto mais tarde for iniciada a plantação, mais tarde ceifaremos e desfrutemos da colheita. Plantar o bem que Cristo nos ensinou é uma necessidade. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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COM QUEM ANDAS?

(13 de novembro de 2023)

"Diga-me com quem andas que eu te direi quem és". Quem já não ouviu esse ditado popular da boca dos seus antepassados?

O apóstolo Paulo adverte e exorta a igreja de Corinto sobre essa questão: "Não se enganem: 'As más companhias estragam os bons costumes'." (1Co 15.33)

Temos inúmeros exemplos nas Escrituras Sagradas sobre as más e as boas companhias. Um dos primeiros exemplos a serem imitados é o de Enoque:

“E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou” (Gn 5.24).

Enoque não andou com os sábios, mas foi muito além, andou na companhia espiritual dAquele que é fonte de toda a sabedoria.  

O verbo ANDAR, tão imperativo na descrição da relação entre Enoque e Elohim, trás em si mesmo uma tipologia riquíssima, que quer nos transmitir uma linda mensagem espiritual sobre relacionamento pessoal.

Andar com Deus significa está em perfeita harmonia espiritual com ELE. É estar em conformidade com Sua Palavra, sendo um cumpridor obediente dos Seus mandamentos.

Andar na presença de Deus, faz o homem experimentar a vida abundante prometida por Jesus Cristo. Andar com pessoas que também estão no espírito do Senhor, é andar com os sábios. Sábios são todos aqueles que temem ao Senhor.

Ao contrário disso, andar com homens que não amam obedecer a Palavra de Deus, mas são guiados pelos ensinos do mundo ou são cativos dos seus prazeres, é se acompanhar dos tolos e o seu destino sempre acabará mal, com dores e sofrimentos.

Andar com aqueles que rejeitam a luz da verdade é correr o risco de andar nas trevas. Quem andar nas trevas não vê por onde andar e acabará caindo em buracos e abismos. Na escuridão dos abismos é onde reside a morte, o destino de todos aqueles que rejeitam andar na luz.

“Bem-aventurado o homem que não ANDA segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Sl 1.1).

Tudo começa quando o homem se ASSENTA no meio dos homens sem temor, cujo espírito é escarnecer do próximo, humilhando e falando mal de quem deveria amar. Se assenta significa se deter ou se demorar, dedicar tempo a essas pessoas e suas práticas.

Não há um terceiro caminho nas Escrituras Sagradas, ou se andar com Deus no caminho da luz ou andar com os tolos no caminho da morte. Ou andamos no caminho de retidão que Cristo nos indicou com Seu exemplo ou por caminhos tortuosos.

O mundo está cheio de tolos que se vestem como uma roupagem exterior para se parecer sábios, enganando muitos a seguirem seus caminhos. Os sábios sempre consultarão ao SENHOR e observarão a Sua lei, mas o tolo anda segundo a sua própria consciência.

Hoje, como todos os dias, podemos escolher com quem andaremos, se com os sábios (no SENHOR), ou com os tolos que seguem suas próprias inclinações carnais. Afinal, no ditado popular, também há sabedoria: “Quem anda com porcos acaba provando da comida deles".

Escolhamos com sabedoria o caminho da luz e da paz. Andar com Deus é buscar a sabedoria.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DIZER OU FAZER?

(12 de novembro de 2023)

O mundo está passando por uma grande crise em vários setores, regiões e aspectos.

Crise econômica; guerras assustadoras; rumores de guerras que estão abalando as estruturas emocionais dos habitantes de todo o planeta; violências urbanas; corrupção atingindo o teto; [...) são apenas alguns dos grande desafios da humanidade.

Existem outros desafios ainda maiores, que levaram a humanidade a entrarem nas dificuldades descrita acima: crise ética, moral e espiritual.

Os humanos se distanciaram tanto do Criador que passa até por uma crise de identidade sem precedente. Os humanos não se sentem mais humanos, mas acha que é um animal, um monstro, um extraterrestre ou uma máquina.

Toda essa influência mundana e maligna chegou no seio das instituições religiosas, em especial no cristianismo, e está afetando-as em cheio, atingindo diretamente nos seus corações.

As instituições religiosas estão se resumindo a templos cheios de pessoas vivendo num universo paralelo. São crentes enquanto estão dentro da igreja e as vezes na presença dos demais membros da igreja, mas se transformam quando estão longe das vistas dos religiosos.

Já imaginou que a maioria dos professos cristãos andam pelos templos, praças e ruas profetizando prosperidade financeira e prazeres carnais, como se tivessem a autoridade de um profeta comissionado por Deus, mas tudo aquilo é um personagem falando da boca para fora, pois não vive e nem pratica nada do que prega?

Eles se sentem satisfeitos em apenas falar de Jesus, certo ou errado. Esse é o verdadeiro retrato falado da maioria dos que se dizem crentes cristãos nas instituições religiosas espalhadas pelo mundo. 

O Senhor Jesus, em pessoa, nos advertiu que haveria muitos que usariam Seu nome e clamaria por Ele: "Senhor! Senhor!", mas o corações - seus desejos e objetivos, estavam muito distantes da vontade de Deus e dos ensinos de Cristo.

Duas matérias publicadas pelo site GOSPEL PRIME me chamaram muito a atenção:

1. Que mais de 50% dos brasileiros serão evangélicos até 2025;
2. A Igreja Católica divulgou que tem aumentado o número dos seus fiéis que têm buscado o exorcismo.

Há muitos religiosos e poucas pessoas espirituais. Pela porta larga está passando multidões alienadas por falsos ensinadores que estão estimulando as pessoas com falsas promessas motivacionais e doutrinas asiáticas e cheias das permissividades mundanas. A regra é: "Facilitar para arrecadar".

Esses religiosos sem o espírito da verdade que vem pelo amor a Palavra de Deus como ela é, aprovam de tudo, dizendo amém para tudo, sem, ao menos, conhecer qual seja a santa e boa vontade de Deus, pela Sua Palavra, sem o assessoramento dos seus tendenciosos intérpretes e gurus de ocasião.

Fazer a vontade de Deus é diferente de falar da vontade de Deus. Cristo nos ensinou que nem todo o que abre a boca para dizer: "Louvado seja o Senhor!"; "Te adoramos Senhor!"; "Amamos ao Senhor!", entrará nos reino de Deus, mas, apenas, aqueles que fazem a vontade dEle.

Algo muito estranho está ocorrendo com as pessoas do mundo que já não sabem mais diferencia a mão direita da esquerda, espiritualmente.

Chegou o momento de sermos espirituais ao invés de apenas religiosos. É hora de nos aproximarmos de Deus como homens e mulheres espirituais, em busca de esperança e fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ESTRANHAR O BEM?

(11 de novembro de 2023)

Que valor tem a lei (Torá - Escrituras) de Deus para a maioria das igrejas cristãs destes últimos dias?

A lei era super valorizada pelos antigos israelitas, mas muito mais pelos judeus que habitavam em Jerusalém e tinham a oportunidade de frequentar o grande templo de pedras construído por Salomão e restaurados por muitos, várias vezes.

O problema deles é que supervalorizavam a letra morta, mas os ensinos espirituais que nela estavam contidos não eram discernidos pelos líderes religiosos que, como mestres do povo, tinham a missão de ensinar-lhe a verdade.

Que valor tem a lei (Escrituras Sagradas) para o professo povo de Deus, denominados de cristãos, no presente século?

A lei é depreciada pela maioria esmagadora das professas igrejas cristãs, comandadas por líderes que visam o lucro ao invés da verdade. Seguem os mesmos hábitos da igreja mãe que os emancipou e que teve a coragem, na Idade Média, de dizer que as Escrituras está abaixo da igreja.

O problema desses líderes atuais é supervalorizar a letra morta, também, só que para o outro extremo, diferente da ortodoxia legalista judaica, pregam o liberalismo e o populismo sem lei.

A teoria dos exageros ou extremos humanos, do 8 ou 80, se aplicam claramente a religiosidade judaica legalista do passado, que Cristo reprovou, e a religiosidade evangélica liberal do presente, que Jesus também reprova. 

Para essas duas igrejas cegas e orgulhosas, a lei de Deus (Escrituras sagradas) são como coisas estranhas ou palavras difíceis demais para serem entendidas.

Não é sem causa ou explicação, porque tantos religiosos preferem defender suas liturgias e placas denominacionais do que se deliciar meditando, aprendendo ou compartilhando as Santas Escrituras com seus irmãos.

O Senhor ao profeta Oséias, em tom de desabafo, que escreveu Sua Lei (dez mandamentos - resuma das Escrituras) com todos os ensinamentos para o bem e para a edificação espiritual do Seu povo, mas ele recebeu esses ensinos como estranhos. 

A única porção escrita pelo próprio dedo de Deus deveria ser considerado por religiosos que se dizem racionais. Tudo o que sai das mãos de Deus é eterno, mas há grupos precipitados que acham e pregam que essa lei passou.

Outros pregam como se a lei fosse uma abominação ou uma ameaça para a morte, quando é ao contrário, desprezando o que o próprio Filho de Deus falou à respeito de sua grandeza e necessidade para a formação do caráter.

Ao jovem rico Ele disse: “Guarda os mandamentos!” (Mt 19.17); falando aos discípulos disse: “Se me amardes guardareis os meus mandamentos.” (João 14.15).

Paulo ensinou que antes de vir a fé ao coração, deve ser estabelecida a obediência a Lei (Rm 3.31).

Já o apóstolo Tiago nos ensina que: “A fé só pode ser medida com as obras da obediência a Lei: (Tg 2.17,18).

Aprendamos com Cristo sobre a santa Lei de Deus que conduz a obediência e a permanência debaixo da graça, e isso não deveria ser algo estrano. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ALVOS DA BONDADE

(10 de novembro de 2023)

Deus é um Pai de amor. ELE é um Pai no sentido mais belo, amplo e profundo dessa palavra. ELE manda sol e chuva para todos: filhos obedientes e desobedientes (Mt 5.45).

Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34), mas é justo para com tudo e com todos e em todas as suas ações há abundância de misericórdias, nos revelando a Sua bondade.

Há homens que são bons pais para seus filhos; são bons filhos para os seus pais; são bons irmãos, amigos, chefes, funcionários, mestres, alunos, [...], mas não são bons em tudo e nem em todo o tempo, mas Deus é tudo em todos, em todo tempo e o tempo todo.

Todo bom pai, que ama verdadeiramente os seus filhos, trata os desobedientes com a devida justiça e amor, visando a educação para a vida, tentando evitar a desgraça e o sofrimento por consequências de erros que poderiam ser evitados.

As vezes, a dura repreensão e o “castigo” são medidas necessárias para que os filhos não se percam nas veredas do mal, sobretudo para a formação de um bom caráter.

Palavras como repreender e castigar, por exemplo, têm sido abolidas dos dicionários dos pais modernos, alienados pelas mídias, deixando seus filhos os comandarem com chantagens emocionais. Pais fracos, filhos fracos e suscintos a grandes sofrimentos.

Pais fracos, alienados pelas mídias, entendem que quando falamos de castigo bíblico, significa espancar um filho, deixando-lhes traumas físicos e psicológicos. Há muitas maneiras sábias de educar uma criança usando a repreensão e até o castigo em casos mais agravados. 

Existiria castigo maior para uma criança viciada e escrava das mídias sociais, tirar-lhe o aparelho celular por trinta dias? O homem espiritual saberá a melhor maneira de repreender ou recompensar os seus filhos. A sabedoria para isso está nas Escrituras Sagradas.

Já falamos como Deus trata os filhos desobedientes e como os pais humanos deveriam fazer o mesmo, mas como Deus, nosso Pai, trata dos Seus filhos obedientes?

O salmista Davi diz que ELE é bom para com os Seus filhos (Israel, nome espiritual), para com os que buscam e vivem uma vida de coração limpo. O que significa dizer que Deus é bom para com Seus filhos obedientes, sendo que ELE já é bom para com todos?

Com certeza o texto está dando ênfase a uma bondade muito maior e em tempo integral de Deus para os Seus filhos que buscam um coração puro, como verdadeiros filhos de Israel, nome dado a Jacó, como nova criatura espiritual.

Da mesma forma que todos, pela promessa, podem são feitos filhos de Abrão, pela fé. Assim ensina o apóstolo Paulo: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3.28). Somente os limpos de coração verão a Deus (Mt 5.8 ).

Para todos os homens, que são hereditariamente maus, o Senhor disponibiliza Seu poder espiritual para a transformação em novas criaturas espirituais que aprendem a buscar o bem e a vida de pureza longe do pecado, buscando o aperfeiçoamento de caráter. A bondade do Senhor nos provê os meios para a purificação dos nossos corações.

São os limpos de coração, que aceitaram a graça restauradora de Deus, que experimentarão as promessas de Deus em Sua plenitude, o clímax da bondade de Deus.

Para a purificação, o sangue alvejante de Cristo nos é disponibilizado, e para justificação de todos os nossos pecados (1Jo 1.7). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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VISITOU E REMIU

(09 de novembro de 2023)

Umas das mais belas e consoladoras verdades descritas nas páginas sagradas das Escrituras, é aquela que diz que Deus nos remiu.

Remir significa tornar a obter, a conseguir novamente aquilo que já era seu. O Senhor tornou a nos adquirir de volta, depois que fomos roubados pelo engano do inimigo.

Todos os santos redimidos pertencem ao Senhor duas vezes, pois além de termos sidos criador por Ele, também fomos comprados por um preço que excede a todas as coisas mais preciosas do universo - a vida do Seu Filho primogênito.

A morte redentora de Jesus Cristo nos livrou da condenação; nos trouxe liberdade das prisões do diabo e nos resgatou da morte certa, e não foi a morte temporária, foi da morte eterna.

No entanto, a Zacarias, pai de João Batista, o precursor de Jesus Cristo, louvou ao Senhor não somente por entender a remissão tão prometida se tornar uma realidade em seus dias, mas sobretudo usando a sua linhagem com importante colaboração.

Além de observar a graça da remissão, o inspirado sacerdote foi usado pelo espírito do Senhor para enxergar outro aspecto do caráter de um Deus de amor.

Zacarias foi inspirado a observar um detalhe que faz justiça em valorizar a remissão que o Senhor planejou. Ele viu que para realizar a remissão, foi necessário visitar o Seu povo.

O SENHOR Deus poderia operar a remissão dos seres humanos sem que o Seu Filho fosse enviado em pessoa ao planeta Terra, na condição humana, plena, mantendo-Se a distância, sem que Se "misturasse" a Sua santidade com a imundícia humana?

Visitar o Seu povo, significa que o Senhor saiu de Sua posição exaltada, de glória, de honra, poder, majestade, suprema e soberana, para descer ao mais baixo nível para mostrar ao homem o tamanho do Seu amor, misericórdia e o Seu imensurável desejo de salvar o homem.

Para termos uma dimensão dessa atitude do Senhor para com a humanidade, na disposição do Seu ministério da reconciliação, é importante fazermos uma comparação, mesmo que ínfima e de uma inferioridade sem tamanho.

Imaginemos que o presidente dos Estados Unidos da América, homem mais poderoso do mundo, se dirija a tribo mais pobre e miserável do continente Africano, que não tem comida de qualidade, roupas ou qualquer outros benefícios que pudesse lhes promover um bem-estar.

Para isso, o presidente americano, na sua grandeza econômica e tecnológica, teria que praticamente se humilhar para convencê-los que sua intenção é ajudá-los sem querer nada em troca, até porque eles não possuem nada.

O que Deus fez, por meio de Cristo, foi infinitamente superior, e mesmo assim nós Os atacamos com nossa ira, provocada por uma cegueira espiritual terrível. 

O Senhor demonstrou isso na prática ao visitar a viúva em Naim (Lc 7.11); quando visitou Zaqueu (Lc 19.5); Jairo, cuja filha havia morrido (Mc 5.22); também visitou um homem que havia 38 anos doente à beira do tanque de Betesda, e Cristo lhe pergunta: “Queres ficar são?” (João 5.6).

Hoje, cada um de nós pode aceitar a remissão que o Senhor nos concedeu, nos livrando dos nossos medos e incertezas. Deus quer nos visitar para isso, abramos a porta dos nossos corações. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TUDO EM MIM

(08 de novembro de 2023)

“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15:8).

Jesus Cristo recita as palavras do profeta Isaías (Is 29.13), para os líderes religiosos dos judeus e seus seguidores e apoiadores, apontando o cumprimento dessa profecia sobre eles.

As palavras escritas por Isaías se cumpriram definitivamente ali, naquele momento em que Jesus falou, ou ainda ecoa e continua se cumprindo na vida dos professos cristãos que vivem apenas das aparências?

A resposta para essa pergunta parece muito óbvia. Hoje, com o aparecimento do fenômeno social das mídias, os que professam a fé cristã são piores que os do passado. Vivem de selfs e de ostentação.

O Senhor nos deixou bem claro que não se contenta com as aparências, que é enganosa, mas vai direto ao coração (1Sm 16.7).

ELE não aceita o belo louvor emitido pelos lábios da voz afinada, em suposta adoração, pois não recebe aquilo que vem unicamente da carne, mas só aceita aquilo que vem do interior do homem, do seu espírito, pois busca adoradores espirituais e não carnais (João 4.23-24).

Nunca, em toda a história da humanidade, o homem teve tantas condições para produzir uma música de qualidade, para louvar a Deus, como os dias de hoje. Os melhores instrumentos para toda espécie de sons, os melhores recursos de software e todo tipo de acessório que se possa imaginar, mas nunca os louvores foram tão vazios quanto os atuais.

Os pseudos adoradores louvam querendo exibir suas vozes em busca de louvores para si mesmos. Estão muito distantes de associar suas músicas com um verdadeiro sacrifício. Cobram muito dinheiro para cantar um louvor que por lei moral deveria ser ofertado de graça.

São vozes vazias do verdadeiro louvor, mas cheias de orgulho, ganância e vanglórias, proferidas pela inspiração de espíritos de demônios, semelhantes a rãs (Ap 16.13).

O Senhor não é uma jovem donzela que se ilude e se encanta com a voz de seresteiro sedutor, vivendo sob as trevas dos devaneios que o mundo lhe educou. O Senhor não aceita ofertas incompletas e defeituosas, cuja capa é bonita, mas que o interior está doente.

ELE nos deu o Seu maior tesouro, o Seu Cordeiro sem defeito algum, e nos pede a mesma coisa. ELE não pede apenas os nossos lábios, mãos, pés, cérebro ou todos os órgãos juntos, mas quer o nosso espírito (coração), a razão que comanda tudo isso. ELE quer a nossa vontade e nossa decisão, quer o nosso eu por completo.

Davi, um homem simples e sem nenhuma formação acadêmica, entendeu a vontade de Deus e os Seus propósitos. Entendeu que só havia uma forma de bendizer o Nome do Senhor em sua vida. Somente com sua alma (corpo e espírito) e com com tudo o que compunha o seu ser.

O que havia em Davi para louvar a Deus com toda a força da sua alma e com todo o seu ser? 

Devia haver muita gratidão e amor pelo Senhor que o tirou do nada para um trono; que o usou para trazer liberdade a toda uma nação oprimida por vizinhos tiranos; que o livrou da morte nas mãos de um gigante e de poderosos exércitos inimigos.

Sobretudo por uma compreensão espiritual de Sua vontade e muita inspiração para se tornar o homem com um coração semelhante ao do Senhor.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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VENHA O TEU REINO!

(07 de novembro de 2023)

Em 14 de março de 2018, morreu aos 76 anos o cientista “POP” (popular) Stephen Hawking, que viveu a maior parte de sua vida numa cadeira de rodas, mexendo apenas as bochechas.

Sofria da terrível doença Esclerose Unilateral Amiotrófica, devido a isso foi carinhosamente apelidado, por muitos cientistas, de cérebro ambulante.

Sua morte foi a grande notícia por alguns dias em todas as mídias, recebendo homenagens de grandes universidades, chefes de estados e grandes nomes da ciência.

Principalmente o universo acadêmico ligado a ciência, e mais precisamente a física, pois entenderam ser uma perda irreparável.

Foram inúmeras as homenagens em todo o mundo. Até os cristãos, muitos deles, de uma forma direta, certamente influenciados pela mídia, como crentes midiáticos.

Há algum problema em um cristão se expressar sobre alguma pessoa, famosa ou não? Quando a pessoa em questão nega Deus, a fé e a verdade, louvá-la em público soa contraditório. 

No que acreditava e defendia Hawking?

1. Teoria do Big Bang. Para ele, o mundo não foi criado por Deus, mas surgiu do acaso, numa explosão cósmica, quando um meteoro se chocou com a terra e fez surgir a vida num golpe de sorte;

2. Existência de Buracos negros e que estes servem de passagens para outras dimensões. Podendo ser outras vidas, como voltar no tempo ou avançar nele e outras possibilidades;

3. Que o mundo poderia ser destruído pela IA - Inteligência Artificial, quando as máquinas, mais inteligentes que os homens, decidiram tomar o controle de tudo.

Curiosamente, Stephen Hawking nasceu no mesmo dia em que morreu Galileu Galilei, só que 300 anos depois, e morreu no dia em que nasceu Albert Einstein.

Ao contrário destes dois renomados cientistas, que defendiam a fé e o conteúdo das Escrituras Sagradas como verdade, Hawking desceu ao túmulo negando a verdade bíblica, não crendo no santo evangelho e sem nenhuma esperança em Cristo Jesus.

O reino de Deus já veio para todos os homens, sem exceção, sem acepção de pessoas, desde que Jesus se tornou o Cristo, o ungido, ao sair do rio Jordão batizado, para anunciar o Evangelho do Reino de Deus.

O Reino de Deus está em nós desde que Jesus Cristo deixou seu santo espírito em nós. O Reino de Deus já está nesse mundo há quase dois mil anos, não nas coisas, mas nas pessoas que ouviram e creram no Evangelho da salvação.

Homens inteligentes, famosos, ricos e poderosos, que negam esse Evangelho e esse Reino, se tornam os mais indignos entre todos os seres humanos.  

O conselho aos cristãos que estão hipnotizados com a glória dos homens, é que não louvem, ou adorem esses homens que negam a verdade. Olhemos todos para a majestade de Deus, dando-Lhe toda honra e glória, por meio de Cristo, pois Suas Palavras já testadas não falham.

É tempo de crer no Evangelho do Reino Eterno e não em teorias humanas, pois o tempo está próximo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ESPERAR PELA JUSTIÇA?

(06 de novembro de 2023)

Ariano Suassuna, o famoso paraibano de múltiplos talentos, escreveu:

"O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso."

Sem discordar do grande pensador, nos permitamos ir um pouco além, explorando parte desse pensamento sob a ótica da fé, que transcende a realidade dos homens que está presa e limitada a somente aquilo que está ao alcance dos seus olhos.

Bom mesmo é ser um homem de fé, cujo ânimo vem da esperança, virtude espiritual concedida por Cristo, que até de olhos fechados espera coisas que vão além da realidade dos olhos.

O homem que tem o espírito de Cristo, mesmo vivendo num mundo onde o maligno domina com rigor e dureza, onde a injustiça impera, não perde a esperança na justiça que vem da fé.

A realidade que vivemos é a da injustiça. Acreditar na justiça dos homens é um grande engodo. Se não fosse assim, não existiriam inúmeros casos de condenação de inocentes e outras questões que causam indignação nos homens e mulheres de bem.

Todavia, o homem de fé tem em sua mente a promessa feita por Cristo: "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;" (Mt 5.6)

A fé dá um poder ao homem que o faz transcender a realidade das coisas materiais desse mundo visível. O homem preso às realidades desse mundo se contenta com a "justiça" injusta dos homens. Para se sentir melhor, finge que é justo e que há justiça no mundo.

Esperar numa justiça superior é o diferencial do servo de Cristo, se espelhando em tudo em Seu Mestre que esperou na justiça de Deus, o Pai, e foi recompensado alcançando a promessa que o Eterno havia lhe feito (At 2.33).

A esperança vinda da fé é poder. A esperança promove a paz interior e é o combustível principal para o espírito e para a saúde física e emocional. Se esta esperança estiver alicerçada em Cristo e se Ele for o resultado desta esperança, então a certeza da vitória vai se concretizando a cada dia.

Com os “olhos da esperança” podemos enxergar um reino onde a justiça é uma realidade. As injustiças são as principais causas do desânimo nas pessoas. Aqueles que já foram injustiçados e experimentaram esse sofrimento, sabem o quão doloroso é encontrar forças para continuar perseverante.

Quando a justiça falha, o povo perece. Aqueles que buscam um país melhor, sem corrupção, confiando na justiça dos homens, se decepcionam ao perceber que o suborno é um câncer que destrói, desde os grandes magistrados, das mais altas cortes, até o mais simples operador do direito.

Dizem que a justiça dos homens é cega, mas para os injustiçados, também é surda e muda. Logo, esperançar é viver antecipadamente uma vida em justiça, depois de ser justificado pela fé em Cristo jesus.

A Palavra de Deus promete que a injustiça terá o seu fim. Tudo já está determinado no calendário do Altíssimo. Quando Cristo apontar nas nuvens do céu em poder e glória, retornando à terra para estabelecer Seu reino de justiça, tudo será concretizado. No seu reino a justiça plena será uma realidade.

É possível viver nessa esperança, basta que alimentemos nosso espírito com a fé em Cristo Jesus.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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NÁO PODE FALTAR

(05 de novembro de 2023)

No segundo semestre de 2017 a UNICEF fez um experimento em alguns países da Europa.

O experimento consistia em colocar uma criança de 8 anos, como se estivesse perdida numa rua ou numa praça, onde as pessoas transitassem sem pressa e pudessem observar tudo em redor.

No primeiro momento era colocada uma criança bem vestida e bem cuidada, e logo em seguida a mesa criança, só que maquiada como se fosse uma mendiga, em estado de vulnerabilidade.

Noutro cenário de bares e restaurantes, a criança nos dois personagens, devia perambular entre as mesas pedindo comida.

Quando estava bem vestida, na rua e na praça, foi interpelada por várias pessoas que perguntavam onde estavam os seus pais; onde morava; se estava precisando de alguma coisa.

Mas, quando transitava entre as mesas do restaurante como uma maltrapilha foi ignorada, maltratada e xingada. Ninguém lhe ofereceu comida.

A UNICEF precisou intervir e parar as gravações, pois a criança não estava bem com aquela atitude das pessoas, mesmo se tratando de um papel de um personagem.

É claro que isso foi apenas um experimento social, para que através da mídia, depois, pudesse chamar a atenção dos humanos para o cuidado com a sua própria espécie.

Num mundo de valores invertidos onde as pessoas gastam verdadeiras fortunas com animais de estimação e não se sensibilizam com os da sua própria espécie, é um sinal de que a humanidade está trilhando por um caminho de densas trevas.

Nem os animais, que são irracionais, deixam de priorizar sua própria espécie para favorecer as outras. A ausência de fraternidade desfigura a alma humana, desumanizando-o. A fraternidade é uma virtude em forma de sentimentos que deveria ser aperfeiçoada pelas criaturas racionais.

Trazendo essa realidade para dentro das instituições religiosas denominadas cristãs, o cenário não é muito diferente. Quantos membros de igrejas não são percebidos porque são pobres, não se vestem bem e não moram em bairros nobres? 

Escrevendo a igreja do Senhor, o autor da carta aos hebreus, exorta a igreja para que o amor fraternal (amor de irmãos) seja constante, não podendo ser interrompido, cessado, extinto, [...]

A relação de afeto e cordialidade entre irmãos não deveria ser algo difícil de se encontrar, mas tão natural quanto respirar. 

A ausência do amor verdadeiro e sacrifical entre aqueles que se dizem irmãos, participantes da mesma congregação ou comunidade de fé, é uma prova cabal de que o espírito de Cristo não habita em todas as pessoas que ali estão.    

O que está acontecendo com a raça humana? O que está acontecendo com a professa igreja de Cristo?

A permanência do amor fraternal entre os servos de Cristo, certamente promoverá a paz e o amor. Eis o segredo para experimentar a paz interior prometida por Jesus.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O QUE VOCÊ QUER?

(04 de novembro de 2023)

Quem não sabe o que quer, acaba se contentando com qualquer migalha.

As pessoas do presente século são as mais indecisas de todos os tempos. Nunca antes na história dos seres humanos houve um período tão complexo como este que vivemos.

Quando não se tem alternativas, fica fácil "escolher" a única coisa disponível. Quando se tem duas alternativas, também não é muito difícil escolher, mas quando o mundo nos apresenta uma infinidade de possibilidades, fica muito difícil.

O mundo tem apresentado muitas alternativas para as pessoas, como um sinal da evolução dos seres humanos e como sinônimo de prosperidade e progresso, mas isso é apenas uma teoria, pois na prática, as pessoas tem se tornado cada vez mais indecisas, sem saber o que querem.

Muitas pessoas estão em dúvida que curso superior escolher e carreira profissional é a melhor; onde morar; o que comer; que roupa vestir; a cor do carro; o modelo do aparelho celular; etc.

São tantas e enganosas alternativas com a finalidade de tornar o homem cada vez mais fraco e manipulável, que há dúvidas sobre a sexualidade e sobre o gênero humano - tem gente que acha que não é uma pessoa, mas que pode ser um gato.

Todavia, não é muito difícil saber o que a maioria das pessoas do mundo querem de fato: Dinheiro, poder, fama, prazeres, etc. 

O problema espiritual grave não é ter dúvida qual prazer mundano escolher e em qual pecado abundar, mas em NÃO QUERER ir a Cristo para desfrutar da graça de Deus derramada para todos os seres humanos que escolham a fé.

Não há qualquer tipo de dúvida nas pessoas que não querem buscar ao Senhor, mas estão muito bem decididas quanto a isso, segundo a claríssima declaração de nosso Senhor Jesus Cristo.

O povo do mundo já escolheu o caminho da morte, pois decidiram não trilhar pelo caminho da vida. Isso é uma clara escolha das pessoas. Podem ter dúvida quanto a marca do celular, mas não querer a pessoa de Deus, isso é fácil de decidir.

Da mesma forma como ocorre no mundo de pecados, no âmbito do secularismo popular, ocorre também na vida dos religiosos que professam servir ao Senhor Jesus.

Muitos, depois de ouvir falar de Cristo e Suas promessas de vida plena e abundante, escolhem viver na escravidão do pecado: correm riscos de vida e brincam com a morte diariamente.

O homem espiritual se pergunta: Como alguém pode fazer uma coisa dessas? Cristo fez uma afirmação terrível, que ao refletirmos chega doer em nossos corações: “E vocês não querem vir a Mim para terem vida!”

O mundo oferece uma vida maquiada, parecendo ser bela, mas é terrivelmente feia por dentro, no conteúdo. Na verdade é a morte travestida, disfarçada e dissimulada com roupas de felicidade. Só há vida em abundância em Cristo Jesus (Jo 10.10).

Busquemos a Cristo para que tenhamos vida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A VITÓRIA É DO SENHOR

(03 de novembro de 2023)

Uma reportagem do G1, de 03/09/2021, chamou a minha atenção. No título estava escrito assim: "VÍDEO: Com enxada, formanda em medicina homenageia pais agricultores em colação de grau: 'Gratidão enorme no coração' "

O release da reportagem dizia: "Apesar dos pais terem feito até a quarta série, Nilcinádia Alves dos Anjos conta que eles sempre a incentivaram a estudar. Família mora na zona rural de Rio Pardo de Minas, no interior de MG."

A jovem médica de origem pobre, de nome incomum: Nilcinádia, porém poderoso: Nilce - Filha do campeão + Nádia - espírito de luz, com sabedoria reconheceu os grandes responsáveis por suas conquistas, os seus pais. Sem o berço, carinho, cuidado e educação, ninguém chega muito longe.

O fato de levantar uma enxada na hora da formatura, reconhecendo o sacrifício dos pais e exaltando o trabalho duro e sacrificial, em muito tem a ver com a história da redenção.

Os filhos de Deus, espirituais como Jesus Cristo, sempre reconhecerão o trabalho do Pai, o grande e único Deus do universo.

As obras das mãos do Altíssimo revelam o Seu grande Nome, que significa amor, sacrifício, bondade, misericórdia, justiça, perdão, socorro, ajuda, [...]

Na escritura da pena inspirada do sábio Salomão também é encontrada um reconhecimento muito superior ao feito pela jovem estudante, sem tirar o devido mérito da emocionante história.

Assim como deve ser claramente perceptível o sacrifício da estudante de medicina Nilcinádia, devemos enxergar o esforço de cada um na obra do Senhor. A parte que cada um se responsabiliza e executa não pode ser ignorada, mas a força maior deve ser reconhecida e exaltada.

Salomão diz que o cavalo se prepara para o dia da batalha, fazendo com sacrifício a sua parte, que é estar pronto para o melhor desempenho possível no campo de guerra, sabendo que isso não é tudo, pois mesmo assim ainda precisa de uma ajuda maior.

Aquilo que o homem pode realizar, não é responsabilidade Divina. Deus não faz aquilo que é obrigação do homem. O homem tem o dever de se preparar e fazer tudo o que for de sua responsabilidade, e fazer bem feito, com todo o empenho que lhe é devido, mas não pode achar que a vitória é mérito seu. 

Não existe nenhum campeão da vida sem a presença e ajuda do Autor da vida. A vitória da guerra cósmica entre o bem e o mal; luz e trevas; verdade e mentira e entre a vida e a morte, só pode existir com a poderosa ajuda do SENHOR Deus, através de Cristo Jesus.   

A Palavra de Deus ensina que sem Cristo, os bons e verdadeiros frutos, não podem ser produzidos por nós. Ele é a videira e nós, apenas os ramos. “…porque sem mim nada podeis fazer.” (Jo 15.5). 

Assim como Cristo, o Filho de Deus, nada pode fazer sem o poder do Pai (Jo 5.19), nós homens, precisamos de Cristo para realizar as obras que a carne pecaminosa não pode.

Podemos até nos preparar para a batalha e partir para o ataque, mas a vitória é obra do Senhor. É Deus quem está acima de todos os homens. Sem Deus, o homem, ao menos, respiraria.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A NECESSIDADE

(02 de novembro de 2023)

Se nos fosse pedido para que fizéssemos uma lista das nossas necessidades reais, por ordem de prioridade, como seria e quantos itens teria?

A maioria das pessoas do mundo confeccionariam uma extensa lista de supostas necessidades. A maioria das coisas seriam daquilo que elas já possuem.

Diante disso, façamos uma lista de supostos pedidos:

1. A maioria pediria saúde sendo saudável, bastando apenas mudar seus maus hábitos;
2. A maioria pediria uma casa já tendo onde morar, porque gostaria de algo melhor;
3. A maioria pediria um automóvel já tendo um, pois gostaria de outro mais novo;
4. A maioria pediria um aumento de salário já tendo um bom emprego e boa remuneração;
5. A maioria pediria a renovação do guarda-roupas já tendo roupas em abundância;
6. A maioria pediria o abastecimento da sua dispensa, já tendo comida suficiente;
7. A minoria pediria força e fé para perseverar no caminho da verdade.

A lista se estenderia em dezenas ou centenas de itens, mas vamos parar por aqui, pois a mensagem já foi captada por todas as mentes espirituais.

O ser humano se tornou tão vulnerável que certamente colocaria na sua lista de prioridades muitas coisas supérfluas, pelo simples fato de estar preso a todas as tendências desse mundo escravizador de mentes enfraquecidas pela dominação e opressão dos "mais fortes" e cobiçosos.

O homem carnal, vendido ao pecado, tem uma lista infindável de necessidades, mas o homem espiritual, justificado e restaurado por Cristo sabe das suas reais necessidades, focando sua mente e sua vida na busca daquilo que realmente importa, pois o resto lhes será acrescentado.

O autor da carta aos hebreus nos diz o que é mais necessário ao crente fiel em Cristo Jesus. Ele não relaciona nenhum material de consumo ou qualquer outra coisa passageira que se utilize na vida cotidiana ou que venha atender ao homem exterior, para ser vistos pelos outros.

A maior de todas as necessidades para o homem que foi resgatado é a PERSEVERANÇA. Esse foi o grande desafio vencido por todos os santos do passado e continua sendo o mesmo desafio para os servos de Cristo no presente e futuro.

É na perseverança que o fiel ganha experiência, paciência, domínio próprio, piedade, fraternidade e amor. Tudo isso se resume no verdadeiro conhecimento de Deus, através de Cristo, que é o entendimento do temor a Deus - conhecer o que lhe agrada, que é para a vida eterna

Ninguém conseguirá fazer a plena vontade de Deus, esperada por Cristo, sem passa pelo teste da perseverança. A perseverança na verdade é a maior das escolas formadoras de caráter. É nessa sala de aula que aprenderemos a fazer a vontade de Deus.

Somente assim, seguindo essa trilha e subindo essa escada rumo ao céu, alcançaremos a grande e preciosa promessa feita a todos os homens e mulheres que anseiam pelo reino de Deus e pela vida eterna.

Força espiritual para perseverar na verdade é a única e real necessidade do santo, todo o resto é desnecessário, dispensável, fútil, superficial, excedente e inútil para o espírito.

Somente assim, seremos preparados para esperar a grande promessa de Deus feita por Cristo – a vida eterna. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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FICAR CALADO? NUNCA!

(01 de novembro de 2023)

O ser humano pecador, mortal, tem muitas necessidades devido as suas inúmeras limitações.

Uma delas é a de se comunicar. Dizer o que sente, o que pensa e ser ouvido por seus semelhantes, parece ser uma necessidade básica para sermos entendidos e entendermos os demais.

Se não fosse para ser assim, o SENHOR não teria nos criado com um boca, uma língua e dois ouvidos.

O homem foi criado para ser um ser sociável, assim como Deus e o Seu Filho são para com todas as criaturas do universo. 

Deixar de falar, de se comunicar, colocando para fora aquilo que está abundando no coração faz um mal ao espírito e ao corpo. Se expressar é uma dádiva de Deus para a saúde do homem.

Não é bom para o homem que ele esteja sozinho, disse o SENHOR (Gn 2.18). Um sociável, utiliza a fala como introdução para interagir com todos em redor.

O homem pode até falar sozinho, mas falar com outra pessoa e ser compreendido é algo mágico, elaborado pela mente mais poderosa do universo - o Deus Onisciente.

O apóstolo Pedro, que não tinha medo de dizer o que pensava, até quando não era necessário, quando foi cheio do espírito santo, ungido com a sabedoria dada a Cristo, exortou a todos para não ficar calado em relação a verdade aprendida com Jesus.

"Não podemos deixar de falar", disse o discípulo que acabara de se tornar um dos apóstolos de Cristo. Ficar calado, quando se tem muito a dizer para o bem de todas as pessoas é omissão de socorro; é negar ajuda aos necessitados e roubar das pessoas aquilo que lhes foi enviado.

A verdade do evangelho que chegou ao nosso conhecimento, não chegou para ser armazenada e silenciada em nosso coração. A palavra viva não pode ser amordaçada para que a morte ganhe terreno, devemos abrir a boca e gerar vida.

A palavra da verdade quando preenche o coração de alguém, transborda, e é impossível o seu portador ficar calado. Pedro diz: "Não podemos". Não temos o poder para silenciá-la.

“A boca fala daquilo que o coração está cheio.” Do que você tem falado com empolgação? Do que o seu coração está cheio? Ou a sua vida está monótona demais para ter o que contar?

Ter o que testemunhar, por experiência vivida e não de ouvi os outros dizerem, é uma oportunidade que Cristo Jesus dá a cada um que o confessa como seu Senhor.

O testemunho pessoal é a maior arma que temos para poder ajudar e encorajar as pessoas a enfrentarem e superarem seus medos. Testemunhar o que Deus fez em tua vida é mais que uma ajuda para outros, é cura e libertação para si mesmo. É salvação para todos que andam tateando na escuridão.

Assim fizeram os discípulos e apóstolos de Cristo, testemunhavam daquilo que seus olhos e ouvidos haviam visto e ouvido. Eram testemunhas vivas dos milagres e providências do Senhor nas suas próprias vidas.

Busquemos uma viva experiência com Deus, para que tenhamos um legado a deixar para todos. A verdade vivida aqui, refletirá na eternidade. Enchamos nossos corações da Palavra de Deus e o restante nos será acrescentado.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ABUNDAR EM DEUS

(31 de outubro de 2023)

Leonardo da Vinci era um homem de múltiplos talentos: cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.

Podemos afirmar sem medo de errar que Da Vinci tinha talentos em abundância. Devido a isso, tornou-se um homem muito famoso, um verdadeiro ícone.

Desenvolver múltiplas funções e habilidades, diversificando o conhecimento era a busca de muitos homens nos séculos passados, diferente dos especialistas de hoje.

Era algo louvável e o objetivo de muita gente privilegiada, com condições financeiras para estudar. Em especial no século em que ele nasceu (XV), mais precisamente em 1452.

No início do século passado era possível encontrar no Brasil, por exemplo, profissionais que acumulavam múltiplas funções. Médicos que eram dentistas, cirurgiões, ginecologista, geriatra, pediatra, […]

Era necessário os múltiplos conhecimentos devido a escassez de profissionais qualificados. Conhecer de tudo um pouco e um muito de tudo. “A necessidade fazia o homem”. Esse era um provérbio vigorante para justificar tamanhos sacrifícios.

Todos esses conhecimentos acadêmicos são importantíssimos para o progresso da sociedade, que busca continuamente o bem-estar da população. Todas as pessoas de bom senso deve admitir que esse conhecimento é bom e necessário, devendo os homens abundarem neles cada vez mais.

Todavia, existe algo muito mais importante que até mesmo o conhecimento dos homens. A graça de Deus deveria ser a prioridade máxima para os homens buscarem abundar nela.

O conhecimento dos homens prepara as pessoas para essa vida finita e temporária, mas a graça de Deus prepara o homem para a eternidade, fazendo-o abundar em tudo.

O apóstolo Paulo escreve de forma plena, absoluta, apresentando a abundância da graça de Deus na vida do homem como o objetivo maior de todo ser humano.

A graça não deixa faltar nada de importante, mas sempre provendo TUDO com TODA SUFICIÊNCIA, com o objetivo maior de capacitar plenamente o homem santo em TODA boa obra, a obra de Deus.

A obra de Deus consiste em promover uma reconciliação entre o homem pecador e o Deus santo, separados pelo pecado do homem. 

Por meio do conhecimento do santo evangelho da salvação, o homem começa a crescer na graça e abundar nesse poder espiritual, não sentindo mais as necessidades humanas e mundanas que só trazem benefícios imediatistas, mas sem priorizar o mais importante - a vida eterna.

Palavra de Deus ensina que nosso Pai Celeste através de Seu espírito santo pode nos fazer abundar em toda boa obra. Através dos dons espirituais pode tornar alguém incauto num perito.

Basta que o homem se entregue completamente nas Suas mãos, através do Senhor Jesus Cristo. Assim como o Oleiro molda o barro, quer moldar-nos para Sua glória.

É assim que a Bíblia diz como o Senhor quer fazer com os Seus filhos. Em Deus tudo é possível.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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ÁGUA NA SECA

(30 de outubro de 2023)

"A água do rio só corre para o mar". Esse provérbio popular, muito utilizado para explicar que o curso da vida tem destino certo, a morte, assim como as águas de um rio que deságua no mar.

Seguindo a lei da gravidade, as águas dos lugares altos, como montanhas nevadas em derretimento, vão escorrer para os lugares mais baixos até ao nível do mar, seu destino.

Portanto, é nas partes mais baixas da terra onde se deve procurar água, tão necessária para a perpetuação da vida  de todos os seres viventes.

O Senhor nos envia uma revelação por meio do profeta Isaías que desafia toda lógica humana. Essa revelação é uma promessa preciosa para os Seus servos que se alimentam da fé.

Veja a linguagem que o Senhor usa:

1. Abrir rios no topo das montanhas, sem nenhuma vegetação, onde há só a rocha nua;

2. Abrir fontes no meio dos profundos vales, onde deve estar as lagoas ou onde corre os rios. Fonte está em cima e os rios em baixo, pelas leis da física e lógica humana;

3. Transformar o deserto num grande lago com muita água, um lugar que é como uma esponja, toda água é sugada para o subsolo;

4. Transformar uma terra seca, sem nenhum vestígio de água, em fontes que manam água da terra como fontes jorrantes.

Que promessa é essa?! Que linguagem linda e profunda! Obviamente o Senhor não está usando uma tipologia, pois só água não resolve o problema do pecado e da morte. Uma promessa como essa não para resolver um problema paliativamente, mas de forma definitiva.

Temos aqui uma improvável união de dois elementos: Águas e Terras. O que significa água na tipologia? O que significa terra na tipologia?

ÁGUA (Palavra de Deus):
"a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra," (Ef 5.26)

TERRA (Coração ou mente do homem): 
"Mas outra caiu em boa terra; e, nascida, produziu fruto, cem por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." (Lc 8.8)

A água numa terra seca gera vida, assim como a Palavra de Deus num coração sedento de verdade, de justiça e pela liberdade que vem pelo conhecimento. 

Fazer a água correr como um rio nas terras altas, não seria fazer o conhecimento da Verdade transitar na mente das pessoas da alta sociedade, tão afetada pelo poder, dinheiro e as influências das filosofias humanas? (Moisés, Paulo, Daniel...)

Fazer aparecer fontes no meio dos vales, lugares baixos, não seria fazer de pessoas humildes e iletradas ensinar a Palavra da verdade com grande poder para a salvação? (Mulher samaritana)

Fazer do deserto um lago com muitas águas, não seria o milagre de transformar uma mente sem nenhuma verdade, numa pessoa cheia da sabedoria de Deus?

O fato verdadeiro é que precisamos mil vezes mais da Palavra da Verdade que salva para a vida eterna do que a água (H2O) que mata a sede apenas para essa vida.

Disse Cristo: “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna.” (Jo 4.14). Somente em Cristo encontraremos a fonte da água da vida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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SERVO OU AMIGO?

(29 de outubro de 2023)

As palavras "servo" e "amigo" são comumente usadas para definir ou conceituar níveis de relações pessoais.

O termo servo, ou escravo, deve ser aplicado a uma pessoa que está subordinada a outro por obrigação legal, sujeito a penalidades se não cumprir suas obrigações para com o seu senhor, quer sejam de ordem econômica, ética ou moral.

Já termo amigo, apesar de hoje banalizado, sendo usado para conhecidos ou colegas que se encontram em raros momentos e ocasiões específicas, deveria ser usado somente nas relações onde há amizade, afeto e confiança.

Um amigo de verdade deve ser considerado com alguém da própria família, e em alguns casos, tratados como se fosse um irmão:

"O homem cercado de muitos amigos tem neles sua desgraça, mas existe um amigo mais unido que um irmão." (Pv 18.24)

A amizade nas Escrituras Sagradas é exaltada como algo muito valioso e que agrada a Deus sobremaneira. Saber ser amigo é uma virtude espiritual.

Uma amizade, de verdade, carece de tempo para que seja desenvolvida a confiança pela lealdade. Jamais poderá ser concretizada através de um click na tela de celular, aceitando um pedido de amizade virtual, numa rede social.

A amizade requer convivência e cumplicidade. Sem vivenciar experiências juntos, é impossível que a lealdade e a confiança cresça e se solidifique.

Jesus Cristo, tentando explicar aos seus servos a beleza e a nobreza de uma amizade verdadeira, chamou-os à parte e lhes declarou que não os considerava como servos. Na verdade, Ele nunca os havia tratado assim.

Os discípulos eram servos de fato e de verdade, tanto aos olhos do mundo, aos seus próprios olhos e aos olhos justos dos céus, mas nem Jesus e nem o Pai, os tratava como servos, segundo a tradição do mundo.

O senhores dos mundo tratavam, e ainda tratam, os seus servos como seres inferiores e não dignos de toda confiança, lhes negando o conhecimento pleno dos seus planos e negócios.

Com Jesus Cristo no comando é completamente diferente. Ele não esconde nada dos seus discípulos. Tudo o que o Pai lhe passava de informações, Ele repassa sem esconder nada deles. Uma relação transparente e verdadeira, como é o caráter de Deus e de Cristo.

Tanto Deus como Jesus, nunca estabeleceram uma relação seca de patrão e empregado com a humanidade. A primeira relação proposta foi de amizade até que ela evoluísse para uma relação de irmãos entre Jesus e eles, mas entre Deus e os homens regatados, de Pai e filhos.

A amizade é o primeiro grande estágio da relação. Só um amigo de verdade compartilha bons momentos, segredos, planos, projetos, expectativas, […] Cristo quer compartilhar conosco tudo aquilo que o o Pai lhe deu em confidência, como bons amigos.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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CORAÇÃO SATISFEITO

(28 de outubro de 2023)

Nada é mais prazeroso nesta vida do que sentir no fundo coração uma satisfação, de que estar completo e que não lhe falta nada; que nada pode lhe tirar a paz naquela hora.

Isso ocorre quando o homem respira fundo e diz para si mesmo: "Estou cheio de gratidão pelas muitas coisas boas que o Senhor me tem feito, e por ter me esvaziado de tudo aquilo que me impedia de enxergar e sentir isso que estou experimentando".

As Sagradas Escrituras usa uma palavrinha pouco usada nos diálogos populares - deleite. 

Deleitar é se sentir satisfeito num estado pleno de contentamento, promovendo ao espírito e ao corpo o prazer de ser ou estar ali; é sentir gozo daquele estado de coisas, ao ponto de não querer trocar aquilo por nada; é sentir a parte maravilhosa do espírito.

O SENHOR Deus convida todos os homens a se deleitarem, pois como um Pai amoroso quer que todos os Seus filhos sintam-se plenos, completos e preenchidos com todas as Suas dádivas.

O homem que se deleita no SENHOR, terá todos os desejos do seu coração atendidos. Essa é a grandiosa promessa que ELE faz para os que acreditarem na Sua Palavra.

O que significa: "Se deleitar no SENHOR"?  

Significa sentir prazer em cumprir os mandamentos de Sua Palavra. Para isso, o homem precisa dar os primeiros passos:

1. Atender o Seu chamado: Arrepender-se e converter-se;
2. Buscar conhecer a Sua vontade, para que conheça a Sua pessoa;
3. Compreender a beleza dos seus mandamentos, que é para o bem dos homem;

Depois desses passos, o homem terá plena condição de escolher se permanece nos caminhos do SENHOR ou se declina para seguir os desejos do seu próprio coração.

Entretanto, é muito difícil, ou impossível, para o homem que realmente conhecer ao SENHOR, e o Seu amor, bondade e misericórdia, não amá-Lo e adorá-Lo.

Quem realmente conhece a Deus, vai servi-Lo com prazer no coração e nenhum dos sacrifícios que realizará em nome do SENHOR, lhes será pesaroso ou algo que lhes seja insuportável, ou ainda que lhe traga tristeza.

É nessas condições, em que homem se encontrar servindo ao SENHOR, com um coração deleitoso, que todos os seus desejos escondidos em seu coração, serão atendidos.

A condição é uma só: "Se deleite em servir ao SENHOR". 

O homem religioso que afirma servir a Deus, mas as obras que faz são pesarosas, fazendo-as por medo ou por obrigação, como que querendo se livrar daquilo tudo, jamais obterá do SENHOR os desejos do seu coração. 

O SENHOR Deus não quer ninguém O servindo com tristeza, medo ou achando que estar se sacrificando demais. ELE é um Pai justo e jamais daria uma obrigação aos Seus filhos que eles não fossem capazes de executá-las. Ficar triste com uma tarefa possível é dizer indiretamente que Deus estar sendo injusto consigo.

Qual o maior desejo do teu coração? Agora você já sabe como concretizá-lo.

Aprendamos a amar as coisas de Deus, à ponto de tudo o quanto fizermos para ELE, seja um deleite em nossas vida. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A LEI DO RETORNO

(27 de outubro de 2023)

A quem ou ao que atribuir a responsabilidade pela humanidade estar cada dia mais egoísta, onde o eu tem prioridade máxima até nas coisas fúteis e supérfluas da vida.

Alguns, com certa base científica, denominam isso de fenômeno social, devido ao fato de o capitalismo estimula o consumismo e o consumismo o individualismo.

É possível enxergar em quase tudo o que se consome uma mensagem incentivando as pessoas ao individualismo. Quase todos os produtos podem ser "personalizados", para que se pareça mais com a cara do consumidor.

Que mensagem subliminar o subconsciente do indivíduo capta quando seu celular, seu carro, seu relógio, suas roupas, [...] só serve para si, porque tem a sua foto, seu nome, suas cores, sua logo, seu design, etc. Deveria se sentir o ser mais exclusivo do universo?  

É nessa busca fútil e ensandecida que a humanidade tem caminhado. Pessoas que deformam seus corpos e suas faces para ser diferente de tudo, mesmo que se pareçam monstros e demônios.

Tudo em nosso redor inspira o homem individualista. Individualismo é um caminho sem volta para o egocentrismo. O ser egoísta não se importa com a dor do outro e não se motiva para ajudar o próximo.

Quando o ser humano se omite de fazer o bem para o seu semelhante, está deixando de fazer o bem para si mesmo, e com isso sabotando o seu destino e a sua própria vida.

O homem não deve fazer o bem, não somente porque a Bíblia manda; porque isso vai agradar a Deus; porque vai agradar as pessoas; porque poderei receber algo em troca; porque serei bem visto e quisto pelas pessoas em meu redor, mas porque isso é uma necessidade real do homem.

Para ter saúde mental e física; para enxergar a felicidade; para gerar esperança; para promover um ambiente de bem-estar e para descobrir e conhecer o amor, e todas virtudes e benefícios que dele flui para o homem que faz o bem.

Não estamos aqui querendo convencer ninguém a deixar de se cuidar e pensar somente nos semelhantes. É possível fazer as duas coisas com perfeito equilíbrio. 

Sem a prática da bondade para com os nossos semelhantes, algo estranho se desenvolve dentro de todo ser humano - o desejo de fazer a maldade. Do desejo para a prática, há apenas uma linha muito tênue.

A crueldade do ser humano tem crescido, apesar de vivermos na era mais rica, mais abundante, onde as informações que deveriam conscientizar as pessoas para a prática do bem, parece que tem causado um efeito reverso. 

O número das doenças psicossomáticas tem aumentado assustadoramente. Como? Por quê? Quais as respostas para essas questões? Tudo não parecia tão favorável para um mundo de paz e de prosperidade conscientiza e racional?

A resposta sempre parece a mais óbvia, basta relembrar os ensinamentos de Jesus: "Ame o próximo como a si mesmo". 

O mundo está atolado na lama da crueldade, onde as pessoas, de forma consciente, como masoquistas, escolhem fazer o mal contra si mesmas, deixando de fazer o bem e receber em troca o mesmo bem.  

A receita para as virtudes do bem é encontrada na Palavra de Deus. Escolham seguir pela luz da Palavra.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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DE QUALQUER NAÇÃO

(26 de outubro de 2023)

É tradição, em todas as instituições religiosas, sem exceção, pensar que a minha igreja é a única pode ser agente de salvação, pois ó ela tem a verdade e a autoridade para representar o Senhor na Terra.

Mesmo que muitas preguem, apenas da boca para fora, que não é dona da verdade, se contradiz ao afirmar que o outro deve sair da igreja onde frequenta e se batizar na sua. Se não disse com essas palavras, suas ações dirão isso.

Muitos acham que só encontrarão a justiça para serem justos no judaísmo; outros no cristianismo católico; outros no cristianismo evangélico; outros no cristianismo espírita, etc.

Essa religiosidade cega desfigura a face do verdadeiro servo de Deus, quando deveria refletir o caráter de humildade e amor do Pai, que não faz acepção de pessoas (At 10.34).

O apóstolo Pedro também era um religioso cego, amante de placa de igreja, defensor das tradições judaicas, onde muitas vezes se sentia superior aos gentios das outras nações, por ser ele um judeu natural, que exaltava mais a etnia do que a fé.

Mesmo Pedra já sendo um apóstolo, ainda mantinha-se preso aos costumes das religiosidades antigas, aprendidas no judaísmo, mas que precisa se livrar daquilo que não era benéfico e que não o ajudava a compreender o amor de Deus.

Foi quando o Senhor lhe revelou que não era assim como ele pensava e se comportava. Numa visão mostrou que aquilo que ele achava ser imundo, por serem gentios, eram pessoas purificadas pela fé no sangue precioso de Jesus Cristo.

Para que o aprendizado fosse mais profundo, o Senhor Jesus colocou em sua vida um gentio, santo e justo, chamado Cornélio, cujo resultado do seu trabalho já havia congregado muitas pessoas aos pés de Cristo.

Pedro, diante do santo Cornélio e dos frutos do seu trabalho, já tendo recebido a revelação do amorável Mestre Jesus, não só entendeu que o Senhor não olha para a placa das igrejas e nem privilegia uma etnia e despreza outra, mas olha o coração de cada indivíduo, indistintamente.

Foi quando Pedro disse: "Deus aceita qualquer pessoa, em qualquer nação, basta para isso que O tema e pratique o que é justo."

Ainda hoje, apesar de vivermos na era da informação, há muitos religiosos sinceros, como Pedro, que ainda estão presos as religiosidades, essa que é a maior ameaça a salvação de todas as pessoas que acreditam estar servindo a Deus.

Hoje, os religiosos alienados pela pregação midiática dizem: (1) "Deus tem um amor especial pela etnia judaica. Ele ama mais os judeus"; (2) "O Senhor Jesus ama mais os cristãos do que os judeus"; (3) "A nossa igreja é superior as demais, porque guarda o sábado"; (4) "Somos a menina dos olhos de Deus, porque somos vegetarianos"; [...] Esses e outros absurdos só cabem na mente dos religiosos cegados pela tradição, e que desprezam os princípios da verdade bíblica.

Desse terrível e enganoso sentimento nasce outros desvios do bom e santo caráter criado por Deus, a saber: inveja, cobiça, roubo, ódio, ira, […] Esta deturpação está em rota de colisão com o mandamento mais necessário ao homem: "Amar ao próximo como a si mesmo". (Mt 22.39).

A religiosidade das instituições, com placas e bandeiras, faz dos seus membros seres egoístas. O egoísmo é o grande gerador das injustiças contra os semelhantes. As injustiças para com os semelhantes são as coisas que mais desagrada a Deus.

Devemos nutrir em nosso espírito o mesmo sentimento de nosso Mestre e Pastor Jesus Cristo, a humildade, pois sendo grande se esvaziou a assumiu uma condição inferior aos inferiores (Fp 2.5-7). Isso sim agrada a Deus!

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PALAVRA COM PROPÓSITO

(25 de outubro de 2023)

A palavra de um homem deveria ser uma garantia muito superior a uma fiança monetária e a um fiador com dinheiro e bens. Não há valores sociais maiores que a integridade e a lealdade.

Na atualidade, muitos desses valores morais estão sendo invertidos. As palavras vazias dos homens são consideradas como folhas secas levadas pelo vento, não tem valor algum.

Por que chegamos tão longe dos princípios morais que o SENHOR estabeleceu para o ser humano viver feliz consigo mesmo e em paz com todos?

Diante dessa fragilidade humana, o Senhor Jesus e os apóstolos tiveram sempre que nos lembrar que as nossas palavras precisam ser testificadas com as nossas ações, para que não sejam vazias.

Os filhos de um Pai que é o Legislador de todos os princípios morais e eternos, cuja Palavra não volta vazia, devem fazer o mesmo, como herdeiros de todos os valores, imitando o Pai em tudo.

As palavras vazias dos homens podem gerar consequências catastróficas, como diz o pensador e filósofo alemão Friedrich Nietzsche: "Atirou no ar palavras vazias, por distração, e abateu assim uma mulher."

As palavras vazias ou impensadas de uma grande autoridade podem até causar uma guerra; provocar perdas financeiras nas bolsas de valores; arrebatar a esperança de um povo ou estimular a ira em determinados grupos.

O profeta Isaías fala sobre o poder da Palavra que sai da boca do SENHOR, o nosso Deus. É uma Palavra com propósitos específicos para a salvação ou para juízo, e sempre cumprirá a missão que foi planejada pelo Altíssimo, conforme Sua onisciência.

Se no capítulo 53, o profeta lamenta os resultados do trabalho do Messias junto ao seu próprio povo "Quem deu crédito a nossa pregação?" (Is 53.1), no capítulo 55, a resposta consoladora vem pela boca do mesmo profeta. As palavras do Messias não foram vazias, elas cumpriram um propósito bem definido. 

Muitos cristãos passam a vida toda pregando o evangelho, mas não conseguem alcançar familiares e amigos. Muitas vezes as palavras são diferentes das suas ações, mas em outras diversas vezes, a verdade pregada cumprirá o seu propósito. 

Aquilo que parecia ter sido um trabalho inútil, embora árduo, no fim da vida, ver-se os frutos do trabalho. Em outros casos, após a morte do servo os seus frutos começam a brotar e muitas vezes dentro da sua própria família, porque não é a palavra do servo que não volta vazia, é a Palavra do SENHOR.

Paulo e Silas compreendiam os frutos do trabalho penoso, pois depois de sofrer várias agruras: perseguições, açoites, prisões, humilhações, calúnias, […], se encontravam presos numa masmorra, mas ao serem libertos pelo Senhor, miraculosamente, disseram ao carcereiro que tinham a missão de os manter aprisionados: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” (At 16.31), salvando toda a sua família.

Os frutos do trabalho do justo, resultado de muitos sacrifícios, esforço e empenho perseverante, serão certos, pela fé que tem em Cristo Jesus.

Confiemos em Deus, por Cristo Jesus, e vivamos na esperança de Suas promessas, e certamente veremos o fruto de nosso trabalho espiritual. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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PROMESSAS ESPIRITUAIS

(24 de outubro de 2023)

A linguagem das Escrituras Sagradas ao descrever as coisas que Deus têm preparado para Seu povo é fascinante.

Como descrever algo que nunca vimos? Como descrever algo que não existe no nosso mundo real, cujas palavras nem existem para explicá-las?

Somente comparando com algo inferior, usando a linguagem do tipo (tipologias) para falar sobre o antítipo, a sombra e o original.

O apóstolo Paulo deu o seu testemunho pessoal, depois de ter sido arrebatado em visão ao terceiro céu (2Co 12.2):

“Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (1Co 2.9).

Paulo, apesar de um poliglota e um homem culto, muito acima da média das pessoas de sua época, não conseguiu encontrar palavras para descrever o que tinha visto na visão que teve ao ser arrebatado em espírito ao terceiro céu.

Semelhantemente, através do simples e humilde profeta Isaías, que foi inspirado à escrever como seria o reino que o SENHOR tem preparado para os salvos, usou de linguagem comparativa, também, falando das coisas que o povo conhecia sobre o efeito do sobrenatural.

Até para o povo do antigo Israel era difícil de imaginar, e para muitos até de acreditar, que:

1. Os aleijados, que não podem dar um passo sequer, poderiam dar um salto da altura e distância de um servo. Os impalas, servo da África, saltam 4 metros de altura e 9 metros de distância. Que comparação! Se Isaías dissesse que os aleijados seriam curados e saltariam mil vezes mais que um servo, eles acreditariam?

2. A língua dos mudos cantariam e testemunhariam das suas alegrias e gratidão a Deus. Biologicamente é impossível fazer um mudo falar. A complexidade da formação do aparelho fonador humano ainda é um grande desafio para a medicina moderna. Imagine para aquela época acreditar que os mudos falariam perfeitamente?

3. Fontes de águas jorrariam em pleno deserto, formando rios nos lugares inóspitos, trazendo vida a todo o planeta e extinguindo para sempre os lugares sem vida. O povo do tempo de Isaías conhecia muito bem o processo de desertificação, símbolo de morte. Como aquele povo iria acreditar que os desertos se tornariam fontes de vida?

O SENHOR Deus deu ao profeta Isaías comparações muito pequenas do que realmente ELE estava preparando para o Seu povo, mas para um povo pobre e sofredor, oprimido e ameaçado por todas as nações em redor, as coisas pequenas já seriam muito grandes.

Um povo de mentalidade rudimentar, apegado as coisas materiais, preso as cerimônias como sendo o próprio original e sem nenhum conhecimento cientifico, à exemplo das sociedades modernas.

A beleza desse texto nos revela a preocupação do SENHOR em querer animar Seu povo com promessas verdadeiras, mas sem poder dizer tudo, pois certamente o povo não compreenderiam e nem aceitariam.

Duas comparações são feitas focando a restauração do ser humano: aleijados e mudos, e uma sobre o habitat, a Terra, pois mais importante que as coisas materiais são as pessoas. O homem sempre será o alvo prioritário de Deus e de Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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COMO ESTÁS?

(23 de outubro de 2023)

Todo servo de Cristo, em seu processo de transformação, aprende muitas verdades que o torna mais forte para enfrentar os desafios que é viver num mundo pecados, como um santo.

O conhecimento assimilado desde o arrependimento, perdão, justificação e transformação, é um poder grandioso posto pelo Senhor à disposição daquele que escolhe se consagrar a Deus.

Dentre os muitos conhecimentos, estão as previsões sobre o futuro do servo na sua jornada terrestre. Ele aprende que passará por aflições, pois esmo sendo considerado um filho de Deus, faz parte do processo para compreender a dor próximo e a graça de Deus.

Portanto, as aflições na vida dos justos não são castigos de Deus, nem muito menos uma forma expurgar o pecado já confessado e abandonado. É uma provação para a aprovação:

"Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João 16.33)

Todavia, a Palavra de Deus não apenas informa ao servo o que vai acontecer, como uma comunicação formal, mas com um claro propósito: Para que o fiel saiba como agir diante dessas provações.

A Bíblia ensina também o que fazer. O apostolo Tiago aprendeu com a Palavra de Deus sobre o que fazer nas mais diversas situações, onde o servo de Cristo deve agir com sabedoria para sua própria edificação espiritual e para o bem de todos em redor.

Tiago nos recomenda que a melhor coisa a fazer quando estamos aflitos, é orar. Quando o homem escolhe orar, sem sair do lugar onde também a aflição, acessa outro compartimento espiritual onde pode se encontrar com a presença espiritual de Deus, onde reside todo o consolo e força.

Ele também nos ensina o que fazer quando estamos num momento de alegria. Cantar louvores ao Senhor quando se está feliz é uma forma de ampliar a felicidade pelo espírito de gratidão que se expande dentro do ser humano, proporcionando saúde física e refrigério para o espírito.

O que você tem feito quando está aflito? Uns tem escolhido a reclusão e entrado na depressão, outros têm buscado nas drogas a enganosa saída do problema.

E quando você está muito alegre, o que tem feito? A maioria das pessoas querem comemorar. O costume aponta as comemorações como uma forma de extravasar e compartilhar com outros a alegria que está sentindo. A alegria passageira do consumismo e da ostentação também tem sido a causa de tristeza e não de alegrias.

O fato é que o homem pode, tanto na alegria como na tristeza, escolher está na presença do Senhor sempre, sem se afastar dos caminhos da sabedoria e da verdade.

Por experiências próprias, sabemos que o homem é mais suscetível ao erro quando está muito feliz e com muito dinheiro no bolso. Se o homem tem escolhido o caminho errado na alegria, imagine na dor e no sofrimento?

Deus atende a oração do aflito e desperta a mente do homem para o caminho do bem e do aprendizado, da edificação espiritual e para ser um vencedor. Da mesma forma, ouve a ceita o louvor movido pela gratidão.

Tanto na alegria quanto nas aflições, o Senhor promete está conosco.  

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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LAÇOS E PESTES

(22 de outubro de 2023)

Davi, o autor do salmo 91, era um homem que conhecia muito bem os desertos de Israel e adjacências. Era para lá que ele fugia para salvar sua própria vida, quando perseguido pelo rei Saul e outros inimigos.

Ele inicia esse confortante salmo usando palavras como: esconderijo; sombra; refúgio e fortaleza, numa referência as cavernas que se refugiou nos desertos, mas apontando o Altíssimo como o seu verdadeiro porto seguro.

Também usou palavras contrastantes, para se referir aos perigos, como: laço (armadilha); peste; terror noturno; flechas lançadas; mal da escuridão; mortandade ao meio-dia e a queda de milhares ao seu lado, depois serem atingidos por esses males.

Especificamente, no verso três, a promessa do Senhor é de livramento das ameaças: Laço do passarinheiro e da Peste perniciosa.

Como podemos compreender essa mensagem? O que significa os termos: "o laço do passarinheiro" e "da peste perniciosa"?

Laço do passarinheiro: É uma armadilha preparada no ninho para pegar o passarinho. Feito de fios das crinas de cavalos, é praticamente invisível aos passarinhos, que ao se movimentas tem os seus pés laçados, encontrando a morte certa.

Laço para os pés, é uma tipologia das armadilhas que o inimigo das nossas almas prepara para tirar a nossa vida eterna, oferecida por Deus. Pés tem a ver com ação, testemunho, vida prática. Ele coloca essas armadilhas no cotidiano, sem que o servo perceba, mas Deus livra os Seus servos.

Peste perniciosa: É uma ameaça maligna que se alastra no silêncio e na escuridão da noite. Usa as trevas para fazer o mal. Por exemplo: uma doença que contagia as pessoas pelo ar; pela água ou pelo contato pessoal. A lepra é uma dessas terríveis ameaças.

Peste perniciosa, é outra tipologia do mal, invisível à olho nu, uma ameaça espiritual do inimigo de Deus para atingir os Seus santos. O pecado com aparência inofensiva é um verdadeiro antítipo de peste perniciosa.

O homem, por natureza, tem dificuldades de se livrar daquilo que lhe está fazendo mal: Comidas, bebidas, drogas lícitas e ilícitas, que afetam sua saúde. Da mesma forma que há males que atingem a saúde física, que é visível, há também aqueles que afetam a saúde mental. Se não é fácil se livrar dos males que vemos, imaginem daqueles que não conseguimos enxergar?

No Salmo 91 é dito que o SENHOR nosso Deus livraria Seus filhos, incluindo Jesus Cristo, o Filho amado e Messias, do laço do passarinheiro e da peste perniciosa, dando ordens aos Seus para guardá-Lo em todos os Seus caminhos. (Sal. 91:11). Verso esse indicado por Satanás, fora de contexto, na tentação à Cristo no deserto (Mat. 4:6).

Embora Satanás tenha torcido o texto para aplicá-lo somente a Cristo, o SENHOR Deus tem outros filhos (2Co 6.18; Ef 5.1; Rom. 8.14), que também são alvos de Seus cuidados.

Deus nos livra dos perigos e ameaças, das quais não podemos ver. O Pai deu ao Filho o Seu espírito santo para que pudesse enxergar essas armadilhas preparadas pelo inimigo.

Confiemos e entreguemos as nossas vidas a Deus, nosso Pai, que pode nos livrar, por Cristo, de todos os perigos visíveis ou invisíveis. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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FALTOU ALGUMA COISA?

(21 de outubro de 2023)

A verdadeira doutrina ensinada por Jesus Cristo não tem se harmonizado com os ensinamentos repassados nos púlpitos das grades instituições religiosas que professam a fé cristã.

Na verdade, nem poderiam ser consideradas igrejas cristãs, pois divergem frontalmente com os ensinos simples e objetivos do grande Mestre da Galiléia, o ungido e enviado por Deus ao mundo sem nenhum privilégio.

Ele não tinha: dinheiro, bens imóveis, beleza física, roupas caras, reputação acadêmica em forma de títulos, fornecidos pelos mestres judeus de Jerusalém, ou qualquer outra vantagem do estereótipo social que o povo do passado e da atualidade valoriza muito.

Os cristãos nominais de hoje, trocaram o ensino verdadeiro de Cristo, por ser simples demais e não atender mais seus anseios, por estarem em níveis culturais elevados, sendo satisfeitos apenas com altas dosagens de conteúdos filosóficos.

A maioria das pessoas desse pseudo cristianismo, preferem pregações que contenham a novidade tendenciosa da moda atual, que atenda seus desejos carnais: a teologia da prosperidade, a teoria da autoestima que se vale de palestras motivacionais e até shows de humor, cujos ingressos são vendidos como stand-up comedy.

Com essa arapuca armada, líderes mercenários pegam em suas armadilhas membros gananciosos com a saborosa isca da suas próprias ganâncias. Então, para que haja prosperidade e pessoas felizes, recorrem ao dinheiro como o deus da bondade e da fartura. Membros e líderes buscando a mesma coisa.

Os púlpitos estão cheios de promessas para este mundo de pecado, mas vazios da necessária exortação que prepara o homem para a verdadeira vida - a eterna. 

Na contramão disso tudo está o pobre e humilde Jesus Cristo, acompanhado de seus discípulos, que foram proibidos pelo Mestre de levar consigo, na missão de pregação do evangelho do reino ao mundo, segunda muda de roupa, bolsas, sapatos, dinheiro ou qualquer outra coisa além da roupa do corpo.

Uma bolsa com um pouco de dinheiro; um pouco de comida para um pernoite e uma muda roupa para ser mudada após um banho, atrapalharia a pregação do evangelho? 

Qualquer pessoa da atualidade diria que não. Isso até seria pouco demais para as necessidades modernas, podendo ser um escândalo para o povo do presente, mas para o povo do tempo de Cristo, que muito mal tinha uma muda de roupa e a maioria do povo pobre não tinham sandálias, isso fazia uma grande diferença.

O Senhor está querendo ensinar sobre o problema dos exageros ou sobre o testemunho de depender totalmente de Deus, provando para as pessoas que viviam e dependiam plenamente do SENHOR Deus e nada lhes faltava?

Para confirmar essa verdade, Jesus pergunta aos seus discípulos enviados pelo mundo: "Faltou alguma coisa para vocês?"; "Passaram fome e adoeceram desnutridos?"; "Sentiram frio por lhes faltar roupa?"; [...] A resposta foi um sonoro: "Não nos faltou nada!".

O fato verdadeiro aqui, é o fato de que as primeiras pessoas a serem ensinadas não eram os ouvintes dos discípulos, mas os próprios discípulos, ensinados pelo espírito de Deus, durante a própria jornada. Não há ensinamento mais eficaz e frutífero do que aquele que é feito na prática.

"Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim." (João 6.45). O Senhor Jesus estava ensinando e não privando os seus discípulos das suas necessidades básicas. 

A fé é tudo o que realmente necessitamos. Nada nos faltará se tivermos fé. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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TEMOR PELO PERDÃO

(20 de outubro de 2023)

Ao longo dos séculos, os imperadores e os reis impuseram a obediência às suas leis pela força das armas e dos seus exércitos. 

O medo gerado pela dominação de líderes opressores, imprimiram nos corações dos povos um espírito de subserviência e de escravidão, fazendo com que as gerações futuras já nascessem submissas e aceitando com naturalidade suas condições de vida.

Não temos a intenção de escrever, aqui, um manifesto sócio-político, mas fazer uma comparação entre a forma como o homem age contra o seu semelhante, precisando imprimir força para que o outro lhe obedeça. Uma obediência forçada à base do castigo.

Ao contrário do homem, o governo de Deus é muito diferente. Mesmo o SENHOR sendo de outra natureza - Divina, entende melhor o homem do que o próprio homem.

Sendo ELE o Criador, merece toda obediência, irrestrita, pois tudo lhe pertence e ainda mantém tudo, inclusive todos os seres humanos vivos. Mas, mesmo assim, não castiga para que O obedeçam.

ELE, mais do que os homens poderia lançar mão do chicote para obter a tão sonhada obediência cega que os homens têm buscado. 

Foi pelo medo e pela tirania que muitos ditadores se tornaram temidos. Muitos desses se sentiam como semideuses, outros queriam ser reconhecidos como sendo um deus. Queriam ser, depois de temidos, adorados. Todos, sempre buscaram a mesma coisa.

Não é muito diferente de alguns líderes do presente século. O objetivo implícito no coração do homem pecador, invariavelmente, é o mesmo – ser adorado, quer seja em menor ou em maior grau, conforme o poder que tenha nas mãos.

O homem que busca glória para si é um perigo para todos, inclusive para si mesmo. Como alguém terá um respeito divino, sendo um ser humano falho?

Somente Deus, nosso Pai, e Seu Filho Jesus Cristo, merecem louvores e glórias. Não porque governa sobre nós com rigor e dureza, mas porque o cetro do Seu governo não é a opressão e o medo, mas liberdade, perdão, misericórdia e amor.

Deus não busca ser obedecido por medo, mas por amor, depois de ser conhecido pelas pessoas. Dominação e opressão gera medo e no medo não há amor.

Para ser temido Deus apresenta Sua grande arma. Não se trata de chicotes, exércitos ou prisões. Nada que possa causar medo ou ameaça de morte, mas oferece o perdão para o culpado que reconhecer o mal e desejar o bem.

ELE é o único que, através de Seu Filho, pode nos conceder o perdão. Não há arma mais poderosa do que o perdão. Deus usa o perdão como arma para obter a atenção e obediência, com o único objetivo de libertar e salvar as pessoas. 

Se os homens usam o chicote para à prisão, o SENHOR Deus usa o Seu perdão para nos atrair para a salvação.. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A MORTE MORRERÁ

(19 de outubro de 2023)

“Dar murro em ponta de faca.” é parte de uma frase de um provérbio popular muito conhecido da língua portuguesa.

Essa frase é inspirada na fala de Cristo ao apóstolo Paulo quando se dirigia à Damasco para prender e torturar os cristãos: “Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões” (At 26.14).

A frase nos revela que não é inteligente se arremeter contra objetos pontiagudos de ferro, como aguilhões, espadas, lanças, etc. Na verdade, seria uma insanidade.

Se Saulo continuasse no seu intento, na cega servidão religiosa, perseguindo os cristãos à mando dos líderes judeus do sinédrio, alcançaria um sofrimento igual aos das pessoas insanas que resolvem socar pontas de facas, se machucar e não ferir ninguém.

O aguilhão é uma haste com uma ponta de ferro na sua extremidade, em forma de anzol, muito afiada. 

O apóstolo Paulo, na sua primeira carta aos coríntios, falou do momento em que Jesus Cristo, em glória, se manifestar sobre as nuvens dos céus, quando os seus servos que se encontram descansando no sono da morte e será despertado na ressurreição.

Naquele momento em que todos os salvos se ajuntarão para subirem e encontrar Jesus nos ares, já transformados, com seus corpos revestidos da incorruptibilidade e da imortalidade, Jesus dirá palavras desafiadoras àquela que foi a causadora das maiores dores aos seres humanos - a morte.

Então o Filho de Deus, à destra e à sombra da glória do Pai, perguntará a morte e a sepultura (sheol): 

"Morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu aguilhão, com o qual feria os meus servos?"

Apesar dessas frases soarem de forma irônica, não será este o sentimento dos salvos transformados, mas serão tomados de uma alegria regozijante por saber que nunca mais a morte e o sofrimento se levantará por toda a eternidade.

Obviamente que se trata de uma alegoria, pois Jesus não falaria com algo abstrato como se fosse alguém. Trata-se de um testemunho para eternidade; de uma mensagem consoladora para o povo resgatado do mundo das trevas, mostrando-lhes que nunca mais a morte causará dor aos salvos.

O homem será transformado. De um corpo corruptível num corpo glorioso. O corpo mortal será revestido da imortalidade (1Co 15.54).

Jesus Cristo enfrentou e venceu esse assombroso inimigo em seu próprio terreno e se submetendo as suas regras e condições injustas, derrotando-o em todas as instâncias (1Co 15.26).

O sofrimento que tinha sua parte mais aguda na morte, como a vara pontiaguda do pecado, que fazia o povo sofrer. A vara pontuda não nos causará mais dor, pois Cristo nos dará vitória eterna sobre ela.

O aguilhão da morte será destruído para sempre. Vivamos nessa fé e esperança. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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A ARMA CONTRA O MAL

(18 de outubro de 2023)

Há uma corrente teológica, que representa a fé da maioria dos cristãos na atualidade, ensinando que é impossível ao homem vencer o pecado, o verdadeiro retrato falado do mal.

Cristo e os seus apóstolos afirmaram que o homem, estando no seu espírito, pode vencer o pecado, sim, motivando todos os seus servos a acreditarem e praticarem essa fé.

Quando Jesus anima os seus discípulos dizendo para terem bom ânimo, pois Ele havia vencido o mundo (João 16.33), estando na mesma condição que todos os homens, estava dizendo com isso que eles também poderiam vencer, pois o mesmo poder de Deus havia sido disponibilizado para eles também.

Para essa vitória ser concretizada, bastava que os seus servos trilhassem o mesmo caminho do seu Mestre, seguindo conforme o Seu exemplo (João 13.15).

Além disso, no conhecido e objetivo sermão da montanha, usando linguagem simples, Jesus nos aconselhou a sermos perfeitos como o Pai Celeste (Mt 5.48).

O homem nascido de novo, em Cristo, transformado espiritualmente numa “nova criatura” (João 3.5-7), experimenta um crescimento na graça; no conhecimento; em fidelidade; experiência; paciência; esperança, perseverança… (Rom. 5:3,4).

Embora o cristianismo moderno, embriagado pelas filosofias greco-romanas, defenda a ideia de que o homem não pode viver sem cometer pecados, estimulando indiretamente a cometerem pecados, porque, afinal de contas, o pecado não é tão danoso assim.

Quanto perigo para uma igreja midiática que foi proibida de pensar e de investigar as Escrituras Sagradas por si só.

Então, o que o crente fiel deve fazer para vencer o mal - o pecado? Como ocorre essa transformação no homem até se tornar um vencedor como Jesus Cristo? 

1. Buscar conhecer qual a santa vontade de Deus nas Santas Escrituras, pois sem conhecer a verdade, não poderá fazer o certo;
2. Crescer no conhecimento de Deus, através da pessoa de Jesus Cristo, passando a falar e a viver como Ele;
3. Vivendo como Cristo viveu, o homem experimentará um nível maior de conhecimento, além da informação da letra morta;
4. O poder do conhecimento de Deus em Cristo, motivará o homem a buscar ser “perfeito” como o Pai Celeste O é, conforme Jesus buscou.

Afinal de contas, todo bom Filho quer ser como o seu Pai.

Para que tudo isso seja alcançado, Deus nosso Pai amado, por intermédio de Jesus Cristo, nos disponibilizou todas as condições espirituais e todas as orientações para sermos vencedores como Jesus, o Filho do homem, foi.

Jesus nos ensinou o BEM através de ensinamentos e na prática do seu dia a dia. O bem é mais do que ajudar alguém que está com fome, sede ou frio. O bem no contexto bíblico é fazer tudo o que é correto, obedecendo a todas as orientações de Deus.

O bem é o antidoto para vencer o MAL em todas as suas inúmeras facetas. Assim como o BEM, o MAL não é apenas o roubo, estupro e assassinato, é tudo aquilo que não agrada a Deus, pois é contrário a Sua Palavra.

Por isso, o apóstolo Paulo nos estimula em fé: “Não te deixes vencer pelo mal, lança mão do bem." Nós podemos sim, vencer o mal. A força para isso está em Cristo Jesus. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O MELHOR TESOURO

(17 de outubro de 2023)

Você já parou para se fazer a seguinte pergunta: "O que é mais importante e/ou valioso para mim?"

Aquilo que é realmente importante para nós, damos a máxima prioridade, dedicando tempo e investindo esforços para manutenção ou crescimento.

Aquilo que consideramos muito valioso, empregamos nossa atenção para conservação e proteção, pois entendemos que viver sem esse tesouro se torna muito difícil.

A maioria das pessoas deste presente século, uma era de muitos valores invertidos, conforme a ótica judaica-cristã, conservadora, ortodoxa, têm se deixado influenciar pelas mídias tendenciosas que tentam influenciar mudanças dos hábitos dessas religiões.

Essa influência negativa para a fé dessas pessoas, tem feito com que elas elejam novos valores e objetivos de vida. Para muitos dessa nova geração, buscar as riquezas (ouro e prata) desse mundo é o melhor a ser feito, mesmo sabendo que não é garantido encontrar a felicidade.

O mundo nunca foi tão rico e próspero quanto a era atual, também nunca teve tantas pessoas doentes no espírito. Uma prova clara que a paz e a felicidade nunca estiveram nas riquezas dos homens.

Salomão, que recebeu sabedoria de Deus, escreveu no livro dos provérbios que há duas coisas mais preciosas do que tudo nessa vida, e que elas deveriam ser prioridade máxima em nossa busca aqui na Terra, enquanto vivemos.

Nada é mais caro do que a SABEDORIA e o ENTENDIMENTO (discernimento das coisas). Todas as pessoas carecem de sabedoria e de entendimento. Ora, muitas pessoas são inteligentes, mas falta discernimento espiritual para entender determinadas coisas.

A sabedoria é um rico tesouro que está muito além das inteligências humanas, formadas por uma numerosa quantidades de informações. A sabedoria é muito maior que isso. Ser sábio é estar acima da inteligência artificial, que com um "cérebro" eletrônico processa e analisa trilhões de informações em segundos.

A verdadeira sabedoria vai além de toda lógica humana. Ela é uma dádiva concedia pela fonte original de tudo o que é bom e verdadeiro - Deus, o Pai, que através de Cristo, abençoa a humanidade.

O próprio Filho, Jesus cristo, recebe o título tipológico de "a Sabedoria de Deus" (1Co  1.24 e Pv 8.22), pois nEle o Pai fez manifestar todos os tesouros de todo conhecimento e toda ciência:

"Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência." (Cl 2.2-3)

A sabedoria é mais valiosa que ouro, e o entendimento mais valioso que a prata. Assim afirmou a pena inspirada do sábio. Busquemos essa sabedoria de Deus.

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.” (Tg 1.5). 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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EM QUEM CONFIAR?

(16 de outubro de 2023)

Desde que o mundo conheceu o pecado, um muro que fez separação entre Deus e o homem, que o ser humano busca algo para se apegar e confiar, tentando substituir a pessoa de Deus, Seu verdadeiro Criador e mantenedor, Seu porto seguro.

Depois do pecado, o ser humano começou descer ladeira abaixo, rumo ao abismo de trevas morais, éticas e racionais. O homem, por mais inteligente que seja, tem agido de forma estranha, sem explicação racional.

O homem tem confiado em estátuas de gesso que não falam; não ouvem e nem estende suas mãos para ajudar ninguém. 

Passaram a confiar na sua própria "inteligência"; força física; seu dinheiro; sua influência; sua estratégia, etc. E, nada disso tem lhe trazido segurança de verdade.

As nações, lideradas por esses homens "inteligentíssimos", têm confiado em seus exércitos e seus arsenais bélicos e recursos tecnológicos de defesa, produtos das suas próprias mãos.

Os seres humanos se sentem seguros na América do Norte, porque o seu exército é o mais preparado e possui os maiores recursos para guerra; desenvolveram as armas mais letais do planeta e está à frente de muitas nações em tecnologia.

Não desejando qualquer tipo de mal a nação americana ou, muito menos, aos nossos irmãos que lá residem, mas confiar nas mãos dos homens mortais e passageiros não nos parece uma crença sólida e infalível. 

A história nos mostra que poderosas nações e impérios ruíram, quando todos achavam que eles eram indestrutíveis. Ninguém nesse mundo está seguro quando escolhe confiar nas obras dos homens e se esquecem do único que os podem guardar em perfeita segurança.

Davi, o salmista e grande rei de Israel, fala com grande autoridade, sendo uma testemunha viva de tudo o que estamos explorando aqui. Quando ainda era um jovem sem nenhuma experiência militar, governamental ou estratégica, enfrentou um gigante de um poderoso exército, sem armas ou tecnologia, mas com a fé no Único Deus:

“Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado” (1Sm 17.45).

O invicto Golias, que veio contra Davi com armaduras, lança, espada e muita experiência, foi vencido por uma pedrinha e uma funda, não considerada arma, mas um meio de espantar pequenos animais.

Quando Davi testemunha que nós devemos mencionar o Nome do Senhor diante de todos os desafios, está falando com toda a autoridade, pois já havia feito isso. Não se trata de uma pregação da boca para fora. Ele disse a Golias: “Eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos”.

Davi foi de longe o maior rei que Israel teve. Como rei e guerreiro experiente, se destacou como grande estrategista de guerra, respeitado e honrado até pelos seus inimigos. Todavia, Davi foi o maior não porque confiava na sua inteligência; nas suas habilidades com a espada na mão; nos seus valentes capitãs; no número do seu exército ou nas suas estratégias, mas unicamente na mão do Senhor.

Nas grandes dificuldades da vida, quando as coisas parecem impossíveis e já não adianta chamar por amigos influentes e poderosos, devemos nos socorrer de nosso Deus, com a mesma fé de Davi, sabendo que Ele tomará à frente e vencerá conosco.

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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QUEM SE OPORÁ?

(15 de outubro de 2023)

O medo de uma ameaça real, quando uma pessoa sabe que está totalmente desprotegida e que não há ninguém que a possa socorrer, é aceitável e racional.

Todavia,  sentir medo ou insegurança devido a supostas ameaças, sendo que a pessoa está protegida e resguardada de todo e qualquer perigo, é irracional.

Paulo faz uma pergunta aos membros da igreja de Cristo em Roma, e a cada um de nós também, sobre os pseudos inimigos que se posicionam contra nós para nos fazer mal:

"Quem será contra nós, se Deus está conosco?"; "Quem se atreveria enfrentar o Todo-Poderoso, para tentar nos prejudicar?"

Antes do apóstolo dos gentios fazer essa pergunta, ele elencar uma série de providências tomadas pelo Senhor nosso Deus, através de Jesus Cristo, em nosso favor, para que nada possa ameaçar a nossa redenção e salvação:

1. Não há condenação alguma para os que estão em Cristo (v 1)
2. Por meio de Cristo, vencemos o pecado e a morte (v 2);

3. Os que estão Cristo, não estão mais no domínio da carne (v 9);
4. O espírito de Deus que habita nos que são de Cristo habita, lhes darão vida (v 11);
5. Quem é guiado pelo espírito de Deus será filho de Deus (v 14);
6. Foi dado um espírito de adoção aos que estão em Cristo (v 15);
7. O Senhor promete que em nós será revelada uma glória incomparável (v 18);
8. Os filhos de Deus serão revelados ao universo (v 19);
9. Os filhos de Deus serão libertos da escravidão do pecado (v 21);
10. Fomos salvos nessa esperança - restauração e liberdade (v 24);
11. O espírito de Deus, em Cristo, nos ajuda e intercede por nós (v 26);
12. Esses filhos, o Senhor escolheu, chamou, justificou e glorificou (v 30).

"Que diremos pois, diante de todas as coisas?", pergunta Paulo aos que ainda não enxergaram o que Deus e Cristo estão fazendo para salvar o homem.

Diante dessa extensa lista de esforço da parte de Deus para salvar os seres humanos, é que Paulo nos chama a razão.

Diante de tudo isso, será que pode haver alguma coisa mais forte e poderosa que possa impedir o nosso perdão, justificação e salvação? A resposta óbvia e animadora é sonoro NÂO. Nada e nem ninguém pode se opor a Deus, a Cristo, e aos seus planos.

Nada pode nos separar desse amor manifestado em Cristo Jesus (v 35). Nenhum poder físico ou espiritual é mais forte que o amor de Deus por nós.     

"Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós." (v 34).

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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O POVO DE DEUS

(14 de outubro de 2023)

Muitas instituições religiosas reclamam para si o cobiçado título de "Povo de Deus", arrogando para si o privilégio de ser o foco exclusivo da atenção do SENHOR.

O povo de Deus não poder ser definido por uma placa, logomarca, slogan, lema ou um registro legal junto ao Estado. O povo de Deus é definido no espírito, pela fé.

O verdadeiro povo de Deus também não pode ser definido pelos bens e riquezas materiais que possui, ou o que com isso se pode comprar: status, fama, títulos ou a "glória" dos homens.

O Senhor apareceu a Salomão, a noite, para lhe dizer que havia ouvido sua oração intercessora, feita quando ele dedicava e consagrava todo o templo que havia construído para ser a casa de sacrifício para Deus.

A mensagem ouvida por Salomão contém algumas especificidades que não podem passar despercebidas:

1. O Senhor está se referindo ao "Meu povo que se chama pelo meu Nome".  Esse povo não é aquele que tem o DNA de Abrão ou Jacó, mas aquele que é selado com o espírito de Deus, recebendo o Seu nome em sua mente (fronte):

"E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai." (Ap 14.1)

2. Se humilhar; conforme o exemplo de humildade deixado por Cristo:

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, tendo plenamente a natureza de Deus, não reivindicou o ser igual a Deus, mas, pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, assumindo plenamente a forma de servo e tornando-se semelhante aos seres humanos." (Fp 2.5-7)

3. Orar; sem a prática da oração, o homem não mantém um relacionamento com Deus e nem, ao menos, se comunica com ELE;

"Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra." (At 6.4);

4. Buscar a face do Senhor; é estar diante dELE, na Sua santa presença. Significa se manter em perseverante santidade:

"A fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus," (At 3.20);

5. Se converter dos caminhos maus; abandonar todas as práticas pecaminosas que afrontam a Palavra de Deus e impedem que o Senhor atue em defesa do Seu povo.

"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor," (At 3.19)

Não é animador saber que a maioria dos leitores das Escrituras Sagradas, mal orientados por seus líderes religiosos, só enxergam a última parte desse verso (2Cr 7.14). Só enxergam a parte que lhes agrada aos ouvidos enganados, e só pensam nas riquezas da terra.

Nessa mensagem, o Senhor espera reciprocidade, como deve ser todo e qualquer relacionamento, onde as partes têm deveres à cumprir.

Tudo isso é possível aprender e praticar no poderoso exemplo de Cristo. 

Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém. 

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IRMÃOS QUE SE AMAM

(13 de outubro de 2023)

Como saber se um determinado grupo de pessoas, uma congregação, igreja ou ministério, são verdadeiramente discípulos de Jesus Cristo?

Jesus falando à coletividade, ao grupo dos discípulos, nos deu a resposta de forma simples, clara e objetiva: Tem que haver amor fraternal verdadeiro entre os irmãos da mesma fé.

Veja que Jesus não está falando sobre a relação entre os seus discípulos e os religiosos judeus do sinédrio, por exemplo, que haviam se declarado inimigos dos servos de Cristo, através de suas ações discriminatórias e perseguidoras.

Com isso, podemos deduzir que devemos amar só os nossos irmãs da fé e odiar as pessoas que creem diferente de nós ou que se autodeclaram nossos inimigos religiosos? Não!!! 

O verdadeiro servo de Deus não vive para fazer inimigos ou disseminar discórdia, confusões ou intrigas entre as pessoas, mas para pregar a verdade. Se a verdade provocar a divisão é outra questão. O pregador da verdade não pode ser responsabilizado pela provável divisão.

O que o Senhor Jesus está trazendo à luz para os seus discípulos, é que o amor entre os irmãos é uma regra