O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos, e os homens serão abençoados nele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado.
Quando as Santas Escrituras mencionam os nomes de Deus e de Jesus, está transmitindo uma mensagem muito maior do que uma palavra compostas por caracteres de uma determinada língua humana e nem exaltando um determinado som (fonética).
O SENHOR Deus nunca consagrou ou santificou uma língua ou um dialeto e nem exaltou qualquer alfabeto ou caracteres da escrita de determinada cultura humana.
Se uma língua ou determinadas pronuncias naquela língua fosse importante para o SENHOR, ELE não tiraria Abrão de Babilônia (Ur dos caldeus), falando aquela língua dos rebeldes Ninrode e seus asseclas. Pronunciando o Seu próprio Nome naquela língua pagã e rebelde.
O SENHOR não mudou a língua de Abrão. ELE falou com Abrão naquela língua que se tornaria como símbolo de maldição até o fim, conforme encontramos no livro do Apocalipse (18).
Se a língua hebraica fosse sagrada, como muitos religiosos presos à letra morta tem defendido, depois de serem alienados com discursos culturais, o SENHOR não teria enviado o Seu Filho ao povo de Israel falando o aramaico, um dialeto menosprezado pelos grandes eruditos de Jerusalém, doutores da lei e escribas.
A discussão do Nome do Pai e do Filho tem ganhado espaço no meio dos cristãos nominais. Ensinos que estão baseados na interpretação gramatical (letra morta), desprezando o teor da mensagem espiritual sobre o Nome.
Os Nomes do Pai e do Filho nas Escrituras Sagradas, contextualmente, sempre estão ligados à fama e a reputação, exaltando aquilo que Deus e Jesus fizeram, mas parece que o entendimento superficial da gramática tem limitado a visão de muitos religiosos. O pior é que tem gerado medo em algumas pessoas de falarem determinados nomes na sua língua.
O medo e a dúvida pertencem a verdade? As religiões que usam o discurso do medo como argumento para o convencimento, estão querendo libertar ou aprisionar? Quem exalta a cultura ao invés da fé, está promovendo a obra de Deus ou a dos homens? As mentes racionais vão se deter nessas três perguntas. As mentes amedrontadas fugirão com medo.
Para o povo hebreu que tinha esse aspecto cultural muito forte, da língua, o SENHOR também falou sobre o Seu Nome, que como todo bom nome é construído ao longo do tempo com boas obras.
A fama do Nome do SENHOR se espalhou sobre a Terra e as nações, que começaram a temer o povo de Israel, pois ouviam falar do que o seu Deus, Yahweh, havia FEITO (ações, obras, e grandiosas realizações em prol dos hebreus):
(1) Havia aberto o Mar Vermelho; (2) Fez pão cair do céu e água brotar da rocha; (3) Fez os hebreus vencerem exércitos mais poderosas com um número de soldados muito inferior; (4) Havia derrubado muralhas instransponíveis; etc. A fama ou reputação do Deus de Israel se espalhou por toda a Terra.
Todas as nações ao ouvir essas verdades sobre o Deus único, deveriam temê-Lo e buscar conhecê-Lo e serem abençoadas como foi prometido a Abraão: “…e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).
Portanto, o verdadeiro Nome de Deus é conhecido pelos Seus feitos (fama e reputação) e não somente pela grafia ou fonética, como muitos têm defendido como se tivessem encontrado a caixa de pandora ou a fonte da juventude.
O Nome "cartorial" de Deus em hebraico pode facilmente ser conhecido por todos: Yah, Yaué, Yahu, Yahweh, YWHW […], Mas, conhecê-Lo por Suas ações e isso mudar a sua vida é para poucos, somente para os remanescentes, que conhecem a Sua fama, na prática.
Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém.

