Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo.
Nunca se ouviu tantas futilidades quanto na era presente, apesar de vivermos na era da informação, onde são disponibilizados muitos recursos gratuitos para a formação cultural, moral e ética do homem.
Vivemos em um tempo de tanta ignorância que a maioria das pessoas passou a rir de sua própria condição de miserabilidade espiritual, pois o "homem interior" dessas pessoas é como um vaso vazio, que nada possui de conteúdo útil.
Rir da própria desgraça não é a maneira sábia de proceder. Fazer assim se assemelha ao homem que teve uma decepção amorosa e, sentindo-se magoado e frustrado, ao invés de preencher a cabeça com trabalho, novos objetivos e na busca por outra pessoa, escolhe se entregar ao álcool e às drogas. Uma escolha fraca e covarde diante de um desafio que deveria ser comum.
Vivemos em uma sociedade tão decadente que um "cantor e compositor" se torna famoso e passa a faturar milhões por cantar uma música sem sentido, sem melodia e sem a beleza que deve haver na arte de cantar e de compor.
Esse espírito fútil que faz o homem escarnecedor crescer é percebido quando ele abre a boca.
O homem sensato jamais se conformará com o estado moral das massas populacionais em todo o mundo, que está sendo mantida na ignorância e estimulada a se manter nesse estado para consumir os seus produtos físicos e ideológicos.
O homem que escolhe ser ignorante e se predispõe a ser usado como massa de manobra por pessoas de caráter duvidoso, não é visto como "coitadinho" ou uma vítima da sociedade, como pensam alguns, já ideologizados, adeptos da teoria do vitimismo.
São milhões de fontes úteis e gratuitas que fornecem conhecimentos de qualidade, além das Escrituras Sagradas, que podem conduzir o homem à fonte original de toda a Sabedoria, onde se encontram os tesouros da liberdade e do poder.
Quem tem o poder de escolher entre o bem e o mal, entre duas ou mais opções, e escolhe o mal, não pode ser considerado uma vítima, mas alguém que usou o seu livre-arbítrio para escolher errado, sem ser forçado por ninguém.
Escolher abrir a boca e proferir frivolidades, asneiras, tolices, patetices, banalidades e besteiras, que não edificam ninguém a crescer em nada, nem orientam as pessoas a irem em uma direção de crescimento moral e ético, é escolher ser um bobo.
Essas pessoas que abrem suas bocas para realizarem esse tipo de obra serão cobradas pelo Juiz dos juízes, o Deus justo, o Todo-Poderoso, pois ELE entende que da boca do homem devem sair palavras que edifiquem o homem espiritual e sabedoria que O glorifiquem.
O professo cristão que acha engraçado ouvir e falar frivolidades deve repensar esses "novos valores" que a igreja modernizada tem escolhido seguir.
"Cultos" de piadas ou pastores que fazem stand up dentro da igreja, vendendo shows de humor, como se fossem uma terapia para o espírito, mas que atendem apenas o homem carnal, devem ser repensados e completamente excluídos do seio da obra santa de um Deus Santo.
Deus e Cristo Jesus sejam louvados! Amém.

